Arquivo diários:06/08/2018

Geraldo Melo defende interiorização do turismo

Candidato ao Senado Federal, o ex-governador e ex-senador Geraldo Melo (PSDB) cumpriu agenda no município de Serra de São Bento este final de semana, onde encontrou amigos, recebeu manifestações de apoio e visitou o Festival de Inverno, evento consolidado no calendário turístico estadual. “Fomentar o turismo no interior é uma das saídas para desenvolver as economias locais. O poder público incentiva e a iniciativa privada consolida o sucesso de destinos turísticos como Serra de São Bento”, destacou Geraldo.

O turismo, lembrou Geraldo Melo, envolve mais de 50 atividades econômicas e tem o poder de mudar a realidade de regiões inteiras, gerando oportunidade e renda. “Eventos como o Festival de Inverno na Serra de São Bento devem contar com apoio integral e investimento público através de recursos dos poderes executivo e indicações do legislativo”, afirmou o pré-candidato a senador pelo PSDB. Quando foi governador do Estado, Geraldo Melo iniciou o trabalho profissional de promoção turística cujos frutos são colhidos até a atualidade.

Henrique Alves articulou nos bastidores apagando fogo na coligação Alves/Maia/Rosado

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Na reta final da montagem da coligação do candidato a governador Carlos Eduardo Alves, o ex-deputado federal Henrique Alves foi convocado para apagar incêndios.

Habilidoso, Henrique Alves amenizou e superou uma briga entre o candidato a governador Carlos Eduardo Alves e Carlos Augusto Rosado, pai do candidato a vice-governador Kadu Rosado.

Uma fonte do Blog do Primo disse que existiram duas convenções, uma oficial no Palácio dos Esporte e outra informal no apartamento de Henrique Alves onde foram formalizados os entendimentos políticos.

Henrique também tentou de todas formas usando seu prestigio político influenciar em Brasília nas posições de pequenos partidos ..

Gilmar critica caráter ‘fascistoide’ da Lava Jato: “Juiz não é auxiliar de promotor”

 O ministro Gilmar Mendes foi entrevistado no programa Poder em Foco, no SBT

Do UOL, em São Paulo

O ministro Gilmar Mendes foi entrevistado no programa Poder em Foco, no SBT

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes criticou o caráter que chamou de ‘fascistoide’ assumido pela operação Lava Jato. “Há uma prática fascistoide quando eles não podem mais ser questionados. Ela tem méritos inegáveis, assim como outras operações. Mas todos nós estamos sujeitos a críticas”.

Segundo ele, em parte isso se deve ao formato de força-tarefa, assumido desde o princípio da operação. “Esse modelo de força-tarefa, quando há um promotor, um delegado, um juiz para chamar de seu é uma ameaça ao estado de direito. Juiz é órgão de controle e não auxiliar de promotor nem de delegado”, disse. As declarações foram feitas no programa Poder em Foco, exibido pelo SBT na madrugada desta segunda (6).

Gilmar disse esperar que esses temas voltem a ser discutidos durante a gestão do ministro Dias Toffoli à frente do Supremo. Toffoli assume a presidência da corte, no lugar de Cármen Lúcia, a partir de setembro deste ano.

“O ministro terá esse desafio de reatar as relações entre os poderes que ficaram muito truncadas nos últimos tempos. Todos nós queremos mais segurança jurídica. Chegou um momento em que houve um colapso do Executivo e do Legislativo, daí o aumento do protagonismo do Judiciário”.

Questionado sobre o aumento do poder do Supremo nos últimos anos, o ministro disse que parte da responsabilidade por esse fenômeno é dos políticos, que buscam a intermediação de questões que, na visão dele, deveriam ser resolvidos em outros âmbitos.

“O STF é um dos tribunais mais empoderados do mundo, com o controle abstrato de normas e como esse excesso de judicialização. Os políticos levam tudo para o Supremo e nós aceitamos, um pouco inebriados. Será que não está havendo aí um exagero? As pessoas levam as questões para o tribunal e o tribunal aceita. O limite de poder do judiciário tem que estar na Constituição. É importante perceber que estamos invadindo certas atribuições de outros poderes”, disse.

Lula

Com relação à pretensão do PT de registrar o ex-presidente Lula como candidato às eleições deste ano, Gilmar disse que o Supremo não deve se manifestar no momento. “Essa é uma agenda que não está colocada agora”. No entanto, acrescentou que, para ele, “a inelegibilidade do ex-presidente é ‘aritmética’ porque ele tem uma condenação em segundo grau”. Essa inelegibilidade é prevista na Lei da Ficha Limpa, que o ministro disse pessoalmente ser contra, mas cuja constitucionalidade já foi confirmada pelo STF. “Essa questão está pacificada, a meu ver”, afirmou.

O ministro repetiu a crítica à prisão em segunda instância. “Dissemos que isso era uma possibilidade, mas passou a ser uma ‘regra de ouro’, especialmente na Lava Jato. A partir desse caso, penso que precisamos reavaliar isso para assentar o assunto. Não mudei de posição. O que queríamos era que, em determinados casos, se permitisse a execução da pena. Mas se tornou uma coisa generalizada”, disse.

PCdoB desiste de candidatura presidencial e faz acordo com PT

Resultado de imagem para Manuela D’Ávila,Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil  São Paulo

O PCdoB desistiu da candidatura própria à Presidência da República, com a deputada estadual do Rio Grande do Sul,Manuela D’Ávila, para se coligar ao PT nas eleições deste ano.

Na última quarta-feira (1º), a deputada chegou a ser confirmada pelo  partido como candidata à Presidência da República. No final da convenção, entretanto, ela já havia adiantado que abriria mão de disputar o carto caso houvesse unidade de outros partidos da esquerda que pretendessem concorrer ao pleito.

Nas negociações feitas neste domingo (5) com o PT, ficou acordado que Manuela irá viajar o país junto com o candidato Fernando Haddad, escolhido para vice na chapa petista, para fazer campanha em nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aclamado no sábado como candidato.

Segundo a presidente do PCdoB, Luciana Santos, a decisão do partido foi tomada em nome da unidade. “Manuela disse que nunca foi óbice a qualquer tipo de unidade política. Nós estamos construindo a unidade política que foi possível construir no primeiro turno, com a participação e liderança de Lula. Isso por uma circunstância objetiva, até que se definam as pendências legais”, destacou Luciana.

A presidente do PT, Gleisi Hoffman, disse que a decisão de escolher um candidato a vice-presidente do próprio partido foi para garantir que a representação de Lula seja feita por um de seus membros. “[Isso foi decidido] na avaliação que fizemos para assegurar a manifestação do presidente Lula. E vamos com a candidatura de Lula até as últimas consequências: a vocalização de sua campanha será feita com um companheiro do PT”, afirmou.

STF pode julgar esta semana pedido de liberdade de Lula

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Por André Richter – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) pode julgar nos próximos dias o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele aguarde em liberdade o julgamento de recursos contra sua condenação na Operação Lava Jato. Em função da condenação a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba desde 7 de abril.

O julgamento pode ocorrer na próxima quinta-feira (9), antes de o PT registrar a candidatura de Lula na Justiça Eleitoral para concorrer à Presidência da República, fato que deve ocorrer no dia 15 de agosto, último dia previsto pela legislação eleitoral.

José Agripino terá uma votação controlada

O senador José Agripino Maia planejou sua eleição para deputado estadual focando nos municípios que são controlados por prefeitos do DEM.

O senador vai controlar sua votação sem cometer exageros, basta ele ganhar e não haverá necessidade de provocar sobras de votos para eleger o deputado Beto Rosado que é candidato do casal Rosalba e Carlos Augusto Rosado.

José Agripino não fará nenhum esforço para beneficiar Rosalba e Carlos Augusto que vetaram sua candidatura à reeleição..