Estudantes posam pelados em calendário beneficente para ajudar vitimas da seca

Eles pretendem arrecadar dinheiro com as imagens e fazer doações às varias famílias que são vítimas da seca na Austrália

O Dia

Diversos calendários beneficentes já foram divulgados mundo a fora. Desta vez, estudantes de veterinária de uma universidade em Sydney, na Austrália, resolveram tirar a roupa e ficar ao lado de animais e serem fotografados. O objetivo é arrecadar dinheiro com as imagens e fazerem doação às vítimas da seca que o país vem enfrentando nos últimos meses.Os interessados podem comprar o anuário em lojas da cidade.

As vendas serão revertidas para as famílias prejudicadas pela seca na Austrália. Todo ano 65 estudantes universitários fazem fotos para ajudarem alguma instituição ou causa que precisa de ajuda.

Estudantes posaram nus em calendário para ajudar vítimas da seca

Falta para Dilma um Álvaro Dias que Garibaldi Alves teve

Na época, Álvaro Dias salvou Garibaldi Alves.

O problema da presidenta Dilma foi brigar com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Aqui no RN o então governador Garibaldi Alves só escapou de um processo de impeachment pelo fato do presidente da Assembléia Legislativa, deputado Álvaro Dias ter barrado a famosa CPI do caso Gusson.

Enquanto Álvaro salvou Garibaldi Alves, o presidente Eduardo Cunha está enterrando Dilma.

Talvez Garibaldi Alves não se lembre, mas foi José Agripino quem tentou cassar ele.

“Caso Gusson” precisa ser esclarecido, cobrou Agripino

 No dia 20 de agosto de 2001, José Agripino Maia (PFL, hoje DEM), senador e então ferrenho adversário do governador do RN à época, Garibaldi Filho (PMDB), revelou o que seria o “Caso Gusson” (veja matéria abaixo).

Ele fez pronunciamento da tribuna do Senado.

Com a polidez que hoje também exercita na oposição ao governo Lula, assinalou que reproduzia uma denúncia do Ministério Público. “(…) Documentos demonstram claramente indícios fortíssimos de que no governo do RN existiam, por parte do cunhado (Marcos Santos) do governador, tráfico de influência, superfaturamento de obras e influência no pagamento de precatórios trabalhistas, entre outras coisas.”

Agripino destacou, no mesmo pronunciamento, que “por uma manobra do governo do Estado, a maioria governista se moveu e abafou a CPI, rasgando o regimento da Assembléia Legislativa e a Constituição do Estado do RN.”

Confira matéria da Agencia Estado:

MP investiga denúncia contra cunhado de Garibaldi e Bezerra

AGENCIA ESTADO

26 Julho 2001 | 22h 57

O Ministério Público investiga denúncia envolvendo um cunhado do governador do Rio Grande do Norte, Garibaldi Filho (PMDB), e o ex-ministro da Integração Regional senador Fernando Bezerra (PTB), num esquema de corrupção para beneficiar várias empreiteiras do Estado com verbas públicas. As denúncias, feitas em depoimento à polícia e ao Ministério Público, são de Henrique Gusson Coelho, que diz ter constituído uma empresa de construção civil “fantasma” (Construmax) com Marcos Nelson Santos para participar do esquema de corrupção. Entre essas empresas estariam a EIT e a Ecocil, pertencente ao senador Fernando Bezerra (PTB-RN), ex-ministro da Integração Nacional. Durante o depoimento, Gusson revelou ter participado de reunião com diretores de outras construtoras na sede da empresa de Fernando Bezerra durante a qual Marcos Santos ligou para o ministro e teria dito: “Pode liberar a verba. Já constituímos a empresa. O dinheiro da campanha está garantido”. O Ministério Público garante ter provas suficientes para denunciar o empresário Marcos Nelson Santos, acusado de comandar todo o esquema de corrupção. O problema é a folha corrida do denunciante. Gusson foi preso no Paraná em maio, onde estava foragido após ter assassinado em Natal, no final do ano passado, o comerciante Pedro Alexandre da Silva. Ele revelou o suposto esquema de corrupção quando estava depondo sobre o crime cometido em Natal. Após solicitar a ficha criminal de Gusson à Secretaria de Segurança do Paraná, a polícia do Rio Grande do Norte constatou várias passagens pela polícia, por golpes aplicados na cidade de Cascavel. O empresário Marcos Santos, cunhado do governador Garibaldi Filho, disse que Gusson inventou toda essa história para desviar a atenção das acusações que sofre pelo assassinato do comerciante. Santos só admite um contrato com Gusson no valor de R$ 344 mil para a construção de quatro galpões e três casas em Natal, sem envolvimento de verbas públicas. Em nota oficial, o governo do Estado do Rio Grande do Norte negou ter qualquer contrato com as empresas de Luiz Henrique Gusson Coelho (Construmax e LC Empreendimentos e Construções Ltda). O governador Garibaldi Filho disse que o envolvimento do seu cunhado num suposto caso de corrupção não inibe o governo de apurar as denúncias com rigor, mesmo que estas tenham partido de uma pessoa acusada de assassinato.

Quatro fatores que vão decidir o impeachment

Comportamento do PMDB e mobilização das ruas estão entre os elementos determinantes para a aprovação ou o arquivamento do processo de impeachment, avalia Antônio Augusto de Queiroz. Para ele, quanto mais demorar, pior para Dilma

 

Dilma em reunião com o ministro da Justiça e juristas que condenaram o pedido de impeachment

Quatro fatores vão determinar o impeachment ou não da presidente Dilma Rousseff: o comportamento do PMDB ao longo do processo, a mobilização das ruas, a reação dos mercados e a eventual revelação de algo que ponha em dúvida a conduta ético-moral da petista. Essa é a avaliação do analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). “Dos quatro fatores, o governo não controla diretamente nenhum”, observa o jornalista em sua coluna publicada nesta terça-feira pelo Congresso em Foco.

O destino da presidente começa a ser traçado nesta terça-feira (8), com a instalação da comissão que vai analisar o pedido de impeachment. Até ontem, mais de 60 nomes haviam sido indicados. O colegiado será composto por 65 titulares e igual número de suplentes. O PMDB, até o momento, indicou deputados que têm se manifestado contra o impedimento da presidente. Mas a ala oposicionista do partido resiste e promete lutar por assentos na comissão.

Para Antônio Augusto, o primeiro fator decisivo para Dilma será o comportamento dos aliados do vice-presidente Michel Temer. “Eventual movimentação, ainda que nos bastidores, de pessoas vinculadas ao partido na defesa do impeachment poderá atrair o apoio de atores políticos, econômicos e sociais, que se movem menos por lealdade e mais por perspectiva de poder”, escreveu o analista político ainda antes da divulgação da carta de Temer à presidente Dilma. No texto, o peemedebista reclama de ter perdido o protagonismo político, de ter virado um “vice decorativo” e de nunca ter tido a confiança da petista.

Leia a íntegra da análise de Antônio Augusto de Queiroz

Folha de São Paulo: oposição diz ter número suficiente de deputados para lançar chapa avulsa

Os partidos de oposição ao governo federal afirmam já ter conseguido reunido 35 deputados federais para formar uma chapa avulsa que dispute a composição da comissão especial que produzirá parecer pelo arquivamento ou continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O mínimo estabelecido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para a participação de uma chapa oposicionista é de 33 deputados federais. Segundo as siglas de oposição, irão compor o grupo parlamentares favoráveis ao “Fora, Dilma” do PSDB, DEM, PPS, SD, PMDB, PSD, PP, PTB, PHS e PRB.

Ordem no Planalto é deixar Temer agir e se expor como um ‘traidor’

Para interlocutores da presidente Dilma Rousseff, o vice peemedebista se caracteriza como “conspirador” perante a opinião pública toda vez que se reúne com opositores

Por Luciana Lima – iG Brasília

O governo adotou a estratégia de evitar ao máximo o confronto com o vice-presidente Michel Temer que tem se movimentado em conversas com opositores da presidente Dilma Rousseff e levantado um clima de desconfiança sobre sua lealdade.

As afirmações e reafirmações de Dilma sobre a confiança no vice tem o objetivo de deixar para Temer a iniciativa de um possível rompimento. As rugas expostas pelo vice-presidente na noite de ontem em uma rede social sinalizam que a estratégia pode dar resultado.

Além disso, existem avaliações de dentro do Planalto de que Temer, com seus movimentos e com o seu silêncio sobre o pedido de impeachment, tem construído a imagem de traidor, em vez de da postura esperada de um vice.

Interlocutores da presidente evitam criticar diretamente o vice, mas atribuem a postura obscura a um erro de parlamentares que estão no entorno do vice.

Para ministros mais próximos, o entorno de Temer comete um erro básico na politica que é passar a imagem de conspiração, em vez de construir a ideia de um vice que sai mais forte do processo por ter ajudado Dilma a superar a crise política.

Some-se a isso, a avaliação interna de que o governo conseguirá votos suficientes para derrotar a proposta de impeachment ainda na comissão especial criada para votar o assunto.

Para o governo, a oposição tem subestimado a mobilização das ruas contra o impeachment que deverá ser engrossada, na avaliação do Planalto, por pessoas que não apoiam a presidente, mas também não aceitam o impeachment, sem um motivo que legalmente o justifique.

A oposição, de acordo com o governo, não dimensiona corretamente o ambiente a ser criado nas ruas por quem não apoia Dilma, mas considera o pedido de impeachment um “rompimento democrático”.

Alves se dividem para mais uma vez se darem bem

Os integrantes da família Alves se reuniram para discutir como eles se posicionarão com relação ao impeachment da presidenta Dilma.

O senador Garibaldi Alves já declarou que é contra o afastamento de Dilma, mas, seu filho, deputado federal Walter Alves votará pelo afastamento de Dilma.

O prefeito Carlos Eduardo Alves já lançou o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes candidato à presidência que afirmou ser Temer é o ‘capitão do golpe’.

Já o ministro Henrique Alves está calado querendo manter o ministério com o sem impeachment, mas torcendo que Dilma seja derrubada e seu amigo Temer assuma à presidência do Brasil.

 

Carta de Temer enviada a Dilma é o prenúncio da traição do vice com o PMDB

Ninguém tem mais duvidas que Temer preparou o terreno para romper com Dilma e assumir à presidência da República e tentar juntamente com os tucanos e democratas governarem o Brasil. Sua carta enviada a Dilma é a senha do rompimento com o governo.

Confira a carta:

São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.

Senhora Presidente,

“Verba volant, scripta manent”.

Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.

Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.

Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.

Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.

Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas “desfeitas”, culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se:

a) que fora retaliação a mim;

b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta “conspiração”.

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden – com quem construí boa amizade – sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da “espionagem” americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa “Uma Ponte para o Futuro”, aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.

11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.

Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.

Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.

Respeitosamente,

MICHEL TEMER

A Sua Excelência a Senhora

Doutora DILMA ROUSSEFF

DO. Presidente da República do Brasil

Palácio do Planalto

Robério Paulino prestigiou o ‘prefeito Avon’ e abraçou o ‘deputado cara de pau’ integrantes da oligarquia Alves

Depois de chamar o prefeito de ‘AVON’, criticando por fazer uma gestão maquiadora sem enfrentar os graves problemas estruturais de Natal, o pré-candidato a prefeito Robério Paulino foi abraçar o prefeito Carlos Eduardo Alves na inauguração da escadaria denominada Portal do Sol em Areia Preta.

Além de prestigiar o prefeito ‘AVON’, Robério Paulino ainda deu um grande abraço no deputado Henrique Alves, quem Paulino disse desejar passar ‘óleo de peroba em sua cara de pau’ quando participou de um debate na eleição para governador em 2014.

Robério abraçando o ‘deputado cara de pau’ Henrique Alves’.

O prefeito inaugurou o Portal do Sol que protege os edifícios residenciais dos afortunados moradores de Areia Preta, mas não paga os alugueis sociais dos moradores de Mãe Luíza que perderam suas casas que estão atrasados há três meses. Muitos moradores já estão ameaçados de despejos.

Desejando mostrar um candidato sem radicalismo sectário, Robério Paulino está caminhando pelo roteiro de incoerência.

“Paguei sim”, diz Dilma sobre “pedaladas fiscais”

Do UOL, em São Paulo

A presidente Dilma Rousseff justificou na noite desta segunda-feira (7) as chamadas “pedaladas fiscais” como forma de manter em funcionamento programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.

“Uma parte do que me acusam é de ter pago o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Paguei sim. Nós pagamos com o dinheiro do povo brasileiro. Não foi empréstimo, foi o dinheiro legítimo dos tributos pagos pelo povo deste país”, afirmou.

O artifício das “pedaladas fiscais” consiste em utilizar recursos dos bancos públicos para o pagamento de despesas da alçada do Tesouro Nacional. Com isso, os balanços do governo apresentaram resultados artificialmente melhores, driblando a necessidade de cortar gastos. Por esta razão, o Tribunal de Contas da União rejeitou as contas de 2014 da gestão de Dilma Rousseff à frente da Presidência da República.

VEJA O VÍDEO

Renan diz a aliados que vai provocar votação do impeachment nas férias

No PMDB, Eduardo Cunha morde e Renan sopra

O presidente do Senado e do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez chegar a aliados, nesta segunda-feira (7), a informação de que não pautará a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) antes do prazo definido na Constituição para o recesso parlamentar – 22 de dezembro, antes de quando deputados e senadores têm de finalizar a tramitação da peça orçamentária, sob pena de não poderem entrar em recesso. O objetivo de Renan, segundo relato de senadores próximos do peemedebista, vai ao encontro das pretensões do Palácio do Planalto a respeito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, no sentido de acelerar tal votação – atualmente, Dilma dispõe de votos para derrubar a ofensiva contra seu mandato.

Segundo a Agência Estado, a ideia de Renan, a quem cabe convocar o Congresso no período de recesso parlamentar, é evitar a exposição da presidente Dilma, com os riscos de uma convocação extraordinária do Congresso para votar o processo de impeachment, posto em curso pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A Constituição determina que, para a reunião especial de deputados e senadores em pleno recesso, é necessária a maioria absoluta dos votos tanto na Câmara quanto no Senado (257 e 41 votos, respectivamente) – segundo o Estadão de domingo (6), o imponderável da votação uma semana depois de ter sido iniciado o andamento do processo, antes da decisão sobre o impeachment, seria um indesejado termômetro do que pode acontecer ao governo.

O ano legislativo não poder ser concluído sem que deputados e senadores aprovem, nos termos do artigo 57 da Constituição, o texto da LDO. Segundo relato de aliados, Renan poderia simplesmente não pautar a votação da matéria, depois de eventual aprovação na Comissão Mista de Orçamento. O texto pode até ser pautado até 22 de dezembro, mas não ser votado por falta de quórum, por exemplo – o que geraria a convocação do Parlamento em pleno recesso, segundo os planos do Planalto.

Confira a reportagem no site da Agência Estado

ARMAÇÃO: Padilha diz que Temer cogita apoiar impeachment caso seja decisão do partido

Após pedir demissão, o ministro procurou desfazer a ideia de golpe que paira sobre o pedido de impeachment da presidente

Eliseu Padilha, do PMDB, abandona o governo e alerta para a tendência de o PMDB fazer o mesmo

Após entregar o cargo de ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha disse que seu partido, o PMDB, está “dividido” em relação ao impeachment da presidente Dilma Rousseff e que o vice-presidente Michel Temer deve assumir a posição da maioria da legenda.

“Se ele não tomou, até agora, nenhuma decisão, não fez manifestação nesse sentido, é porque está aferindo o que o partido dele, que tem toda essa segmentação, está pensando e querendo”, disse Padilha após sair do Planalto, onde conversou com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner sobre sua decisão de deixar o governo.

“Não posso ter posição diferente da do presidente do partido. O PMDB é um partido que está dividido sobre a questão. Temos que ver qual o segmento majoritário. O presidente Michel está fazendo essa aferição”, disse.

Segundo Padilha, há três alas dentro da legenda: uma ala que defende o governo de forma “incondicional”; uma segunda ala que é “mais ou menos neutra”; e e terceira ala dentro do partido que “faz oposição”.

Muito próximo a Temer, Padilha negou que possa assumir uma posição de “articulador” do impeachment, caso maioria da bancada opte pela saída de Dilma do cargo. Da mesma forma, ele negou que Temer assumiria esta função. “O presidente Michel já disse que ele não será articulador de impeachment. Portanto, não serei articulador de impeachment”, destacou o ministro que procurou desmentir os rumores de “conspiração”.

“Quem conhece o presidente Michel Temer e quem me conhece sabe que conspiração não cabe. O presidente Michel Temer é um homem que é um democrata vocacionado à observância da lei”,enfatizou.

Professora é presa por suposta relação sexual com estudante

Por iG São Paulo Shannon Fosgett

Uma professora do ensino médio foi presa por supostamente ter relações sexuais com um de seus alunos, de acordo com o Departamento de Polícia de Murrieta, na Califórnia.

Shannon Fosgett, 44 anos, é acusada de ter um caso com um estudante do sexo masculino em Murrieta Valley High School. A investigação policial começou quando a polícia foi informada de um suposto relacionamento impróprio envolvendo um professor e um aluno.

Segundo os investigadores, o jovem disse que uma das suas professoras “começou a mostrar interesse por ele com mensagens de texto após o expediente, de acordo com autoridades”. “À medida que o relacionamento cresceu, o menor e o professor fizeram sexo oral e também coito sexual”, disse um comunicado da polícia

A professora deixou seu emprego logo após a notícia ser informada aos administradores da escola por outros estudantes. Fosgett entregou-se a polícia, onde foi presa e acusada de relações sexuais ilegais com um menor de 18 anos