Festa reúne peladões para dançar forró, mas não tem nada a ver com pegação

Denise de Almeida

Do UOL

Que tal dançar agarradinho, pertinho de uma praia paradisíaca e totalmente sem roupa? Que fique claro: o convite nada tem de sexual. A festa Forró Nu é organizada para a comunidade naturista curtir uma noite de música animada, mas com muito respeito. É o que garante Davi Andrade, criador do evento.

Com o sucesso da primeira edição, em 2016, a festa terá sua segunda versão no próximo dia 17. Tudo acontece dentro do restaurante chamado Espaço Liberdade, na praia de Massarandupió, a 90km de Salvador.

Para provar que o Forró Nu não é bagunça, as regras são bem claras: apenas casais são aceitos, é proibido fazer fotos sem permissão dos outros e nem pense em pegação por ali. “Existe um código de ética naturista que proíbe totalmente a prática de sexo e qualquer comportamento de conotação sexual. Não estamos vinculados à Associação de Naturismo, mas procuro seguir as ideias do movimento”, explica Davi.

A festa, que custa R$ 80 por casal, está marcada para começar às 20h e terá apresentação de um sanfoneiro (esse, o único que estará vestido), além de música ambiente. Sem hora para acabar, o evento vai durar enquanto os participantes estiverem animados, diz Davi.

Divulgação

A festa, que custa R$ 80 por casal, está marcada para começar às 20h e terá apresentação de um sanfoneiro (esse, o único que estará vestido), além de música ambiente. Sem hora para acabar, o evento vai durar enquanto os participantes estiverem animados, diz Davi.

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Advogado do PSDB cita delações e defende cassação da chapa Dilma-Temer no TSE

André Richter – Repórter da Agência Brasil

O advogado do PSDB defendeu hoje (6) a cassação da chapa Dilma-Temer durante o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação pela cassação da chapa foi protocolada pelo partido em 2014, após o resultado do pleito. De acordo José Eduardo Alckmin, a campanha da ex-presidenta Dilma Rousseff usou recursos ilícitos e impossibilitou uma disputa legal entre os demais candidatos.

O advogado citou os depoimentos de delação premiada do publicitário João Santana e do empresário Marcelo Obebrecht, que disseram que a campanha eleitoral recebeu recursos ilegais. Durante sua sustentação, o advogado não citou fatos sobre a campanha do presidente Michel Temer, então vice-presidente.

“Neste caso, parece indubitável que fatos foram cometidos, ilícitos foram perpetrados, que configuram, inegavelmente, o abuso do poder econômico, o abuso do poder político, e também a falta de observância das regras e despesas nas campanhas eleitorais”, disse Alckmin.

Reforma trabalhista: confira como votou cada senador na CAE; José Agripino votou a favor

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José Agripino votou a favor da reforma

São Paulo – O relatório favorável do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) ao projeto de reforma trabalhista (PLC 38) proposto pelo governo foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado no início da noite desta terça-feira (6), por 14 votos a 11. Na sessão, que durou mais de oito horas, as mais de 200 emendas apresentadas foram rejeitadas, assim como os destaques.

O texto foi aprovado na íntegra, sem alterações em relação ao parecer aprovado pela Câmara dos Deputados. Agora, a matéria será encaminhada às comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa.

Confira como votou cada senador

PMDB
Kátia Abreu – contra
Roberto Requião – contra
Garibaldi Alves Filho – a favor
Raimundo Lira – a favor
Simone Tebet – a favor
Valdir Raupp – a favor

PT
Gleisi Hoffmann – contra
Humberto Costa – contra
Jorge Viana – contra
José Pimentel – contra
Lindbergh Farias – contra

PSDB
Tasso Jereissati – (por ser presidente da comissão, só vota em desempate)
Ricardo Ferraço (relator) – a favor
José Serra – a favor

DEM
José Agripino – a favor
Ronaldo Caiado – a favor

PR
Wellington Fagundes – a favor
Armando Monteiro – a favor

PSB
Fernando Bezerra Coelho – a favor
Lídice da Mata – contra

PSD
Otto Alencar – contra
Omar Aziz – a favor

PCdoB
Vanessa Grazziotin – contra

PDT
Acir Gurgacz – contra

PP
Ciro Nogueira – a favor

PR
Vicentinho Alves – a favor

Por 14 a 11, comissão aprova relatório de reforma trabalhista; Garibaldi Alves votou a favor

MARCOS OLIVEIRA/AGÊNCIA SENADO
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Ferraço, Jucá, Tasso e Garibaldi: base governista aciona o trator, aprova relatório e derruba emendas

São Paulo – A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou no início da noite desta terça-feira (6), por 14 votos a 11, o relatório sobre o projeto de “reforma” trabalhista (PLC 38). O colegiado também rejeitou destaques e emendas. Antes de ir a plenário, texto terá de passar ainda pelas comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa.

Durante a sessão, que começou às 10h e terminou por volta de 19h, mesmo senadores que disseram ver pontos positivos se pronunciaram contra o projeto. Houve crítica mesmo de parlamentares identificados com o Executivo. A rigor, nenhum se manifestou a favor. Vários criticaram a postura do relator, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que não acatou nenhuma emenda. Para evitar retorno do texto à Câmara – aprovado em abril como PL 6.787 –, ele apenas sugeriu vetos que seriam feitos pelo presidente Michel Temer, mediante “acordo” com o governo.

Kátia Abreu (PMDB-TO), por exemplo, disse que não era “carimbadora da Câmara”. Já Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) afirmou que Ferraço abria mão de sua prerrogativa de legislador.

Paulo Paim (PT-RS) lembrou de debates entre “abolicionistas” e “escravagistas” e reafirmou que ninguém havia se manifestado a favor do PLC 38, mas mesmo assim o projeto era aprovado. “Não entendo como a Casa revisora se recusa a fazer mudanças que considera obrigatórias.” Para ele, agora não poderá haver “atropelo” na tramitação da matéria na Comissão de Assuntos Sociais. “Dou um voto de confiança antecipado à senadora Marta Suplicy (PMDB-SP)”, acrescentou, referindo-se à presidenta daquele colegiado.

“Eu me sinto totalmente constrangido em votar a favor dessa matéria”, afirmou Otto Alencar (PSD-BA). “É a primeira vez que eu vejo uma matéria vir da Câmara dos Deputados e o relator, senador Ricardo Ferraço, que me supreendeu, recomenda que o presidente Michel Temer vá vetar ou mande uma medida provisória”, acrescentou, lembrando ainda do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior do Eleitoral, a pedido do próprio PSDB – partido que, segundo Alencar, está “com o pé em duas canoas”, já que agora é governista.

Ele se referiu ao líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), como “primeiro-ministro” do governo Temer. “Vamos tirar essa matéria de pauta, primeiro-ministro. Essa matéria não vai livrá-lo (ao presidente) dos problemas que ele tem com a Justiça”, afirmou.

Entre as emendas apresentadas, a senadora Vanessa propôs vetar o item que possibilita à mulher gestante ou lactante trabalhar em ambiente insalubres. Quase gritando, Jucá disse que o tema seria vetado por Temer. “Essa matéria está resolvida”, afirmou, no esforço para evitar emendas e, com isso, garantir que o projeto não voltasse à Câmara. No final, a emenda foi rejeitada, também por 14 a 11.

José Serra (PSDB-SP) afirmou que votaria com seu partido, e propôs que o governo formalizasse, por escrito, quais são as mudanças a serem feitas no projeto via medida provisória. Ele criticou o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central por ter sinalizado com um andamento em ritmo menor da queda de juros, por causa da tramitação mais lenta das reformas. “Com isso, o que fazem é dar dimensão a essa crise. Ou seja, jogando contra, gol contra”, afirmou. Para Serra, a questão central da economia é reduzir os juros.

Nesse ponto, ganhou apoio de José Pimentel (PT-CE). “Não é na relação trabalhista que está o problema da nossa economia”, disse o senador petista, acrescentando que o país chegou a ter “pleno emprego” em período recente, com a mesma legislação que agora é questionada.

Líder do PMDB no Senado, em conflito com o Planalto, Renan Calheiros (PMDB-AL) disse ter defendido com o governo um “pacto, acordo, consenso, para fazer todas as reformas que o país precisa”, em vez de aprovar um projeto como o de hoje. Segundo ele, o custo do trabalho não é o maior entre os custos de produção. “Era muito melhor que aproveitássemos esta circunstância, aprovando flexibilização e aprofundando a crise, e construíssemos um pacto pelo interesse nacional.”

Para Ferraço, que também será o relator na CAS – ou seja, deverá seguir o padrão –, o projeto irá a plenário no final do mês. As centrais sindicais aprovaram nova greve geral, contra esta reforma e a da Previdência, para o dia 30

Coronel Azevedo deu ultimato ao governador

Imagem relacionadaA informação de que o comandante-geral pediu exoneração não procede.

Ocorreu de fato foi uma conversa com o governador em que o comandante, coronel André Azevedo, mostrou a situação financeira caótica da Polícia Militar e exigiu providências para melhorar a operacionalização da corporação.

Se o governador determinar repassar os recursos financeiros necessários, o comandante fica, caso contrário ele já deixou claro que sai.

Diante dessa exigência do comandante, pessoas ligadas ao governador passaram a defender a exoneração do coronel Azevedo. Os gulosos querem indicar outro coronel para o comando-geral da PM.

RN sangrando: mototaxista é morto a tiros no centro da cidade de Caicó

58753619-4d13-49c6-918a-b51b40150b8a-300x300Um mototaxista identificado por Lilico, bastante conhecido na cidade de Caicó foi assassinado agora a pouco, nas proximidades da Escola Municipal Presidente Kennedy, no centro da cidade de Caicó.

Recentemente, tentaram contra a vida de Lilico, mas a arma da dupla que naquela oportunidade tentaram matar ele, acabou batendo catolé, dando tempo para Lilico fugir, dessa vez a vítima não teve tanta sorte.

Até agora Garibaldi Alves não prestou solidariedade ao seu primo preso Henrique Alves

Resultado de imagem para Garibaldi Alves e Henrique AlvesAté agora, às 19:50 horas, o senador Garibaldi Alves não manifestou solidariedade ao seu primo e parceiro político Henrique Alves que foi preso hoje (06) pela Polícia Federal.

Garibaldi começou sua vida pública em 1970 como candidato a deputado estadual fazendo dobradinha com Henrique Alves que foi eleito deputado federal.

Todos sabem que Henrique Alves sempre foi o responsável em conseguir recursos financeiros para financiar as eleições de Garibaldi.

Garibaldi Alves manifestou solidariedade ao presidente Temer quando ocorreu a delação de Joesley Batistas citando o nome do presidente de supostamente cometer crime de obstrução de justiça.

 

No twitter, Garibaldi só faz referência a PEC da Vaguejada:18920658_1671630916197721_8873140706016478461_n

 

 

 

Henrique Alves recebeu R$ 7,15 mi em propinas, segundo investigação

NATAL,RN,06.06.2017:OPERAÇÃO-MANUS-PRISÃO-HENRIQUE-EDUARDO-ALVES - O ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves é preso na manhã desta terça-feira (6) no apartamento onde mora, no bairro de Areia Preta, Zona Leste de Natal (RN), durante operação da Polícia Federal. Batizada de Manus, a operação investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal. Segundo a PF, o sobrepreço chega a R$ 77 milhões. (Foto: Frankie Marcone/Futura Press/Folhapress) *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***RENATA MOURA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, EM NATAL

O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves é suspeito de ter recebido R$ 7,15 milhões em propinas, diretamente ou por meio do diretório Estadual do PMDB do Rio Grande do Norte.

Oex-deputado teria se beneficiado de contratos com empreiteiras. O principal deles é o da construção da Arena das Dunas, em Natal, pela OAS.

Há indícios de ação constante de Alves para dificultar a apuração de irregularidades nessa obra que teriam atrasado a apuração dos desvios.

“Esses acordos tinham como pano de fundo trocas de vantagens indevidas. Percebeu-se manobra fraudulenta para que o dinheiro não fosse para campanhas. Dinheiro que ingressava com roupagens de doação, mas que teve como destino o próprio candidato. Para dar aparência de legalidade foram montadas prestações de conta que são ficções, por meio de empresas laranjas que não prestaram serviço”, afirmou o delegado da Polícia Federal Santiago Hounie.

De acordo com a PF, a OAS pagou R$ 650 mil diretamente a Alves e R$ 3 milhões ao diretório estadual do PMDB. A Odebrecht, por meio de caixa 2, pagou outros R$ 3 milhões. A Carioca Engenharia repassou R$ 400 mil a ele e a Andrade Gutierrez, R$ 100 mil.

Parte dos recursos teria sido sacada na véspera das eleições ao governo do Rio Grande do Norte e teria sido usada para compra de votos e apoio político

Ministro do STF nega habeas corpus a Rocha Loures

O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor do presidente Michel Temer, foi preso na manhã deste sábado (3)LETÍCIA CASADO
FOLHA DE SÃO PAULO

DE BRASÍLIA

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou pedido de habeas corpus de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor do presidente Michel Temer preso no sábado (3) em Brasília.

A decisão do magistrado foi semelhante em dois pedidos de liberdade provisória em favor de Rocha Loures.

Para Lewandowski, não há como seguir na análise do pedido porque ele é “incabível”. Ele rejeitou analisar o caso.

Lewandowski citou o entendimento do Supremo de que não cabe fazer pedido de habeas corpus sobre decisão monocrática de um colega da corte.

“A jurisprudência desta Corte está consolidada no sentido de não ser cabível a impetração de habeas corpus contra ato jurisdicional do próprio Supremo Tribunal Federal”, escreveu Lewandowski na decisão.

Defesa de Temer pede prorrogação de prazo para responder a perguntas da PF

André Richter – Repórter da Agência Brasil

A defesa do presidente Michel Temer pediu hoje (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o prazo de 24 horas para que as 82 perguntas feitas pela Polícia Federal sejam respondidas. Ontem (5), a PF enviou à defesa do presidente os questionamentos por escrito, que fazem parte do depoimento no inquérito sobre citações ao presidente, na delação da JBS.

Na petição, os advogados informam que Temer estaria habilitado para responder às perguntas no final desta semana, na sexta-feira (9) ou no sábado (10).

“Em face da complexidade e da surpreendente quantidade dos quesitos formulados (82), entende-se ser absolutamente impossível e contrário ao princípio da razoabilidade exigir-se uma manifestação do Sr. Presidente da República no exíguo prazo de 24 (vinte e quatro) horas, lembrando-se que, para a sua elaboração, não foi consignado nenhum prazo”, argumenta a defesa.