Arquivos diários: 15/07/2017

Helicóptero da Secretaria de Segurança do RN está parado há 73 dias por falta de manutenção

potiguar01Além do baixo efetivo policial e de uma infraestrutura completamente sucateada, há exatos 73 dias, a Segurança Pública do Rio Grande do Norte está com mais uma defasagem. O helicóptero Potiguar 1 está sem condições de voo desde o dia 1º de maio.

O modelo Equilo 350 R-2, fabricado pela Helibras – Helicópteros do Brasil S.A — deixou de ser utilizado em função de uma peça quebrada, mas se manteve recolhida ao hangar também pelo atraso nos repasses financeiros necessários aos serviços de manutenção preventiva periódica.

Fonte: www.robsonpiresxerife.com

Apoio a Temer na CCJ começa a ser cobrado por partidos com ênfase nos ministérios do PSDB

POR CONGRESSO EM FOCO

O uso de cargos e disputas por espaço em decorrência do apoio ao presidente Michel Temer durante a votação da denúncia contra ele na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) continua acirrada, ainda que os trabalhos daquele colegiado tenham sido concluídos. Reportagem publicada pelo jornal O Globo mostra que agora vem a conta da fidelidade demonstrada. O resultado pelo arquivamento da ação no plenário, que seguiu relatório alternativo de Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) também acirrou pressão sobre os tucanos para uma decisão em relação à permanência na base do governo.

De olho em uma possível reforma ministerial quando, e se, passar a votação de todas as denúncias da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Temer, esses líderes querem espaço na Esplanada proporcional ao desgaste dos partidos que já assumiram e assumirão a linha de frente para rejeitar as denúncias na Câmara. Eles apontam que, enquanto se expuseram ao desgaste de defender o presidente, o PSDB mantém quatro ministérios sob seu comando, ainda que apenas dois, dos sete tucanos, tenham votado pela rejeição da denúncia.

Em entrevista à reportagem, o deputado Beto Mansur (PRB-SP) exemplifica a insatisfação. “Se essa situação continuar, a tendência é perder apoios em outros partidos”, diz, afirmando que o espaço disponível no governo deveria ser proporcional ao apoio. “O PSDB que faça sua DR, se resolva e diga se fica ou se não fica. Tem gerado uma insatisfação muito grande em partidos como PR, PSD e o próprio PRB, que avalia fechar questão, e o PSDB fazendo discurso contra.”

Na avaliação do Planalto, no entanto, a retirada do PSDB da Esplanada poderia fazer o governo perder o apoio que ainda tem do partido. O ministro de Relações Exteriores, Aloysio Nunes, por exemplo, é um dos mais enfáticos defensores da permanência do PSDB na base aliada.

Já o líder do PSDB na Câmara, Ricardo Tripoli (SP), mantém posição de que Temer deve ser investigado e defende que o próprio partido entregue os cargos que ocupa. “Nós já tínhamos pedido que os ministros deixassem os ministérios. Agora fica uma situação esdrúxula, não tem sentido esse jogo de o governo querer retaliar numa troca de cargos para quem votar a favor do presidente. Quanto mais rápido o PSDB se livrar dos ministérios, melhor”, disse a’O Globo. “Espero que o governo não crie constrangimentos para o PSDB, que não se incomode de o partido votar livremente como acha que deve votar”, completou Tripoli.

Vai aparecer o Aeroporto de São Gonçalo: delação, Funaro oferece corrupção na Infraero, Anvisa, Fazenda e fundos de pensão

Resultado de imagem para operador financeiro Lúcio FunaroEm uma verdadeira corrida contra o tempo para tentar fechar seu acordo de delação premiada, o operador financeiro Lúcio Funaro promete entregar à PF (Polícia Federal) e ao MPF (Ministério Público Federal) detalhes e provas de esquemas de corrupção de integrantes do PMDB em searas ainda pouco exploradas na Operação Lava Jato e seus desdobramentos até agora: Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Portuária), Ministério da Fazenda, fundos de pensão das estatais e Fundo Garantidor de Crédito.

Em uma verdadeira corrida contra o tempo para tentar fechar seu acordo de delação premiada, o operador financeiro Lúcio Funaro promete entregar à PF (Polícia Federal) e ao MPF (Ministério Público Federal) detalhes e provas de esquemas de corrupção de integrantes do PMDB em searas ainda pouco exploradas na Operação Lava Jato e seus desdobramentos até agora: Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Portuária), Ministério da Fazenda, fundos de pensão das estatais e Fundo Garantidor de Crédito.

Fora as “novidades”, ele diz que vai contar mais detalhes dos esquemas de políticos do PMDB na Caixa Econômica Federal, no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e no Congresso (com a venda de Medidas Provisórias, entre outros delitos), além de entregar grandes empresas brasileiras envolvidas. Ofereceu ainda provas contra políticos do PT, do PSDB, do PSC, do PTB e do PR, além do já citado PMDB.

Entre os nomes do cardápio, estão o presidente Michel Temer (PMDB-SP); o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA); o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); o atual ministro da Secretaria de Governo, Moreira Franco (PMDB-RJ);  o ex-deputado federal Gabriel Chalita (PDT-SP); o senador Romero Jucá (PMDB-RR); o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o ex-senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido).

Fora as “novidades”, ele diz que vai contar mais detalhes dos esquemas de políticos do PMDB na Caixa Econômica Federal, no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e no Congresso (com a venda de Medidas Provisórias, entre outros delitos), além de entregar grandes empresas brasileiras envolvidas. Ofereceu ainda provas contra políticos do PT, do PSDB, do PSC, do PTB e do PR, além do já citado PMDB.

Entre os nomes do cardápio, estão o presidente Michel Temer (PMDB-SP); o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB-BA); o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ); o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); o atual ministro da Secretaria de Governo, Moreira Franco (PMDB-RJ);  o ex-deputado federal Gabriel Chalita (PDT-SP); o senador Romero Jucá (PMDB-RR); o governador do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), e o ex-senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido).

Por causa de Rogério Marinho, trabalhador demitido com acordo perde seguro-desemprego e ganha metade da multa do FGTS

Resultado de imagem para Rogério Marinho do RNA reforma trabalhista relatada pelo deputado saco preto Rogério Marinho do RN, sancionada nesta quinta-feira (13) criou a possibilidade de funcionário e patrão negociarem uma demissão, de comum acordo. O trabalhador que optar por essa nova forma de demissão perde o direito ao seguro-desemprego e ganha só metade do aviso prévio e da multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (o total é 40%; portanto, o empregado recebe 20%). Também pode sacar 80% do FGTS.

As novas regras foram publicadas no Diário Oficial nesta sexta-feira (14) e começam a valer em 120 dias.

Para reconquistar representação federal, seridoenses querem Álvaro Dias disputando uma cedeira na Câmara dos Deputados

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Álvaro Dias

O ex-deputado e vice-prefeito de Natal Álvaro Dias vem recebendo apelos de muitos seridoenses e pmdbistas para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados representando o Seridó no próximo ano.

Álvaro tem dito que seu projeto é ajudar o prefeito Carlos Eduardo Alves na prefeitura de Natal e trabalhar para eleger seu filho e delegado de polícia Adjuto Neto deputado estadual para continuar seu trabalho na Assembleia Legislativa.

O apelo dos caicoenses e seridoenses para Álvaro ser candidato a deputado federal está fundamentado no fato do Seridó ter perdido sua representação federal e agora com a impossibilidade de Henrique Alves  disputar a eleição abre-se uma grande oportunidade para o Seridó recuperar sua força política, apesar de Henrique não ser seridoense tinha uma grande afinidade com a região..

Pmdbistas do Seridó que votaram em Walter Alves não estão satisfeitos com o deputado federal filho de Garibaldi. ” Walter não é um bom nome, está envolvido nas delações da Lava Jato, não é seridoense nem correspondeu aos municípios que votaram nele na eleição passada”, disse um velho bacurau ao Blog do Primo.

Os seridoenses estão verificando a extrema necessidade da região reconquistar sua representação federal, esse desejo foi manifestado na eleição de 2014 quando o então candidato a deputado federal, o agricultor Cição Bandido, sem estrutura política e financeira foi disparadamente  o mais votado em Caicó e na Região do Serido obtendo uma expressiva votação mais de 20 mil votos..

Os seridoenses estão defendendo uma união politica no Seridó envolvendo o os líderes como Vivaldo Costa, Nelter Queiroz, José Petronilo entre outros para fecharem numa aliança onde será lançada uma candidatura à Câmara dos Deputados que esteja acima dos partidos.. cada deputado estadual tem seu candidato a governador e senadores, mas fechados numa aliança para eleger um federal do Seridó.. … Segundo analistas, Álvaro além de ser um nome genuinamente seridoense também alcança Natal onde é vice-prefeito consolidando com muita força sua probabilidade de eleição.. O fato é que não dá mais para o Seridó votar em forasteiros que desaparecem depois da eleição, diz o ex-vereador Tuca Feitosa..

Pela legislação eleitoral, Álvaro não será obrigado a renunciar o mandato de vice-prefeito de Natal, apenas no período de desincompatibilização ele não poderá assumir à Prefeitura, a renúncia só será exigida na diplomação de sua provável eleição de deputado federal.

Álvaro tem prudentemente ouvido os apelos sem fazer comentários – vamos aguardar..