Arquivo diários:19/08/2015

Marcelo Boituca botou a boca no trombone: “Rogério Marinho (saco preto) é um aproveitador”

Rogério Marinho, Marcelo Abdon e Guilherme que não apita mais em nada

O ex-diretor de futebol do ABC, Marcelo Abdon, detonou o deputado federal Rogério Marinho dizendo que ele é um aproveitador.

Marcelo lidera um grupo que deseja expulsar do ABC um grupo que a torcida está chamando de “Máfia do saco Preto”.

Segundo o soldado Vasco, Rogério nomeou pessoa que são seus cabos eleitorais ganhando salários de R$ 20 mil.

A torcida está revoltada e os dirigentes com medo do deputado federal, só o primo Boituca está botando a boca no trombone.

 

Marcelo Boituca botou a boca no trombone: "Rogério Marinho (saco preto) é um aproveitador"

Rogério Marinho, Marcelo Abdon e Guilherme que não apita mais em nada

O ex-diretor de futebol do ABC, Marcelo Abdon, detonou o deputado federal Rogério Marinho dizendo que ele é um aproveitador.

Marcelo lidera um grupo que deseja expulsar do ABC um grupo que a torcida está chamando de “Máfia do saco Preto”.

Segundo o soldado Vasco, Rogério nomeou pessoa que são seus cabos eleitorais ganhando salários de R$ 20 mil.

A torcida está revoltada e os dirigentes com medo do deputado federal, só o primo Boituca está botando a boca no trombone.

 

ÁUDIO: Boituca bota “Saco Preto” para correr do ABC

A crise no ABC estar beirando o tapa-olho, o diretor do futebol Marcelo Abdon conhecido com primo “Boituca” , pegou ar com Rogério Marinho conhecido com Deputado “saco preto”. O motivo da brigar e o fato da revolta Marcelo Abdon, histórico Abecedista, com a (desastrada administração liderada por Rogério Marinho).

Nas redes sociais circula  áudios do Diretor de futebol enquadrando o deputado “Saco preto”.

ÁUDIO: Boituca bota "Saco Preto" para correr do ABC

A crise no ABC estar beirando o tapa-olho, o diretor do futebol Marcelo Abdon conhecido com primo “Boituca” , pegou ar com Rogério Marinho conhecido com Deputado “saco preto”. O motivo da brigar e o fato da revolta Marcelo Abdon, histórico Abecedista, com a (desastrada administração liderada por Rogério Marinho).

Nas redes sociais circula  áudios do Diretor de futebol enquadrando o deputado “Saco preto”.

Diretor do ABC agradece a Deus Rogério Marinho (saco preto) ter deixado o ABC

Rogério ‘saco preto’

O diretor de futebol do ABC, Marcelo Abdon, comemorou o fato do deputado Rogério Marinho ter deixado o ABC.

Mas, segundo circula no meio abacedista, o deputado Saco Preto, como Rogério é conhecido ainda não saiu do clube.

Rogério é apontado como responsável pela maior tragédia que o ABC já enfrentou. Ele é acusado de afundar o clube no ano do centenário.

A torcida do ABC é revoltada com Rogério Marinho até pelo fato dele ter levado um americano para cuidar das finanças do clube.

O deputado é tido pela ‘frasqueira’ como o pior dirigente de todos os tempos.

Confira o que disse o diretor do ABC em seu twitter:

 

Marcelo

Caixa anuncia condições vantajosas de crédito para setor automotivo

A presidenta da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, assinou hoje (18) convênio com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O objetivo é oferecer condições de apoio ao desenvolvimento de toda a cadeia produtiva.

De acordo com Miriam Belchior, o banco público oferecerá condições especiais nas linhas de capital de giro e investimento, além de condições diferenciadas em linhas de crédito e outros produtos e serviços do banco, a fim de beneficiar da micro à grande empresa.

Instituto diz que 41 empresas pagaram por palestras de Lula; veja a lista

Lula palestrando com Garibaldi Alves

Folha de São Paulo

O Instituto Lula divulgou nesta terça-feira (18) a lista de empresas que contrataram palestras do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entre 2011, quando ele começou a cobrar pela atividade, e este ano. De acordo com a entidade, “Lula fez 70 palestras contratadas por 41 empresas e instituições, sendo remunerado de acordo com sua projeção internacional e recolhendo os devidos impostos”.

A divulgação é uma resposta à reportagem da revista “Veja”, publicada nesta semana, segundo a qual Lula teria recebido R$ 27 milhões pelas suas palestras entre abril de 2011 e maio deste ano —dos quais R$ 9,85 milhões teriam sido repassados por empresas investigadas na Operação Lava Jato. O texto foi escrito com base em um relatório do Coaf (órgão de inteligência financeira vinculado ao Ministério da Fazenda).

Na mesma nota, o Instituto Lula criticou a reportagem da “Veja”. “Mesmo se tratando de contratos que preservam a privacidade das partes, julgamos necessária sua divulgação neste momento, para esclarecer distorções, manipulações e prejulgamentos em torno dessa atividade e das empresas contratantes, como vem ocorrendo por meio de reportagens, artigos e até editoriais na imprensa”, diz o texto.

Nesta terça, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) determinou à Polícia Federal a abertura de inquérito para investigar o vazamento das informações sobre o faturamento da empresa LILS, do ex-presidente Lula. O objetivo é apurar se houve quebra de sigilos da companhia.

Confira abaixo a lista de empresas que contrataram palestras de Lula, segundo o instituto do ex-presidente, por ordem alfabética.

*

  1. ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industriais)
  2. Associação de Bancos do México
  3. Abras (Associação Brasileira de Supermercados)
  4. ALL América Latina Logística
  5. Ambev
  6. Andrade Gutierrez
  7. Banco Santander
  8. Bank of America
  9. BBVA Bancomer
  10. BTG Pactual
  11. Camargo Corrêa
  12. Centro de Estudos Estratégicos de Angola
  13. CFELG (Centro de Formacion y Estudios en Liderazgo y Gestion – Colômbia)
  14. Cumbre de Negócios (México)
  15. Dufry do Brasil
  16. Elektra
  17. Endesa
  18. Gás Natural Fenosa
  19. Grupo Petrópolis
  20. Helibrás
  21. Iberdrola
  22. IDEA (Argentina)
  23. INFOGLOBO
  24. Itaú BBA
  25. LG
  26. Lojas Americanas
  27. Microsoft
  28. Nestlé
  29. OAS
  30. GDF Suez Energy Latin America
  31. Odebrecht
  32. Pirelli
  33. Queiroz Galvão
  34. Quip
  35. Revista Voto
  36. Sinaval
  37. Telmex
  38. Telos Empreendimentos Culturais
  39. Terra Networks
  40. Tetra Pak
  41. UTC

Com apoio do governo, Câmara aprova mudança na correção do FGTS

EDUARDO CUCOLO
DÉBORA ÁLVARES
DE BRASÍLIA

Com apoio de última hora do governo, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18) a mudança na correção do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que subirá ano a ano até se igualar à da caderneta de poupança em 2019. A votação foi simbólica.

O texto segue agora para o Senado.

O governo era contra alterar as regras, mas decidiu fechar acordo para evitar uma nova derrota. Conseguiu garantir recursos para o Minha Casa, Minha Vida e a regra de aumento gradual do percentual de remuneração.

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), recomendou aos deputados da base da presidente Dilma Rousseff que votassem a favor do texto apresentado pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), relator do projeto.

Disse, no entanto, que o governo irá analisar “com cuidado” se irá sancionar a proposta, caso ela seja aprovada também pelo Senado, pois ainda não calculou seu impacto sobre as contas do FGTS.

NOVAS REGRAS

A proposta apresentada pelo relator da matéria, com apoio do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aumenta o rendimento de forma escalonada.

A correção atual é de 3% + TR ao ano. O rendimento anual, além da TR, sobe para 4% em 2016, 4,75% em 2017 e 5,5% em 2018.

A partir de 2019, será aplicada a regra da poupança: 6,17% ou 70% da taxa básica de juros (Selic), quando esta for igual ou menor a 8,5%, mais TR ao ano.

Os novos percentuais, no entanto, só se aplicam aos depósitos feitos a partir de 2016, que serão colocados em uma conta separada. O estoque acumulado até dezembro de 2015 continua com a correção atual.

Entre 2016 e 2018, os recursos para pagar a correção adicional sairão do lucro do FGTS, que foi de R$ 17 bilhões, em média, entre 2005 e 2014. Se o valor não for suficiente, será utilizada parte do patrimônio acumulado nos últimos anos, que deve chegar a R$ 90 bilhões no fim de 2015.

Quando o trabalhador for sacar parte do dinheiro, o débito será feito, em primeiro lugar, do saldo posterior a 2016. Depois, dos saldos acumulados até 2015. Essa é uma forma de reduzir o custo da medida.

HABITAÇÃO

Ficou definido ainda o uso fixo de 60% do lucro anual do FGTS para dar descontos aos mutuários das faixas 2 e 3 do programa Minha Casa Minha Vida. Entre 2009 a 2014, esses subsídios foram, em média, de R$ 6,8 bilhões a cada ano.

Segundo o relator, caso fosse concedida a remuneração adicional de 3,17% sobre o saldo de 2014, haveria uma despesa de R$ 10,5 bilhões, valor inferior ao lucro do FGTS descontados os repasses para o Minha Casa Minha Vida, que foi de R$ 12,9 bilhões.

“Não procedem afirmações de que a concessão da remuneração da poupança às contas dos trabalhadores acarretará a necessidade de aumento dos custos dos financiamentos concedidos pelo FGTS ou reduções no atual patamar de direcionamento de recursos ao Minha Casa, Minha Vida ou no patrimônio do Fundo”, afirmou Maia.

Senado aprova prioridade a verbas para irrigação até 2028

O Plenário do Senado aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (18), a PEC 78/2013, que prorroga até 2028 o prazo para que recursos públicos em irrigação sejam prioritariamente investidos em projetos nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. A proposta integra a lista de matérias priorizadas pela Comissão Especial de Aperfeiçoamento do Pacto Federativo, e agora segue à promulgação.

 

Com a decisão, a União continua obrigada a aplicar 50% dos recursos federais destinados à irrigação na Região Nordeste (preferencialmente no semiárido) e 20% na Região Centro-Oeste. Essa determinação encontra-se no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

Originalmente, a medida tinha validade de 15 anos a partir da promulgação da Constituição de 1988, tendo perdido a eficácia em outubro de 2003. No ano seguinte, foi promulgada a Emenda Constitucional 43, que ampliou o prazo para 25 anos, ou seja, até 2013. Desde então, a União deixou de ser obrigada a priorizar a aplicação de recursos de irrigação naquelas regiões.

A PEC foi apresentada em 2009 e determina que o prazo seja de 40 anos a partir da promulgação da Constituição, ou seja, prorroga-o por mais 15 anos desde que a medida perdeu a eficácia. A proposta também estabelece que 50% dos recursos para irrigação beneficiem agricultores familiares