Arquivos diários: 13/04/2017

Impressionante como a Rede Globo está focada em Lula

Resultado de imagem para Rede Globo e você tudo a verO exagerado destaque que a Rede Globo tem dado destaque apenas as citações do nome de Lula nas delações premiadas dos executivos da Odebrecth esquecendo Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, Temer e tantos outros tendo passado como uma articulação contra o ex-presidente Lula.

A imparcialidade da Globo está parecendo fazer Lula de vítima de uma organização política para inviabilizar sua candidatura à presidência da República.

A GloboNews está impossível,  dedica um minuto aos caciques do PSDB, cinco minutos aos do PMDB e 30 minutos ao PT.

Essa sanha da Globo poderá fazer o velho Lula passar de investigado à vítima.

 

Casal denuncia panfleto homofóbico e sabotagem em futura residência

Foto: ReproduçãoO casal João Pedro Schonarth, de 29 anos, e Bruno Banzato, de 31, são alvos de um panfleto homofóbico distribuído na rua em que terminam a construção de sua casa no bairro Água Verde, em Curitiba. O caso ganhou repercussão na tarde desta quinta-feira (13), quando João publicou o papel em sua rede social. No folhetim, com a foto de um casal homossexual, o autor – que não se identifica – diz “se fazem isso em público. Imaginem o que fazem quando estão a sós ou com os amigos mais próximos ou com as pessoas próximas a você [sic]”, e destaca o endereço do casal.

De acordo com o jornalista, os panfletos foram jogados pela rua e recolhidos por uma futura vizinha que entregou para um marceneiro que trabalha na construção do sobrado do casal. “Eu recebi a ligação dele [o marceneiro] dizendo que tinha algo para me mostrar e que não sabia como eu ia reagir”, contou João Pedro.

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Hoje, em Mossoró, tentarão preparar a crucificação de Robinson

Imagem relacionadaNesta quinta-feira (13) que antecede a sexta-feira da paixão, haverá um encontro noturno de algumas personalidades da politica potiguar ensaiando a crucificação do governador Robinson Faria.

Uma trinca de outsiders da política potiguar estão achando que podem passar por cima de todos caciques desgastados com o momento atual da vida politica brasileira.

Robinson como sempre, não está sabendo de nada.

Temer fará reunião no domingo de páscoa para tratar de reforma da Previdência

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Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

O domingo de Páscoa será de movimentado no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência da República. Na noite do domingo (16), o presidente Michel Temer vai reunir líderes da base aliada na Câmara, o relator da reforma da Previdência, Arthur Maia (PPS-BA), o presidente da comissão criada para debater o tema, Carlos Marun (PMDB-MS), e o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em um jantar. A expectativa é que os ministros Antonio Imbassahy, da Secretaria de Governo, e Moreira Franco, da Secretaria-Geral da Presidência, também participem do encontro.

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Nem o terrorismo do Estado Islâmico tem matado tando na Europa, 700 assasinatos em 2017 no RN

Registrando mais um homicídio acorrido na tarde de hoje (13) no município de Ceará-Mirim, o Rio Grande do Norte registra o absurdo número de 700 pessoas assassinadas apenas em 2017.

Podemos afirmar que são 7 pessoas assassinadas todo dia, ou seja, a cada três horas é assassinado uma pessoa.

Podemos garantir que nem o terrorismo do Estado Islâmico em toda Europa matou 700 pessoas neste ano.

O Governo do Estado faliu em termos de segurança pública e controle da violência.

700 mortes

 

Briga politiqueira e mentiras deslavadas enterram aeroporto de Mossoró, diz o blogueiro Carlos Santos

Confira o que diz o jornalista Carlos Santos em seu blog

Quinta-Feira – 13/04/2017 – 07:50h

A lenga-lenga da retomada de voos comerciais do Aeroporto Dix-sept Rosado, que vem de longe, com muitos aproveitadores e nenhum avanço para Mossoró, chega a um estágio previsível: o fracasso.

O aeroporto mossoroense teve rebaixamento de classe de 3C para 2C, iniciativa da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que o impede de receber aeronaves de médio e grande porte, como chegou a ocorrer muitos anos atrás.

Há tempos já não pode também operar à noite, que se diga.

A Anac não engoliu a mentira deslavada e continuada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e seus cabras da peste, da mesma forma do governador Robinson Faria (PSD) e seu assessoramento leigo (veja postagem especial AQUI).

Nem poderia.

Suas exigências técnicas não dão margem para a politicalha e não abre mão da segurança aeroportuária.

A briga política e a propaganda falsa terminaram empurrando o Aeroporto Dix-sept Rosado para essa realidade. Foi enterrado.

Paralelamente, o Aeroporto Dragão do Mar de Aracati-CE, a cerca de 95 quilômetros de Mossoró, está habilitado ao pleno uso, entrando nesse vácuo de Mossoró.

Parabéns! Vocês conseguiram nos atrasar mais ainda.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Ao menos 13 políticos da lista de Fachin foram às ruas “contra a corrupção”; veja quem são

  • Bruno Poletti/Folhapress

    Aécio Neves, Agripino Maia e Geraldo Alckmin no ato de março de 2016 na av. Paulista

    Aécio Neves, Agripino Maia e Geraldo Alckmin no ato de março de 2016 na av. Paulista

Parte dos políticos que serão investigados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) ou pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) após serem citados em delações de executivos da Odebrecht têm em comum um passado recente de militância “anticorrupção”. Ao menos 13 deles atuaram nos protestos de rua ocorridos ano passado e em 2015 em que os discursos pela moralidade na política serviram como pano de fundo para a defesa do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT). A petista teve o mandato cassado pelo Senado em 31 de agosto.

Na lista divulgada nessa terça (11), o ministro Edson Fachin autorizou a abertura de inquérito contra 98 políticos citados nas delações – entre eles, governadores, senadores, ministros e deputados. Parte desse grupo será investigada pelo próprio Supremo, por deter foro privilegiado. Outra parte será investigada pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), que pediu o desmembramento.

Veja, a seguir, quem foi citado na lista de Fachin e atuou, recentemente, em protestos de rua com bandeiras como a luta contra a corrupção e a moralidade na política.

Romero Jucá

Facebook/Divulgação

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) com a mulher em manifestação de dezembro do ano passadRomero Jucá (PMDB-RR) / Senador

Alvo de cinco inquéritos, um deles sobre recebimento de R$ 10 milhões para favorecer a Odebrecht na construção da usina de Santo Antônio, Jucá também foi às ruas em março do ano passado pelo impeachment.

“Nas minhas campanhas eleitorais sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas”, alegou, sobre a lista atual.

Presidente do PMDB, o senador é o político que acumula, ao lado de Aécio Neves, o maior número de pedidos de investigações feitas por Fachin.

Alvo de cinco inquéritos, um deles sobre recebimento de R$ 10 milhões para favorecer a Odebrecht na construção da usina de Santo Antônio, Jucá também foi às ruas em março do ano passado pelo impeachment.

“Nas minhas campanhas eleitorais sempre atuei dentro da legislação e tive todas as minhas contas aprovadas”, alegou, sobre a lista atual.

Presidente do PMDB, o senador é o político que acumula, ao lado de Aécio Neves, o maior número de pedidos de investigações feitas por Fachin.

 

Aécio Neves (PSDB) em protesto contra a presidente Dilma Rousseff (PT), na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, em março de 2016

Aécio Neves (PSDB-MG) / Senador

Alvo de cinco inquéritos, um dos quais sob a suspeita de ter recebido R$ 7,3 milhões “a pretexto de doação” para campanha de Antônio Anastasia (PSDB-MG) ao governo mineiro, o senador tucano atuou em manifestações de rua pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT), sua rival na eleição de 2014, com um discurso de moralidade na política. Agora na lista de Edson Fachin, o senador afirma que “considera importante o fim do sigilo sobre o conteúdo das delações e considera que assim será possível demonstrar a correção de sua conduta”.

Mariana Topfstedt/Sigmapress/Estadão Conteúdo

O hoje ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), em protesto realizado na capital paulista em dezembro de 2015

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) / Ministro das Relações Exteriores

Citado na lista sob suspeita de ter recebido R$ 500 mil em caixa dois na campanha para o Senado em 2010, o tucano, nomeado ministro por Michel Temer (PMDB), afirma que “as afirmações são mentirosas” e que só se manifestará após ter acesso ao conteúdo do pedido de inquérito. Ele esteve em manifestações de rua convocadas ano passado por movimentos pró-impeachment.

Reprodução/Facebook

O senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) em protesto, em março do ano passado, contra a corrupção e pelo impeachment de Dilma

Antônio Anastasia (PSDB-MG) / Senador

O tucano foi citado nas delações pelo recebimento de R$ 7,3 milhões, em 2009 e 2010, a pretexto de doação eleitoral para campanha ao governo de Minas. O senador e ex-governador de Minas, que foi às ruas pelo impeachment e contra a corrupção em março de 2016, afirma que “nunca tratou de qualquer assunto ilícito com ninguém”.

Reprodução/Facebook

Blairo Maggi, hoje ministro da Agricultura, em ato contra a corrupção em 2016

Blairo Maggi (PP-MT) / Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

O pedido de instauração de inquérito acusa o pepista de ter recebido R$ 12 milhões na campanha para o governo de Mato Grosso no ano de 2006. Ele, que também foi às ruas em 2016, nega a acusação. “Não recebi doações da Odebrecht, não tenho ou tive qualquer relação com a empresa ou seus dirigentes”.

Renato Costa/Folhapress

O deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), autor do voto de número 342 pró-impeachment, foi carregado por outros parlamentarem favoráveis à queda da presidente Dilma em abril de 2016

Bruno Araújo (PSDB-PE) / Ministro das Cidades

O agora ministro é acusado por delatores de receber doação de R$ 600 mil não declarados em 2010 e 2012. Voto decisivo na votação da abertura de processo de impeachment contra Dilma Rousseff, na Câmara –com ele, atingiu-se o mínimo de 342 assinaturas para abertura do processo –, Araújo nega ter praticado crime de caixa 2. “Solicitei doações para diversas empresas, inclusive a Odebrecht. Mantive uma relação institucional com todas essas empresas”, defendeu-se.

Reprodução/YouTube

O senador Cássio Cunha Lima (DEM-PB) em ato contra a corrupção, em 2016

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) / Senador

Nome assíduo na defesa do impeachment de Dilma, o tucano é acusado de ter recebido R$ 800 mil na campanha ao governo da Paraíba em 2014. “A Odebrecht nunca prestou serviços para os governos que comandei; no caso do Refis, eu nem sequer era senador”, alegou.

Bruno Poletti/Folhapress

Ao lado de Aécio, Geraldo Alckmin foi à manifestação na avenida Paulista, em 13 de março de 2016, pelo impeachment de Dilma

Geraldo Alckmin (PSDB-SP) / Governador

Citado nas delações da Odebrecht, o governador paulista é apontado pelo recebimento de R$ 10,7 milhões em caixa dois do departamento de propina da Odebrecht, segundo delatores da empreiteira. No acordo de delação homologado pelo STF, um cunhado de Alckmin é citado como o nome que teria recebido “pessoalmente parte desses valores”: o empresário Adhemar Cesar Ribeiro, irmão da primeira-dama paulista, Lu Alckmin. Segundo a delação, R$ 2 milhões foram aplicados na campanha do tucano ao Palácio dos Bandeirantes em 2010, e o restante, na de 2014, “todas somas não contabilizadas”, ou seja, caixa dois. Fachin mandou para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) as citações dos delatores feitas sobre Alckmin e oito governadores. Ano passado, o tucano foi ao ato pelo impeachment de Dilma na av. Paulista, ao lado de Aécio, mas acabou hostilizado por manifestantes e deixou rapidamente o evento.

Facebook/Divulgação

O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM) em ato no Farol da Barra, em Salvador, em 16 de agosto de 2016, pelo impeachment de Dilma

José Carlos Aleluia (DEM-BA) / Deputado federal

Acusado de ter recebido R$ 300 mil em caixa dois em 2010 e R$ 280 mil em doação oficial, com contrapartidas, em 2014, Aleluia foi às ruas de Salvador, em 2015, contra a corrupção. Sobre a lista de Fachin, resumiu: “Todas as doações de campanha que recebi foram legais e estão declaradas”.

Werther Santana/Estadão Conteúdo

O senador José Serra (PSDB-SP) fez uma passagem relâmpago pela avenida Paulista na manifestação pelo impeachment de Dilma em dezembro de 2015. “Eu acredito que só a mobilização da população brasileira vai tirar o Brasil desta situação. Estejam certos de uma coisa: no Congresso nós lutamos pela mesma coisa”, disse o senador, em discurso

José Serra (PSDB-SP) / Senador

Citado nas delações por recebimento de pagamentos irregulares nas campanhas de 2004 (R$ 2 milhões), 2006 (R$ 4 milhões), 2008 (R$ 3 milhões) e 2010 (R$ 23 milhões), Serra esteve em protestos na avenida Paulista, em São Paulo, ano passado, pelo impeachment e contra a corrupção. Ele nega as irregularidades e destaca que suas campanhas “foram conduzidas pelo partido, na forma da lei”.

Reprodução/Facebook

O deputado federal Jutahy Júnior (PSDB – BA) em ato contra Dilma e contra a corrupção, em Salvador, em março de 2016

Jutahy Júnior – (PSDB-BA) / Deputado federal

Mencionado por delatores por recebimento de R$ 850 mil não contabilizados nas campanhas de 2010 e 2014, o tucano disse ter “absoluta convicção” de que o procedimento será arquivado. Ele esteve no protesto de março de 2016 pela deposição de Dilma – evento organizado para a “luta contra a corrupção”.

Pedro Ladeira/Folhapress

O deputado Paulinho da Força (SD) e outros parlamentares da oposição favoráveis ao impeachment em caminhada até o Palácio do Planalto, em Brasília, em abril de 2016, para entregar simbolicamente um aviso prévio de saída a Dilma

Paulinho da Força (SD-SP) / Deputado federal

Citado nas delações porque teria recebido R$ 1 milhão de propina na campanha à Câmara em 2014, além de outros R$ 200 mil em espécie para a campanha de 2010, o fundador da Força Sindical, segunda maior central sindical do país, vinha ao menos desde 2015 defendendo a queda de Dilma em um discurso “contra a corrupção”. Sobre a lista de Fachin, alegou: “Se teve dinheiro, foi dentro da lei. O que posso fazer? Nosso partido nem multa tem”.

Reprodução/Facebook

O agora presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em ato pelo impeachment de Dilma, ano passado, no Rio

Rodrigo Maia (DEM-RJ) / Presidente da Câmara

Citado nas delações porque teria recebido R$ 350 mil em campanha, em 2008, sem ser candidato, e outros R$ 100 mil para garantir aprovação da Medida Provisória do Refis, o atual presidente da Câmara Rodrigo Maia, teria ainda  solicitado em 2010, segundo as delações, R$ 600 mil para a campanha do pai, César Maia. Defensor do impeachment de Dilma e participante de atos públicos da causa, Maia nega irregularidades. “O processo vai comprovar que são falsas as citações dos delatores, e os inquéritos serão arquivados”.

Berlusconi finaliza venda do Milan a grupo chinês

Por Redação, com Reuters – de Milão:

O ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi finalizou a venda do time de futebol Milan a um consórcio liderado por chineses nesta quinta-feira, um negócio de 740 milhões de euros que aumenta a forte presença da China no esporte na Itália.

O acordo, o maior investimento chinês em um clube europeu. Acontece na esteira da venda da rival Internazionale ao gigante varejista Suning Commerce Group no ano passado. Uma empresa chinesa também assumiu os direitos de mídia do Campeonato Italiano.

Em um comunicado conjunto. A holding de Berlusconi, Fininvest, disse que vendeu toda sua participação acionária de 99,93 % no time à Rossoneri Sport Investment Lux. Empresa sediada em Luxemburgo e controlada pelo investidor Yonghong Li, que substituiu o veículo chinês da proposta original.

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Comeu correu: Senador Ciro Nogueira do PP pede dinheiro, mas falta à votação, conta delator

Resultado de imagem para Ciro Nogueira em Natal RNSÃO PAULO  –  Além de pagar R$ 1,3 milhão por meio de caixa dois à campanha de 2014 do presidente do Partido Progressista e senador Ciro Nogueira (PP-PI), a Odebrecht pagou naquele mesmo ano outros R$ 500 mil, em doação oficial, à candidatura da deputada Iracema Portela, casada com o senador. As informações constam de delação do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR).

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“Eu não vou rir nem vou chorar”, diz Lula sobre delação da Odebrecht

Por Agência O Globo e Folhapress

SÃO PAULO  –  Depois de virem a público vídeos das delações da Odebrecht, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (13) que a acusação contra ele é tão “inverossímil e irreal” que não vai rir nem chorar. Em entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador, o ex-presidente disse que não pode ficar nervoso ou perder a cabeça neste momento. Lula depõe ao juiz Sergio Moro, titular das operações da Lava-Jato em Curitiba, em 4 de maio.

“Um absurdo a delação do Marcelo Odebrecht. Eu até compreendo que o Marcelo já tá preso há dois anos, que ele tem família fora, que tá comendo o pão que o diabo amassou e talvez esteja tentando criar condição para sair da cadeia”, disse Lula. “Agora, é tão inverossímil a acusação, é tão irreal, que eu não vou rir nem vou chorar. Vou analisar corretamente, vou conversar com os advogados, vou ler cada peça do processo.”

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Marcelo Odebrecht: Dilma sempre achou que a Copa era um pepino

Por Victória Mantoan | Valor

SÃO PAULO  –  Em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), o executivo Marcelo Odebrecht atribuiu a falta de apoio do governo federal para ajudar a resolver as dificuldades em torno da Arena Corinthians ao fato de a ex-presidente Dilma Rousseff sempre ter encarado a Copa do Mundo como um “pepino”.

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Conhecido no mundo das propinas com o codinome de ‘Dengo’, Anastasia também está enrolado nas delações

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‘Dengo’ com Aécio Neves

 O todo pomposo e pachorrento senador Anastasia que foi o relator da Comissão Especial do Impeachment que derrubou a ex-presidente Dilma Rouseff também está enrolado até a medula nas delações da   Odebrecht,

A pedido do senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB,  pagou por meio de caixa dois parte dos gastos de campanhas do tucano e do grupo político dele em Minas Gerais em 2010 e 2014. A afirmação consta da delação premiada feita por Sérgio Neves, que era diretor superintendente da construtora em Minas, no âmbito da Operação Lava-Jato. Do grupo fazia parte, conforme disse, o também senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

Neves narrou com detalhes e contou que parte do dinheiro foi entregue dentro de uma concessionária da Mercedes Benz em Belo Horizonte. Houve também, segundo disse, valores transportados em uma mochila. Aécio era identificado pela construtora pelo codinome de “Mineirinho” e Anastasia de “Dengo”.

Relatores de reformas e do pacote anticorrupção estão na lista de Fachin

Segundo delação, Lorenzoni recebeu R$ 175 mil em caixa 2 para a campanha 2006
Segundo delação, Lorenzoni recebeu R$ 175 mil em caixa 2 para a campanha 2006

Vitor Tavares, Vivian Codogno e Luiz Vassallo

Em São Paulo

Relatores de reformas importantes que passaram ou estão tramitando na Câmara também serão alvo de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), com base nas delações de ex-executivos da Odebrecht. Onyx Lorenzoni (DEM-RS), relator do projeto das 10 Medidas de Combate à Corrupção, Vicente Cândido (PT-SP), relator da reforma política, e Arthur Maia (PPS-BA), relator da reforma da Previdência, são apontados como beneficiários de recursos irregulares repassados pela empreiteira.

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Advogado de Henrique Alves poderá ser considerado o “Pelé” da advocacia brasileira

Marcelo Leal
Marcelo Leal

Caso o ex-deputado federal Henrique Alves não seja condenado nos muitos processos e inquéritos suspeito de muitas falcatruas, seu advogado Marcelo Leal será considerado o melhor do Brasil.

Depois de afirmar que Henrique Alves não sabe quem depositou R$ 2.8 milhões numa conta dele no exterior, agora disse categoricamente que nunca, jamais Henrique participou da reunião  com Márcio Faria  ocorrida no dia 15 de julho de 2010 no escritório político do presidente Michel Temer, em São Paulo, com a presença deste, do então deputado Eduardo Cunha e do delator, ocasião em que teria tratado do pagamento de propina decorrente de contrato com a Petrobras.

Babacas querem fazer proselitismo demagogo para agradar comunidade gay distorcendo declaração do vereador Cícero Martins

Opinião

Por Renato Dantas

É uma frescura muito grande o que uma ruma de babacas, querendo aparecer criticando uma opinião do vereador Cícero Martins que nada teve de homofóbica.

A notícia sendo falsa o não, o vereador deu uma opinião sobre o absurdo de estabelecer cotas para pessoas homossexuais.  Na minha opinião, homossexuais são pessoas normais como de qualquer de outro gênero, para isso não deve ser privilegiados nem discriminados. Foi isso que o atacado vereador disse, ele não foi preconceituoso, apenas deu uma opinião que deve ser respeitada, até por razão do vereador ter a inviolabilidade de suas palavras, votos e opiniões garantidas no exercício do seu mandato pela Constituição Federal (Art 37).

Muito pior foi o que aconteceu comigo e nenhum babaca desse veio em minha defesa:

Fui condenado a pagar uma indenização de R$ 40 mil por sugerir ao Procurador da Republica Kleber Martins “procurar rola”. O procurador e o juiz federal Walter Nunes entenderam que eu sugeri ao Procurador da República  praticar um ato sexual, e minha sugestão foi considerada ofensiva, desonrosa e injuriosa. Então na sentença do magistrado qualquer pessoa que procure praticar um ato homossexual é uma pessoa desonrada.  Só que sugeri ele procurar o pássaro denominado cientificamente como columbina picui. 

Não sou amigo tem tenho intimidade com o senhor Procurador para saber se ele é hétero ou homossexual. Sei que deve ter vários membros do Ministério Público que são homossexuais competentes, dedicados ao serviço público, orgulhosos e felizes. Se alguém mandar eu procurar uma ‘pica’ eu respondo dizendo que gosto de ‘boceta’, mas não terei motivo de achar que fui desonrado.

Na sentença não foi levado em consideração que existem pessoas homossexuais honrados, inteligentes, honestos que inclusive são membros da magistratura brasileira e do ministério público, foi levada em consideração apenas a reação do Procurador Kleber Martins.

Como uma pessoa pode ser desonrada por procurar um ato homossexual? No contexto dessa da ação movida pelo procurador Kleber Martins, e da sentença do juiz Walter Nunes qualquer homem homossexual que procurar uma rola está cometendo um ato desonrado. Pois o Juiz Walter Nunes e o Procurador da República esqueceram que existem milhares de pessoas que se orgulham de serem homossexuais, basta verificar o tamanho e grande participação deles nas Paradas de Orgulho Gay. 

Portanto, não vi um babaca desse que combate o preconceito homofóbico, que diz defender o orgulho gay e luta contra o preconceito dá uma palavra a meu favor.

Devem ter medo de enfrentarem os poderosos do judiciário.

Deve ser por causa do ditado popular ‘quem tem cu tem medo’, mas garanto que tenho cu e não tenho medo de enfrentar injustiças. Sei que quem luta contra injustiças, será injustiçado pela justiça injusta, a história da humanidade mostra isso, Jesus Cristo é o maior exemplo.

Veja o que disse o advogado do Procurador da República, Kleber Martins desconsiderando a união homo afetiva  já aceita e protegida pelo Supremo Tribunal Federal.

Abaixo, quem disse isso não foi eu, foi o advogado do Procurador da República Kleber Martins que foi acatada pelo juiz federal Walter Nunes.

Procurador KM homoafetivo

Político e cartão de crédito

Resultado de imagem para cartão de créditoPolítico é como um cartão de crédito, quando ganha é uma alegria, quando usa diminui o crédito, quando você não paga é bloqueado, quando é bloqueado não vale mais nada, quando não vale nada os credores vão embora.
Cartão de crédito é como político, quando ganha é uma alegria, quando usa os amigos diminui o crédito, quando não paga o que prometeu é bloqueado, quando o político é bloqueado, não vale mais nada e os babões vão embora.
Para não ter mais problemas, o povo só quer cartão de crédito pré-pago.

Os diversos planos do prefeito Carlos Eduardo Alves

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Com os primos Alves suspeitos de tramoias, Carlos Eduardo Alves mudou o plano – ele agora quer um mandato de deputado para ele e outro para mulher

Diante da derrocada da família Alves e do cacique José Agripino que poderiam turbinar sua candidatura ao Governo do Estado, o prefeito de Natal já está pensando noutro projeto político.

O primeiro plano do prefeito de Natal era ser candidato da oposição ao governador Robinson Faria, mas com os envolvimentos dos seus primos Garibaldi, Henrique Alves e Walter Alves como suspeitos de falcatruas na Operação Lava-Jato e do fracasso do governo Temer, Carlos Eduardo Alves tentou um entendimento com o governador Robinson Faria, mas diante do ingresso do governador Robinson Faria na relação do ministro do STF Edson Fachin como um dos investigados, e sabendo que a Prefeitura de Natal está completamente quebrada, percebendo que continuando até o fim do mandato na Prefeitura, com receio de  certamente terminar o mandato igual ou pior de Micarla, Carlos Eduardo Alves refluiu.

Sem coragem de enfrentar uma eleição majoritária sem padrinhos, como sempre ocorreu, Carlos Eduardo deverá renunciar à Prefeitura para ser candidato a depurado federal e sua mulher Andrea Ramalho candidata a deputada estadual.

Para renunciar, Carlos Eduardo Alves está cobrando o apoio do  vice-prefeito Álvaro Dias à sua candidatura e de sua mulher em Natal e no Seridó.

Temer, Lula e FHC articulam pacto por sobrevivência política em 2018

Michel Temer participa de assinatura de atos em prol das mulheresMARINA DIAS
FOLHA DE SÃO PAULO

Foi em novembro do ano passado, quando a Lava Jato mostrou poder para atingir novos setores políticos e econômicos, que emissários começaram a costurar um acordo entre dois ex-presidentes e o atual chefe da República.

O objetivo era que Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (PMDB) liderassem um pacto para a classe política, fragilizada pelo avanço das investigações.

Apartamentos de autoridades e restaurantes sofisticados serviram para que aliados dos líderes políticos discutissem medidas para limitar a operação e impedir que o grupo formado por PSDB, PT e PMDB seja, nas palavras de articuladores desse acordo, exterminado até 2018.

Nas últimas semanas, a Folha ouviu pessoas relacionadas às três partes e a avaliação foi unânime: a Lava Jato, segundo elas, quer eliminar a classe política e abrir espaço para um novo projeto de poder, capitaneado, por exemplo, por aqueles que comandam a investigação.

O bom trânsito com os dois ex-presidentes e com Temer credenciou o ex-ministro do STF Nelson Jobim e o atual ministro da corte Gilmar Mendes como dois dos principais emissários nessas conversas.

Jobim tem falado com todos. Já almoçou com Temer e FHC e marcou de encontrar com Lula nos próximos dias. Gilmar, por sua vez, hoje é próximo ao presidente, que participa de negociações para articular um acordo para a reforma política, diante do debate sobre a criminalização das doações eleitorais.

Este é o ponto que atinge os principais expoentes da política brasileira, inclusive Temer, Lula e FHC, os três citados nas delações de executivos da Odebrecht por recebimento de dinheiro de forma indevida, por exemplo.

As acusações contra Lula e FHC foram encaminhadas a instâncias inferiores pelo relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, visto que ambos não têm foro privilegiado. Temer, por sua vez, apesar de citado em dois inquéritos, não é investigado por sua “imunidade temporária” como presidente.

A convergência entre os três é: se não houver entendimento para assegurar um processo eleitoral “tranquilo” em 2018, aparecerá um “outsider” ou “aventureiro”.

O acordo de bastidores passaria pela manutenção de Temer até 2018 e a realização de eleições diretas, em outubro do ano que vem, com a participação de Lula.

A tese de quem está à frente das negociações é que não há tempo para uma condenação em segunda instância do petista até 2018, o que o deixaria inelegível. E, caso exista, garantem, haveria recursos em instâncias superiores.

As conversas, por ora, estão divididas entre as articulações de cúpula, que costuram o pacto para a classe política, e as do Congresso, que buscam medidas práticas para eliminar o que consideram abusos da Lava Jato e fazer uma reforma política.

VOTAÇÕES

Entre o que esses grupos avaliam ser possível votar no Congresso para 2018 estão a aprovação da cláusula de barreira para partidos e o fim das coligações proporcionais.

Isso fortaleceria as siglas do establishment e enfraqueceria nanicos e aventureiros.

Projetos como a anistia ao caixa dois, um novo modelo para o financiamento de campanha eleitoral e até o relaxamento de prisões preventivas, que mantêm encarcerados potenciais delatores para a força-tarefa, também entrariam na lista de medidas.

FHC, Temer e Lula se falaram pessoalmente sobre o assunto em fevereiro, quando os dois primeiros visitaram o petista no hospital onde sua mulher estava internada.

A partir dali, emissários se movimentaram com mais frequência, mas, por ora, não há expectativa de que os três se encontrem novamente.

Mas em público, os agentes têm falado. FHC afirmou que é preciso “serenar os ânimos” e “aceitar o outro”. Já havia dito que era preciso fazer “distinções” entre quem recebeu recursos de caixa dois e quem obteve dinheiro para enriquecer. Gilmar Mendes e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo (PT) acompanharam o tucano.

No Congresso, o discurso é ainda mais direto. Parlamentares repetem que é preciso “separar o joio do trigo” e “salvar a política”.

Classe política está unida para escapar da tempestade

Por Renato Dantas

O velho e falecido jornalista Luiz Maria Alves que por muito tempo dirigiu o Diário de Natal com sua sabedoria dizia: “quando uma crise não tem solução, deixe a crise aumentar  que ela por si só, encontra uma solução”. Essa sabedoria do velho jornalista me fez acreditar que a Operação Lava-Jato entrou no seu estágio terminal.

Com as delações dos diretores da Odebrecht divulgadas e comprometendo meio mundo da classe politica do governo e oposição com os caciques dos maiores partidos envolvidos, não tenho duvidas que a classe política vai se unir para uma salvação coletiva.

A reação começará no Congresso Nacional, os deputados e senadores irão legislar para imediatamente estancar e barrar o avanço do compadrio entre o Judiciário, Ministério Público e empresários delatores.

Primeiro, será votada uma Lei de Abuso de Autoridade, posteriormente será aprovada a anistia do caixa dois, e uma mini-reforma política e judiciária.

Se Congresso Nacional  não tomar atitudes, os caciques dos grandes partidos serão condenados e os partidos extintos.

Contra a Lava-Jato estão unidos governo e oposição, esquerda e direita, agora a briga será entre a classe politica e judiciário com Ministério Público.

No meio da disputa entre políticos e magistrados e membros da PGR estará a Rede Globo que representa os interesses dos gigantes da FIESP que verdadeiramente são os responsáveis e patrocinadores desse ataque contra classe política.  Quando o Congresso reagir, a Globo deverá incendiar o Brasil, mas não existe outro caminho, o confronto existirá, a não ser que todos os denunciados sejam condenados e presos. para evitar prisões antes dos julgamentos o Congresso poderá reformar as prisões temporárias e preventivas, a prisão temporária passará apenas para 5 dias para interrogatórios sem poder ser renovada, enquanto a prisão preventiva deverá ser estabelecida apenas no período da conclusão do inquérito que não poderá ultrapassar os 45 dias da sua decretação. Outra medida será a de impedir delação premiada enquanto o suspeito estiver preso.

Foi assim na Itália na operação Mãos Limpas e será aqui na operação Lava-jato.

Em particular, no caso do RN, verificamos que nossas lideranças tradicionais estão em apuros. Como o eleitorado potiguar pode pensar em votar neles sabendo que José Agripino, Garibaldi Alves, Robinson, Rosalba, Wilma, Henrique Alves, Fábio Faria, Walter Alves, Felipe Maia, Rogério Marinho e outros estão sendo investigados? É bom lembrar que os caciques potiguares do PT não são investigados, mas estão desgastados por tabela no envolvimento dos dirigentes nacionais do partido e sobretudo do primo Lula.

Como podemos verificar, nossos caciques estarão fechados na lula pela sobrevivência, caso contrário e não mude esse cenário, eles provavelmente perderão seus mandatos.

A turma da FIESP que sabiam do problema do ‘caixa dois’ aproveitaram para denunciar através  de uma bem montada estratégia, e agora aproveitando um desgaste monumental dos políticos estão preparando seus agentes que entrarão em novos partidos para ocuparem o poder politico no Brasil. Dória é o primeiro exemplar desses agentes..