Recuperação dos estados será prioridade no Senado

Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse hoje (19) que tratará com prioridade absoluta o projeto que trata da recuperação fiscal dos estados, aprovado ontem na Câmara dos Deputados.“É uma matéria extremamente importante. E eu tenho responsabilidade para com a pauta de imediato, tão logo a Câmara dos Deputados resolva esta matéria [envie ao Senado]”, afirmou.

De acordo com o senador, as reformas trabalhista e previdenciária, que estão em análise pelos deputados e devem começar a ser votadas em maio, também serão tratadas com celeridade no Senado.

“Ontem houve uma reunião que avançou bastante, com o governo cedendo algumas posições que eram reivindicações dos líderes [na reforma da Previdência]. Fizemos uma reunião dos líderes do Senado com o presidente da República para tratar dessa matéria, e tem ainda a reforma trabalhista. Então, essas são as pautas com que estamos um pouco mais preocupados aqui na Casa”, disse.

Abuso de autoridade

Já o projeto que trata do abuso de autoridade não será tratado com prioridade e seguirá um cronograma normal de tramitação antes de ser levado ao plenário, segundo Eunício. O relatório do senador Roberto Requião (PMDB-PR) sobre o tema foi apresentado hoje na Comissão de Constituição e Justiça da Casa e há previsão de que ele seja votado pelo colegiado na próxima semana.

Questionado se o projeto seria imediatamente levado a plenário depois disso, Eunício disse que as matérias devem ser tratadas quando estão prontas para ir a plenário. “O abuso de autoridade sequer foi votado na Comissão de Constituição e Justiça. Depois disso, ele virá ao plenário, se for a vontade dos líderes. Eu vou reuni-los quando esta matéria estiver pronta na comissão. Por enquanto, não há previsão sobre isso.”

O projeto sobre abuso de autoridade vem gerando polêmica entre os senadores, que defendem sua aprovação, e membros do Ministério Público e do Judiciário, que consideram o texto uma forma de retaliação às ações da Operação Lava Jato.

O projeto original, de autoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), já tinha recebido parecer favorável de Requião, mas o relator precisou atualizar o relatório depois que um novo projeto sobre o tema foi apensado ao anterior. A nova proposta foi apresentada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) com base em minuta entregue ao Congresso pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em contraponto às propostas de Renan.

Em seu parecer, Requião modificou boa parte das propostas dos procuradores, mas alegou ter acolhido uma das principais reivindicações deles, relacionada ao crime de hermenêutica – quando um agente pode ser punido por divergência na interpretação da lei.

Esse ponto também foi criticado pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos casos da Lava Jato na Justiça Federal, ao participar de debate sobre o projeto no Senado. Moro, no entanto, divulgou nota hoje afirmando que seu posicionamento não foi contemplado no texto apresentado por Requião.

Está correndo muito dinheiro em Brasília para aprovar rapidamente reforma trabalhista de Rogério Marinho, afirmam analistas políticos

Deputado saco preto Rogério Marinho negociando em Brasília com empresários da LIDE * a aprovação da Reforma Trabalhista

Não tem jeito e ninguém segura, em plena Operação Lava-Jato um batalhão de empresários e lobistas invadiram à Câmara dos Deputados e conseguiram aprovar depois de rejeitado o regime de urgência ao relatório do deputado Rogério Marinho combatido por magistrados da Justiça do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e sindicatos.

Analistas políticos de Brasília dizem que está correndo muito dinheiro na Câmara dos Deputados para aprovar o substitutivo apresentado pelo deputado Rogério Marinho que modificou a projeto do Governo Federal beneficiando empregadores e subtraindo direitos dos empregados.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (19), por 287 votos a 144, o regime de urgência para o projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16). Na noite da última terça-feira (18), o mesmo requerimento havia sido rejeitado.

Com a aprovação do regime de urgência, não será possível pedir vista ou propor emendas à matéria na comissão especial que analisa o tema. A oposição protestou contra a nova votação do requerimento de urgência, um dia após sua rejeição pela Casa.

Na segunda-feira (17), o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), relator da reforma trabalhista, afirmou que esperava aprovar ainda nesta semana seu parecer na comissão especial da Câmara dos Deputados. Segundo ele, a reforma poderia ser aprovada no plenário da Câmara já na semana que vem, seguir para o Senado no final de abril e entrar em vigor em meados de junho.

*LIDE – Fundado em junho de 2003, o LIDE – Grupo de Líderes Empresariais é uma organização de caráter privado, que reúne empresários em nove países e quatro continentes. Atualmente tem 1.300 empresas filiadas (com as unidades nacionais e internacionais), que representam 49% do PIB privado brasileiro. O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil e no exterior, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.

No Governo do Estado falta dinheiro, mas, também falta coragem e pulso em Robinson Faria

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O elefante está quase morto

Não adianta trocar secretários de Segurança e Saúde se o governador Robinson Faria não tomar uma atitude dura e eficiente em favor da sociedade e consequentemente do contribuinte que paga impostos para os serviços públicos funcionaram bem.

Hoje, nós contribuintes estamos pagando impostos para termos o direito a segurança e estamos com medo de sairmos de casa e sofremos assaltados. Todo pai e mãe potiguar tem medo quando seus filhos estão na rua. Estamos vivendo num Estado que sangra, onde a cada três horas morre uma pessoa , e no espaço de duas horas um carro é roubado, fora os crimes que acontecem e não são registrados.

Enquanto isso,  que faz o governador Robinson Faria ? Troca secretários, mantendo com muito pouco dinheiro o aparato policial,  atendendo quando pode, as muitas e intermináveis reivindicações dos agentes de segurança pública.

Mas, o dono do pedaço, ou seja, nós contribuintes, não temos direito ao prioritário serviço de proteção, que é nossa paz , direito à vida e nossa propriedade.

Sabemos que está faltando dinheiro, e sem dinheiro o governador não pode colocar nossas policias nas ruas.  Mas também digo que falta coragem, pulso, e vontade do governador em tomar atitudes em favor de todos potiguares independentes das castas privilegiadas.

Com falta dinheiro em momentos de crise o governador tem que eleger prioridades. Não podemos aceitar que apenas R$ 91 mil seja destinado para investimentos nas polícias, como foi previsto no atual orçamento do Poder Executivo, enquanto outras áreas que não são prioritárias estejam nadando em dinheiro como abaixo vou relatar:

Robinson tem que ter coragem para adotar medidas duras em favor do povo, a primeira deveria ser a suspensão do pagamentos do financiamento da Arena das Duas no valor de R$ 16 milhões por mês, ou seja, R$ 190 milhões por ano,  o governador tem que remanejar esse dinheiro para o setor de Segurança, não cabe uma Arena suntuosa aberta, sendo ainda  explorada pelo setor privado e o povo sendo assaltado nas ruas das cidades do RN com nossa delegacias em estado de penúria e policiais militares sem pagamentos diárias operacionais – se for o caso deixa fechar aquela ‘bosta’ que criminosamente inventaram de construir para Copa alegando que ‘turistas intencionais’ voltariam ao RN.

Alguém viu algum japonês, italiano, mexicano, camaronense, uruguaio, ganês aqui no RN depois da Copa? Estamos vendo são os assaltantes nas ruas fazendo uma verdadeira Copa da Violência.

Segundo ato de coragem do governador seria  suspender imediatamente o ingresso de novos alunos na UERN, não podemos viver num Estado onde falta esparadrapo nos hospitais públicos e continuar pagando para estudantes da Paraíba, Ceará e Pernambuco estudarem aqui pagos com nossos recursos. Tem que enxugar a UERN até ela deixar de abocanhar dos contribuintes R$ 330 milhões todo ano e remanejar esses recursos para segurança, saúde e educação no ensino médio que é a obrigação dos Estados – ensino superior é responsabilidade do Governo Federal. A desmobilização ou privatização da UERN tem que ser uma exigência do povo – falta um político da estirpe de um Dinarte Mariz que criou a nossa Universidade e depois conseguiu federalizar desonerando o nosso pobre RN.

O momento é complicado e difícil, o Estado sequer pode pagar os salários dos servidores em dia, com isso quem mais sofre são os servidores que ganham menos. Sobre isso, o governador deveria ter coragem para baixar um decreto estabelecendo um teto temporário por um período determinado para pagar aos servidores até R$ 15 mil, aqueles que ganham acima de R$ 15 mil ficariam com créditos, que Estado pagará a parte temporariamente retida após à vigência  do decreto quando e Estado restabelecer seu equilíbrio fiscal. Só quem vai reclamar são os marajás…

Com essas medidas o governador garantirá o pagamento em dia da folha de todos servidores afetando temporariamente apenas os que ganham mais, quem ganha R$ 18, recebe R$ 15 mil;  quem ganha R$ 20 mil, receberá R$ 15 e daí por diante..

Se Robinson tiver coragem para isso, os marajás vão reclamar, mas o povo vai aplaudir, quem vive com um salário de R$ 20 apertando consegue viver temporariamente  com R$ 15 mil, mas quem ganha R$ 5 mil já chega no final do mês completamente liso..

O governador teria que afastar imediatamente a sua chefe do Gabinete Civil  que não tem visão de governo, política e funciona como uma burocrata. Robinson teria que nomear uma ‘comissão especial’ para embasar e respaldar juridicamente essas medidas por decreto ou por autorização legislativa..

Caso não faça, penso que o caminho dele será o mesmo de Rosalba, Micarla e de Carlos Eduardo Alves que está caminhando para o mesmo buraco.

Justiça absolve ex-tesoureiro do PT e mais 12 réus no processo da Bancoop

Elaine Patricia Cruz e Marli Moreira – Repórteres da Agência Brasil

A juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, absolveu o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e mais 12 réus no processo de suposto crime de estelionato envolvendo empreendimentos da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop). Além de Vaccari Neto, na lista de acusados pelo Ministério Público Estadual (MPE) que foram beneficiados pela decisão está o empreiteiro José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, da OAS.

Um dos empreendimentos sob suspeita é o Edifício Solaris, no Guarujá (SP), onde está do apartamento tríplex que motivou o MPE a pedir a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, há pouco mais de um ano, sob a alegação de crimes de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio – e falsidade ideológica.

Para o MPE, o ex-presidente recebeu vantagens indevidas referentes à reforma do tríplex feita pela empreiteira OAS. Segundo o MPF, a reforma foi oferecida a ele como compensação por ações no esquema de corrupção da Petrobras.

Coreia do Norte divulga vídeo com simulação de ataque aos EUA. Assista

IstoÉ Online
Nesta semana, a TV estatal da Coreia do Norte transmitiu imagens de um evento em homenagem à data do 105º aniversário de Kim Il-Sung, avô do atual líder Kim Jong-un e fundador do regime comunista do país.

No fim do evento, foi exibido um vídeo em que mísseis norte-coreanos são disparados na direção dos Estados Unidos. O vídeo mostra também uma imagem da bandeira americana sendo queimada. O evento contou com a presença de Kim-Jong-un, que é aplaudido no final por centenas de militares presentes à cerimônia.

Assista abaixo ao vídeo.

Requião apresenta relatório sobre abuso de autoridade; leia a íntegra

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Senador Roberto Requião

POR CONGRESSO EM FOCO

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) trocou o projeto do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), pela proposta enviada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que tipifica o crime de abuso de autoridade. A nova versão foi apresentada pelo relator à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na manhã desta quarta-feira (19). As mudanças tiveram como objetivo reduzir a resistência de magistrados e integrantes do Ministério Público e de parte do Senado ao endurecimento da punição a agentes públicos. Mas, a exemplo do que havia feito em relação ao texto de Renan, o relator alterou trechos da redação sugerida por Janot. Segundo Requião, as mudanças eram necessárias para corrigir “inconsistências” relativas à chamada hermenêutica, divergências na interpretação da lei.

 

Para Janot, o substitutivo anterior de Requião deixava margem para que interpretações diferentes da legislação fossem criminalizadas. O procurador-geral propôs que não configuraria abuso de autoridade “a divergência na interpretação de lei ou na avaliação de fatos e provas, desde que fundamentadas; o exercício regular das funções, pelos agentes políticos; o cumprimento regular do dever de ofício”.

O relator, porém, não aceitou a redação sugerida por Janot: “Como está redigido, o dispositivo permite que uma autoridade deliberadamente cometa o abuso de autoridade, bastando, para escapar da tipicidade, apenas fundamentar seu ato”. Para ele, esse dispositivo permite que as autoridades pratiquem crimes de abuso quando bem quiserem, sem qualquer punição, desde que fundamentem suas decisões.

Em seu relatório, o paranaense estabelece que a prática só será considerada criminosa se houver a intenção específica por parte do agente público de prejudicar o acusado ou de tirar algum tipo de vantagem. O senador disse que consultou o juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na Justiça Federal, sobre o assunto. De acordo com ele, o magistrado aprovou a nova redação.

“Penso que esta fórmula evita o chamado crime de hermenêutica, porque para a configuração do abuso de autoridade, no caso, não basta a divergência na interpretação de lei ou na avaliação de fatos e provas, sendo necessário que esteja presente o elemento subjetivo do tipo, consistente no dolo de prejudicar, beneficiar ou satisfazer-se pessoalmente”, destacou. “Espero, com isso, colocar um ponto final nesse debate, afastando de uma vez por todas as injustas ilações de que se tinha a intenção de punir magistrados e promotores”, acrescentou o senador.

As sugestões de Janot foram incorporadas em projeto apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Outras 43 emendas foram incluídas. Requião já havia lido seu antigo parecer há duas semanas, mas a votação foi adiada para que ele analisasse as sugestões do procurador-geral da República. Em vídeo divulgado ontem, os procuradores da Lava Jato criticaram a votação da proposta, que, segundo eles, tem como objetivo atrapalhar as investigações da operação.

Leia a íntegra do novo relatório apresentado pelo senador Roberto Requião

 

Inflação do aluguel, IGP-M acumula 3,48% em 12 meses

Vitor Abdala – Repórter da Agência BrasilBrasília - Os prédios do bairro Cruzeiro Novo têm os pilotis fechados por grades (Wilson Dias/Agência Brasil)
Segunda prévia de abril do Índice Geral de Preços–Mercado teve deflação de 0,99%. Taxa acumulada é de 3,48% em 12 meses                         Wilson Dias/Agência Brasil

A segunda prévia de abril do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acusou deflação (queda de preços) de 0,99%. A segunda prévia de março havia registrado 0,08%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula taxa de 3,48% em 12 meses.

A queda da taxa entre março e abril foi puxada pelos três subíndices que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve deflação de 1,60% na segunda prévia de abril, ante uma deflação de 0,08% em março.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,32% para 0,30% no período. Já o Índice Nacional de Custo da Construção recuou de uma inflação de 0,52% em março para uma deflação de 0,09%.

Bomba: Prefeito Carlos Eduardo Alves terá que devolver dinheiro dos aposentados que ele sacou, decreta o Tribunal de Contas

Resultado de imagem para Tribunal de contas do RNO Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte, atendendo ação solicitada pelo deputado Kelps Lima, decidiu, na manhã desta quarta-feira, 19 de abril, que o prefeito Carlos Eduardo Alves deve devolver os milhões que sacou na marra (passando por cima de orientação técnica do próprio TCE), do fundo de previdência que pertence aos aposentados do Município de Natal.

O Tribunal de Contas mandou um relato do episódio para o Ministério Público, para que o prefeito seja investigado pela atitude que tomou.

 Carlos Eduardo Alves fez saques no dinheiro da NatalPrev, que é um órgão que guarda recursos da previdência do município de Natal, mesmo sabendo que o Tribunal de Contas deu orientação técnica e jurídica para que não o fizesse.

 Para proteger as gerações futuras, o deputado Kelps Lima entrou com instrumento jurídico no TCE para que o prefeito seja impedido de utilizar dinheiro que não pertence à Prefeitura, para quitar débitos que ele próprio, Carlos Eduardo Alves, construiu ao longo de várias gestões à frente da Prefeitura da capital.

“Carlos Eduardo Alves arruinou as financias do município na atualidade e agora quer pegar o dinheiro que pertence ao futuro. Não podemos permitir”, esclarece o deputado Kelps.

Juiz da Vara de Execuções Penais, Henrique Baltazar, alerta para nova crise no Sistema Prisional

Dedicado e sempre preocupado com o Sistema Prisional do RN, o juiz de Execuções Penais, Dr. Henrique Baltazar alerta, em seu perfil no facebook, para mais uma possibilidade de crise em Alcaçuz e demais presídios do RN.  Atento e bem informado, Dr Henrique Baltazar tem sido um critico-colaborador no sentido de melhorar o sistema prisional.

Confira o que alerta o magistrado.

HB 1

HB 2

Governador exonera sogra de Francisco José Júnior da 12º DIREC de Mossoró

O governador Robinson Faria exonerou a sogra do ex-prefeito de Mossoró,Francisco José Júnior.

O ato de exoneração de Rina Márcia Benigno e Silva Ciarlini foi publicado ontem no Diário Oficial do Estado. Ela ocupava o comando da 12º Diretoria Regional de Educação (DIREC) no âmbito de Mossoró. No mesmo DOE , há nomeação de sua substituta, Maria Consuelo de Almeida Costa.

O deputado Kelps Lima sempre denunciou  que critério para nomeação dos cargos de direção da Saúde e Educação, como a 12º Diretoria Regional de Educação de Mossoró, sempre obedece indicações politicas o que compromete a eficiência da gestão.

Adversários de Robinson afirmam que neste caso foi uma indicação política, tanto que o ex-prefeito ao romper, teve sua sogra demitida.

Procurador Deltan Dallagnol abusa de sua autoridade, acusa jornalista anti-PT

Três procuradores da República abusam das prerrogativas que têm e incitam a população contra o Senado. É uma vergonha!

Eles perderam completamente a noção de limites. Já não há dúvida de que os procuradores que compõem a Lava Jato têm um projeto de poder e se sentem a única força legítima do país. Mais do que isso: na melhor das hipóteses, querem o MPF como o Poder Moderador da República; na pior, como o Poder único.

Eis que Deltan Dallagnol, o espevitado coordenador da força-tarefa, Carlos Fernando dos Santos e uma outra senhora que suponho procuradora houveram por bem gravar um vídeo conclamando a mobilização popular contra o projeto que muda a lei que pune abuso de autoridade. Sabem o nome disso? Abuso de autoridade!

Em boas democracias do mundo, o trio seria severamente punido. Por aqui, não vai acontecer nada. Até porque o chefão de todos eles, Rodrigo Janot, não só apoia o baguncismo no MPF como o promove. Vejam o vídeo. Volto em seguida.

 

Vamos ver
A primeira a falar é a tal senhora — talvez eu devesse saber o seu nome, já que ela se propõe a me governar e a outros mais de 200 milhões de brasileiros. Mas eu não sei. Afinal, ela não foi eleita por ninguém, não é mesmo? O poder que ela julga ter, vejam só, foi-lhe outorgado por sua própria turma. Adiante.

A Dona Coisa afirma, então, que, em 2013, as pessoas foram às ruas contra a PEC 37, que retirava do MPF o poder de investigar. Trata-se de uma simplificação grosseira, mas nem entro nisso agora. Segundo a Doutora Fulana, “foi você que permitiu que a Lava Jato revelasse o imenso esquema de corrupção que vemos nos jornais todos os dias”.

Sei!

Sempre achei que o que permite o trabalho do Ministério Público Federal é o funcionamento das instituições e o fato de que os homens e mulheres de estado devem se ater àquelas que são as suas funções, segundo as definem as leis. A pensadora Sei-Lá-Quem, a que me governa sem que eu tenha votado nela ou contra ela, me ensina que não. E ela vai dizer algo ainda mais perigoso:

“Agora, os políticos tentam calar as autoridades novamente”.

Notem que ela não diz “um grupo de políticos”, “alguns políticos”, “certos políticos”, mas “OS POLÍTICOS”. Isto mesmo: a procuradora Alguém está propondo uma mobilização da sociedade contra o que virou uma categoria: a dos “políticos”. A Justiceira Não-Sei-Quem acredita que pode usar a sua função de mulher de estado para incitar a população contra um dos Poderes da República.

O nome disso? Abuso de autoridade!

Aí quem fala é Carlos Fernando, o lugar-tenente de Dallagnol, comportando-se, às vezes, como o Leporello do Don Giovanni das Tias Justiceiras. Diz ele: “Amanhã, uma comissão do Senado votará o projeto de lei de abuso de autoridade, proposto pelo senador Renan Calheiros e relatado pelo senador Requião. Todos nós somos contra o abuso de autoridade. Mas não é isso o que está em jogo. Esse projeto promove uma verdadeira vingança contra a Lava Jato. O que desejam é processar criminalmente o policial que os investiga, o procurador que os acusa e o juiz que os julga”.

Para começo de conversa, o projeto que pode ser votado hoje na CCJ do Senado muda a lei que pune abuso de autoridade, que já existe. Os procuradores espalham a falácia de que o texto condescende com o “crime de hermenêutica” — ou de interpretação. Um juiz poderia, dizem eles, ser punido se sua sentença fosse reformada em segunda instância. Trata-se de uma mentira escandalosa. Isso não está no texto. Tampouco se poderia punir um procurador por promover uma investigação. Não pode é praticar arbitrariedades.

Sim, é verdade, se a lei existisse, esse trio poderia ser punido por promover essa patuscada. Aliás, pode ainda: esses três procuradores estão atentando contra as prerrogativas de um dos Poderes da República.

E fala o chefe
E aí é a vez de Dallagnol, aquele rapaz que é chegado em “luz, câmera, PowerPoint e ação”. Diz o incontido, com o seu pendor para o exagero jacobinista de baixa extração: “Admitir isso é calar de vez a Lava Jato e o próprio juiz Sergio Moro. Não permita que isso aconteça. Se manifeste contra essa lei. Viralize esse vídeo”.

Quem dera a Lava Jato se calasse mesmo! Função de procurador não é falar, não é conceder entrevista coletiva, não é incitar as pessoas a agir contra o Legislativo. A propósito: será que Dallagnol usaria o nome de Sergio Moro sem a expressa autorização deste? Mais ainda: faz sentido o órgão que acusa e o que julga atuarem em dobradinha?

Atuação ilegal
Essa atuação do trio é absolutamente ilegal. Estão usando do poder que lhes concede o estado brasileiro para, abusando de sua autoridade, tentar impedir que um dos Poderes da República exerça as suas prerrogativas. Mais: fazem-no com mentiras deslavadas. Ainda que o texto que pune abuso de autoridade seja aprovado como está, a Lava Jato não sofrerá qualquer dano.

É bem verdade que, com a mudança da lei, Dallagnol terá de se comportar como um procurador da República, não como militante político, chefe de facção ou líder de milícia.

É bem verdade que, com a mudança da lei, Carlos Fernando terá de se comportar como um procurador da República, não como “cheerleader”. Mais um pouco, veste um shortinho e sai abanando adereços de mão.

É bem verdade que, com a mudança da lei, a Doutora Desconhecida terá de se comportar como uma procuradora da República (ela é uma, certo?), não como a guia do povo contra o Senado.

Foto antiga
Além das barbaridades legais desse vídeo, há as estéticas. Vejam lá. O trio lembra aqueles antigos retratos de família, um deles reproduzido no alto deste post, em que o patriarca ficava sentado, com ar de macho alfa, e as mulheres se postavam atrás, em pé, em respeitosa submissão. Uma coisa, assim, bem Tradição & Família.

Na foto ilustração lá do alto, Dallagnol faz as vezes de Agostinho (o nome do homem que está sentado). A Dona Coisa está no lugar da Giacomina, e Carlos Fernando faz as vezes da Angelina.

O vídeo do trio é tão antigo quando o abuso de autoridade impune.

Se o Senado se intimidar, os parlamentares que fechem as portas da Casa e apaguem a luz.

Se o Congresso Nacional anistiar o caixa dois, Rosalba, Robinson e Fábio Faria estarão livres das investigações

Caso o Congresso Nacional aprove uma anistia ao ‘caixa dois’, certamente a ex-governadora Rosalba Ciarlini e o deputado federal Fábio Faria serão inocentados de uma possível acusação decorrente das investigações pelo fato de terem seus nomes citados na delação dos ex-diretores da Odebrecht que originou a ‘Lista de Fachin’.

O argumento da defesa é que não houve favorecimento a Odebrecht nas obras de saneamento no RN durante o governo de Rosalba.

Eles não são acusados de recebimento de propinas, apenas de receberem doações não contabilizadas, o popular caixa dois.

Quanto ao governador Robinson Faria que foi vice de Rosalba na época da doação, era apenas o candidato a vice-governador,  e até agora, em seu governo, Robinson não contratou a Odesbrecht para fazer obras, portanto está desconfigurado o crime de corrupção através de recebimento de propinas.

Mas, o que faz medo não é a condenação pela justiça, o que poderá ferir mortalmente o governador Robinson é a condenação popular, caso ele não seja inocentado antes da eleição de 2018.

Além de receber dinheiro no exterior, Serra bebia vinhos caros por conta da Odebrecht

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Será que o deputado saco preto Rogério Marinho tomou o vinho da Odebrecht com o primo Serra?

O ex-presidente da Odebrecht Pedro Novis disse em depoimento de delação premiada que além das supostas transferências de dinheiro para contas no exterior e de pagamentos de caixa 2 para campanhas eleitorais, a empreiteira presenteou o senador José Serra (PSDB) com caixas de vinhos caros em seu aniversário entre os anos de 2007 e 2010, quando o tucano foi governador de São Paulo.

“O Serra faz aniversário no dia de São José, 19 de março. Eu tinha o hábito de mandar para ele, todo ano, uma caixa de vinho”, relatou Novis aos procuradores da Lava Jato em depoimento dado em dezembro. Ao todo, foram 30 garrafas de vinho, cujos preços variam entre R$ 500 e R$ 1,5 mil a unidade, como o chileno Alma Viva

Henrique Alves é campeão, ele conseguiu entrar na ‘Lista Secreta’ do ministro Fachin

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Henrique Alves deu dentada de alma* de todo jeito

O jornal Estado de São Paulo,  publicou matéria, noticiando que as 25 petições feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR), ainda estão em segredo por decisão do ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal, incluem mais suspeitas de crimes envolvendo nomes de destaque do PT e do PMDB. Na lista, estão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro Antonio Palocci, o senador Edison Lobão (PMDB-MA), o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) e o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), entre outros.

Está sob sigilo informações que a Odebrecht entregou sobre pagamento de valores via caixa 2 em três campanhas no Brasil. Entre os fatos relatados está o pagamento de R$ 2 milhões para o ex-ministro(PMDB) na campanha eleitoral para o governo do Rio Grande do Norte em 2014, na qual, segundo os delatores, o próprio candidato e o ex-deputado Eduardo Cunha teriam pedido o dinheiro. Na petição, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informou que já existe uma investigação prévia sobre o tema na Procuradoria da República do Rio Grande do Norte, e, com base nesse posicionamento, o ministro Fachin autorizou a remessa para o Estado.

*  recebimento de vantagens indevidas