Arquivo mensais:julho 2017

Decretação da prisão do deputado Dison não impedirá ele de exercer mandato

A juíza Ana Karina de Carvalho da Silva, da comarca de Goianinha, mandou prender, em regime semiaberto, nesta sexta-feira (30), o deputado estadual Dison Lisboa.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) encaminhou o processo de volta ao Tribunal de Justiça, para execução da pena, que também enviou a comarca de Goianinha, onde teve início os autos.

Como a prisão foi decretada em regime semiaberto o deputado Dison não ficará impedido de exercer seu mandato na Assembleia Legislativa. Ele poderá durante o dia frequentar à Assembleia Legislativa e participar das sessões..

Os suplentes podem tirar o cavalinho da chuva, diz o soldado Vasco..

STF também concedeu liberdade condicional a Kátia Rabello, do Banco Rural

Resultado de imagem para Kátia RabelloPor Luísa Martins | Valor

BRASÍLIA  –  Condenada no Mensalão a 14 anos e 5 meses de prisão, a ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello adquiriu direito a liberdade condicional, por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. Ela já cumpria pena em regime aberto pelos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas.

O chamado livramento condicional é uma espécie de liberdade antecipada cedida ao condenado que já cumpriu parte de sua pena, mediante alguns requisitos, como a necessidade de se apresentar periodicamente à Justiça.

Kátia Rabello foi condenada em 2012 ao regime fechado, começando a cumprir sua pena no ano seguinte. Em 2015, progrediu para o semiaberto e, um ano depois, ganhou direito ao regime aberto.

“A requerente foi condenada a uma pena privativa de liberdade superior a 2 anos, por crimes que não são considerados hediondos”, assinalou Barroso. O ministro também observou que a ex-presidente do Banco Rural é ré primária e de bons antecedentes, sem registros de que tenha cometido falta disciplinar no Complexo Penitenciário Feminino de Belo Horizonte (MG), onde esteve presa.

Bolsonaro diz que, no Exército, sua ‘especialidade é matar

Em visita a Porto Alegre, na quinta-feira (29), o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) foi recebido com festa por simpatizantes no aeroporto, deu palestra em um evento empresarial e, em entrevista, ligou sua função no Exército à atividade de “matar”

Durante coletiva, Bolsonaro foi questionado por um jornalista sobre a quantidade de projetos seus que foram aprovados na Câmara ao longo de sua trajetória no cargo. Bolsonaro disse que aprovar um bom projeto em um mandato já é uma “grande coisa” e citou a substância que ficou conhecida como “pílula do câncer”.

“Estive à frente para aprovar a fosfoetanolamina. Cura ou não cura, não sei. Sou capitão do Exército, a minha especialidade é matar, não é curar ninguém. Mas apresentei junto com mais alguns colegas e aprovamos. Dá certo ou não dá? Vamos dar a chance daquele que tem o dia marcado para morrer tomar a pílula.”

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Quentão: homem depreda igreja e destrói decoração de festa junina

Um homem de 43 anos foi preso no início da madrugada desta sexta-feira (30), após invadir uma igreja, quebrar móveis, eletrodomésticos e destruir a ornamentação que estava preparada para a festa junina, programada para acontecer na noite de sexta. O crime foi contra a Igreja São Paulo Apóstolo no Guará, região administrativa do Distrito Federal. Policiais militares foram acionados por vizinhos que ouviram barulho dentro da igreja.

Os agentes encontraram acusado com duas facas, aparentando descontrole. Ele partiu para cima dos policiais, gritando: “eu não tenho medo de morrer, atira, eu vou matar vocês”. O suspeito foi imobilizado e preso.

Família do procurador da República preso diz que ele é alvo de ‘perseguição’

Preso há 45 dias, Ângelo Goulart Villela não passou por audiência de custódia e nem prestou depoimento

O relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, negou petição da defesa do procurador da República Ângelo Goulart Villela, acusado de ter recebido dinheiro para repassar informações aos donos da JBS, que solicitava a revogação da prisão preventiva. De acordo com o ‘Estadão’, Fachin considerou que o processo não é mais da competência do STF.

A decisão favorável a Rodrigo Rocha Loures e a Aécio Neves, reforçou o discurso entre familiares do procurador de que Villela é alvo de perseguição. Preso há 45 dias, o procurador não passou por audiência de custódia e nem prestou depoimento.

Segundo a coluna ‘Painel’, da Folha de S. Paulo, Villela é acusado de ter repassado informações à JBS por R$ 50 mil. No entanto, a família reforça que nenhum montante foi encontrado em sua posse, tanto em seu imóvel, quanto na conta bancária. Parentes também lembram que Rocha Loures foi filmado carregando uma mala com R$ 500 mil e ficará em prisão domiciliar.

Ainda segundo a reportagem, o primeiro encontro do procurador com autoridades vai ocorrer nesta terça-feira (4). A Procuradoria-Geral da República (PGR) nega qualquer tratamento diferenciado ou perseguição a Villela.

Existe o caso do grampo da conversa do procurador com a procuradora Carolinne Maciel quando ela alerta Vilela de possíveis retaliações de Janot pelo fato dele ser partidário da candidatura de Rachel Dodge para Procuradora-Geral da República.