Xbox One X sai em 7 de novembro por US$ 500

ReproduçãoDo UOL, em São Paulo

Durante a conferência pré-E3 da Microsoft realizada neste domingo (12), a empresa revelou oficialmente seu novo console, o Xbox One X – antes conhecido apenas como “Project Scorpio”, que será lançado em 7 de novembro.

No fim da conferência, o chefe da divisão Phil Spencer revelou que a máquina será vendida por US$ 500.

A plataforma, anunciada originalmente na E3 2016, promete ser o console mais poderoso no mercado, com poder gráfico de 6 teraflops e resolução 4K nativa.

Entre jogos confirmados para o Xbox One X estão “Terra-média: Sombras da Guerra”, “Madden NFL 18” e “Anthem”, revelado ontem (10) durante a conferência da EA.

O Xbox One X será a menor plataforma da Microsoft criada até agora, especialmente em comparação ao Xone original

Por enquanto, não há informações sobre data de lançamento ou preço do Xbox One X no Brasil.

Acompanhe nossa cobertura da E3 2017 pelo canal de YouTube de UOL Jogos

Manifestantes pedem ‘Fora Temer’ e ‘Diretas Já’ na orla de Salvador

750_2017611173558858Grupos de manifestantes se reúnem desde o início da tarde deste domingo, 21, no bairro da Barra, na orla de Salvador, para pedir a saída do presidente Michel Temer (PMDB) e eleições diretas.

A mobilização reúne cerca de 10 mil pessoas no local, segundo informações do presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-BA), Cedro Silva. A expectativa da central sindical é que esse número chegue a 30 mil pessoas. A central sindical utiliza um trio elétrico para discursar.

Os manifestantes estão em frente ao Farol da Barra, segurando cartazes e bandeiras pedindo a renúncia de Michel Temer e eleições gerais. Sob gritos de ordem contra o peemedebista no microfone de um trio elétrico, os líderes da manifestação discursam para o público.

Organizado pela CUT, o ato tem a participação de alguns políticos, entre eles a deputada Alice Portugal, o deputado Daniel Almeida e a vereadora Aladilce Souza, todos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), além de diversos artistas e músicos, como a cantora Daniela Mercury e a banda Baiana System, que se apresentam mais tarde.Resultado de imagem para Manifestantes pedem ‘Fora Temer’ e ‘Diretas Já’ na orla de Salvador

Laurita pode pedir música no Fantástico da Rede Globo

Resultado de imagem para música no FantasticoSe três mandados de buscas e apreensões da Polícia Federal tivesse o mesmo critério do Fantástico da Rede Globo nos domingos, a prima Laurita poderia pedir música.

Foram três buscas e apreensões em casas da família; uma na dela com Henrique, outra na casa do seu pai Cassino Arruda e também uma na casa do seu irmão Arturo Arruda.

Isso deve ser castigo para que vai ao Tribunal de Justiça usando seu prestígio pedir ao desembargador para afastar filhos de um pai..

Agora ela deveria procurar juiz para tirar o marido da cadeia..

Incrivelmente quando uma pessoa me faz o mal eu recebo notícia do castigo, o penúltimo foi um advogado que quebrou o pescoço e o cão levou para o inferno..

Não desejo mal para ninguém, mas não me façam mal..

Abram do olho, cuidado!!

Senadora Fátima Bezerra no Pingo de Mei Dia

f+atima bezerra pingo de mei diaNesses momentos que políticos são hostilizados, a senadora Fátima Bezerra andou pelas bandas de Mossoró, participou do tal Pingo do Mei Dia, não teve medo e foi para o meio do povo.

Que viu Fátima na rua disse que ela está muito bem para quem quer disputar o governo do estado.

O Blog do Primo tomou conhecimento que por onde ela passou foi tratada com carinho e ouviu gritos de ‘governadora’..

 

Confira que tipo de namorado ou namorada você é

FRANCISCO EDSON ALVES

Rio – Nesta segunda-feira é Dia dos Namorados! Véspera de Santo Antônio, que faz milagres nos altares, segundo os devotos, desde o Século XVII. Ocasião em que pombinhos apaixonados, sob as bênçãos do cupido, aquele anjo assanhadinho que também adora juntar corações mundo afora, trocam juras de amor, lembrancinhas, cartões (hoje, mais virtuais que de papéis) flores, bombons, olhares e beijos apaixonados. Mas, romantismo à parte, a época também serve para pensar, segundo especialistas. Afinal, que tipo de namorado ou namorada é você?Márcia Modesto, uma das psicólogas e psicoterapeutas de casais e famílias mais respeitadas do país e que acabou de lançar o livro ‘Reflexões e Experiências Entre Quatro Paredes’, analisou oito tipos de namorados (as) cariocas mais comuns, a pedido do DIA: o dependente, o manipulador, o ciumento, o desligado, o dedicado, o super ocupado, o mimado e o certinho.

“Não há receita para o sucesso de uma união. O que vale é saber conviver com os defeitos, enxergar e assimilar diferenças e qualidades no outro, com cumplicidade, bom humor e respeito”, ensina Márcia, do alto de seus 37 anos de carreira.

Mas converse aí com seu (sua) Xuxu, Mozão, Lindinho (a), Fofuxo (a), Fofinho (a), enfim, seja lá qual for o apelido carinhoso que se tratam, e veja em qual desses tipos você se encaixa e o que pode fazer para melhorar o convívio com sua cara-metade. O namorado (a) dependente, segundo Márcia, é carente de atenção total.

“O parceiro manda uma mensagem de bom dia com coraçãozinho pelo whatsapp ou messenger, por exemplo, e se outro não responder imediatamente, é motivo de guerra à vista. É o tipo de relação exaustiva, que só sobrevive se ambos tiverem o mesmo perfil”, observa.

O manipulador faz o estilo controlador. “Quer saber de tudo que se passa na vida do outro, mas com o único objetivo de fazer prevalecer só a sua vontade”, diz a psicóloga. O ciumento, segundo ela é o “eternamente desconfiado”, com tudo. “É aquele que a pessoa desliga o celular e já ouve: ‘quem era?’. Ou que vive perguntando: ‘quem é fulano ou fulana que curtiu sua postagem no Facebook?’. É um dos tipos mais difíceis, pois pode levar o indivíduo a um grau patológico, doentio”, adverte.

Tem também o desligado. Que, como diz o ditado, não está nem aí para a hora do Brasil. Nunca lembra de datas, descumpre horários, não se preocupa com que roupa vai a um compromisso, enfim, faz o gênero ‘deixa a vida me levar’. “Mas não é por maldade. É uma característica mesmo, seja no campo amoroso ou dos estudos. Geralmente exige parceiro ou parceira parecidos”, explica Márcia.

Aí vem o perfil delicado, que está sempre disponível, 24 horas. É grudento demais. Adora dar presentes fora de datas tradicionais, inclusive para parentes do parceiro ou parceira; vai a todas as festas da família do outro; visita os mais idosos, e está sempre por perto. “O excesso de atenção demonstra insegurança, a ponto de não saber que rumo tomar na vida”. O certinho cansa o namorado ou a namorada rápido, por ser metodológico ao extremo, tipo “tudo tem que ser da mesma forma de sempre e no horário. É o famoso chato ou chata de galocha.

O tipo mimado é o genuíno filhinho ou filhinha da mamãe, cheios de frescuras e manias trazidas do berço, sendo, assim, difícil de aturar. Enfim, há ainda o super ocupado, que deixa um gosto de frustração na relação, por nunca estar disponível para nada, nem mesmo pra um jantar a dois em ocasiões especiais, como o Dia dos Namorados.

TESTE

1. Que presente costuma dar?
a) Nunca coisas fúteis ou feias
b) Algo que ele (a) goste
c) O que ele (a) escolher

2. Quando seu parceiro (a) está carrancudo (a), sem aparente motivação:
a) Também fico, para ver se ele (a) se toca
b) Deixo passar um tempo, para ele (a) se acalmar e pensar na hipótese de ter feito algo errado

c) Aproveito para dizer umas verdades, tipo: “como você é mimado (a)”, “cresça, né?”

3. Quando ele (a) se atrasa?
a) Vou indo embora sem ele (a) para o compromisso
b) Pergunto a razão e, se não houver justificativa plausível, deixo claro que não gostei
c) Apronto um barraco. Detesto que me faça perder tempo

4. O que faz ao notar que seu (sua) parceiro (a) está demorando a sair do carro?
a) Espero uns minutos e depois vou ver o que ocorreu
b) Abro a porta do carro e vejo se ele (a) precisa de ajuda
c) Já vou para cima dele (a) esbravejando, claro

5. O que faz quando ele (a) avisa que vai sair tarde do trabalho?
a) Vou ver TV, bater papo com amigos no WhatsApp ou Facebook
b) Pergunto se ele (a) quer que eu vá busca-lo (la) c) Fico irritado (a) por não ter a companhia para jantar

6. Quando passar alguém “arrastando asa” para ele (a)?
a) Encaro-o (a) e comento alto sobre o “abuso de dar em cima de gente comprometida”
b) Observo discretamente e finjo que não vi
c) Tiro onda, falando alto que “coisas bonitas são pare serem apreciadas mesmo”

7. Quando entram no carro de um amigo?
a) Entro pela porta que eu quiser, esperando que ele (a) se vire
b) Abro gentilmente a porta da frente para ele (a) e depois vou para trás
c) Vou logo para o banco do carona na frente, tendo o cuidado de ver se ele (a) entrou também atrás, com tranquilidade

8. Qual sua resposta quando ele (a) pergunta sobre seu filme preferido?
a) Respondo e depois escolho outro tema de conversa em seguida
b) Respondo e pergunto qual o dele (a)
c) Respondo rápido, sem paciência, e pronto

9. Quais os melhores momentos que costuma passar com ele (a)?
a) Saídas com amigos, jantares em grupo
b) A sós, fazendo o que sempre gostamos
c) A sós, mas fazendo apenas o que eu gosto

RESPONDA COM SINCERIDADE E FAÇA AS CONTAS

– Resposta A não vale nenhum ponto; b (2 pontos) e c (1 ponto):

RESULTADOS:
0 a 5 pontos: Provavelmente, você não gosta dele (a). Está na hora de dar um fim ao relacionamento e procurar um novo romance

6 a 10 pontos: Não gosta suficientemente dele (a). Falta-lhe mais sensibilidade e bom senso

11 a 15 pontos: Parabéns, você é um bom namorado (a), mas fique mais atento às necessidades de sua cara metade. Sua atenção pode melhorar

16 a 18 pontos: Você está apaixonado (a) e o bem-estar dele (a) é a sua prioridade. Parabéns!

TSE custa R$ 5,4 milhões por dia, aponta ONG Contas Abertas

Com informações da ONG Contas Abertas

O Tribunal Superior Eleitoral está no centro das atenções esta semana, em função do julgamento que pode cassar a chapa vencedora das eleições presidenciais de 2014, formada por Dilma Rousseff e Michel Temer. A última instância da Justiça Eleitoral tem orçamento de quase R$ 2 bilhões autorizados para 2017, isto é, custa R$ 5,4 milhões aos cofres públicos por dia.

De acordo com dados levantados pela Contas Abertas, a maior parcela do orçamento é destinada ao pagamento de pessoal e encargos sociais. Dessa forma, R$ 831,6 milhões para o pagamento de salários para funcionários ativos, além de R$ 18,1 milhões de auxílio-transporte, R$ 14,5 milhões para assistência médica e odontológica e R$ 9 milhões para auxílio-alimentação para servidores, por exemplo.

O TSE é formado por 14 ministros, sendo 7 titulares e 7 substitutos. Em relação aos servidores, de acordo relatório Justiça em Números, ao final de 2015, o Tribunal possuía uma equipe de 733 servidores, sendo 695 do quadro de provimento efetivo (94,8%).

Do total de servidores, 201 (27,4%) estavam lotados na área judiciária, e a maioria, 532 (72,6%), na área administrativa. De forma inédita, o relatório do Conselho Nacional de Justiça apontou que houve separação das despesas e dos quantitativos de cargos em comissão e de funções comissionada entre área judiciária e área administrativa.

Assim como o número de servidores, as comissões também estão majoritariamente alocadas na área meio, que detém 66,1% dos cargos em comissão (sendo 74,2% em valores remuneratórios) e 76,2% das funções de confiança (sendo 72,7% em valores remuneratórios).

O Tribunal Superior Eleitoral conta, ainda, com o apoio de 1.324 trabalhadores auxiliares, cujos percentuais de terceirizados e estagiários são 95,8% e 4,2%, respectivamente. Ambos os tipos de contratação reduziram em 2015, tendo em vista se tratar de ano não eleitoral.

Temer afirma ter os votos na Câmara para barrar denúncia

Agência Estado

Resultado de imagem para Festa casa do deputado Alexandre BaldyEm jantar de aniversário do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente Michel Temer disse a políticos presentes que sua absolvição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi uma “bela vitória” e que está confiante de que terá os 172 votos mínimos necessários na Câmara para barrar eventual denúncia contra ele apresentada pela Procuradoria-Geral da República.

A festa ocorreu na noite de anteontem, na casa do deputado Alexandre Baldy (GO), no Lago Sul, área nobre de Brasília. Líder do Podemos (antigo PTN) na Câmara, Baldy é um dos parlamentares mais próximos de Maia. Ele deve ser escolhido relator da CPI mista que vai apurar supostas irregularidades em operações no mercado financeiro por parte da JBS, empresa cujos donos delataram Temer.

Conforme relatos dos presentes, poucos foram os deputados convidados para o jantar, entre eles o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e Fernando Monteiro (PP-PE). Os ministros Antônio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), padrasto da mulher de Maia, também compareceram. Até políticos da oposição passaram pela festa.

TSE

Temer chegou pouco depois das 23h, acompanhado da primeira-dama Marcela. Antes de sua chegada, ministros pediram aos demais políticos que evitassem tocar no assunto do TSE. Não queriam passar a imagem de que o presidente estava “comemorando” a absolvição na corte eleitoral.

O presidente deixou o local pouco depois da meia-noite e, na saída, disse que vai “continuar pacificando o País”.

Nova gravação será usada para ligar Temer a mala dos R$ 500 mil, diz Folha de São Paulo

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REYNALDO TUROLLO JR.
DE BRASÍLIA
LEANDRO COLON
DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Grampo crucial para a denúncia na avaliação de investigadores, o diálogo entre o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) e o executivo Ricardo Saud, da JBS, em um café na capital paulista deixaria implícita a participação do presidente Michel Temer no acerto da propina.

No trecho em que falam de valores e formas de fazer os repasses semanais, Saud cita duas vezes o “presidente” –também mencionado antes ao menos quatro vezes, por ambos, em outros contextos.

“Na realidade, eu vou consultá-lo primeiro, vou pedir pro Edgar… Primeiro eu vou consultar com ele, e ver se esse procedimento pra ele…”, diz Loures, após Saud lhe falar dos pagamentos.

O ex-deputado prossegue: “O nome dele é Edgar. Eu vou perguntar pro Edgar se o Edgar, porque o Edgar fica em São Paulo e é ele que faz a gerência das coisas.”

Nas 82 perguntas enviadas pela Polícia Federal ao presidente na última segunda (5), Temer é questionado sobre alguém próximo a ele chamado “Edgar”. Mas não respondeu.

A conversa no café prossegue. “O Edgar trabalha com o presidente?”, diz Saud. “Mas primeiro eu vou falar com ele”, diz Loures. “Não, claro”, responde o executivo.

“O problema é o seguinte: as outras, os outros caminhos estão todos congestionados. Então esse é um outro caminho”, explica Loures. O trecho seria, segundo a investigação, uma referência às formas de repassar a propina.

“Eu não vou me arriscar. Se for você, eu levo lá em Brasília pra você, levo onde você quiser, agora, se for outra pessoa, aí eu vou mandar outra pessoa fazer também. Mas como que ele quer? Fala ‘presidente, tá lá, e tá’… nós não vamos falhar…”, diz Saud.

“A princípio…”, diz Loures. “É esse Edgar”, interrompe Saud. “Mas primeiro eu vou falar com ele”, repete Loures, quase encerrando.

RN sangrando: homem é executado em Areia Branca

Resultado de imagem para arma de fogoUm homem identificado como Antonione Ferreira dos Santos, de 34 anos, conhecido como “D Black” foi assassinado provavelmente com tiros de revólver calibre 38 e espingarda calibre 12 em sua residência na Vila Brasília, no município de Serra do Mel. O crime aconteceu no início da noite desta quinta-feira, 08.

Segundo a Polícia Militar, dois homens armados chegaram em uma motocicleta e após conversa com a vítima, atiraram. Antonione morreu na hora.

90 anos depois, juri popular em Mossoró, absolve o cangaceiro Jararaca e juiz considerou ele vítima

“Não era flor que se cheire”, acusa Diógenes; “Ele já pagou pelos crimes”, rebate Honório sobre Jararaca

A
sociedade mossoroense, por 6 votos a 1, nesta sexta-feira, 9, decidiu pela absolvição do cangaceiro José Leite de Santana, o Jararaca, 90 anos depois dele ter invadido a cidade de Mossoró, sob o comando do temido Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, que queria extorquir 400 contos de réis do então prefeito Rodolpho Fernandes.

Ao final dos debates, os sete jurados decidiram pela absolvição do réu, considerando que ele já havia pago pelos crimes que cometeu ao ser espancado, esfaqueado e enterrado vivo seis dias depois de ter sido preso pela polícia. Condena-lo agora, seria o mesmo que aplicar duas penas por um crime só.

O julgamento, organizado pela Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), seguiu os ritos previstos no Código Penal para um Tribunal do Júri Popular, apenas com poucas alterações em função das circunstâncias. Contou com a presença de alunos, professores, diretores de faculdade. Até a prefeita e a vice prefeita prestiaram o evento, que está dentro da semana comemorativa dos 90 anos da resistência ao bando de Lampião em Mossoró.

O juiz Breno Valério Fausto de Medeiros abriu os trabalhos às 9 horas, com o oficial de Justiça José Maria (servidor da 1 Vara Criminal de Mossoró) fazendo a leitura do pregão.

Lido o Pregão do Tribunal do Júri, o juiz simulou o sorteio dos sete membros da sociedade mossoroense para compor o Conselho de Sentença, com o devido aceite do promotor de Justiça, na ocasião representado pelo memorável advogado/professor/escritor Diógenes da Cunha Lima, e também pela defesa de Jararaca, feito magistralmente pelo advogado, tambem professor e escritor Francisco Honório de Medeiros Filho.

Composição do Conselho de Sentença:

Inessa Linhares, advogada e professora
Ludmilla Carvalho, escritora e professora
Manoel Vieira Guimarães, Padre e escritor
Antônio Clóvis Vieira, professor e advogado
Lúcio Ney de Souza, advogado e escritor
Rubens Coelho, escritor e jornalista
Armando Negreiros, médico e escritor

Com o salão do Tribunal de Júri lotado, inclusive com a imprensa local e também nacional (Revista Piaui), se deu início os debates. Diógenes da Cunha Linha, como representante do Ministério Público, traçou um perfil do réu Jararaca. Lembrou que ele nasceu em 1901 e foi morto aos 26 anos, em Mossoró, no dia 20 de junho de 1927.

Neste intervalo ele fez muitas coisas ruins. “Ainda que ele tivesse feito alguma bondade, o que se sabe dele, não é coisa que se louve. Seu passado o incrimina. Seu passado lhe condena. Primeiro se diz que ele nasceu em Cuique e outros dizem que foi em Flores do Pajeú. Eu penso que ele nasceu em Cuique, pois ele não é flor que se cheire”, diz Diógenes da Cunha Lima.

Ouvido pelo MOSSORÓ HOJE, Crispiniano Neto, acrescentou que Jararaca foi também jogador de futebol antes de entrar, em definitivo, no cangaço.

O renomado jurista segue em sua fala defendendo a tese de que os cangaceiros eram capazes de tudo, inclusive de matar mulheres e crianças, sem falar que costumavam cortar a língua daqueles que falassem o que eles não gostassem. Diógenes da Cunha Lima relatou um caso onde o cangaceiro castrou o noivo que se revoltou quando um cangaceiro beijou sua noiva e finalizou pedindo a condenação do réu.

“Assim era Jararaca”, sintetiza Diógenes da Cunha Lima, encerrando sua fala pedindo a condenação do réu.

O silêncio da plateia foi quebrado no final da fala, com uma intensa salva de palmas, o que é proibido num júri real, mas diante da atuação memorável do renomado advogado, os aplausos foram aceitos.

Um compacto, em VÍDEO, da exposição de Diógenes da Cunha Lima.

Já Francisco Honório de Medeiros Filho, fazendo o papel de advogado de defesa, expôs o que acredita ser o perfil do movimento do cangaço, destacando, neste contexto, o réu Jararaca. Após fazer um pequeno relato de como era o contexto social em 1920, disse: “Jararaca já nasceu condenado, pois era preto, pobre e bastardo, coisas que a sociedade daquela época reprovava com veemência”, diz, lembrando o advogado que esta foi a primeira condenação sofrida por Jararaca. A segunda foi ainda mais cruel.

Lembrou que na época de Jararaca viveu não havia opções. Ou seguia as ordens dos senhores donos de terras ou alista-se no exército. Nas duas opções, o tratamento era escravista. Jararaca passou por este caminho e nos dois se indignou com a falta de liberdade. Ele não aceitava a falta de liberdade. Teria entrado no cangaço numa luta por liberdade. Acrescentou que a mesma luta que pode ser vsita hoje por direitos, já existia naquele tempo. Cada um de seu modo.

Honório de Medeiros destacou, no entanto, que nada disto justifica os crimes terríveis praticados por Jararaca até completar os 26 anos. Os cangaceiros como Jararaca colonizaram o sertão do Nordeste com sangue, movido por um espírito de liberdade. Lembrou que as “volantes do Governo Federal” eram tão bandidos quantos os cangaceiros. Faziam o mesmo que os cangaceiros, ou seja, matavam, saqueavam e faziam todo tipo de atrocidade.

Com apoio do petroleiro aposentado, Kildelmir Dantas, um profundo conhecedor do movimento do cangaço, Honório Medeiros construiu a tese de defesa, destacando, ao final, que Jararaca foi preso no dia seguinte ao combate, seis dias depois levado ao cemitério, onde foi espancado, esfaqueado e enterrado vivo pelas forças de segurança do Estado, sendo condenado pela segunda vez e de forma cruel.

Chamou atenção do Conselho de Sentença, neste vídeo (compacto) que um réu não pode ser condenado duas vezes pelo mesmo crime. Julgado, até pode, mas condenado não. No caso de Jararaca, segundo o renomato jurísta falou ao MOSSORÓ HOJE, o réu foi julgado três vezes, condenado cruelmente em duas e absolvido em uma. Para o advogado, a decisão do Conselho de Sentença, mesmo que 90 anos depois, num julgamento histórico, foi sábia.

Ao final dos debates, o juiz presidente dos trabalhos, Breno Valério, explicou aos presentes como seria se fosse um Tribunal do Júri real. Pediu a compreensão de todos para não proceder na Sala Secreta os votos dos jurados, considerando que alí haviam muitos estudantes e assim eles poderiam observar como se procedia num juri real. Num juri normal, quando se chega a 4 votos sim ou não a favor do réu, a votação termina e o juiz faz a leitura da sentença alí decretada.

Considerando as circunstâncias especiais do julgamento em questão, o juiz Breno Valério optou por coletar todos os votos dos sete jurados no plenário. Entretanto, não impôs aos jurados, vários quesitos como ocorre num júri normal. Os jurados responderam, apenas, se Jararaca era vítima ou culpado. Ao final, quebrou o protrocolo normal de um júri mais uma vez e pediu uma salva de palmas para a atuação dos juristas que atuaram na acusação, na defesa e tamém ao Conselho de Sentença. O próprio Breno Valério foi muito aplaudido, após um pedido do respeitado e querido advogado Marcos Araújo, que estava na plateia.

Segue o VIDEO da leitura da sentença que absolve o cangaceiro Jararaca.

fonte:www.mossorohoje.com.br

Fábio Faria está mergulhado

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Foto ilustrativa

Nesses tempos bicudos o deputado federal Fábio Faria resolveu mergulhar, faz tempo que não se tem notícias dele aqui no RN.

Caso ele tenha vindo ao RN, ele tem mantido total discrição ou sua assessoria não está divulgando.

O soldado vasco disse que ele anda muito chateado com os babões do governo e não está vindo aqui no RN para não entrar em atritos.

Babão é bicho danado!

Temer temia o garçom, mas não temeu Joesley

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Garçom José Catalão servindo o presidente Lula

Do jornalista Elio Gaspari

Logo que ocupou a sala de Dilma Rousseff, Michel Temer praticou um dos atos mais cruéis de seu mandarinato. Demitiu sumariamente o garçom José Catalão, figura querida no terceiro andar do Planalto.

De nada adiantaram os apelos para que fosse transferido para outra copa.

Catalão foi o primeiro desempregado do governo de Temer.

Em um ano, juntaram-se a ele 1,8 milhão de brasileiros.

Numa primeira versão o garçom Catalão foi mandado embora porque era petista. Não colou.

Noutra, endossada por Temer, ele foi visto tuitando mensagens para Lula.

Lorota, o celular do garçom era rudimentar, não tinha aplicativos.

Um ano depois, Temer recebeu o bilionário Joesley Batista e ele tinha um gravador oculto.

Deu no que deu.

O garçom empregou-se no gabinete da senadora Kátia Abreu.

A decisão do TSE, no caso Dilma-Temer

Artigo publicado em Brasília, DF, no “Diário do Poder”

Por Ney Lopes

Propaga-se no país sentimento de revolta – estimulado pelos comentários da mídia –, em relação ao julgamento pelo TSE da impugnação da chapa Dilma – Temer.

As insinuações denunciam à nação, um sentimento de impunidade generalizada, em meio a espetáculo feérico televisivo, com luzes multicores, entronizando a ética e a moralidade pública, que passam a ser expostas e divulgadas à opinião pública, como valores desconhecidos pela decisão do plenário da Corte.

Tema dificílimo de ser abordado, em razão das emoções desenfreadas, que conspiram contra a racionalidade.

Há que ser destacado, por dever de justiça, o trabalho sério de todos os integrantes da Corte eleitoral, independente das convicções expostas.

Divergências são normais nos tribunais democráticos.

A ideia que transpira pós-julgamento é de que a roubalheira, as fraudes, a corrupção endêmica reveladas na Operação Lava Jato foram omitidos pela decisão de julgar improcedente a Ação de Impugnação dos mandatos Dilma-Temer .

Nada disso ocorreu.

Todos os transgressores apanhados pela Lava Jato estão sendo e continuarão a ser punidos pelos delitos praticados, independentemente do que o TSE decidiu na última sexta.

Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

O direito dispõe de normas e regras.

Elas podem até ser imperfeitas, porém sem elas a busca da justiça se torna impossível.

Outro aspecto: o direito vive de princípios, hoje aplicados à Dilma e Michel Temer, amanhã a alguém de um rincão distante no país.

Claro que esses princípios (chamados de jurisprudência) evoluem e mudam no tempo e no espaço.

Mas eles são a bussola dos juízes.

No caso concreto do TSE estamos falando de uma ação eleitoral, de origem constitucional, e não procedimento ordinário, cível, ou penal.

Um princípio, aplicado subsidiariamente ao processo eleitoral, e que o Juiz ao julgar limita-se à “causa de pedir”, ou seja, não pode ir além.

Em matéria eleitoral, essa regra se torna muito mais rígida, por tratar-se de cassar mandatos outorgados pelo povo, em nome da soberania.

Por isso, a Constituição de 1988 estabelece no seu art. 14, § 10, o prazo improrrogável de 15 dias, após a diplomação, para ajuizamento da impugnação e exposição na petição inicial das alegações de abuso do poder econômico, corrupção ou fraude, com o fim específico de cassação do mandato.

Essa ação não se destina a punição de corruptos.

Essa ação tem por objetivo proteger a soberania popular, manifestada através do voto.

Existindo práticas de corrupção, os acusados serão denunciados e julgados com base no Código Penal e a legislação aplicável, como vem ocorrendo na Operação Lava Jato e outras.

Se por acaso, em dezembro de 2014, quando o PSDB propôs a ação contra Dilma-Temer, já existissem acusações com base em depoimentos da JBS, da Odebrecht, construtoras e acusados, desde que relacionados na petição inicial, todas seriam obrigatoriamente consideradas, no julgamento final.

Mas isso não aconteceu.

Assim sendo, o princípio vigente no direito eleitoral brasileiro, até hoje, é o de não ser possível o alargamento da causa de pedir, com a inserção de fatos novos, conhecidos depois do ajuizamento da ação.

Além do mais, um dado significativo para rejeição de novas denuncias nesse tipo de ação é que tais fatos tiveram origem em delações premiadas, portanto, acusações ainda dependentes de investigações e comprovações policiais e judiciais, ainda em andamento.

Aliás, durante o julgamento, o ministro relator Herman Benjamin a certa altura, quando houve referencia ao caso da JBS, afirmou: vamos esquecer essa JBS nesse processo, ela não faz parte desse processo, é um fantasma que está pairando aqui”.

É preciso propagar-se o entendimento, de que o último julgamento do TSE não significou o “juízo final”.

Foi apenas o entendimento, da maioria dos julgadores, de que, ao invés de inovar a jurisprudência (princípios), ela deveria ser mantida.

Talvez, o tumulto e protestos gerados na opinião pública sejam originários da permissão de divulgação ao vivo nas TVs, dos julgamentos de Cortes Superiores.

Nos Estados Unidos, por exemplo, isso não é permitido, mesmo com as polêmicas geradas.

Lá predomina o entendimento de que haveria o risco da opinião pública analisar e interpretar mal decisões tecnicamente corretas, causando desgaste para o judiciário.

No Brasil, ao contrário, esse julgamento do TSE demonstrou, que “cada cabeça é uma sentença”.

Fonte: www.blogdoneylopes.wordpress.com

Senador Garibaldi Alves está assustado e tremendo mais que vara verde

Garibaldi-Alves-medo
Medo grande

Pessoas que estiveram pessoalmente com o senador Garibaldi Alves informaram ao Blog do Primo que ele está tremendo de medo que as investigações atinjam ele através do suposto envolvimento do seu irmão Paulo Roberto Alves (papau) que é conselheiro do Tribunal de Contas do RN.

Papau, irmão de Garibaldi, como é conhecido, teve seu nome citado nas investigações aparecendo em mensagens de aplicativo no celular de Leo Pinheiro da OAS.

Garibaldi sabe que Henrique sempre foi o operador financeiro da família Alves e o risco dele ser comprometido é muito grande.

Garibaldi e seu filho Walter Alves também foram citados na delação do ex-senador Sérgio Machado como beneficiários de recebimento de propinas.

Molon quer CPI da ABIN

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) informou na noite deste sábado (10) que já articula com parlamentares a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar suposto uso da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) pelo presidente Michel Temer.

De acordo com o esboço do requerimento produzido pela equipe de Molon, o pedido para a CPI na Câmara dos Deputados quer investigar denúncias sobre suposto uso da Abin e outras instituições por Temer no mandato entre 2016 e 2017 para “para investigar e constranger ministro do Supremo Tribunal Federal e o Procurador-Geral da República, de maneira a obstruir as investigações da Justiça sobre crimes praticados pelo senhor presidente da República”.