Arquivo diários:20/08/2018

Ibope: Doria e Skaf têm empate técnico em São Paulo

Estadão Conteúdo

Os candidatos ao governo do Estado de São Paulo nas eleições 2018 João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB) estão empatados tecnicamente, segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada nesta segunda-feira, 20. A margem de erro da pesquisa é de três pontos porcentuais.

Entre os eleitores paulistas, 20% afirmaram ter preferência por Doria, e 18% por Skaf. O candidatos Márcio França (PSB) aparece com 5% e Luiz Marinho (PT), com 4%.

Em seguida, estão os candidatos Major Costa e Silva, do DC (3%), Professora Lisete, do PSOL (2%), e, com 1%, Marcelo Cândido (PDT), Prof. Claudio Fernando (PMN), Rodrigo Tavares (PRTB) e Toninho Ferreira (PSTU). Os candidatos Edson Dorta (PCO) e Rogerio Cheque (Novo) não pontuaram. Já nulos e brancos somam 29%, enquanto os que não souberam responder ou não opinam chegam a 15%.

Morre segundo militar do Exército em operação na zona norte do Rio

Por Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil*  Rio de Janeiro

Mais um militar do Exército morreu no final da tarde de hoje (20) durante operações contra o crime organizado nos complexos do Alemão, da Penha e Maré, na zona norte do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada há pouco pelo Comando Militar do Leste (CML), mas a identidade do militar ainda não foi divulgada.

De acordo com balanço da operação do comando conjunto das Forças Armadas, que começou na madrugada de hoje, com as polícias Civil e Militar, o cabo do Exército Fabiano de Oliveira Santos morreu, após ser atingido no ombro por um tiro de fuzil. Ele foi o primeiro militar do Exército morto no contexto da intervenção federal na segurança pública do Rio, iniciada em fevereiro deste ano.

Lula cresce, lidera e alcança 37,3% das intenções de voto, diz pesquisa MDA/CNT

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Estadão Conteúdo

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva alcançou 37,3% das intenções de voto, segundo pesquisa do instituto MDA em parceria com a Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta segunda-feira, 20. Mesmo condenado no âmbito da Operação Lava Jato e preso, o petista continua crescendo na preferência eleitoral e saltou de 32,4%, em maio, para 37,3% neste momento.

Atrás de Lula, aparecem Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8%, e Marina Silva (Rede), com 5,6%.

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, está em 4º lugar no levantamento, com 4,9% das intenções. Ciro Gomes, do PDT, aparece atrás do tucano, com 4,1%.

Depois deles, a pesquisa ainda registra Alvaro Dias (PODE), com 2,7%, e Guilherme Boulos (PSOL), com 0,9%.

O candidato do Novo, João Amôedo, tem 0,8%, mesmo porcentual de Henrique Meirelles (MDB). Já o candidato do Patriota, Cabo Daciolo, teve 0,4%, seguido de Vera, do PSTU, com 0,3%, João Goulart Filho (PPL), com 0,1%, e José Maria Eymael (DC), com 0,0%.

O número de pessoas que mostraram intenção de votar branco ou nulo está em 14,3%. Os indecisos representam 8,8% dos entrevistados.

A pesquisa não considerou um cenário sem a participação do ex-presidente Lula.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados não recebem os nomes dos candidatos previamente, Lula (PT) também lidera, com 20,7%; Jair Bolsonaro segue em segundo, com 15,1%, e Geraldo Alckmin aparece em terceiro, com 1,7%. Neste cenário, aparecem ainda Alvaro Dias, com 1,3%, e Marina Silva, com 1,1%.

Ainda houve o registro de 1,4% de intenções em “outros”. Brancos e nulos têm 18,1% e indecisos alcançam 39%.

Esta edição da pesquisa da CNT/MDA está registrada no Tribunal Superior Eleitora (TSE) sob o número BR-09086/2018.

Foram realizadas 2.002 entrevistas em 137 municípios de 25 Unidades da Federação entre os dias de 15 e 18 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, considerando o nível de confiança de 95%.

Candidato a governador Carlos Eduardo Alves também passou vexame no município de Luís Gomes

Não está fácil para o candidato a governador Carlos Eduardo Alves, ele não consegue juntar o povo nos seus comícios para fazer suas pregações.

Acompanhado pelo seu vice-governador Kadu Rosado, a dupla passou por duas grandes decepções neste final de semana: uma em Rafael Fernandes e a outra no município serrano Luís Gomes também na Tromba do Elefante..

Conforme revela foto e vídeo, o comício do candidato do acordo Alves/Maia/Rosado foi um grande fracasso..

Nossa fonte Babalu, que cobriu os comícios e programação dos candidatos, disse que tinha mais Hilux, Land Rover e Pajeros que eleitor..

 

 

 

Campanha de Robinson começará na quinta-feira na Tromba do Elefante

O governador Robinson Faria passou todo  final de semana reunido com sua equipe organizando o início de sua campanha..

Robinson vai colocar sua campanha na rua na próxima quinta-feira..

O ponta pé inicial será exatamente na Tromba do Elefante no município de Tenente Ananias, foi lá que ele iniciou sua campanha 2014..

Depois que passar pela Região Oeste, Robinson vai ao Seridó no município de Cruzeta onde também vai fazer comício e passeata..

No sábado, Robinson estará na Região Agreste, em Goianinha, mas sua agenda poderá mudar caso seja confirmada uma forte adesão à sua candidatura na Região Oeste..

No Domingo, o governador estará na Região do Potengi..

Será bom para comparar seus comícios com os promovidos pelo candidato Carlos Eduardo Alves..

Será um teste para saber se Robinson está desgastado e tal rejeitado como dizem os seus adversários..

Prefeito do RN, um dos únicos do PSOL, vira alvo de processo de impeachment

Político, que diz ter sido vítima de preconceito na campanha por ser gay, afirma que é perseguido por ter cortado benefícios

Joelmir Tavares

FOLHA DE SÃO PAULO

A primeira metade do mandato do professor Oton Mário, 43, como prefeito de Jaçanã (a 150 km de Natal) teve festa pela derrocada de líderes políticos locais, bate-boca com vereadores e rompimento com a vice —após uma intriga no WhatsApp, ele trancou a sala que ela usava.

A próxima metade dependerá de como essas peças vão se organizar depois do resultado do processo de cassação que a Câmara abriu em julho contra o prefeito, um dos dois eleitos pelo PSOL no país em 2016.
O outro vitorioso da legenda foi em Janduís, também um município potiguar.

Gay e colega de partido do presidenciável Guilherme Boulos, Oton venceu com 49% dos votos após uma campanha barata, na qual o baixo orçamento rendeu a ele o apelido de “Liso”. Andou tanto pedindo voto que perdeu 7 kg.

“Nem o partido acreditava na gente. Achava que era um louco que queria se aventurar”, diz ele ao receber a Folha em seu gabinete numa manhã de quinta-feira, dias atrás.

O prefeito não é psolista fervoroso —nem tem certeza se fará campanha para Boulos. Foi parar na sigla por se identificar com algumas bandeiras, como o apoio à causa LGBT.

“Sou muito cobrado para ser mais militante, mas não foi por causa do partido que venci. Digo [às lideranças]: ‘Vocês estão na capital. As lutas, contextos e demandas são distintas. Aqui no chão, onde as coisas acontecem, é diferente’.”

Oton Mário de Araújo Costa, prefeito de Jaçanã (RN). Filiado ao PSOL, ele é alvo de um processo de impeachment após contrariar interesses de vereadores. Ele veste uma camisa branca de mangas curtas e está em frente a uma parede onde está pintado um cenário nordestino.
Oton Mário de Araújo Costa, prefeito de Jaçanã (RN). Filiado ao PSOL, ele é alvo de um processo de impeachment após contrariar interesses de vereadores – Canindé Soares/ Folhapress

Na campanha, enquanto a única ajuda vinda do PSOL eram “uns santinhos”, enfrentava ataques, muitos à boca miúda, por ser homossexual.

“Usaram isso para me denegrir. ‘Ah, quem vai ser a primeira-dama?’ É porque não tinham nada contra minha índole.” Segundo ele, que diz estar solteiro, o preconceito só deu as caras durante a disputa. Hoje em dia, é respeitado.

Fala que, na rotina da prefeitura, estão presentes bandeiras do PSOL como “honestidade, não se corromper, não trabalhar com propinas”. Oton circula nas ruas entre acenos e sorrisos e diz que uma pesquisa lhe dá 80% de aprovação.

Então por que a Câmara Municipal abriu um processo de impeachment contra ele?

O prefeito afirma ser vítima de perseguição por ter cortado regalias de vereadores e cruzado o caminho da classe política jaçanaense. “Não aceitam terem perdido para alguém sem tradição”, diz.

No balcão de sua farmácia, em frente à Câmara, o ex-vereador Gilberto Silva, 62 (que já foi do PFL e do PSB), resume: “Toda vida teve toma lá, dá cá. O vício da política é triste. Os vereadores se doeram porque perderam a participação no governo. Foi isso”.

Silva é espectador privilegiado dos protestos às terças, dia de sessão do Legislativo, desde que a cassação entrou na pauta. Vídeos mostram a multidão gritando “não vai ter golpe” e “fora, golpistas”.“A maioria das pessoas está a favor do prefeito”, diz o comerciante. “Quando assumiu, ele foi muito macho em falar: ‘Não preciso de vereador para trabalhar e para cumprir minhas promessas’”, relembra.

Oton afirma que não foi bem isso. Que não menosprezou o Legislativo (como o gesto foi entendido), só falou que são dois poderes independentes e que a relação iria mudar.

O presidente da Câmara, José Gelzo (MDB), nega a troca de favores. “É uma suposição que ele faz. Colegas querem entrar na Justiça para ele provar que acontecia isso, esses agrados.”

Oton diz que suspendeu privilégios como o direito de cada vereador de nomear três servidores no município. “Eles tinham auxílio-medicamento, acesso livre ao posto de gasolina. Abasteciam e a conta vinha para cá, sendo que a Câmara tem recursos”, relata.

Dos nove vereadores, seis votaram a favor de abrir o processo de cassação. A decisão final deve ser em setembro.

A denúncia lista uma série de problemas de ordem administrativa, como irregularidades em licitações e em compras da prefeitura. Oton contestou as acusações no microfone da Câmara e por escrito.

“Sei que eu não fiz nada errado”, diz. “Se tem algum erro, foi feito por pessoas ligadas a mim e por ingenuidade. Não foi para desviar recursos, para enriquecimento ilícito.” Ele sustenta que os fatos poderiam ser investigados em uma CPI, sem apelar direto à cassação, que “é coisa muito séria”.

Oton chegou ao cargo botando gente jovem em cargos de chefia (os secretários, muitos seus ex-alunos, têm em torno de 30 anos) e tentando ouvir os 8.000 habitantes mais do que outros prefeitos.

Entre os feitos cita contratação de médicos, climatização de salas de aula, operação tapa-buraco, revitalização de praças e reforma de calçamentos e do mercado público.

Logo que foi empossado, Oton fez uma varredura em busca de funcionários fantasmas. “Tinha mais de 30 apadrinhados. Até gente que mora em São Paulo e recebia salário”, diz ele. “Passavam de uma gestão para outra.”

A prefeitura está nas mãos dos mesmos grupos há 50 anos. Na parede, a galeria de fotos dos ex-prefeitos repete sobrenomes como Farias e Silva.

O professor derrotou nas urnas um ex-prefeito com dois mandatos no currículo e um ex-presidente da Câmara Municipal —com as candidaturas barradas pela Justiça perto do dia da votação, ambos colocaram as respectivas esposas no lugar.

Oton acusa a vice, Josiane Silva (PV), de tramar o impeachment em parceria com poderosos locais. O estopim da briga, relata, foi a descoberta de que ela vazava conversas do grupo de WhatsApp da prefeitura para um opositor.

Ele diz também que o autor da denúncia, um morador que “mal sabe assinar o nome”, foi usado como laranja. A reportagem procurou Francisco Genilson da Silva por telefone e na casa dele, mas não o achou. Parentes dizem que ele está trabalhando como pedreiro em uma cidade vizinha.

Josiane não vai à prefeitura desde abril, quando a fechadura de sua sala foi trocada. Ela falou à Folha no portão de casa, se defendeu das acusações e disse ser ameaçada pelo prefeito e seus apoiadores.

A vice nega ter intenção de prejudicá-lo para assumir o cargo. Fala que virou alvo por ter feito “um trabalho social como nunca um vice fez” na cidade. “O que faltou nele [Oton] foi humildade. Ele é um ser humano desumano.”

“Eu não posso sair de casa, me xingam em rede social”, afirma, chorando. “Oton abandonou o grupo que colocou ele lá, falou mal de vereador. Aí joga a conta em mim?”

Cadê o povo? Comício desmantelado de Carlos Eduardo Alves no município de Rafael Fernandes

No município de Rafael Fernandes na Tromba do Elefante, totalmente controlado pelos caciques Alves e Maia há 50 anos, não deu para o candidato a governador do acordão Alves/Maia/Rosado, Carlos Eduardo Alves formar um comício.

Apesar do prefeito, Leonardo Rego e seu pai deputado estadual Getúlio Rego terem convocados os servidores da Prefeitura de Pau dos Ferros, o comício foi um fiasco.

Analistas políticos da Região Oeste disseram ao Blog do Primo que além da inexpressiva presença popular, o discurso do candidato Carlos Alves foi horroroso, ele citou o nome de Micarla 4 vezes, disse nossa fonte.

Há 15 dias, Carlos Eduardo Alves, Garibaldi Alves e José Agripino também passaram por um vexame numa reunião no Clube Edem em Pau dos Ferros..

O clima não é bom para o candidato Carlos Eduardo Alves, parece que ele vai no mesmo caminho da eleição de 2010, quando foi candidato a governador e ficou em terceiro lugar com uma votação irrisória, diz o primo Babalu que é grande analista político da Tromba do Elefante..

Ezequiel participa de reunião em João Câmara, no Mato Grande

Na manhã deste domingo (19), o deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), candidato a reeleição, participou de encontro com populares e amigos do vereador Flávio Sami (PSD), de João Câmara, na região do Mato Grande. Sami vem se destacando no seu primeiro mandato.

Ezequiel fez visitas antes do encontro com amigos e apoiadores do vereador Flávio Sami, que levou o deputado Ezequiel Ferreira para o Café do Banzay, no Centro de João Câmara.

“Aqui chegou viatura para a Polícia Civil tanto para atender João Câmara como todo o Mato Grande. Uma ambulância Semi-UTI passou a contribuir com o transporte de pacientes das Unidades de Pronto-Atendimento para o Hospital Regional de João Câmara, sempre lembrado em minhas reuniões na Secretaria Estadual de Saúde para recomposição do abastecimento do hospital”, citou Ezequiel, durante a prestação de contas do mandato.

 O  deputado saco preto Rogério Marinho e o  candidato ao Senado Federal, Geraldo Melo (PSDB), também fizeram parte da comitiva integrada ainda pelo vice-prefeito de Bento Fernandes, Robenilson Júnior (PSDB) e o presidente da Câmara, Deca Professor, além do vereador de Taipu, Aluízio Viana Filho (PSDB).

Concursos públicos oferecem 18.812 vagas com salários de até R$ 27,5 mil

Do UOL, em São Paulo

Os concursos públicos oferecem 18.812 vagas em várias regiões do país. Existem oportunidades em diversos cargos, destinadas a candidatos de todos os níveis de escolaridade. As remunerações iniciais podem chegar a R$ 27,5 mil, dependendo da função desejada.

Clique aqui para ver a lista completa de concursos disponíveis nesta semana e com inscrições abertas nos próximos dias, com todas as opções.

Veja abaixo as 18.812 vagas em concursos

Tribunal Regional Federal da 2ª Região (RJ e ES) – Vagas: 10 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 27.500,17 / Inscrição: até 23/8 / Mais informações aqui

Tribunal de Justiça (MT) – Vagas: 9 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 23.577 / Inscrição: até 26/9 / Mais informações aqui

Secretaria de Estado da Fazenda (GO) – Vagas: 28 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 20.940 / Inscrição: até 24/8 / Mais informações aqui

Prefeitura de Romelândia (SC) – Vagas: 12 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 1.019 a R$ 20.421 / Inscrição: até 18/9 / Mais informações aqui

Prefeitura de Rio das Antas (SC) – Vagas: 36 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 1.390 a R$ 17.344 / Inscrição: até 30/8 / Mais informações aqui

Prefeitura de Tapejara (PR) – Vagas: 22 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.402,16 a R$ 15.296,47 / Inscrição: até 10/9 / Mais informações aqui

Procuradoria-Geral do Município de João Pessoa (PB) – Vagas: 4 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 12 mil a R$ 14.520 / Inscrição: até 6/9 / Mais informações aqui

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Moro faz a própria defesa ao CNJ sobre guerra de decisões para manter Lula preso

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Painel/Folha de São Paulo

 Diferentemente dos juízes federais João Pedro Gebran Neto e Rogerio Favreto, do TRF-4, Sergio Moro não constituiu advogado para prestar informações ao CNJ, que apura a guerra de decisões num domingo de plantão para soltar e manter Lula preso.

Moro entregou sua defesa ao CNJ há cerca de dez dias. A corregedoria do conselho pediu explicações sobre a atuação dos três juízes que se enfrentaram na ocasião.