Intel planeja produzir frota de 100 carros autônomos

AFP

O gigante americano da tecnologia informática Intel anunciou nesta quarta-feira a sua intenção de testar uma frota de 100 carros autônomos a partir deste ano, após a aquisição da empresa israelense Mobileye, especializada em sistemas anticolisão.

Um dia depois de concluir a operação, totalizando 15 bilhões de dólares, a Intel anunciou que irá testar uma frota de mais de 100 carros completamente autônomos na Europa, em Israel e nos Estados Unidos.

Constituir uma frota “de carros e testá-los em condições reais permitirá resultados imediatos, o que acelerará a utilização de novas tecnologias e soluções para carros completamente autônomos”, comentou Amnon Shashua, cofundador da Mobileye e que dirigirá essa unidade para a Intel.

“Nosso objetivo é desenvolver uma tecnologia de automóveis sem motorista que possa ser usada em qualquer lugar”, acrescentou.

A Intel, que não indicou com qual fabricante de automóveis irá se associar para desenvolver essa tecnologia, colocará à prova uma frota de diferentes veículos apoiando-se na experiência da Mobileye em matéria de detecção, cartografia e acompanhamento à distância.

Muitos fabricantes de automóveis e empresas tecnológicas concentram os seus esforços há alguns anos no desenvolvimento de carros sem motorista apoiando-se em programas que permitem evitar acidentes. A Apple, por exemplo, está testando atualmente a sua tecnologia na Califórnia.

TRF4 mantém João Vaccari preso na Lava Jato

Revista Veja

Por João Pedroso de Campos

Os três desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsáveis por revisar as decisões do juiz federal Sergio Moroem segunda instância, decidiram por unanimidade nesta quarta-feira manter preso preventivamente o ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) João Vaccari Neto. A defesa do petista havia pedido liberdade a ele alegando que Vaccari foi absolvido pelo TRF4 em um processo em junho e que a prisão dele, naquela ação, foi revogada pelo colegiado.

Relator da Lava Jato no TRF4, o desembargador João Pedro Gebran Neto, que já havia negado o habeas corpus a João Vaccari liminarmente, entende que, embora o papel de arrecadador de propinas do PT atribuído a ele pelo Ministério Público Federal nos dois processos seja semelhante, “os fatos são absolutamente distintos, como são distintos os contratos e o período investigados nas duas ações penais”.

Robinson e suas traíras

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Quem mais desgasta o governador Robinson Faria nas redes sociais em questões de segurança é um grupo de policiais recrutados e orientados por um babão que ganha do governo.

Os policiais tem acesso rápido as ocorrências policiais e detonam o governo.

Esse grupo sabe que quanto mais desgastados estiver o governo, mais dinheiro eles podem ganhar, ou seja, querem que o mar pegue fogo para comerem peixe frito.

A ordem é agonizar..

Em nota o governador diz: “Não houve da parte do governador a intenção de desmerecer o sério trabalho jornalístico”

O governador Robinson Faria esclarece em nora oficial que não quis desmerecer o trabalho da imprensa potiguar.

Está claro que o grande volume de notícias publicadas relatando assassinatos, assaltos, homicídios, execuções, explosões de caixas eletrônicas são fatos que a imprensa não pode deixar de divulgar, e nisso o governador está certo: quanto mais notícias de crimes violentos, mais a população fica amedrontada..

NOTA

A respeito da repercussão de declarações sobre a cobertura da imprensa com relação a casos de violência no Rio Grande do Norte, o Governo do Estado vem a público esclarecer que:

1 – O governador Robinson Faria sempre manteve uma relação não só de respeito, mas de amizade com a imprensa potiguar. É a imprensa uma das grandes parceiras para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte e não houve da parte do governador a intenção de desmerecer o sério trabalho jornalístico dos veículos de comunicação do nosso Estado;

2 – Ao comentar a cobertura da imprensa na área de segurança, o governador demonstra preocupação com a disseminação da sensação de medo à população, desproporcional à realidade, que já é duríssima;

3 – O combate à violência é responsabilidade do governo, que tem assumido com coragem, postura de acompanhamento e cobrança permanentes e disposição de vencer essa guerra, reflexo de uma problemática que aflige todo o país;

4 – Não há como retomar o sentimento de segurança e paz sem uma aliança inquebrantável entre governo, imprensa e sociedade.

Assessoria de Comunicação

Governo do Estado do RN

Números preliminares apontam preferência do eleitorado da grande Natal

Resultado de imagem para pesquisa eleitoral gifsUm forte grupo político e econômico do RN nadou fazer uma pesquisa de intenção de votos na Região Metropolitana de Natal.

O Blog do Primo teve acesso aos números:

O prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves está na frente com 32% numa pergunta estimulada;

A senadora Fátima Bezerra aparece em segundo lugar com 22%;

O governador Robinson Faria em terceiro com 20%,

e o desembargador Claudio Santos com 16%..

Esses números são das pessoas pesquisadas que apontaram suas preferências, mais da metade dos entrevistados não tem candidato nem intenção de votar..

Maratona política: Kelps e a ex-corredora Magnólia Figueiredo estão correndo pelos municípios do RN

A pré-candidata ao Senado da República, Magnólia Figueiredo, e o deputado Kelps Lima, presidente estadual do Solidariedade, já conversaram com pessoas em 24 cidades apenas nos dois últimos finais de semana.

“A hora é de ouvir. Sentir as expectativas das pessoas, conversar olho no olho.”, explica Magnólia Figueiredo, que foi a 4 Olimpíadas e figura na galeria das mulheres mais importantes da história do Rio Grande do Norte em todos os tempos.

“Eu e Magnólia temos uma missão nos próximos meses. As pessoas acham que nossa prioridade é disputar eleição e construir mandatos pessoais. Para mim e para ela. Nada disso. Quem pensa assim está vendo apenas o simples. Há algo mais complexo por trás de nossas viagens. Nosso interesse é estimular mais pessoas de bem a participarem da política. Que os municípios construam mais candidaturas a deputado, senador, governador, vereador, prefeito. Que os jovens se emancipem das oligarquias e dos grupos que insistem no pacote tradicional eleitoral por puro controle de poder. Queremos que a população se apodere do processo político e construa novos personagens”, explica o deputado Kelps.

No Seridó, Kelps e Magnólia foram a Acari, Caicó, Campo Grande, Cruzeta, Currais Novos,Ipueira, Jardim de Piranhas, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Serra Negra do Norte e Timbaúba dos Batistas.
Na região Oeste, Kelps e Magnólia foram a Mossoró, Apodi, Caraúbas, Itaú, Janduís, Martins, Olho D’água do Borges, Patu, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo, Umarizal e Upanema. Na foto (abaixo), eles estão fazendo selfie no sensacional Santuário do Lima, em Patu.WhatsApp Image 2017-08-08 at 13.31.31

Governadores de 3 estados podem ser processados sem aval de assembleias, diz STF

Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (9) derrubar três normas estaduais que impedem governadores de responder a ações penais sem autorização das assembleias legislativas. No julgamento, o STF entendeu que as normas da Bahia, do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal são são inconstitucionais por condicionarem a abertura de processo criminal a decisões do Legislativo local.

Em maio, o Supremo anulou normas da Constituição do Acre, da de Mato Grosso e da do Piauí pelos mesmos motivos. Com a decisão, governadores citados em casos de denúncias de corrupção como os da Operação Lava Jato e as delações da JBS e da Odebrecht poderão ser processados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), tribunal responsável pelo julgamento dos chefes do Executivo estadual.

A Corte também decidiu que o afastamento automático de governadores após abertura de ação penal não pode ser aplicado. O entendimento foi baseado no julgamento em que o Supremo definiu qie o STJ não precisa de uma decisão prévia favorável da Assembleia Legislativa de Minas Gerais para abrir ação penal contra o governador do estado, Fernando Pimentel, investigado pela Operação Acrônimo, da Polícia Federal.

“A declaração do governador desrespeita toda a classe jornalística”, diz em nota o Sindicado dos Jornalistas Profissionais do RN

A declaração do governador Robinson Faria alegando que a imprensa aumenta a sensação de segurança foi motivo desta dura nota do Sindicato dos Jornalistas. 

NOTA

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte reprova veementemente a declaração dada nesta terça-feira (8) pelo Governador Robinson Faria de que o trabalho da imprensa potiguar é um dos responsáveis pela sensação de insegurança nos cidadãos potiguares. A declaração do governador desrespeita toda a classe jornalística, além de querer mascarar uma realidade vista nas ruas do Estado e confirmada através de dados de pesquisas e instituições como o Atlas da Violência e o Observatório da Violência Letal Intencional do RN (OBVIO).

Num estado onde o número de assassinatos já se aproxima dos 1.500 só em 2017 e que facções impõem medo em diversas partes do Estado, não cabe à imprensa resolver este problema. Isto deve ser uma postura de Governo. À imprensa cabe noticiar os fatos e não omitir informações e dados públicos à sociedade, e é o que colegas jornalistas têm feito todos os dias.

Minutos após a equivocada declaração do Governador a uma emissora de rádio de Natal, um tio da primeira dama, Julianne Faria, foi baleado durante o enésimo assalto a uma farmácia da capital potiguar. Precisa dizer algo mais?

Reforçamos nosso apoio aos colegas jornalistas em seu trabalho vital para a sociedade potiguar, e nos solidarizamos com as milhares famílias e vítimas de violência no Rio Grande do Norte.

Ministério Público investiga ato do governador Robinson Faria que contrata professores sem concurso público

O Blog do Primo recebeu informação de uma provável denúncia que o Ministério Publico do RN vai apresentar por improbidade administrativa  contra o governador Robinson Faria, a secretária de Educação Claudia Santa Rosa e o secretário de Administração por nomearem 623 professores nos diversos municípios sem concurso público e com critério de indicação política por deputados e cabos eleitorais.

O assunto causou perplexidade entre os presentes numa conversa entre um de advogados. Segundo uma fonte do Blog do Primo o ato de nomeações foi publicado no Diário Oficial do Estado no dia 27 de Julho.

A mesma fonte disse que promotores de Justiça de diversos municípios coletaram declarações de muitos nomeados revelando que foram indicados politicamente e dando os nomes dos seus padrinhos. Alguma ligações de assessores do governador com deputados, prefeitos e chefes políticos negociando indicações foram grampeadas..

Parece que a bronca é grande..

Vamos aguardar os desdobramentos.

Diário oficial professores

 

 

Depois da reforma trabalhista, Rogério Marinho exige que José Agripino tire licença para seu pai assumir o Senado

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Suplente de senador, Valério Marinho e seu filho Rogério Marinho

Além dos problemas das investigações pelo MPF e Polícia Federal por suspeitas de recebimento de propinas e caixa dois em campanha, o senador José Agripino está sendo pressionado pelo deputado federal Rogério Marinho para tirar uma licença em favor do seu pai, Valério Marinho, que é suplente de Agripino, fazer um bico no Senado como suplente.

Rogério quer uma licença de 120 dias para seu pai tirar onde de senador..

Segundo o soldado Vasco, Rogério disse a José Agripino que o PSDB só votará nele na eleição do ano que vem se ele tirar licença..

Amigos do senador informaram ao Blog do Primo que José Agripino está constrangido com tamanha e descabida exigência..

Vai complicar mais Henrique Alves , delator vai detalhar suposta compra de deputados pró-Cunha

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Henrique apoiou e elegeu Cunha seu sucessor na Presidência da Câmara dos Deputados

BELA MEGALE
DE BRASÍLIA

O executivo Ricardo Saud, delator da J&F, fará um complemento de sua delação premiada em que irá relatar nomes de deputados atribuídos a valores que teriam recebido em dinheiro vivo para apoiar a eleição do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara, em fevereiro de 2015. Henrique Alves era o presidente da Câmara dos Deputados e grande articulador da eleição de Cunha.

Na ocasião, Cunha foi eleito com 267 votos. Ele ficou à frente do candidato apoiado pela então presidente Dilma Rousseff, Arlindo Chinaglia (PT-SP), que teve 136 votos.

Segundo pessoas ligadas à empresa, o próprio Saud, que na época atuava como interlocutor e lobista da J&F no Congresso, teria sido o responsável por fazer os repasses. Os pagamentos representam R$ 12 milhões dos cerca de R$ 30 milhões desembolsados pelo grupo para dar suporte a Cunha, conforme relatou Joesley Batista, sócio da empresa e também delator.

Pessoas envolvidas nas tratativas afirmaram à Folha que o lobista vai apresentar os nomes dos deputados, os valores pagos a cada um, além de informações sobre o modo que as entregas foram feitas.

Em depoimento, Joesley se limitou a dizer que o grupo atendeu ao pedido de Cunha, que em 2014 solicitou R$ 30 milhões para se eleger presidente da Câmara. “Dos levantamentos nossos, pelo que eu entendi, ele saiu comprando um monte de deputado Brasil afora”, disse.

O empresário afirmou que o valor foi pago da seguinte maneira: R$ 5,6 milhões por meio de doação oficial ao PMDB e correligionários indicados por Cunha, R$ 10,9 milhões por meio de pagamentos de notas frias em setembro e outubro de 2014 e R$ 12 milhões em dinheiro.

Há uma diferença de R$ 1,5 milhão entre a soma desses três valores (R$ 28,5 milhões) e os R$ 30 milhões, ambos citados por Joesley, mas os procuradores não questionaram o empresário sobre essa discrepância.

Em nota, a J&F não explicou a diferença de valores. Disse que “os colaboradores já apresentaram informações e documentos à Procuradoria-Geral da República e continuam à disposição para cooperar com a Justiça”.

Em seu depoimento, Joesley também disse aos investigadores que, se quisessem saber detalhes teriam que falar com Saud, o responsável pelos repasses. O assunto, no entanto, não foi explorado com o lobista nos depoimentos que se tornaram públicos.

Integrantes da J&F disseram à reportagem que Saud não explicou o fato inicialmente porque não houve tempo, mas que se comprometeu a falar sobre as entregas.

Ação penal contra Lula por obstrução da Justiça entra na reta final

 Lula (Foto: Edilson Dantas / Agencia O Globo)

MARCELO ROCHA

Em despacho desta segunda-feira (7), o juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, definiu as últimas providências na ação penal que tem como réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário José Carlos Bumlai, o ex-senador Delcídio do Amaral e outras quatro pessoas. Eles são acusados de obstruir o trabalho da Justiça ao tentar comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras e delator da Lava Jato.

De acordo com a decisão de Oliveira, após cumprida uma formalidade requerida pela defesa de um dos réus, o processo deve seguir para o Ministério Público Federal, para alegações finais. Em seguida, será a vez de os réus apresentarem os últimos argumentos contra as acusações. É a fase que antecede a sentença.

FLAGRA! Nova procuradora-geral da República tem encontro noturno com presidente Temer

Nova procuradora geral da República tem encontro noturno com presidente TemerO presidente Michel Temer (PMDB) recebeu na noite de terça-feira, 8, no Palácio do Jaburu, a nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em encontro marcado fora da agenda oficial. Raquel chegou por volta das 22 horas, em seu carro oficial. A assessoria do Planalto confirmou o encontro, gravado por um cinegrafista da Rede Globo, e disse que Temer atendeu ao pedido de Raquel para conversar sobre a sua posse no cargo, que será realizada no dia 18 de setembro, um dia depois do encerramento do mandato do seu algoz, o atual procurador, Rodrigo Janot.

“O presidente indagava sobre a data e horário possível para a minha posse, pois precisa viajar para os EUA no dia 18 de setembro, segunda-feira, para fazer a abertura da Assembleia Geral da ONU no dia 19. O mandato do PGR termina no dia 17, domingo”, disse Raquel.

O encontro de Temer e Dodge foi realizado no mesmo dia em que o presidente pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato e do caso JBS no Supremo Tribunal Federal, a suspeição – e impedimento – do  atual procurador-geral, por meio de seu advogado, o criminalista Antônio Claudio Mariz de Oliveira. Na ação, Temer alega que “já se tornou público e notório que a atuação do procurador-geral da República, em casos envolvendo o presidente da República, vem extrapolando em muito os seus limites constitucionais e legais inerentes ao cargo que ocupa”. Em entrevista ao Estado, na semana Temer também fez duras criticas a Janot e disse que as mudanças na Procuradoria-Geral da República “darão o rumo correto à Lava Jato”, explicando que “o rumo certo é o cumprimento da lei”.

Delegados repudiam tentativa do MPF em subtrair Policia Federal de negociações das delações premiadas

Resultado de imagem para Polícia federalPor Vasconcelo Quadros

A delação premiada, alçada a nova “rainha das provas” com a operação “lava jato”, virou pivô de uma nova disputa entre Polícia Federal e Ministério Público Federal. Com a ação no Supremo Tribunal Federal na qual a Procuradoria-Geral da República questiona o poder da PF para fechar os acordos, a briga saiu dos bastidores.

Depois de perder para o Ministério Público a exclusividade na condução de investigações criminais, a Polícia Federal se debate para não perder o poder de fazer acordos de delação.

Na discussão sobre a Lei das Organizações Criminosas (Lei 12.850/2013), o ministro Marco Aurélio já pediu a Leandro Daiello, diretor-geral da PF, informações quanto ao procedimento adotado pela instituição para formalização do instrumento usado para a obtenção de provas durante uma investigação. Caberá ao Plenário do Supremo Tribunal Federal decidir os limites dos protagonistas do lado do Estado para negociar e fechar acordos com políticos e empresários acusados de corrupção.

“A lei prevê expressamente que a PF tem legitimidade por uma razão simples: o delegado tem mais condições de avaliar se as informações de uma delação são úteis ou não”, diz o delegado Carlos Sobral, presidente da Associação Nacional dos Delegados da PF (ADPF).

O procurador José Robalinho Cavalcanti, presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) fala o oposto. Diz que como o MP é titular da ação penal, parte no processo e responsável exclusivo para negociar penas e prêmios ao delator, os trechos da lei são claramente inconstitucionais.

“Se a PF faz uma colaboração e o MPF não vê provas, como fica o acusado? Se ninguém pode obrigar o MPF a denunciar, então como a PF pode negociar vantagens?”, questiona Robalinho. Até agora, no entanto, a Justiça homologou acordos fechados pela PF.