Arquivo diários:20/11/2017

Investigar procurador da República, não pode; Toffoli suspende depoimento de procurador ligado a Janot na CPMI da JBS

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Eduardo Pelella, braço direito de Janot

André Richter – Repórter da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli decidiu hoje (20) suspender o depoimento presencial do procurador da República Eduardo Pelella, ex-chefe de gabinete do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS. Pelella fez parte da equipe de Janot que fechou o acordo de delação premiada da empresa e está intimado a prestar depoimento na próxima quarta-feira (22). A decisão judicial ainda não foi divulgada.

A decisão de Toffoli foi motivada por um mandado de segurança protocolado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.  No pedido, Raquel Dodge sustenta que a convocação do procurador como testemunha é ilegal, porque a real intenção da comissão é “buscar elementos para crimes e malfeitos funcionais”. Segundo a procuradora, membros do Ministério Público, assim como magistrados, não podem ser convocados para depor sobre fatos relacionados às suas atividades.

Mala de dinheiro pode não ser suficiente para determinar crime, diz diretor da Polícia Federal

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

O novo diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, criticou a investigação da PGR (Procuradoria-Geral da República), então comandada por Rodrigo Janot, que sustentou as duas denúncias contra o presidente da República, Michel Temer (PMDB).

Para Segovia, seria melhor se a maneira como foi conduzida a investigação tivesse maior transparência. Ele então criticou o que avaliou como curto tempo aplicado no trabalho.

Segundo ele, se à época a investigação estivesse sob o comando da Polícia Federal, somente o flagrante de Rodrigo Rocha Loures (PMDB), ex-assessor especial de Temer, com uma mala com R$ 500 mil em São Paulo não seria o suficiente para resolver todos os pontos do caso.

“Talvez seria bom se o Brasil inteiro soubesse e houvesse transparência maior sobre como foi conduzida a investigação. Porque a gente acredita que, se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria que durar mais tempo, porque uma única mala [de dinheiro] talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partidos e se haveria ou não corrupção”, afirmou Segovia.

Diretor da PF aponta dúvida sobre corrupção de Temer e critica pressa da PGR

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CAMILA MATTOSO
FÁBIO FABRINI
RUBENS VAENTE
DE BRASÍLIA

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, apontou dúvida sobre a conclusão de que houve corrupção por parte de Michel Temer no caso da JBS.

Em entrevista coletiva nesta segunda (20), Segovia criticou o pouco tempo dedicado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) à investigação do caso.

Para Segovia, há hoje um “ponto de interrogação no imaginário” da população sobre o papel do presidente no crime de corrupção atribuído pela PGR.

Temer foi denunciado por Rodrigo Janot, então procurador-geral, por corrupção passiva, obstrução de Justiça e organização criminosa em decorrência da delação de Joesley Batista.

“A gente acredita que, se fosse sob a égide da Polícia Federal, essa investigação teria de durar mais tempo porque uma única mala talvez não desse toda a materialidade criminosa que a gente necessitaria para resolver se havia ou não crime, quem seriam os partícipes e se haveria ou não corrupção”, afirmou.

PSB vai ao STF contra autofinanciamento de campanha

Daiene Cardoso

O PSB entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a possibilidade de os candidatos financiarem integralmente suas campanhas eleitorais. Ao questionar a nova lei eleitoral, aprovada em outubro pelo Congresso, o partido alega que o texto que passará a valer a partir de 2018 privilegia os candidatos ricos.

O texto aprovado na reforma política prevê que candidatos poderão financiar até 100% do limite de gastos estabelecidos para o cargo que concorrem. O PSB defende o estabelecimento de limites para o autofinanciamento eleitoral e pede que a Corte conceda liminar para suspender os efeitos da lei. A Adin está sob a relatoria do ministro Dias Toffoli.

CPI da JBS quer responsabilizar Miller e Janot

Uma das possibilidades é que as investigações terminem com um pedido de prisão contra Marcello Miller

Renan Truffi

A menos de um mês do fim dos trabalhos, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da JBS prepara relatórios que devem ter foco na responsabilização do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e do ex-procurador Marcello Miller por “condutas controversas”. As conclusões do colegiado miram na atuação de membros do Ministério Público Federal durante as negociações para a colaboração premiada da JBS.

A previsão é que os relatórios sejam entregues em 15 de dezembro. Os documentos, no entanto, colocam em segundo plano as revelações dos empresários contra políticos. Uma das possibilidades avaliadas pelo colegiado é que as investigações terminem com um pedido de prisão contra Miller.

O presidente da CPMI, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), e o relator, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), acertaram o cronograma para a conclusão das atividades. Por esse acordo, a comissão encerraria todas as oitivas até o dia 8 de dezembro e os relatórios seriam apresentados na semana seguinte.

 

Morre, aos 83 anos, o assassino em série Charles Manson

Charles Manson - Agência EFE
      Charles Manson abalou os Estados Unidos em agosto de 1969 com uma onda de violência

Agência EFE

O assassino em série Charles Manson, um dos criminosos mais famosos do século 20, morreu nesta segunda-feira (20), aos 83 anos, em um hospital da Califórnia, informou a irmã de uma de suas vítimas ao portal TMZ.

Manson abalou os Estados Unidos (EUA) em agosto de 1969 com uma onda de violência, na qual ele e seus seguidores, fãs de uma seita e conhecidos como “a família Manson”, mataram sete pessoas para provocar uma guerra racial.

Os crimes comoveram a sociedade americana e marcaram simbolicamente um ponto na contracultura dos anos 60 e do movimento hippie.

Entre os assassinados está a atriz Sharon Tate, que estava prestes a dar à luz o primeiro filho, fruto de sua relação com o diretor Roman Polanski.

Os assassinos usaram o sangue de suas vítimas para escrever mensagens nas paredes, enquanto seguiam as instruções que acreditavam escutar na canção Helter Skelter, dos Beatles.

Manson somava centenas de sanções por mau comportamento na prisão, onde também gravou uma tatuagem em forma de uma suástica

Natal perdeu seu grande fotógrafo

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Natal perdeu se grande fotógrafo, Jaeci Emerenciano Galvão que faleceu  aos 88 anos, após processo de falência de órgãos..

Ninguém clicou mais o RN que ele..

Seu acervo tem uma imensurável importância para nossa história, sobretudo os registros da 2ª Guerra Mundial quando ele registrou todos os importantes eventos ocorridos em Natal.

 

Guloso, Rogério Marinho jantou com Fábio Dantas

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Rogério conversando com o vice-governador Fabinho Dantas

O vice-governador Fábio Dantas foi visto jantando com o deputado saco preto Rogério Marinho no restaurante Paolo em Petrópolis..

Ocupando uma mesa de canto, falando baixinho .. Rogério Marinho estava com muita fome, Fabinho quase não comeu, apenas ouvia o astucioso  assunto do deputado saco preto. Depois da reforma trabalhista, o bucho de Rogério tem ficado cada vez maior, o deputado está guloso..

O soldado Vasco que estava disfarçado numa mesa ao lado fez força para ouvir o que eles conversavam e ouviu eles falarem muito em “Ezequiel” e “queda”.

Saco preto disse para Fabinho que até a semana santa tudo está resolvido, e perguntou: será que a Assembleia está pronta para a reforma?

 

Abusando de autoridade, promotora de Justiça é condenada por promover busca e apreensão em casa de empregada doméstica

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Um empregada doméstica será indenizada por danos morais após ser acusada de roubo pela antiga patroa, uma promotora de Justiça do Rio de Janeiro. O dano, segundo a 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, se deu por causa da falsa acusação e da diligência na casa da trabalhadora, que foi exposta a situação vexatória em frente aos seus vizinhos e familiares.

Na decisão, tomada por unanimidade, a relatora do caso, a juíza convocada Maria Helena Motta, destacou o fato de três viaturas terem ido à casa da autora da ação para procurar as joias supostamente roubadas e nada terem encontrado. Uma das testemunhas da trabalhadora confirmou essa informação.

A autora trabalhou na residência da ré por 17 anos sem qualquer reclamação sobre seu comportamento ou sobre o trabalho prestado. Mencionou ainda que a autora da ação, após deixar o emprego na casa da empregadora, foi trabalhar junto a uma amiga da reclamada, que lhe ofereceu salário melhor e, depois, passou a atuar para a irmã dessa segunda pessoa.

“Não há dúvida quanto a divulgação do fato para terceiros. Além dos familiares da empregada, dos policiais, toda a vizinhança da reclamante presenciou a execução do mandado de busca e apreensão na residência da autora, com arrombamento de porta, restando evidente o abalo psicológico e moral a que foi submetida”, disse a juíza em seus sentença.