RN sangrando: mais duas pessoas foram assassinadas na Região Metropolitana de Natal

RN sangrando VIOLENCIA 1

Na onda da violência descontrolada no RN, duas pessoas foram assassinadas, um adolescente de 16 anos e um homem ainda não identificado foram encontrados mortos numa estrada carroçável próximo à estrada de Pium, em Parnamirim, na Grande Natal. As vítimas, de acordo com a polícia, foram assassinadas a tiros.

Os dois mortos, segundo informações do sub-tenente Figueiredo, do 3º Batalhão da Polícia Militar, teriam sido executados no local onde foram encontrados. As vítimas, inclusive, estavam vestindo apenas cueca. Os corpos foram encontrados por populares que trafegavam pela estrada.

“Tinha bastante sangue próximo aos corpos, então acreditamos que eles tenham sido executados lá mesmo”, disse o oficial da PM. De acordo com ele, o adolescente de 16 anos foi identificado como Everton Breno da Rocha Cardoso. O outro homem morto não portava nenhum documento.

Ivanka assume cadeira de Trump no G20 e causa polêmica

Ivanka Trump assume assento dos Estados Unidos durante o G20

(ANSA) – Mais uma vez, a família Trump se envolveu em uma polêmica internacional. No sábado (8), durante uma das reuniões do G20 (que reúne os líderes das maiores economias do mundo), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, precisou se ausentar dos debates para uma reunião bilateral.

O fato é comum e, durante as longas horas de reunião, é normal que um presidente ou um premier deixe seu posto em algum momento.

No entanto, o que causou revolta nos norte-americanos foi o fato de que quem sentou no lugar de Trump foi a filha, Ivanka, que não exerce nenhum cargo formal no governo – sendo apenas “conselheira” do pai. Segundo os europeus, é a primeira vez na história que um familiar senta no posto de um chefe de Estado.

A foto foi compartilhada nas redes sociais e logo a polêmica se instaurou. Ivanka aparece entre a premier britânica, Theresa May, e o presidente chinês, Xi Jinping.

“Caso um membro de seu gabinete estivesse presente, era ele quem deveria representar os EUA. A cadeira é dos EUA e não da família Trump”, disse o senador democrata Chris Coons.

Já o estrategista da campanha presidencial do ex-presidente George W. Bush, Matthew Dowd, questionou. “Vocês podem imaginar o que os fãs republicanos e de Trump fariam se Chelsea [Clinton] ou Malia [Obama] fizessem a mesma coisa? Nós somos uma República, não uma monarquia”, disse Dowd.

A deputada democrata Maxine Waters destacou que o “presidente dos EUA deveria estar lá para nos representar e não para dar à filha a chance de brilhar ao sol”. Na mídia, que já faz duras críticas ao mandatário, classificou o episódio como “vindo de uma República de Bananas” ou de um “tapa na cara dos norte-americanos”. (ANSA)

Ezequiel reúne lideranças em Ceará-Mirim, mas Tião da Prest ficou de fora

O deputado estadual e presidente da Assembleia Ezequiel Ferreira de Souza reuniu os tucanos de Ceará Mirim.

Um fato que chamou atenção foi a ausência do empresário Tião da Prest que passou na semana passada em Natal dizendo que ele é o candidato a governador do PSDB.

Nas rodas políticas fica uma pergunta: como ele é candidato a governador e não é convidado ou deixa de participar de um encontro importante do seu partido?

Ezequiel em Ceará Mirim

 

Conheça a longa história da JBS revelada pela Revista Valor Econômico

A SAGA DA JBS

A empresa que se tornou a maior processadora de carne do mundo com ousadia, eficiência operacional e distribuição de propinas

Por Luiz Henrique Mendes, Vanessa Adachi, Fernando Torres e Francisco Góes, de São Paulo e do Rio

O veterinário Enio Marques saiu perplexo do Ministério da Previdência. A reunião fora um desastre. Diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) naquele início dos anos 2000, Marques intermediara o encontro entre donos de frigoríficos e a equipe técnica ministerial. Em pauta, tema dos mais espinhosos para o setor: contribuições previdenciárias.

Para espanto geral dos técnicos, os empresários protagonizaram um show de sincericídio coletivo, admitindo a sonegação de impostos como modus operandi. De tão natural, nenhum deles sequer percebeu o embaraço. Para um país que almejava participar ativamente do comércio internacional de carnes, não era um sinal muito promissor. “O Júnior falou um monte de asneira”, recorda-se Marques, referindo-se ao empresário goiano José Batista Júnior, então presidente do Friboi, um frigorífico emergente. O episódio não teve maiores consequências, a não ser externar o que no setor era de conhecimento de todos.

À época, os frigoríficos brasileiros gozavam de péssima reputação. Sem acesso a crédito no sistema bancário, burlar a lei, utilizando o nome de “laranjas” ou sonegando toda a sorte de impostos e contribuições, era prática comum.

Ninguém diria que o sincero Júnior Friboi, com seu jeito caipira que até hoje rende chacotas entre executivos do eixo Rio-São Paulo, daria início à meteórica ascensão da empresa fundada em 1953 por seu pai, o mineiro José Batista Sobrinho, cujas iniciais justificam o nome que o frigorífico JBS carrega hoje.

EVOLUÇÃO DA RECEITA LÍQUIDA

Fonte: Apresentações e documentos disponíveis no site de relações com investidores da JBS.
Infográfico: Caio Martinelli, Felipe Martins e Roberta Ingegneri/VALOR

O último 17 de maio foi uma virada nessa trajetória. Até a bombástica delação premiada fechada por seus irmãos Joesley e Wesley Batista com a Procuradoria-Geral da República (PGR), e que alvejou o presidente da República, Michel Temer, a história era uma. A da ascensão de um grupo familiar com forte veia empreendedora e enorme dose de ousadia para se transformar na maior processadora de proteína animal do mundo. Embora criticado pela agressividade com fornecedores e concorrentes, suas empresas são reconhecidas pela eficiência de gestão das unidades em todos os países onde opera, dos EUA à Europa e Austrália. Mas quando os irmãos sucumbiram ao cerco do Ministério Público e da Polícia Federal e confirmaram, em depoimentos filmados, as piores suspeitas sobre suas relações com figuras proeminentes do mundo político, os Batista e suas empresas tornaram-se párias do mundo empresarial ao qual tinham acabado de chegar. Passaram a ser evitados pela maioria dos empresários, políticos e banqueiros que até a véspera faziam questão de cultivar com eles bom relacionamento.

No último mês, a reportagem do Valor ouviu 55 pessoas para reconstituir a trajetória da JBS — a maioria pediu anonimato. O que emergiu da delação dos Batista é que o salto da JBS e a construção dos negócios reunidos na holding familiar J&F Investimentos foram regados, nos últimos dez anos, de R$ 1 bilhão em doações (R$ 600 milhões em caixa 2), quase tudo de propinas a políticos de todo o espectro ideológico, com destaque para o PT, que abriu as burras do BNDES. Mas o que emerge dos relatos colhidos pelo Valor também dá conta de que a JBS não pararia em pé se dependesse só do pagamento de propina.

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Ante risco de derrota na CCJ, Temer convoca Maia e Eunício para almoço

BRASÍLIA  –  Depois de ser alertado do risco de derrota na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, o presidente Michel Temer antecipou em algumas horas o retorno da Alemanha para Brasília e reuniu-se, no Palácio do Jaburu, com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Temer convocou ambos nesta manhã para um almoço na residência oficial para discutir a conjuntura política.

Acendeu no Planalto o sinal amarelo do risco de derrota de Temer na CCJ na votação do relatório do deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), que confirmará a admissibilidade da denúncia da Procuradoria Geral da República contra o pemedebista. A derrota na CCJ não impede futura vitória no plenário da Câmara, mas esse resultado indicaria o enfraquecimento político de Temer na Câmara – Casa que ele presidiu três vezes.

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Nova fraude em bomba de gasolina é difícil de notar; frentistas dão dicas contra golpes

Gabriela Fujita

Do UOL, em São Paulo

O caso recente de um cliente que foi vítima de fraude é lembrado por dois frentistas que trabalham na marginal Tietê, em São Paulo, como exemplo da facilidade para enganar o consumidor. Wallace Alan e Jefferson Silva são funcionários de um posto atualmente sem bandeira, próximo à ponte da Casa Verde (zona norte da capital), e contam o que viram há cerca de uma semana.

“O motorista chegou aqui e pediu para pôr R$ 50 em etanol. Só que ele tinha acabado de colocar R$ 70 em outro posto, que fica bem pertinho”, diz Alan, 23. “Ele quase encheu o tanque lá, mas desconfiou que abasteceram com menos combustível do que pagou, e aí pediu para eu completar.”

Como o tanque do carro era pequeno, em torno de 45 litros –ou R$ 90– seria o máximo da capacidade.

“Eu disse para ele: não vai caber mais R$ 50, o tanque deve estar quase cheio”, afirma Alan.

Mas o cliente estava certo. O posto anterior havia cobrado por uma quantidade e entregado bem menos.

“Se quiser, o funcionário consegue ser desonesto [sem que percebam]”, diz Silva, 23. “Por isso, a gente sempre pede para o motorista descer do carro e acompanhar o que está acontecendo na bomba, do nosso lado. Assim a gente evita problema também.”

A reportagem do UOL conversou com frentistas em seis postos de combustíveis no centro, na zona norte e na zona oeste de São Paulo sobre um tipo de engodo difícil de perceber e que está cada vez mais comum: a fraude tecnológica.

O golpe funciona assim: com um chip instalado dentro da bomba, é possível interferir no funcionamento da placa eletrônica e alterar a contagem que aparece no visor. O comando é feito à distância, por controle remoto ou aplicativo de celular. Ao comprar 20 litros, por exemplo, o cliente recebe apenas 18 litros, sem notar que foi ludibriado.

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Os 20 carros mais vendidos no Brasil no 1º semestre de 2017

  • 1) Chevrolet Onix

    83.244 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Nem a nota zero no teste de segurança do Latin NCAP abalou sua trajetória rumo à liderança isolada.Resultado de imagem para Chevrolet Onix

    2) Hyundai HB20

    51.151 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Continua consolidado como vice-líder de mercado e um dos modelos de maior procura no varejo.Resultado de imagem para Hyundai HB20

    44.653 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Mesmo com gama mais enxuta de versões e só com câmbio manual, segue firme no “pódio” do ranking.Resultado de imagem para 3) Ford Ka

    4) Renault Sandero

    38.870 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Ganhou novo fôlego com a troca de motores e é um dos grandes destaques em vendas do período

  • 5) Volkswagen GolResultado de imagem para Volkswagen Gol

  • 6) Chevrolet Prisma

    31.203 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. De maneira apertada, conseguiu sustentar contra o Corolla a coroa de “sedã mais vendido”.Resultado de imagem para Chevrolet Prisma

  • 7) Toyota Corolla

    29.194 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. É, disparado, o modelo de porte médio mais bem colocado na lista.Resultado de imagem para Toyota Corolla

    8) Fiat Mobi

    25.618 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Depois de “bater cabeça” por um bom tempo, aos poucos se consolida entre os 10 mais vendidos.Imagem relacionada

  • 9) Fiat Toro

    24.690 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Se não é o líder de vendas da Fiat, certamente é o modelos mais rentável para a marca no momento.Resultado de imagem para Fiat Toro

  • 10) Fiat Strada

    24.025 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Tem perdido terreno nos últimos tempos, mas segue como a “picapinha de trabalho” mais visadaResultado de imagem para Fiat Strada

  • 11) Honda HR-V

    23.221 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Boa reputação faz com que seja o SUV mais procurado pelo brasileiro desde seu lançamento.Resultado de imagem para Honda HR-V

  • 12) Jeep Compass

    22.007 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Porte robusto a preço competitivo fazem dele a grande surpresa desta lista.Resultado de imagem para Jeep Compass

  • 13) Volkswagen Fox

    20.939 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Começa a sentir o peso da idade, mas ainda se sustenta entre os 15 best sellers do mercado.Resultado de imagem para volkswagen crossfox 2017

  • 14) Toyota Etios

    20.649 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Revigorado com facelift e câmbio automático, é presença constante entre os 15 mais.Resultado de imagem para Toyota Etios

  • 15) Fiat Uno

    20.198 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Um dos modelos que mais caíram nos seis primeiros meses de 2017.

  •  Imagem relacionada

    16) Volkswagen Saveiro

    20.028 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Também apresentou queda substancial na demanda, mesmo com cara e versões novas.Resultado de imagem para volkswagen saveiro 2017

  • 17) Volkswagen Voyage

    18.431 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Distante da briga entre os sedãs mais emplacados, luta para não ser esquecido de vez.Resultado de imagem para Volkswagen Voyage

    18) Volkswagen up!

    18.222 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Renovação estética ainda não foi capaz de alçá-lo a um patamar de vendas melhor.Resultado de imagem para Volkswagen up!

  • 19) Jeep Renegade

    17.799 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Não está vendendo mal, mas foi ofuscado pelo Compass e já é ameaçado pelo Creta.Resultado de imagem para Jeep Renegade

  • 20) Hyundai Creta

    17.326 unidades emplacadas no 1º semestre de 2017. Outro destaque positivo do ranking, já ameaça vice-liderança do Renegade entre SUVs compactos.Resultado de imagem para Hyundai Creta

Temer tem margem apertada para aprovar reforma trabalhista no Senado, José Agripino e Garibaldi Alves obedecem Temer

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TALITA FERNANDES
LAÍS ALEGRETTI

FOLHA DE SÃO PAULO

Com margem apertada, o Senado tem a promessa de votos suficientes para aprovar a reforma trabalhista de Michel Temer, segundo levantamento realizado pela Folha na semana passada.

Dos 81 senadores, 42 declararam apoio ao texto. O governo precisa de ao menos 41 para ganhar a votação, marcada para terça-feira (11).

São contra a proposta pelo menos 23 senadores, de acordo com a enquete.