Arquivo diários:01/06/2017

Maior avião já construído, projetado para lançar satélites, inicia fase de testes nos EUA

Maior avião do mundo tem duas fuselagens, unidas por uma asa de 117 metros

AFP

Um gigantesco avião criado para colocar foguetes em órbita saiu pela primeira vez do hangar nesta quarta-feira (31) para iniciar a etapa de testes na Califórnia, informou o fabricante Stratolaunch.

“Isto marca o fim da fase inicial de construção da aeronave e o começo da fase de testes em terra (…), incluindo turbinas e taxiamento antes do primeiro voo”, disse Jean Floyd, CEO da empresa do magnata filantropo e cofundador da Microsoft Paul Allen.

O maior avião do mundo tem duas fuselagens, unidas por uma asa de 117 metros, e agora está estacionado fora do hangar em Mojave.

Utilizando seis turbinas, o avião de 227 toneladas foi projetado para lançar satélites e até humanos, algum dia, em órbitas baixas da Terra.

“Stratolaunch está prestes a realizar sua primeira demonstração de lançamento [ao espaço] em 2019”, revelou Floyd.

O plano é colocar em órbita um foguete Pegasus, usado normalmente para transportar satélites, que irá entre as duas fuselagens.

“Isto marca um passo histórico em nosso trabalho para realizar o sonho de Paul G. Allen de ampliar o acesso à órbita baixa da Terra”, destacou o executivo.

A companhia adquiriu dois Boeings 747 usados e os remontou em uma unidade capaz de decolar com uma carga de 590 toneladas.

O Stratolaunch também é chamado de “Ruc”, a ave mitológica persa capaz de levantar um elefante.

Governistas pedem que Fachin explique relação com Ricardo Saud, da J&F

Governistas querem explicações sobre ligação entre Fachin e Saud / Foto: ABrEstadão Conteúdp

Deputados governistas protocolaram nesta quinta-feira (1) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara um pedido de explicações ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato. No pedido, assinado por 32 deputados, o grupo questiona a relação de Fachin com o delator Ricardo Saud, do Grupo J&F, que o teria ajudado na campanha de 2015 para que ele fosse referendado no Senado como ministro da Corte.

O pedido é acompanhado de um requerimento para que o tema seja apreciado com urgência na CCJ. No documento, os parlamentares fazem cinco perguntas ao ministro: em que condições os pedidos de apoio aos senadores se fizeram e se deles resultou algum compromisso com parlamentares e a JBS; se na época o ministro tinha conhecimento das práticas criminosas da JBS, em especial a atuação de Saud; se o fato de estar acompanhado de Saud poderia implicar desabono de sua conduta como ministro ou comprometer o exercício de suas funções; qual o motivo da escolha de Saud para a “delicada missão” junto aos senadores; e quando e onde Fachin conheceu Saud e quantas vezes esteve com ele no Congresso ou fora dele.

Doria cria ‘Secretaria de doações’

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quinta-feira, 1, a criação da Secretaria Extraordinária de Investimento Social, uma pasta que tem como objetivo “viabilizar recursos do setor privado”, como doações, segundo descreve a gestão, para os programas sociais nas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social.

O titular da pasta será Cláudio Carvalho de Lima, de 47 anos, que nos últimos 12 anos trabalhou na construtora e incorporadora Cyrela Brazil Realty, onde recentemente era vice-presidente executivo-corporativo. Em nota, a Cyrela informou que o desligamento de Lima da empresa ocorreu na quarta-feira, 31.

PSDB apoia e sustentará o governo, diz Aloysio Nunes em Washington

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Neves e Nunes

Agência Brasil

O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, afirmou hoje (1), em Washington, que seu partido, o PSDB está no governo e tem consciência de seus compromissos, entre eles, apoiar as reformas em curso. “[O PSDB], na sua linha dominante, é um partido que está no governo, que apoia o governo e que sustentará o governo”, disse.

Nunes também afirmou que há clima político no Brasil para aprovar as mudanças em andamento: “o presidente Temer, mais do que ninguém, tem hoje condições de angariar maioria parlamentar para aprovar as reformas”.

“Todos compreendem que estamos vivendo um momento de turbulência política no Brasil. Isso é inegável. Mas não há turbulência institucional. As instituições funcionam e é isso que conta nas relações externas dos países”, disse o ministro, após reunião com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que também reiterou que as instituições no Brasil estão funcionando e que os poderes continuam mantendo sua independência.

Volta a valer lei que permite apenas um reajuste por ano no preço de remédios

AGÊNCIA SENADO

Está cancelada a autorização para aumentar preços de remédios em qualquer época do ano. A nova regra estava prevista na Medida Provisória (MP) 754/2016, que perdeu a eficácia. O ato declaratório do Congresso sobre a perda de validade foi publicado no Diário Oficial da União nessa quarta-feira (31).

A MP foi editada em 19 de dezembro pelo presidente Michel Temer. No entanto, ainda faltava a aprovação na Comissão Mista da MP, e depois nos plenários da Câmara e do Senado.

Com o cancelamento, voltou a valer a legislação anterior à edição da MP, que estabelece o reajuste dos preços dos remédios somente uma vez por ano. A decisão sobre aumentar ou reduzir o valor e definir o percentual de reajuste ainda cabe ao Conselho de Ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos.

O texto da MP não era consenso entre autoridades, empresas da indústria farmacêutica e tampouco entre parlamentares. Entre as preocupações a respeito da medida estavam a alta dos preços e a perda de equilíbrio do mercado. Em abril a Comissão Mista da MP promoveu uma audiência pública, ocasião em que ficou evidenciada a falta de consenso sobre o conteúdo da medida.

Opinião: É isto a justiça?

Em meio a grave crise, a agenda nacional foi contaminada pelo pressuposto de que o País só será salvo se a classe política for desbaratada, como se fosse uma quadrilha. Isso não costuma dar boa coisa,

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O Estado de S.Paulo

O juiz federal Sérgio Moro defendeu as delações premiadas, dizendo que, sem elas, “não teria sido possível descobrir os esquemas de corrupção no Brasil”. Segundo o magistrado, “a ideia é usar um criminoso menor para chegar ao maior, para pegar os grandes”. Quanto ao fato de os delatores terem sua pena abrandada ou até ganharem a liberdade, Sérgio Moro afirmou que “é melhor você ter um esquema de corrupção descoberto e algumas pessoas punidas do que ter esse esquema de corrupção oculto para sempre”, ou seja, “é melhor ter alguém condenado do que ninguém condenado”.

Trata-se de uma visão muito peculiar de justiça. Não se pode negar que as delações premiadas foram importantes para puxar o fio da meada que levou o País a conhecer o petrolão, maior esquema de corrupção da história nacional. O problema é que, atualmente, a julgar pelo que chega ao conhecimento do público, as múltiplas acusações feitas pelo Ministério Público contra figurões do mundo político estão baseadas somente, ou principalmente, nas delações, sem que venham acompanhadas de provas materiais suficientes para uma condenação. Quando muito, há provas testemunhais, nem sempre inteiramente dignas de crédito ou confiança.

Criou-se um ambiente em que as delações parecem bastar. Se é assim, o objetivo não é fazer justiça, mas uma certa justiça. Aliás, ensinava o juiz Oliver W. Holmes que juiz não faz justiça, aplica a lei. Há tempos ficou claro que certos membros do Ministério Público têm a pretensão de purgar o mundo político daqueles que consideram nocivos. Para esse fim, basta espalhar por aí, por meio de vazamentos deliberados, que tal ou qual político foi citado nesta ou naquela delação para que o destino do delatado esteja selado, muito antes de qualquer tribunal pronunciar sua sentença.

Foi exatamente o que aconteceu no episódio envolvendo o presidente Michel Temer. Em mais um vazamento de material em poder do Ministério Público, chegou ao conhecimento dos brasileiros uma gravação feita pelo empresário Joesley Batista com Temer na qual o presidente, segundo se informou, teria avalizado a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha. Quando a íntegra da gravação foi finalmente liberada, dias depois, constatou-se que tal exegese era, no mínimo, controvertida. Mas em todo o episódio prevaleceu a interpretação feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para quem o diálogo é expressão cabal de uma negociata – e isso bastou para Temer ser visto por muitos como imprestável para permanecer no cargo de presidente. Assim é a política, como bem sabem os vazadores.

Enquanto isso, o empresário Joesley Batista, por ter grampeado o presidente da República para flagrá-lo em suposto ato de corrupção e por ter informado ao Ministério Público que deu dinheiro para quase 2 mil políticos com o objetivo de suborná-los, não passará um dia sequer na cadeia nem terá de usar tornozeleira eletrônica. Poderá até morar nos Estados Unidos, para onde já levou a maior parte de seus negócios. Isso, nos termos do escandaloso acordo de delação endossado pelo sr. Janot.

Se é verdade, como diz o juiz Sérgio Moro, que o objetivo dos paladinos do Ministério Público é “pegar os grandes” criminosos, como explicar que alguém que confessa crimes dessa magnitude, como fez Joesley Batista, não será punido? A resposta é muito simples: o objetivo não é pegar os grandes criminosos, mas apenas aqueles que, na visão dos procuradores da República, devem ser alijados da vida nacional – isto é, os políticos. Ainda que nenhuma prova apareça para corroborar as acusações, o estrago já estará feito. E, no entanto, há muitos políticos honestos neste país.

Assim, as delações se tornaram instrumentos eminentemente políticos. Na patética articulação em curso para encontrar um “substituto” para Temer caso o presidente caia, a primeira qualificação exigida é que o nome do candidato não tenha sido sussurrado por nenhum delator. Só então será considerada sua capacidade de governar o País. Essa é a prova de que a agenda nacional, em meio a uma das mais graves crises da história, foi definitivamente contaminada pelo pressuposto de que o Brasil só será salvo se a classe política for desbaratada, como se fosse uma quadrilha. Isso não costuma dar boa coisa.

Do Blog do Primo: quem me acompanha sabe que venho dizendo isso há muitos anos. O Ministério Público brasileiro faz qualquer negócio para condenar um politico. Os membros do MP sabem que o Brasil tendo um Legislativo fraco e suspeito fica muito fácil para eles conseguirem ampliar suas vantagens e atribuições. Deputados e senadores novatos são presas fáceis para turma do MP imporem suas vontades e invadirem competências.  Nesta pisada, tem quem garanta que o Ministério Público quer instituir no Brasil uma republica onde eles fiscalizarão a lei, legislarão, policiarão, executarão e julgarão. O ex-ministro do STF e Procurador Geral da República, Sepúlveda Pertence revelou numa entrevista — (“Vou contar uma história, outro episódio com o presidente Sarney, para ilustrar esse papel e a responsabilidade que me atribuem pelo gigantismo dos poderes do MP. Foi a última audiência como procurador-geral, apenas para formalizar o pedido de exoneração e levar-lhe o convite para a posse no Supremo Tribunal Federal. Nessa conversa eu disse: “Sarney, você me deixou solto”, comecei. E havia uma frase, atribuída ao general Golbery [do Couto e Silva], que dizia “eu criei um monstro”, em relação ao SNI [Serviço Nacional de Informações, criado em 1964 como braço de espionagem da ditadura militar]. Por isso disse ao Sarney: “Não sou o Golbery, mas criei um monstro!” Um ou dois anos depois, recebi em casa o Sarney e ele me disse: “Você se lembra de ter falado aquela história de que não era Golbery? Na hora eu pensei ‘isso é só uma frase de efeito do Zé Paulo’. Agora estou vendo que ela é verdadeira.”)

Depois que fui condenado num processo sem nenhuma prova e testemunha contra mim, e, em outro processo também sem provas e até com testemunhas da acusação, ou seja, do Ministério Público depondo a meu favor, entendi que não estava-se julgando processo, estava sendo julgada minha pessoa, Renato Dantas.

Por causa de um legislativo fraco e encurralado que no RN chegamos ao absurdo de pagarmos verdadeiros salários de marajás aos membros do Ministério Público Estadual. 

Veja como estão ganhando os membros do MP do RN, os que gostam de serem chamados de ‘caçadores de corruptos’. Vivemos num país em que o direito e legal não é o justo. 

Confira como foram remunerados no mês de abril do 2017 os membros do Ministério Público do RN: primeira

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EUA aprovam verificação mais rígida para vistos, incluindo checagem de redes sociais

Reuters

O governo Donald Trump lançou um novo questionário a ser preenchido por pessoas que solicitam um visto norte-americano em todo o mundo que pede por dados de redes sociais dos últimos cinco anos e informações pessoais de até 15 anos atrás.

As novas perguntas, que fazem parte de um esforço para tornar mais rígida a verificação de potenciais visitantes dos Estados Unidos, foram aprovadas em 23 de maio pelo Escritório de Gestão e Orçamento, apesar de críticas de diversas autoridades de educação e grupos acadêmicos durante um período de debate público.

Críticos argumentaram que as novas perguntas seriam excessivamente incômodas, levariam a longos atrasos no processo de obtenção de visto e ao desencorajamento de estudantes e cientistas internacionais ante os Estados Unidos.

De acordo com os novos procedimentos, autoridades consulares podem requisitar aos solicitantes de visto todos os números de passaportes anteriores, cinco anos de dados de redes sociais, endereços de e-mail e números de telefone e até 15 anos de informações pessoais incluindo endereços e histórico de empregos e viagens.

As autoridades requisitarão as informações adicionais quando determinarem que “essas informações são necessárias para confirmar a identidade ou conduzir uma verificação de segurança nacional mais rigorosa”, informou uma autoridade do Departamento de Estado na quarta-feira (31).

O Departamento disse anteriormente que a verificação mais rígida se aplicaria a solicitantes “que justificaram a investigação adicional em conexão com terrorismo, ou outra inviabilidade de visto relacionada à segurança nacional”.

Fechamento: Henrique Alves só será candidato se não for fechado num presídio e se a lista de candidaturas for fechada

Imagem relacionadaUm bacurau antigo disse ao Blog do Primo que só existem duas possibilidades do ex-deputado federal Henrique Alves ser candidato à Câmara dos Deputados na próxima eleição. Uma possibilidade é caso não seja preso, a outra é se o Congresso Nacional aprovar a  lista fechada para candidaturas ao Legislativo. Sem lista fechada ele não tem a menor chance de ser eleito, disse o bacurau antigo.

O bacurau velho disse que muitos prefeitos e lideranças historicamente ligados ao ex-deputado já estão fechando apoios com outros deputados, eles dizem que não tem como pedir votos para Henrique – segundo os eles o desgaste é muito grande.

Os prefeitos, ex-prefeitos e lideranças que já se definiram não votar em Henrique estão ganhando tempo para anunciarem os nomes de seus novos deputados.