Acordão em Assú

Deputado George Soares, padre Fábio Forte e o prefeito Ivan Júnior acendendo velas do ‘acordão’

O soldado Vasco, vindo de Mossoró passou em Assú e tomou conhecimento que o prefeito Ivan Júnior resolveu fazer um ‘acordão’ com seu adversário, deputado estadual, George Soares para próxima eleição municipal com objetivo de garantir sua eleição para deputado federal.

Para viabilizar o ‘acordão’ o prefeito e o deputado, teriam acertado que Ivan Júnior será candidato a federal e George Soares candidato a reeleição.

Antes na eleição municipal de 2016, eles vão apoiar para prefeito o padre Flávio Forte e o diretor da Rádio Princesa do Vale, Lucílio Filho como candidato a vice-prefeito.

 

Joaquim Barbosa diz em Jerusalém que política virou uma ‘coisa desagradável’

DANIELA KRESCH
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM JERUSALÉM

Em Israel para receber o título de doutor honoris causa da Universidade Hebraica de Jerusalém, outorgado neste domingo (31), o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, disse que “política no Brasil se tornou uma coisa desagradável”.

Vem dessa avaliação sua falta de vontade para disputar qualquer cargo eletivo. “Nada em vida pública me encanta mais”.

Para Barbosa, que se tornou célebre com o julgamento do mensalão, o país “aprendeu muito” com o escândalo que financiava deputados da base aliada do PT com recursos desviados de contratos públicos.

“No Brasil, os operadores do sistema de Justiça têm mecanismos de defesa. Juízes têm garantias de independência muito forte. O Ministério Público também, sem interferência de governo”, disse Barbosa.

Ele, no entanto, se recusa a falar sobre o julgamento que lhe trouxe fama: “Quanto ao mensalão, isso é coisa do meu passado. Agora estou em outra”.

Barbosa contou não acompanhar as apurações da Operação Lava Jato, sobre desvios na Petrobras.

Disse, no entanto, não acreditar que o mensalão teria tido um final diferente caso houvesse tantos casos de delação premiada como ocorre atualmente. “São momentos diferentes”.

O ministro aposentado, que abriu uma empresa de palestras e tem se apresentado no Brasil e no exterior desde que deixou o cargo em 2014 após 11 anos de Supremo, afirmou que os críticos do Judiciário “esperneiam”, mas não vão conseguir que ele deixe de cumprir seu papel de vigia do poder.

“Existe instituições que são permanentes, independem de que esteja ali no momento político e assume o poder temporariamente. Ele tem que ser vigiado”.

Barbosa foi escolhido para receber o título honoris causa, o primeiro internacional de sua carreira, juntamente com o ex-presidente de Israel Shimon Peres, o ministro do Exterior da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier, e o presidente do Museu do Holocausto, Avner Shalev.

Barbosa, que foi indicado pela Sociedade Brasileira dos Amigos da Universidade Hebraica de Jerusalém para receber o título de doutor, foi descrito pelos organizadores como “proeminente figura pública cuja história do triunfo sobre a desigualdade e a firme oposição à corrupção tem inspirado milhões”.

Deputado Gustavo da Ponte quer instalar um poço

Gustavo e o casal, Wilma de Faria e Zé Mauricio

O deputado estadual Gustavo Carvalho (PROS) encampa luta dos moradores de Serra do Mel e solicita ao governo do Estado a instalação de um poço tubular na Vila Amazonas, comunidade de agricultores familiares que vivem da produção de castanha, melancia e da pecuária,

 Segundo o deputado da ponte, que recebeu um abaixo-assinado da população, o poço em questão fica localizado no lote 18 da Vila Amazonas e foi perfurado pela Petrobras há alguns anos, mas nunca foi instalado. “Diante da escassez de água no município, é um absurdo que esse poço não seja aproveitado para abastecer a comunidade”, analisa Gustavo.

Garibaldi Alves Filho está entre os senadores campeões de faltas

O senador, Garibaldi Alves Filho não é mais visto com tanta frequência no Senado Federal . Ele anda escondido e faltando as sessões.

O senador potiguar foi o campeão de faltas do RN dos senadores do RN com 108 ausências e classificado entre os 10 mais faltosos.

O levantamento foi feito pelo Congresso em Foco.

Leia mais AQUI a matéria completa das faltas e presenças dos senadores entre fevereiro de 2011 e dezembro de 2014, por ordem decrescente de ausências.

Filha diz que Blatter foi vítima de conspiração

LONDRES, 31 MAI (ANSA) – Corinne Blatter, filha do presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou neste domingo (31) que seu pai foi vítima de uma conspiração para derrubá-lo, referindo-se aos esquemas de corrupção na entidade descobertos pela Justiça norte-americana.

Segundo ela, o cartola não está entre as pessoas que receberam propinas em troca de contratos no futebol. “Tudo que meu pai ganhou foi trabalhando, e ele é um presidente que trabalha muito”, disse Corinne em uma entrevista para a “BBC”.

Gestão do prefeito AVON paga Elba Ramalho e deixa o primo Isaque Galvão cantando liso

O prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves parece que gosta apenas dos grandes nomes da música brasileira, ele quando contrata a veia Elba Ramalho, Paralamas do Sucesso, Monobloco, Morais Moreira e Jorge Aragão eles vem com o pagamento na conta.

Já em relação aos artistas potiguares, a gestão de Carlos Eduardo Alves não é tão pontual quando se refere aos pagamentos.

O primo, Isaque Galvão, um grande talento natalense está implorando que a prefeitura de Natal pague os shows que ele fez.

 

Quando chegar em dezembro, não sei se o prefeito vai abrir o cofre para os artistas nacionais, mas, poderá acontecer que os natalenses ainda estejam sem receber os seus pagamentos.

E parece que tem um sujeito com cara de peixe “Galo do Alto” que está ameaçando os potiguaras dizendo que se eles reclamarem nas redes sociais não serão mais contratados pela prefeitura.

Aqui vai a cobrança do primo Isaque Galvão no facebook:

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Depois do “parlashopping’, um motel

Não foi só a emenda que autoriza a construção do “parlashopping” – com foi apelidada a ideia de construir um centro comercial no Parlamento – que enfureceu senadores na última quinta-feira (28), durante a discussão e aprovação da terceira ação legislativa do ajuste fiscal, a polêmica Medida Provisória 668/2015. Isenção para igrejas, recuperação judicial de empresas e compensação para bancos também compõem o rol de textos enxertados na matéria. Mas a prática pode ser extinta em breve.

A construção do shopping foi encaminhada via “jaboti”, como são chamados os assuntos estranhos, ou “contrabandos” de texto ao objeto central daquelas proposições do Executivo, foi mais uma das emendas patrocinadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), quando da tramitação naquela Casa. Dos 107 dispositivos extras sem qualquer ligação com o tema da MP, que seguiu para sanção, nove foram mantidos e podem ser vetados pela presidenta Dilma Rousseff. Uma emenda dada como alvo certo do veto é justamente a do parlashopping, que custaria cerca de R$ 1 bilhão.

Mas a ira dos senadores com o parlashopping pode ser resumida na fala de um deles, que chegou a falar em “motel” no Congresso. “Só vai faltar qualquer dia desses, senhor presidente – desculpem-me particularmente as senadoras –, nós recebermos aqui uma medida provisória que acrescenta a construção de um motel!”, vociferou Jader Barbalho (PMDB-PA), acrescentando que devolveria a medida para Eduardo Cunha se fosse presidente do Senado. “Ele que vá construir parlashopping, um hotel, o que ele quiser construir, mas ele não poderá construir à custa do conceito das instituições brasileiras e, particularmente, do Congresso Nacional. É um absurdo!”

Conselho do soldado, Vasco para turma do governo

Conversando com meu amigo soldado, Vasco, que está muito preocupado com os recorrentes assaltos aos ônibus em Natal, ouvi dele um planejamento para atuar no combate as ações dos meliantes.

Segundo o soldado Vasco, o aparato policial é sempre acionando depois que o assalto acontece, a nossa policia sempre tenta inibir os assaltos realizando as velhas e desgastadas blitz de revistas em ônibus, que já são conhecidas pelos bandidos que logo tomam conhecimento delas através de ligações por celulares.

Se estas blitz de abordagem funcionassem e apresentassem bons resultados, os assaltos a ônibus já teriam acabado.

Acorre que os assaltantes sabem como age a policia, por sua vez a policia também sabe como age os assaltantes, acontece que o fator surpresa sempre está do lado dos assaltantes, nunca da policia.

O soldado Vasco, me confidenciou que sendo ele o secretário de Defesa Social, iria criar a Operação Ônibus de Tróia.

Esta operação seria simples, mas iria surpreender os assaltantes. Em vez da policia ficar fazendo blitz, ela iria atuar com inteligencia orientada pelos registros da linhas que mais são assaltadas.

Os policiais civis e militares iriam atuar descaracterizados utilizando um ônibus de uma linha de risco, sem levar nenhum passageiro, apenas com policiais à paisana, funcionando como isca para pegar os assaltantes.

Esta operação seria toda monitorada, inclusive com vídeos, para registrar as ações dos policiais e acompanhada até pelo Ministério Público.

No instante que um assaltante anunciasse um assalto dentro de um ônibus, ele estaria cercado por policiais, homens e mulheres disfarçados de passageiros.

O Ônibus de Troia, estaria sempre recebendo cobertura de viaturas policiais caracterizadas ou não. O impostante é que a policia iria chamar os assaltantes para a cena do crime e seria o fator surpresa.

Essas operações seriam executadas nos horários de maior incidência e com isso os assaltantes teriam receio de assaltar um ônibus pelo fato de não saberem identificar qual o ônibus camuflado ou aquele que realmente está transportando passageiros.

Não sou autoridade em segurança, mas ouvi a ideia do soldado Vasco com atenção e fiquei piscando um o tal “ÔNIBUS DE TRÓIA”.

Acordo com ditadura levou João Havelange á presidência da FIFA

Acordo com ditadura possibilitou eleição de Havelange à Fifa, mostra pesquisa

Pesquisador da USP diz que aproximação entre poder político e esportivo ocorreu quando militares vivenciavam uma situação de insegurança quanto ao futuro

Por Hérika Dias, da Agência USP

A associação entre esporte e política durante o regime militar brasileiro possibilitou a eleição de um dos presidentes da Fifa (Federação Internacional de Futebol) que mais tempo esteve à frente da entidade: João Havelange. Essa é uma das conclusões do mestrado “A Bola e o Chumbo: Futebol e política nos anos de chumbo da Ditadura Militar Brasileira”, apresentado na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas) da USP.
Segundo o cientista político Aníbal Chaim, autor da pesquisa, a aproximação entre o poder político e o esportivo ocorreu no momento em que os governantes militares vivenciavam uma situação de insegurança e indefinição quanto ao futuro. Menos de duas semanas antes da publicação do AI-5 (Ato Institucional), que dava ao presidente da República poderes excepcionais, o então presidente do Brasil, Arthur Costa e Silva, se reuniu com João Havelange, na época presidente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos) — atual CBF (Confederação Brasileira de Futebol) —, e os dois fecharam um acordo que previa investimento do Estado no futebol nacional.
Do lado do governo, o intuito era associar sua imagem à do futebol brasileiro em busca de estabilidade política e aceitação popular do regime, já que o esporte era a representação nacional com maior poder simbólico junto ao povo, principalmente pelas conquistas da Copa do Mundo em 1958 e 1962. Para Havelange, o acordo seria o apoio necessário para alcançar seu plano pessoal: ser eleito presidente da FIFA.
“João Havelange usou dinheiro da ditadura militar para se eleger para a FIFA, mas isso não quer dizer que a ditadura tenha lhe dado dinheiro diretamente com esse objetivo, isso não aconteceu. O investimento do governo na seleção e no futebol brasileiro, de forma geral, foi a chance de ouro para que Havelange obtivesse um suporte financeiro robusto o suficiente para executar seus projetos com vistas à conquista do cargo de presidente da federação internacional”, explica Chaim.

As ligações entre a Globo e a máfia da Fifa, segundo blogue

As ligações entre a Globo e a máfia da Fifa

Blogue teve acesso, com exclusividade, a documentos que ilustram as relações comerciais íntimas, societárias, entre a Globo e J. Hawilla, o bandidão confesso preso pelo FBI no recente escândalo de corrupção da Fifa

Por Miguel do Rosário, O Cafezinho

O Cafezinho teve acesso, com exclusividade, a documentos que ilustram as relações comerciais íntimas, societárias, entre a Globo e J. Hawilla, o bandidão confesso preso pelo FBI no recente escândalo de corrupção da Fifa.
Os nomes da família global são João Roberto Marinho e Flávia Daudt Marinho, filha de José Roberto Marinho.
Os irmãos Marinho tem usado seus filhos para burlar o decreto lei 236, que limita o número de emissoras em mãos de um proprietário.
A própria Traffic, empresa diretamente ligada aos esquemas de corrupção da Fifa, traz fortes ligações com a Globo, na pessoa de José Geraldo Góes, um dos sócios da Traffic.
Góes aparece em todas as listas de membros societários nas empresas onde os J. Hawilla (ele ou seus filhos) tem participação, incluindo a TV Aliança Paulista e TV Bauru, da qual os Marinho também são sócios.
As tvs dos Hawilla em São Paulo retransmitem o sinal da Globo. São duplamente, portanto, controladas pela Globo: via conteúdo, que é dela, e via participação societária.
A TV Tem, também do interior de São Paulo, reúne a turma toda na lista de sócios: João Roberto Marinho, dois filhos de J.Hawilla, o onipresente José Geraldo Góes, e a empresa Bonanza.
As empresas Bonanza e Lunar aparecem sempre associadas aos Marinho; são usadas para controlar afiliadas da Globo no interior de São Paulo.
José Geraldo Góes é também presidente do Desportivo, um clube de futebol administrado pela Traffic.
Quer dizer, não só administrado. O Traffic é dono do Desportivo, através da empresa T Desenvolvimento, que possui uma participação na sociedade no valor de R$ 102 milhões.
Sempre que você olha para as empresas de J. Hawilla, esbarra com o nome de José Geraldo Góes, em posição superior, como diretor, secretário ou acionista. Góes também é sócio de várias tvs controladas pela Globo.

TV TEM, do interior de SP: lista de sócios, segundo o site Donos da Mídia. (Repordução)

A mídia não vai investigar isso? Não vai sequer dar a informação de que os Hawilla e os Marinho são sócios diretos em várias empresas no Brasil?
E que, através de Góes, todos eles, Hawilla e Marinho também tem ligações uns com outros em paraísos fiscais?
Ou será que a mídia brasileira continuará insistindo em qualquer factóide barato contra o PT, inventado às pressas, em conluio com setores políticos da PF, para abafar investigações que liguem Hawilla aos negócios da Globo?
Há muitos detalhes picantes e mal explicados. Por exemplo, José Geraldo Góes, que nessa história toda aparece como um laranja oficial de todos esses empreendimentos, é sócio da Continental Sports Marketing, com sede nas ilhas Cayman, uma das empresas que aparecem como sócias da Traffic.
Aliás, é incrível a velocidade como as empresas da Globo vivem mudando seus quadros, fundindo-se, mudando de nome, transferindo valores para outras, sempre com intuito de não pagar impostos.
É preciso entender uma coisa: o poder da Globo, que é excessivo e prejudica a democracia, além de ter nascido de uma ditadura, tem como principal fonte de renda o futebol brasileiro, que a emissora vampiriza há décadas.
Os clubes ficam cada vez mais endividados, e a Globo cada vez mais rica. A cartolagem de José Maria Marin, Ricardo Teixeira, J. Hawilla, entre outros, responde por essa situação. São todos aliados da Globo.
O esporte que os brasileiros mais amam é exibido em horários antipáticos ao trabalhador, porque a Globo não quer perder audiência de suas novelas.
E ainda temos o esquema de venda de jogadores, outro negócio milionário explorado por Hawilla e, portanto, também pela Globo.
Não podemos esquecer que o esquema de sonegação da Globo nas Ilhas Virgens Britâncias, que lhe valeu multa de R$ 615 milhões da Receita Federal (a qual até agora a Globo não provou que pagou), envolveu também o futebol. A emissora tentou comprar, sem pagar impostos, os direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.
Esses direitos de transmissão são o núcleo da corrupção da Fifa.
Tem mais: nos documentos que vazamos, contendo o processo de sonegação da Globo, há listas com as transferências milionárias da Globo para o clube dos 13, que durante anos controlou os direitos de transmissão dos campeonatos brasileiros. São valores impressionantes, bem maiores, inclusive, que aqueles relacionados à Copa do Mundo, mostrando a importância essencial do futebol para o orçamento da Globo. Procurem lá.
Mas sobre isso falaremos depois.
Essa história espalha pontas incandescentes de manipulação, corrupção, sonegação, para todos os lados. Todos vão tem que ajudar a examinar esses documentos e entendê-los, já que a Polícia Federal do Zé está ocupada demais fabricando factoides anti-PT para a Globo…

Confira os documentos aqui.