Arquivo diários:02/09/2018

Deputado saco preto Rogério Marinho é simpatizante da candidatura de Carlos Eduardo Alves

O famoso deputado saco preto, conhecido como o maior inimigo dos trabalhadores e professores do Brasil está muito longe da campanha do governador Robinson Faria..

Alias, nenhum candidato a governador quer o deputado Rogério Marinho no palanque..

Comenta-se que o deputado Rogério Marinho é simpatizante da candidatura de Carlos Eduardo Alves e já mandou seu sobrinho-primo, prefeito de Nísia Floresta, Daniel Marinho aderir à candidatura de Carlos Alves. 

 

José Agripino Maia escapole da campanha de Carlos Eduardo Alves e faz comícios sozinho

Ninguém mais ver o senador José Agripino Maia nos comícios do candidato a governador Carlos Eduardo Alves.

José Agripino que disputa uma cadeira na Câmara dos Deputados está fazendo sua campanha independente, diz um assessor de José Agripino ao Blog do Primo.

Neste sábado ele fez uma programação com o deputado estadual Nelter Queiroz..

Amigos dizem que Agripino tem reclamado do desmantelo e arrogância do candidato Carlos Alves..

 

Prefeito de Pureza declara apoio a Geraldo Melo

A candidatura de Geraldo Melo (PSDB) cresce diariamente em todo o interior do Rio Grande do Norte. O prefeito do município de Pureza, Neto Moura (PRB), declarou apoio ao ex-governador e ex-senador. O parceria vem fortalecer as bases do candidato na região do Mato Grande do Estado.

O prefeito compreendeu a mensagem de campanha de Geraldo de unificar o país, trabalhar pela segurança e garantir uma legislação mais eficaz. O apoio é fruto do reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo candidato durante anos de dedicação ao Rio Grande do Norte.

Robinson intensifica campanha em Natal e Agreste

O governador Robinson Faria dedicou este final de semana para intensificar sua campanha em Natal e na Região Agreste.

Ontem, sábado (1), Robinson Faria e Geraldo Melo reuniu-se com seus militantes na Casa 55 onde funciona o escritório da campanha em Natal. Cerca de 1.000 lideres comunitários e pessoas ligadas aos movimentos sociais estivarem presentes, na ocasião também foi comemorado o aniverário do deputado federal  Fábio Faria.

No período da tarde, o governador Robinson Faria participou de um grande arrastão no Bairro das Rocas com candidatos da sua coligação.

Após percorrer várias ruas no Bairro das Rocas, o governador Robinson Faria foi ao municio de Monte Alegre onde foi recebido pelo prefeito Severino da Irmã Dulce e seu filho candidato a deputado estadual Kleber Rodrigues.

Confira imagens:

Casa 55
Casa 55 em Natal
Arrastão no Bairro das Rocas em Natal
Passeata em Monte Alegre
Comício em Monte Alegre

Decisão do TSE sobre Lula é um “trauma e MDB é uma organização criminosa”, diz Ciro Gomes

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Candidatos do MDB de Temer no RN – Carlos Alves e Garibaldi Alves

BAND

O candidato à Presidência da República Ciro Gomes (PDT) se disse triste e classificou, neste sábado, 1º, como “trauma” a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de impugnar a candidatura do ex-presidente Lula (PT). No entanto, afirmou que o esclarecimento pelo tribunal dará clareza ao processo eleitoral desde já, evitando um tumulto maior às vésperas do primeiro turno, o que, segundo o pedetista, poderia ameaçar a democracia.

“Ter o maior líder popular do País proibido de participar do processo eleitoral é um trauma. No entanto, como em toda tragédia, há um lado bom. Eu estou triste, mas agora pelo menos temos mais clareza do processo eleitoral” declarou em evento de campanha em Curitiba. Ciro também fez críticas ao MDB afirmando que “esse partido é uma organização criminosa e que precisa ser extirpado da vida política brasileira”.

Carlos Eduardo Alves não esquece Micarla, até em São Paulo do Potengi ele falou nela

Neste sábado(01/09), o candidato a governador pela coligação Alves/Maia?Rosado, ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo,  apresentou propostas a comerciantes, feirantes e consumidores em São Paulo do Potengi, a cerca de 60 km da capital.

Sempre falando em Micarla, , em breve pronunciamento, reafirmou a importância da escolha certa nas eleições de outubro que deve ser baseada na experiência administrativa, reconhecida nas suas quatro gestões na Prefeitura de Natal.

Campanha de Jair Bolsonaro é marcada por intrigas e improviso

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Igor Gielow
FOLHA DE SÃO PAULO

“Isso aqui tem tudo para dar errado. Talvez por isso esteja dando certo até aqui.”

A frase, do candidato ao Senado Major Olímpio (PSL-SP), resume talvez à perfeição a mais inusual campanha política majoritária da história: a de Jair Bolsonaro a presidente.

Totalmente descentralizada, sem tesoureiro ou marqueteiro formais, a estrutura do presidenciável do PSL está coalhada de intrigas, desavenças e instâncias concorrentes de decisão. Uma confusão, como define com termo menos publicável outro membro de destaque da trupe, que pede para não se identificar.

Ao fim, quem tem a palavra definitiva da campanha é Bolsonaro, que percorre há mais de dois anos o país e as redes sociais instilando sua mensagem, com sucesso revertido no primeiro lugar das campanhas sem Lula (22% no mais recente Datafolha).

“O zero-um é quem decide”, diz Olímpio, presidente estadual do PSL paulista, usando a sigla policialesca para o chefe de uma unidade militar. Os zeros seguintes na estrutura são os filhos de Bolsonaro, o deputado federal Eduardo (PSL-SP), o vereador carioca Carlos (PSL) e o deputado estadual Flávio (PSL-RJ).

Eduardo e Flávio são estrategistas políticos e transmitem as ordens do pai. Não sem ruídos, já que o presidenciável costuma discordar deles.

Só silencia quando o outro filho, Carlos, fala grosso.

Chefe da estratégia digital vitoriosa até aqui do pai, ele é a mão forte invisível da empreitada ao Planalto. A mulher de Bolsonaro, Michelle, divide com ele o papel de “firewall”: controla quem tem acesso ao recesso do lar do presidenciável no Rio de Janeiro.

Ela veta a presença de políticos na casa da família, num condomínio de luxo na Barra (Rio). Na terça passada (28), por exemplo, Bolsonaro preparou-se para a entrevista no Jornal Nacional da Rede Globo na casa de Carlos, que mora no mesmo condomínio.

Ainda assim, para irritação de muitos aliados do polêmico candidato, o acesso a Bolsonaro tem barreiras adicionais.

A primeira, fora do quartel-general familiar, é o núcleo partidário. Gustavo Bebianno, o advogado de Bolsonaro no processo em que ele é réu por ter dito que não estupraria a petista Maria do Rosário, virou presidente interino do PSL por ordem do presidenciável e assumiu o papel de cão de guarda dele.

Na tarde da entrevista da Globo, ele vetou a presença de aliados na casa de Carlos. A Folha procurou o candidato, mas não obteve resposta.

“Não é uma campanha comum”, admite Letícia Catel, secretária-geral do PSL em São Paulo. Amiga de um curso de pós-graduação de Eduardo e, como ele, praticante de tiro, ela emergiu como eminência parda no entorno do candidato.

“Falo diretamente com o Jair, mas é tudo de forma orgânica. Ajudo a coordenar a campanha em São Paulo”, afirma. A agenda de Bolsonaro, por sua vez, é tocada pela mulher de Bebianno, Renata —com supervisão de Michelle.

Letícia negociou em nome do candidato participações em debate e protagonizou um bate-boca de rede social com uma jornalista, mas nega ser uma assessora. “Não existe ninguém que possa dizer que assessora o candidato. Nada é oficial, eu não ganho um centavo”, afirma.

Olímpio e Luiz Antonio Nabhan Garcia, o presidente da UDR (União Democrática Ruralista) e um dos principais conselheiros de Bolsonaro, a desautorizam. “Ela não fala pelo partido, não é minha escolha no PSL-SP. Se falar, passa por cima de mim”, diz o candidato a senador. “Infelizmente, isso acontece em campanhas. Mas ela não é da coordenação”, afirma o ruralista.

Ambos, contudo, elogiam Bebianno, que esteve em conflito no mês passado com o QG da família pela questão da participação ou não em debates. Houve uma pressão, coordenada por aliados mais moderados do grupo, para que o general da reserva Augusto Heleno assumisse a coordenação da campanha.

Bolsonaro manteve Bebianno, negou publicamente a crise, e seus filhos ordenaram o fim da querela. As críticas acabaram focadas em Julian Lemos, vice nacional do PSL, que estava “muito aparecido”, como diz um integrante do núcleo empresarial da campanha. Com efeito, Lemos se retirou para sua campanha a deputado pelo PSL-PB. Ele e Bebianno não concederam entrevistas.

Essa facção do empresariado acompanha a escalada de Bolsonaro há tempos. Seus dois primeiros apoiadores explícitos foram Fábio Wajngarten e Meyer Nigri, expoentes na comunidade judaica paulistana. O primeiro tem uma empresa de análise de mídia e auxilia nos contatos do presidenciável na área, além de ajudar na sua comunicação.

Após a decisão do TSE, o que pode acontecer com a candidatura do PT?

Candidatura do ex-presidente Lula foi barrada pela Justiça EleitoralDo UOL, em São Paulo

A decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de barrar a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto é apenas um ponto que levará a outras tomadas de decisão nos próximos dias.

Por determinação do ministro Luís Roberto Barroso, aceita pelo plenário da Corte, o PT terá dez dias corridos para escolher um novo candidato.

Mas não é apenas este ponto que ficou pendente a partir da decisão da Justiça Eleitoral.

Agora, é preciso definir se e onde a defesa vai recorrer da decisão. O horário eleitoral do PT continua valendo, mas sem poder pedir voto. E a composição da chapa ainda poderá ser redefinida.

Entenda o que pode acontecer a partir de agora:

Onde recorrer

A defesa de Lula pode recorrer ao próprio TSE, mas apenas com embargos de declaração, um tipo de recurso que serve apenas para corrigir omissões ou contradições nos votos dos ministros. Esse recurso não muda a decisão de barrar a candidatura do ex-presidente.

Os advogados também podem optar por recorrer diretamente ao STF (Supremo Tribunal Federal). Entrar com a ação, porém, não irá suspender o indeferimento do registro decidido pelo TSE. Lula continuaria barrado para a disputa. Para isso acontecer, porém, o PT, em tese, não poderá alterar a cabeça de chapa, tendo de manter Lula.

O TSE já deu prazo de dez dias corridos –ou seja, até 12 de setembro– para que a coligação decida sobre a substituição. Caso contrário, o partido não terá representante na eleição.

DEFESA DE LULA NEGA MANOBRAS PARA ADIAR JULGAMENTO

Horário eleitoral

A coligação formada por PT, PCdoB e PROS manterá seu tempo no horário eleitoral e nas inserções nas programações de rádio e televisão.

O que muda com a decisão do TSE é que Lula não poderá aparecer como candidato, ou seja, fazer campanha, pedir votos para si. Foi o que aconteceu na estreia da propaganda do PT no horário eleitoral na televisão neste sábado (1º). A imagem do ex-presidente está liberada para aparecer desde que não indique que ele esteja na disputa pelo Planalto.

Ou seja, até a definição do PT sobre substituir ou não Lula, o horário eleitoral não poderá ser utilizado para pedir votos para a coligação. Caso até dia 12 de setembro a coligação não tenha trocado Lula por outro político, o tempo destinado à candidatura deverá ser redistribuído entre os outros 12 presidenciáveis.

Composição da chapa

O TSE deu prazo de dez dias corridos para a coligação trocar Lula por outro candidato. O período passa a contar a partir de domingo (2) e se encerra às 23h59 de 12 de setembro, uma quarta-feira. Se não trocar o candidato até lá, o partido perde seu tempo de televisão.

Desde o início, ficou acertado entre PT e PCdoB que a deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB-RS) assumiria a vice a partir da definição da candidatura de Lula no TSE. Neste sábado (1º), a presidente nacional do partido, Luciana Santos, indicou que a chapa continuaria com ou sem Lula como candidato. A tendência é que o atual vice, o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad (PT), assume a cabeça de chapa, tendo a companhia de Manuela.

Além disso, uma questão em aberto é o valor gasto pelo partido na campanha. Neste ano, o dinheiro usado pelas siglas é público. Ainda não se sabe se a quantia deverá ser devolvida ou não. O TSE precisaria se reunir para discutir o tema.

O PT destinou R$ 20 milhões para a campanha de Lula. Até o momento, declarou ter gasto quase R$ 19,8 milhões.