“Hillary vai causar Terceira Guerra Mundial”, diz o primo Trump

Trump afirmou que os planos da adversária Hillary Clinton para a Síria vão causar a "Terceira Guerra Mundial"O candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nessa terça-feira (25) que os planos da adversária Hillary Clinton para a Síria vão causar a “Terceira Guerra Mundial”, devido ao potencial de conflito com as forças militares da Rússia.

Hillary defende a criação de zonas de proteção aérea e zonas livres de conflitos em solo para proteger civis na Síria. Alguns analistas avaliam que esta demanda pode colocar o país diretamente conflito com Moscou.

“Temos que focar no EI (Estado Islâmico). Não devemos focar na Síria”, destacou Trump, para quem a prioridade, no momento, não deveria ser a tentativa de derrubar o regime de Bashar al-Assad, mas combater o grupo terrorista. “Se escutarmos Hillary, vamos acabar numa Terceira Guerra Mundial.”

Trump questionou ainda como a candidata democrata negociaria com o presidente russo, Vladimir Putin, depois de tê-lo demonizado. E culpou Barack Obama pelo estremecimento das relações com as Filipinas após a eleição de Rodrigo Duterte como presidente.

Na entrevista focada na política externa, o candidato também argumentou que a falta de apoio de líderes republicano à sua candidatura dificulta a vitória na eleição. “Se houvesse uma unidade no partido, não perderíamos essa eleição para Hillary Clinton”, destacou.

Ministro da Integração assina ordem de serviço para adutora de Caicó

helderbarbalhoO ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, cumprirá agenda administrativa no Rio Grande do Norte na próxima semana. Ele assina a ordem de serviço da adutora emergencial para Caicó, mas não tem agenda confirmada para o Seridó.

Ontem (25), o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), responsável pela obra, já assinou contrato com a empresa Saint-Gobain, para a aquisição da tubulação em ferro fundido.

Do blog do primo Robson Pires

Deputados tentam pela terceira vez instalar CPI da UNE

 

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Marco Feliciano

Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil

Pela terceira vez, deputados que querem investigar suspeitas de irregularidades na administração da União Nacional dos Estudantes (UNE) tentam emplacar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara. Marco Feliciano (PSC-SP) anunciou hoje (26) que conseguiu reunir mais de 200 assinaturas de parlamentares, sendo 182 já autentificadas, para um novo pedido. A medida vai substituir a estratégia que tinha sido adotada com a apresentação de três recursos à Mesa da Câmara para tentar reverter as anulações anteriores. O documento foi protocolado no início da tarde de hoje.

Feliciano baseia o pedido em reportagens que apontam suspeitas sobre convênios firmados pela instituição com o governo federal entre os anos de 2011 e 2014. Um dos alvos dos parlamentares será o pagamento de R$ 44,6 milhões à entidade para a construção de uma sede no Rio de Janeiro. Segundo Feliciano, dois anos depois do repasse a obra ainda não foi finalizada e a UNE ficou com a posse de apenas duas salas.

Não estamos afrontando para destruir a UNE. Não é perseguição política. Quem tem sofrido perseguição são os parlamentares pela UNE que é comandada por um partido político, é um puxadinho da esquerda. A UNE tem que ser apartidária”, afirmou.

A CPI chegou a ser criada em maio pelo ex-presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pouco antes do seu afastamento. Mas, em julho, no comando interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA) anulou a criação do colegiado, atendendo uma questão de ordem de deputados de partidos da esquerda que afirmavam não haver justificativa para a CPI.

PSDB, PTB e PSC tentaram recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a instalação da comissão, mas o ministro Ricardo Lewandowski, que presidia a Corte, negou o pedido afirmando que a questão deveria ser resolvida politicamente pela Casa e não cabia intervenção do Judiciário.

Deputado acusa ‘Perua Global’ de ser preconceituosa com o Nordeste

 

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Feia, usada, ultrapassada e decadente a atris foi preconceituosa e sua carreira ficou manchada pela declaração que deu.

“Calem a boca que nós já pagamos o Bolsa Família de vocês”, a frase desrespeitosa direcionada a nordestinos foi dita pela atriz Alexia Dechamps durante uma audiência pública sobre a proibição da vaquejada no Brasil.

A declaração causou revolta na bancada nordestina na Câmara dos Deputados nessa terça-feira. Segundo relatos, a atriz afirmou que ela financiava o pagamento do programa Bolsa Família para os nordestinos.

“A convidada se virou para os vaqueiros que ali estavam e disse para que eles calassem a boca porque ela pagava o Bolsa Família do nordestino. Esse ato de preconceito não é apenas contra os vaqueiros, mas contra nós da bancada do Nordeste”, reclamou no plenário o deputado Domingos Neto (PSD-CE), que pediu à Procuradoria da Câmara que tome providências contra a atriz.

Outro deputado a se indignar com a convidada foi Pedro Vilela (PSDB-AL), que chamou a postura de Alexia de “repulsiva” e “inaceitável”.

A socialite e modelo Maria Paula Maia, que também estava presente na sessão, criticou a postura da atriz e relatou o ocorrido em uma rede social:

“Vocês conhecem essa atriz Alexia Dechamps? Se sim, preciso contar o que acabei de presenciar aqui na audiência pública sobre a vaquejada no Plenário em Brasília. Estava prestes a iniciar a audiência, e com a sala cheia de ativistas e defensores da vaquejada, ficou um pouco tumultuado. Pois bem, essa moça, que veio até aqui a convite de um deputado, virou-se para os nordestinos que estavam sentados na fileira de trás, e disse: ‘Calem a boca, que nós já pagamos o Bolsa Família de vocês!’”, escreveu a modelo.

O criador Tuca Feitosa, depois da agressão da atriz, disse:”uma vaca merece muito mais respeito e carinho que ‘essa perua global decadente como ela”. Não é feio nem humilhante uma pessoa que vive numa região pobre receber Bolsa Família, feio é a arrogância, falta de humildade, prepotência e pré-conceito.
Confira o bate boca com a feia baranga global:

 

Operação Métis: diretor da Polícia do Senado deixa a prisão

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Polícia Federal (PF) confirmou que o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo de Carvalho, foi solto no início da madrugada de hoje (26), após o prazo de prisão temporária ter vencido. Ele foi preso na sexta-feira (21) junto com outros três policiais legislativos, suspeitos de prestar serviço de contrainteligência para ajudar senadores investigados na Operação Lava Jato e em outros casos envolvendo políticos.

Na operação denominada Métis, a PF aponta o diretor da Polícia do Senado como líder do grupo que utilizava a estrutura de inteligência da Polícia Legislativa para atrapalhar investigações contra senadores e ex-senadores. Carvalho foi preso temporariamente, junto com os agentes Everton Taborda, Geraldo Cézar e Antônio Tavares. Todos foram levados para a Superintendência da PF em Brasília. Entre sexta-feira e sábado (22), os três policias legislativos foram soltos.

Ontem (25), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse vai entrar hoje (26) com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar a ação da Polícia Federal que resultou na prisão dos quatro policiais legislativos. Renan argumentou que a ação feriu o princípio da separação de poderes e que provavelmente vai ingressar na Corte com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF)

Hacker que clonou celular de Marcela Temer é condenado a 5 anos de prisão

O hacker que clonou o celular da primeira-dama Marcela Temer foi condenado em primeira instância a cinco anos, 10 meses e 25 dias de prisão em regime fechado por estelionato e extorsão. Cabe recurso.

Silvonei José de Jesus Souza pediu R$ 300 mil para não vazar fotos íntimas e áudios de Marcela. Réu primário, Souza cumprirá pena no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo.

O processo foi aberto em abril, ganhou classificação “prioritária” e foi concluído 6 meses depois.

O advogado de Silvonei, Valter Bettencort Albuquerque, se disse “chocado” com a decisão de colocar um réu primário em regime fechado por cinco anos. “Por ele ser de baixa periculosidade, deveria ser regime aberto ou semi-aberto”, disse Albuquerque.

Retaliação: Cármen marca julgamento de ação que pede veto a réu na Presidência

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, marcou para dia 3 de novembro o julgamento de uma ação que pede ao tribunal considerar inconstitucional que políticos réus em ações penais admitidas pela própria Corte estejam na linha de sucessão do presidente da República.

Fazem parte da linha de sucessão do presidente da República, na ordem: o vice-presidente da República, presidente da Câmara, o presidente do Senado e o presidente do STF. Quando a Rede protocolou a ação, em maio, o partido pedia o afastamento de Eduardo Cunha, que era, na época, presidente da Câmara e réu no Supremo.

Na ação, o partido citava que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também está na linha sucessória e é alvo de denúncia em um dos processos da Lava Jato. Ao todo, Renan é alvo de 11 inquéritos e um pedido de investigação no Supremo. Se algum desses inquéritos virar denúncia e ela for aceita pelos ministros, o senador se tornaria réu.

Corpo do ex-jogador Carlos Alberto Torres é enterrado no Rio

O corpo do ex-jogador e capitão da seleção brasileira no tricampeonato mundial de futebol de 1970, Carlos Alberto Torres, foi sepultado hoje (26) no Cemitério de Irajá, na zona norte do Rio. “Capita”, como ele era conhecido, morreu ontem (25), aos 72 anos, de um infarto fulminante. O velório foi realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CNF), na Barra, também na manhã de hoje.

Mais de 200 pessoas participaram da cerimônia, que teve muitas homenagens ao ex-craque.

A volta da dama de “espadas” ao RN

O Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), remeteu de volta ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte o processo da Operação Dama de Espadas, deflagrada pelo Ministério Público Estadual sobre a Assembleia Legislativa, para apurar desvios estimados em R$ 5,5 milhões, ocorridos entre 2006 e 2011, quando tinha como Procuradora-Geral,Rita das Mercês Reinaldo, acusada pelo MP de ser mentora do esquema.

O processo já foi encaminhado nos últimos dias pelo Tribunal de Justiça ao Procurador-Geral de Justiça, para a confecção de aditivos à denúncia.

Caberá ao Tribunal de Justiça definir quais partes do processo serão investigadas pela própria Corte, por supostamente envolver pessoas com foro privilegiado.

Natal ganha camisaria atelier sob medidas

Resultado de imagem para monogramas camisas sob medidaSob o comando de Renata Neres, Natal ganhou um atelier de alta custura com profissionais capacitados e com passagens no que tem de melhor em São Paulo e Brasília.

Brevemente o sufoco de quem usa terno em Natal e não consegue comprar camisas sob medidas vai acabar, instalada na Av. Afonso Pena, a Renov vai confeccionar camisas com tecidos importados e personalizadas com monogramas.

O novo atelier, inovando, também reformará roupas com atendimento domiciliar. 2016-10-21-photo-00000002

Temer comemora aprovação em segundo turno da PEC do Teto

O presidente Michel Temer agradeceu aos deputados e lideranças parlamentares pela aprovação em segundo turno, na Câmara, da proposta que limita os gastos públicos pelos próximos 20 anos, e repetiu que as mudanças não vão afetar setores “essenciais” como saúde e educação.

Por meio do porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, Temer disse ter acompanhado a votação com “grande satisfação” e disse que o apoio dos 359 deputados que aprovaram a medida reflete o convencimento sobre a iniciativa e um “consenso sólido” sobre o “rumo a seguir”.

STF anula provas contra ex-senador Demóstenes Torres

André Richter – Repórter da Agência Brasil

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (25 ) anular as provas obtidas contra o ex-senador Demóstenes Torres (DEM-GO) na Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal em 2012. Por unanimidade, o colegiado entendeu que as escutas telefônicas usadas na acusação foram obtidas de forma ilegal. Devido à investigação, Demóstenes renunciou ao mandato em 2012.

Na época, Demóstenes foi flagrado em conversas com o empresário Carlinhos Cachoeira, investigado na Morte Carlo por exploração ilegal de jogos em Goiás e no Distrito Federal.

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, sustentou que Demóstenes foi investigado ilegalmente em Goiás durante seu mandato. Para a defesa, a primeira instância usurpou a competência do Supremo, Corte responsável por julgar parlamentares, que tem foro privilegiado.

Segundo Kakay, no primeiro momento em que Demóstenes foi citado nas gravações, o material de investigação deveria ter sido remetido ao Supremo.

Em seu voto, o ministro Dias Toffoli, relator do recurso, decidiu pela anulação das escutas telefônicas que envolvem Demóstenes nas operações Monte Carlo e Vegas, que antecedeu a primeira. Para Toffoli, a ação penal proposta pelo Ministério Público contra Demóstenes baseou-se em provas que deveriam ter passado pelo Supremo.