Arquivo mensais:dezembro 2015

Petista no Conselho de Ética diz que Cunha está chantageando governo

Cunha e Henrique Alves

Estadão Conteúdo

Brasília – Um dos três integrantes do PT no Conselho de Ética na Câmara, o deputado Zé Geraldo (PT-PA) disse nesta terça-feira, 1, que o governo está sendo vítima de chantagem do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Segundo o petista, para se livrar do processo que pode culminar com sua cassação, o peemedebista está colocando uma “metralhadora” e “a faca no pescoço” do governo ao ameaçar a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Zé Geraldo diz que a chantagem é contra o Palácio do Planalto e não contra o PT, cujo presidente nacional, Rui Falcão, manifestou-se nesta tarde a favor a admissibilidade do processo contra Cunha. “Não acredito em Eduardo Cunha. O governo está sendo chantageado. O PT ninguém chantageia”, afirmou o deputado do PT.

Por mais de uma vez, Zé Geraldo fez menção à ameaça ao governo. “Está com a faca no pescoço, sim. Está com a faca no pescoço porque a ameaça de impeachment é uma ameaça que existe e está na mão de Eduardo Cunha”, afirmou.

Em seguida, subiu o tom. “Se fosse só uma faca, estava bom. É uma metralhadora. Todo mundo sabe que o Cunha trabalha com esta arma. Não só o Cunha, o grupo dele e o PSDB estão só esperando”, afirmou. “A metralhadora está na mão do Cunha. Nós não confiamos no Cunha. O Cunha já votou tanta pauta negativa neste País durante este ano que, para botar uma para acabar com o resto… Quer coisa mais desastrosa do que num final de ano, início de ano, estar discutindo uma pauta de impeachment neste País?”, disse Zé Geraldo em entrevista durante sessão do Conselho de Ética.

“Estamos levando em consideração esta arma que o Cunha tem na mão. Não estamos subestimando. Eu não subestimo. Acho que o Cunha pode botar uma pauta de impeachment sim, até para ofuscar a situação dele”, afirmou.

Posição dos petistas

Segundo Zé Geraldo, ainda não há consenso entre os três petistas – além dele, Valmir Prascidelli (SP) e Léo de Brito (AC). Eles queriam votar favoravelmente ao voto em separado apresentado pelo deputado Wellington Roberto (PR-PB), em detrimento do parecer do relator Fausto Pinato (PRB-SP). Assim como Pinato, o deputado do PR é favorável à admissibilidade do processo, mas já estabelece uma pena: a censura pública – mais branda que a cassação. No entanto, este ainda não é o momento de se estabelecer punição.

“Estamos trabalhando para unificar a bancada. Estamos com dificuldade para unificar para votar admitindo o novo relatório, não admitindo o relatório do Pinato”, afirmou Zé Geraldo.

Segundo o deputado, os três petistas temem serem apontados como responsáveis pela abertura do impeachment. “Se acontecer de ele ‘startar’ e nós sermos os culpados de ter acontecido o impeachment no Brasil? Esta é a reflexão que estamos fazendo. Não é uma decisão fácil porque ela tem que ser nossa. Se você for aceitar a opinião externa da sociedade e do PT, temos que votar pela admissibilidade do relatório. Pela nossa posição de ser prudente no sentido de evitar qualquer pauta que venha desestabilizar inclusive a democracia deste País, precisamos ter o cuidado de repensar o nosso voto e até pensar em não admitir o voto do relator”, afirmou.

Para o deputado, a manifestação de Rui Falcão os coloca em uma saia justa. “PT é PT e governo é governo. Nós somos PT e somos governo. Esta é a crise. Estamos (numa saia justa) porque somos PT e os responsáveis pelo destino deste País. Quando a bomba explodir, não vai cair no colo dos aliados, vai cair no colo do PT”, afirmou. “Hoje recebi ligações dos que querem afastamento do Cunha e dos que querem orçamento para fazer o Brasil funcionar. Se eu estivesse na oposição, não estaria em crise”, disse Zé Geraldo. “Nós três somos do PT, que governa o Brasil. Somos de um partido e somos também de governo.”

Advogado Júnior Gurgel: “Será que se eu abrir a caixa preta da Justiça no Estado do Rio Grande do Norte restaria pedras sobre pedras!”

Júnior Gurgel
Júnior Gurgel

Quando disse que após a eleição da OAB-RN-2015 iria dizer o que não foi dito para não modificar o resultado da eleição, parei e pensei.

Será que se eu abrir a caixa preta da Justiça no Estado do Rio Grande do Norte restaria pedras sobre pedras!!!!

Quando chutei a porta da sala de Carla Ubarana, foi como cutucar um exame de abelhas, eu estava sozinho, e tive que suportar as mais diversas pressões, e somente com fé em DEUS pude chegar aos dias de hoje.

É lamentável a questão da forma que o Poder Judiciário ADVOGA a favor da UNIÃO, dos ESTADOS e dos MUNICÍPIOS.

Para uma grande maioria dos MAGISTRADOS as pessoas físicas e jurídicas quando estão em contenda com os Poderes Constitucionais, suas defesas são vistas como caniços expostos ao vento, e digo de plano. Se você for questionar uma dívida prescrita há 10, 15 e 20 anos, a maioria dos MAGISTRADOS tremem na base, sequer concedem um liminar ou antecipação de tutela, e você vindo a vencer, a sucumbência gira em torno de R$ 500,00, e em algumas comarcas do interior a sucumbência chega a R$ 50,00.

No dia em que tivermos uma OAB que enfrente os Poderes com independência, poderemos até ter uma boa advocacia, mas lembrando sobre as execuções fiscais, quando os MAGISTRADOS despacham as iniciais, sem sequer darem conta já da prescrição, já estabelecem uma TÁBUA JURÍDICA, aonde só não manda os Executados fazerem exames de fezes, urina e sangue porque o SUS não oferece, mas do contrário fariam.

Lamento o que está acontecendo com os Brasileiros, todos os dias assistimos a mesma retórica, e quem poderia e deveria erguer a BANDEIRA BRASILEIRA, seriam os advogados, enfrentar com firmeza, e procurar restabelecer a ordem.

Quando temos surtos de doenças quem assume este ônus são os médicos, quando temos rebeliões quem assume o ônus ou deveria assumir são as Policias civis e militares.

E quando os Poderes Executivo, e Legislativo deixam de cumprir com a Constituição Federal, e ESMAGAM os Brasileiros, a única categoria profissional que tem legitimidade e capacidade processual são os advogados, agora para que servem os advogados e serem indispensáveis a JUSTIÇA, se são os advogados seus próprios algozes.

Enquanto tivermos um longo rabo e preso, curtos serão os passos da democracia no Brasil, que está arquejando, e apesar de tudo não temos homens capazes de enfrentar uma barbárie como estamos vivendo.

O que assistimos diariamente é uma GUERRA de MELIANTES das FACÇÕES dos DEPUTADOS FEDERAIS e dos SENADORES, e pior é a FACÇÃO de uma PRESIDENTA que está CAGANDO E MIJANDO para os Brasileiros, cuja indústria de óleo de peroba não tem a capacidade industrial de atender a esta demanda, face já terem quebrado por causa da gigantesca carga tributária, e dos insumos criados para dar a manutenção da corrupção do Poder mais venenoso que o Brasil já conheceu,

Fica o RECADO. Júnior Gurgel

STF abre inquéritos contra Renan, Jader e Delcídio

Ministro é o responsável pelas investigações da Lava Jato no STF

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF),  determinou hoje (1º), a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a abertura de dois inquéritos para investigar na Operação Lava Jato o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), os senadores Jader Barbalho (PMDB-PA)  e Delcídio do Amaral (PT-MS), além do deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE).

Os pedidos de abertura de investigação foram feitos ontem (30) pela Procuradoria-Geral da República. Com a decisão, Jader e Delcídio, que foi preso na semana passada por determinação do Supremo, passam a ser investigados na Lava Jato. Renan e Aníbal Gomes são investigados pelo STF em outro inquérito, aberto em março, após as primeiras denúncias do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Os pedidos de investigação foram enviados ao Supremo em segredo de Justiça e os detalhes não foram divulgados. Os crimes citados são corrupção e lavagem de dinheiro. Zavascki enviou os inquéritos para a Polícia Federal, que deverá iniciar a investigações.

Ney Lopes, em seu blog, analisa opinião do empresário Flávio Rocha e sugere reconhecimento ao RN

Do editor Ney Lopes

O empresário Flávio Rocha participou ontem, em Natal, da 17ª Convenção do Comércio e Serviços do RN, no Teatro Riachuelo.

Ele é o presidente da Riachuelo e vice-presidente do grupo Guararapes.

A TN de hoje, 1, estampa em manchete o pensamento do empresário Flávio Rocha sobre o seu estado, o Rio Grande do Norte.

Disse ele:

“Encontramos no RN o pior ambiente de todos. O Rio Grande do Norte é o pior estado para quem quer empreender. No Brasil, estamos em 26 estados e no Distrito Federal, e para a minha infelicidade, enquanto potiguar, é aqui que encontramos o pior ambiente de todos”.

Na mesma exposição, Flávio Rocha anunciou que o seu grupo deverá fechar o ano de 2015, com recorde em investimentos de R$ 450 milhões e crescimento de 9%, mesmo diante da pior crise que atravessa o país.

E mais: o grupo faz investimentos em logística no Centro de Distribuição em Guarulhos, que será inaugurado agora em 2016, com mais de R$ 200 milhões e capacidade para 215 milhões de peças.

Se fosse aplicada uma pesquisa de opinião pública, com certeza, a grande maioria dos norte-rio-grandenses se sentiria orgulhosa do Grupo Guararapes (hoje também Riachuelo), pelo fato de que a sua origem foi no RN, na década de 60.

Representando atualmente uma referência nacional para o empreendedorismo, o grupo Guararapes é o exemplo vivo do incentivo estatal bem utilizado e aplicado na multiplicação de oportunidades, geração de riqueza e oferta de empregos.

Reconhecer essa realidade é dever de justiça.

Todavia, não se pode deixar de mostrar estranheza  com a fala do empresário Flávio Rocha, ao criticar o seu próprio estado e contribuir, indiretamente, para enfraquecer o esforço hercúleo que faz o governador Robinson Faria para atrair novos investimentos, ao ponto de vaticinar, que a economia só se destrava numa próxima eleição, segundo notícia na TN.

Não se nega que o grupo Guararapes cresceu, a custa do trabalho produtivo.

Porém, o impulso inicial nasceu no Rio Grande do Norte, que durante décadas, fez concessões repetida e reiteradas de incentivos fiscais, liberação de imóveis e outros estímulos governamentais.

Os governos estaduais mostraram-se, regra geral, sensíveis às reivindicações legítimas desse aglomerado empresarial.

Inclusive, nos últimos anos, o pró-sertão é a prova dessa ajuda estatal, em benefício da geração de empregos.

Aliás, o empresário Flávio Rocha comentando o pró-sertão fez uma denuncia grave, ao afirmar que o programa está em redução porque “o que se vê é um comboio, uma perseguição, um assédio”.

E completou: “diferente do sentimento de gratidão paraguaio, aqui somos tratados como bandidos”.

O empresário Flávio não escondeu em suas palavras o fato de ser hoje tratado como bandido, no estado que tanto colaborou para a grandeza da Guararapes.

Não se justifica esse tratamento.

Necessário enunciar as razões. Os fatos concretos.

Na análise, quem mereceu elogio foi o Paraguai, um país beneficiário dos favores do MERCOSUL (que o RN não tem) e conhecido mundialmente pelas influências “estranhas” e “nebulosas” nos seus negócios internos.

Justamente o Paraguai, que é o segundo país mais corrupto da América do Sul e terceiro da América Latina, tendo desempenho “menos pior”, apenas, que Venezuela e Haiti.

Isso é o que revelou o estudo mundial sobre percepção da corrupção, elaborado pela Transparência Internacional.

No momento, inclusive, segundo registro do jornalista Cláudio Humberto, o Paraguai está tentando chantagear a Petrobras, ao proibir que a subsidiária brasileira local importe nafta virgem, e o seu Ministério da Indústria e Comércio proíbe, sob ameaça, outras distribuidoras de fornecerem a matéria-prima ao Brasil, essencial à produção da nossa gasolina.

O Paraguai assim age, para exigir que a Petrobras compre diesel e gasolina da estatal Petropar,a preços superiores aos de mercado.

A demora na liberação da matéria prima (nafta) para a produção da gasolina e do diesel brasileiro vem provocando prejuízos incalculáveis à Petrobras.

Sabe-se que são antigas as pressões do Paraguai para obter vantagens do Brasil na parceria existente na Itaipu Binacional.

É uma economia de mercado do tipo do Paraguai, que merece tantos elogios?

Enquanto isso, o RN luta desesperadamente para contornar a sua miséria e, mesmo assim, ao longo dos tempos, tem renunciado à sua própria receita pública, para favorecer e incentivar o empreendedorismo empresarial.

Há burocracia, equívocos, falhas, necessidade de maior diálogo, que precisam ser corrigidos.

Claro que sim.

Não se nega que o empresário Flávio Rocha e outros façam postulação desse tipo.

Entretanto, impõe-se, no mínimo, o “reconhecimento” de parte dos beneficiários, pelo que o Estado do Rio Grande do Norte já fez no passado (e continua fazendo) para incrementar o desenvolvimento, em seu território.

É óbvio que o RN precisa crescer o seu PIB, servir à sociedade e repelir o “Estado mastodôntico e corrupto”, como sugeriu Flávio Rocha.

Cabe observar, entretanto, que não se pode considerar que Empresa privada e Estado sejam a mesma coisa.

A empresa busca o legítimo lucro financeiro.

E o Estado, além do lucro financeiro, terá que buscar o controle e o lucro social, para atender às demandas dos mais carentes e necessitados, que seriam adiáveis numa visão restrita de negócios privados.

O estado, como ente público, não pode desaparecer e a sociedade passar a ser regida pelas leis do mercado.

O estado terá optar pela economia de mercado, modernizar-se, adaptar-se aos avanços da economia, equilibrar receita e despesa, sem jamais afastar-se das suas prioridades sociais.

Os números que mais doem não são aqueles do déficit público, da queda de vendas, ou da produção.

As cifras que mais doem são às da miséria, dos excluídos, daqueles entregues à própria sorte.

Para esses, não se reivindica o simples “paternalismo” e “assistencialismo” nocivos, onerando as contas públicas, sem retorno econômico e social.

O ideal será o estado contribuir para uma justa partilha equitativa de bens, privilegiando a igualdade de oportunidades e premiando os mais competentes.

O editor do blog não esconde a admiração e respeito pelo empresário Flávio Rocha e o seu grupo empresarial.

O registro despretensioso ora feito é no sentido do Rio Grande do Norte, com todas as suas imperfeições, ser tratado com mais reconhecimento, por quem aqui nasceu, cresceu e se transformou num símbolo de sucesso empresarial no país.

Do Blog do Primo: jamais outra empresa recebeu tanto do RN como o grupo Guararapes, e confesso que o empresário Flávio Rocha foi infeliz e ingrato com seus conterrâneos. Desde o governo Dinarte Mariz para cá, o empresário Nevaldo Rocha vem recebendo incentivos dos governos. 

A afirmação do empresário Flávio Rocha dizendo que o nosso Estado é o pior ambiente para se investir, fere de morte todo esforço do governado Robinson Faria em atrair investimentos para o RN. 

Se Flávio Rocha que é um empresário potiguar acha isso do nosso Estado,  qual o investidor que confiará no RN? 

Prejuízo grande Flávio está provocando ao Estado que concedeu tudo para sua empresa crescer. 

Família Alves pode manobrar para forçar o governador Robinson Faria atrasar salários como está atrasando o prefeito Carlos Eduardo Alves

Papau Alves, irmão de Garibaldi Alves pode inviabilizar o pagamento da folha de pessoal dos servidores do Estado.

Já que o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, está atrasando salários dos servidores da prefeitura, comenta-se na cidade que a família Alves está fazendo uma manobra para forçar o governador Robinson Faria atrasar o pagamento dos servidores do Estado para entrar no mesmo desgaste do prefeito Alves.

A manobra deverá ser feita a partir de um parecer técnico forjado apontando irregularidade nos saques do Governo ao Fundo Previdenciário do Estado.

Imagine  que o relator do processo é conselheiro Paulo Roberto Chaves Alves, irmão do senador Garibaldi Alves e primo do prefeito Carlos Eduardo Alves..  Papau Alves quer decidir monocraticamente, ou seja, sozinho, sem apoio do Pleno, a suspensão dos saques.

Isso só pode ser uma politicagem sem precedentes, sendo verdade, esses Alves não querem saber da repercussão negativa na economia do nosso Estado afetando o comércio e desempregando pessoas.