Arquivo diários:10/09/2018

Bolsonaro mantém liderança da corrida com 24% após ataque, diz Datafolha

Ricardo Balthazar
SÃO PAULO

O deputado Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança da corrida presidencial após o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão e o atentado que sofreu na semana passada, de acordo com a nova pesquisa realizada pelo instituto Datafolha.

Segundo o levantamento, Bolsonaro tem 24% das intenções de voto. O presidenciável foi esfaqueado quando atravessava uma multidão em evento de campanha em Juiz de Fora (MG) na quinta (6) e está internado no Hospital Albert Einstein, onde se recupera da cirurgia sofrida após o ataque.

Na pesquisa anterior do Datafolha, realizada em 20 e 21 de agosto, antes do início do horário eleitoral, Bolsonaro tinha 22% das intenções de voto. A oscilação observada desde então está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Quatro candidatos aparecem empatados em segundo lugar, dentro da margem de erro. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem 13% das intenções de voto, a ex-senadora Marina Silva (Rede) está com 11%, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) aparece com 10% e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), com 9%.

Vice da chapa inscrita pelo PT com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato a presidente, Haddad deve ser indicado como seu substituto nesta semana. O Tribunal Superior Eleitoral vetou a candidatura de Lula e estabeleceu prazo até esta terça (11) para que o PT o substitua.

O nome de Lula, que apareceu à frente nos levantamentos anteriores do Datafolha, não foi incluído desta vez nos cartões da pesquisa estimulada, em que os pesquisadores exibem aos entrevistados a lista de candidatos.

Na pesquisa espontânea, em que os eleitores expressam sua preferências sem estímulos dos entrevistadores, o apoio a Lula caiu de 20% para 9% após o início da propaganda na televisão, em que o PT só foi autorizado a apresentá-lo como apoiador.

Condenado pelo juiz Sergio Moro e pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e preso desde abril em Curitiba para cumprir pena, Lula está impedido pela Lei da Ficha Limpa de concorrer às eleições.

O PT ainda discute a condenação nos tribunais superiores e recorreu ao Supremo Tribunal Federal contra a decisão do TSE, mas há pouca esperança no partido de obter uma decisão favorável ao ex-presidente.

O Datafolha entrevistou 2.804 eleitores de 197 municípios nesta segunda (10). A pesquisa foi realizada em parceria com a TV Globo. O primeiro turno das eleições está marcado para 7 de outubro, daqui a quatro semanas.

Prestação de contas parcial dos candidatos e partidos políticos já começou

Começou no domingo (09) o período dentro do qual candidatos e partidos políticos deverão enviar à Justiça Eleitoral a prestação de contas parcial, com registro de todas as receitas e despesas de campanha ocorridas desde seu início até o dia 08 de setembro.

O prazo para remessa se encerra no dia 13, estando o TSE obrigado a publicar todas as parciais até o dia 15, inclusive no que se refere aos doadores e fornecedores de campanha, com seus respectivos CPFs ou CNPJs, bem como os valores doados.

De acordo com a Resolução TSE nº. 23.553/2017, que dispõe sobre a arrecadação e os gastos de recursos por partidos políticos e candidatos no pleito de 2018, a prestação de contas parcial deve ser realizada exclusivamente em meio eletrônico, por intermédio do SPCE – Sistema de Prestação de Contas Eleitorais.

William Bonner proíbe divulgação de imagens do casamento com Natasha Dantas; filhos comemoram em bar em SP

por Bruno Meier

BOL

por Bruno Meier

Sem alarde, o jornalista William Bonner e a fisioterapeuta Natasha Dantas, agora Bonemer (sobrenome oficial de Bonner), se casaram na tarde deste sábado, em São Paulo. A cerimônia foi restrita à família e a poucos amigos e aconteceu na casa da mãe dele, Maria Luiza Bonemer.

O casamento foi secreto e discreto. Diferente da efervescência em redes sociais quando uma personalidade do porte de Bonner se casa, o apresentador do Jornal Nacional aconselhou os mais próximos a evitar a propagação de imagens da cerimônia e festa. Por isso, os smartphones eram autorizados na entrada, mas os vídeos e fotos não eram compartilhados, nem mesmo nas funções Stories do Instagram. Até mesmo a imprensa especializada foi pega de surpresa quando a primeira foto começou a circular.

A única convidada que “descumpriu” a vontade do novo casal foi a própria nora do noivo: Thalita Martins, namorada de Vinícius Bonemer, filho do apresentador do JN, entregou o casamento secreto ao publicar um vídeo segurando o buquê e “anunciando” que ela seria a próxima noiva. “Save the date”, escreveu a nora de Bonner. Natasha Dantas comentou a brincadeira da nora do marido: “Já quero”.

As filhas de Bonner, Beatriz e Laura, e as sobrinhas do apresentador, Isabel e Luiza Tenente, também prestigiaram o casamento. Luiza parece seguir os passos do tio: é a única da família que está na televisão. Ela apresenta as pílulas “G1 em 1 Minuto”, na Globo.

A continuação da comemoração do casório de William Bonner e Natasha Dantas foi diferente para a ala jovem da seleta lista. Os filhos e sobrinhos de Bonner decidiram festejar em um bar na Vila Madalena.

Bonner e a namorada deram entrada nos documentos do casamento em junho, no 5º Cartório de Registro Civil, em Botafogo, no Rio. O cartório confirmou a informação e o processo, feito nos nomes de William Bonemer Júnior e Natasha Vieira Dantas.

William Bonner foi o primeiro a aparecer acompanhado, após o fim do casamento de 26 anos com Fátima Bernardes. A primeira aparição de Bonner com a então nova namorada aconteceu onze meses depois do anúncio do término de seu casamento, feito no Twitter após uma edição do JN: o jornalista e Natasha apareciam juntos numa mesa de canto num restaurante pacato no bairro carioca do Horto.

As mulheres de Bonner: Thalita (nora), Laura (filha), Luiza (sobrinha), Bel (sobrinha) e Bia (filha) (Foto: reprodução instagram)

Thalita Martins, nora de William Bonner, pega buquê de casamento da noiva do jornalista e brinca com o namorado, Vinícius Bonemer (Foto: Reprodução/Instagram)

Aliados usam imagem de Bolsonaro internado, mas tática divide campanha

Exposição de candidato no hospital foi criticada por candidato a vice e guru econômico
SÃO PAULO , BRASÍLIA e RIO DE JANEIROImagem relacionada

O entra e sai na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado Jair Bolsonaro (PSL), evidencia a tentativa de aliados de gerar dividendos políticos a partir da facada sofrida por ele em Juiz de Fora na quinta (6).

O movimento, no entanto, tem gerando rusgas no círculo mais próximo do paciente.

O senador Magno Malta (PR-ES), que chegou a ser cotado para vice da chapa presidencial, vem se destacando com atitudes que têm sido reprovadas por outros aliados do capitão reformado do Exército.
Na sexta-feira (7), Malta gravou vídeo dentro da UTI ao lado de Bolsonaro e publicou nas redes sociais. O paciente fala com dificuldade frases curtas com agradecimentos.

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, entrou na UTI acompanhado de Malta e fez vídeos rezando por Bolsonaro, que, deitado, mexendo apenas os olhos, fala em “milagre” e agradece a Deus.

No domingo (9), Malta publicou nas redes sociais uma imagem da cicatriz do presidenciável após a operação.

A imagem mostra um grande corte, cheio de pontos, atravessando o abdômen de Bolsonaro, e também um dreno no local da facada.

O senador passou a ser criticado por grande parte de seus seguidores, que argumentavam que a foto era invasiva, apelativa ou desnecessária. Segundo ele, a intenção seria mostrar que não há invenção e que o ataque foi real. “Isso é mentira, canalhas? Força, meu irmão!!! Deus, o Brasil com você”, escreveu Malta.

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Tamanho acesso a Bolsonaro incomodou a equipe médica e a família, que se preocupam com a possibilidade de infecção e pensam na necessidade de repouso para a recuperação.

No sábado (8), o hospital divulgou boletim em que reforçava a instrução para que a UTI seja frequentada apenas pela esposa, Michelle, e pelos filhos, que passaram a controlar com mais rigor as visitas.

Eduardo, deputado federal, e Flavio, candidato ao Senado, fizeram pronunciamentos públicos pedindo a compreensão daqueles que desejam visitar o pai, ressaltando que não seria possível receber mais ninguém.

O único autorizado desde então a entrar na UTI além da família foi o advogado de Bolsonaro e presidente do PSL, Gustavo Bebianno.

Neste domingo (9), à Folha, o general Hamilton Mourão, vice de Bolsonaro, foi crítico aos excessos dos visitantes, sem mencionar diretamente a quem se referia.

“Ele está numa recuperação e não é para ficar fazendo oba oba como fizeram. Exageraram totalmente”, afirmou. Segundo o general, neste momento devem ser priorizadas visitas de familiares. “É uma área de isolamento, qualquer resfriado que pegue ali ele morre.”

Mentor econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes foi ao hospital no sábado (8), mas ressaltou que não quis entrar na UTI. Disse que o momento é de respeito à família e ao paciente. Perguntado sobre o que achava daqueles que têm entrado no quarto e não são familiares, balançou a cabeça e disse: “você é um cara inteligente”, em nítida reprovação.

Por outro lado, ainda que os atos exacerbados estejam sendo vistos com maus olhos, a ferida de Bolsonaro deve ter protagonismo na campanha.

A estratégia é transformar o presidenciável em algo parecido a um mártir, colocando-o como o político que pôs a própria vida em risco em nome da crença em um projeto de país.

Neste sábado (8), os perfis na internet de Flavio Bolsonaro e do PSL compartilharam a imagem de uma camiseta com os dizeres “Meu Partido É o Brasil”, rasgada e ensanguentada.

Trata-se de uma montagem que faz referência à camiseta utilizada por Bolsonaro no dia em que foi esfaqueado. A peça verdadeira foi cortada pelos médicos e descartada.

“O Brasil virou um país de covardes. Quando alguém fala em dar o sangue pela pátria geralmente é bravata. Ele estava consciente de que isso [a facada] podia acontecer”, disse Bebianno, defendendo o uso das imagens do ataque na campanha. “Tem que manter viva na memória das pessoas [a imagem da facada].”

Procurada, a assessoria do hospital não se manifestou.

Neste domingo, novo boletim médico afirmou que Bolsonaro apresenta leve anemia, mas quadro clínico em evolução.

Guilherme Seto , Talita Fernandes e Júlia Barbon

Governo do Estado publica nomeação de aprovados em concurso do ITEP

Em atendimento à decisão judicial a partir de recomendação do Ministério Público do RN (MPRN) – veja AQUI,o Governo do RN publica no Diário Oficial do Estado (DOE), a nomeação de 164 novos servidores para cargos efetivos no Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP).

O concurso “foi realizado com fundamento no Edital nº 003/2017-SEARH/SESED, publicado no D.O.E nº 14.036 de 24 de outubro de 2017, homologado através de publicação no D.O.E nº 14.228, de 08 de agosto de 2018″.

Os aprovados vão ocupar cargos de provimento efetivo de Agente de Necrópsica, Agente técnico Forense, Perito Criminal, Perito Médico Legista e Perito Médico Psiquiatra.

Veja a publicação com detalhes quanto à convocação, clicando AQUI.

Pré-candidata critica perpetuação no poder na OAB/RN

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A advogada Magna Letícia confirmou nesse final de semana que é pré-candidata a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio Grande do Norte.

Durante entrevista a uma emissora de rádio da capital, ela criticou duramente a decisão do Conselho Federal da OAB de definir a cota de 30% para dirigentes da Ordem apenas para ser válida a partir de 2021.

Questionada se entraria na disputa este ano, Magna Letícia foi enfática: “Sou pré-candidata. Mas esse não é um projeto meu, represento todos os advogados que querem mudança na OAB do Rio Grande do Norte”.

E acrescentou: “A categoria não quer mais a continuidade de gestões que se perpetuam há quase vinte anos, sempre como os mesmos nomes. Represento a construção de uma nova Ordem”.

Pleito na instituição será em novembro próximo

Ezequiel faz comícios em Barcelona no Potengi e em Bento Fernandes no Mato Grande

O deputado estadual, Ezequiel Ferreira (PSDB), dedicou o sábado (8) a mobilizações nas regiões do Potengi e do Mato Grande. Por onde passou prestou contas do mandato, encontrou amigos e lideranças onde reforçou o trabalho em prol de ações para a sociedade potiguar.

Em Barcelona na região Potengi, o prefeito Neto Mafra e os vereadores Cristina de Natelmo, Israel Mafra e Leo de Abdias, organizaram a mobilização que também contou com a participação dos candidatos ao senado, Geraldo Melo, e a deputado federal, Benes Leocádio.

O trabalho do mandato de Ezequiel Ferreira, na Assembleia Legislativa por Barcelona tem bons resultados. Entre eles a entrega direta de uma ambulância, uma viatura policial e aumento de efetivo para melhorar o atendimento à população. Também foi executada, através de emendas, a recuperação do trecho da RN-093, tapa-buracos, programa compra direta, entrega de raquete para plantação de palma forrageira, além de ações para o abastecimento de água como perfuração e instalação de poços e veículos refrigerados para o transporte da produção do homem do campo.

Em Bento Fernandes, na região do Mato Grande, Ezequiel Ferreira foi recebido pelo vice-prefeito Robenilson Júnior, o presidente da Câmara, Professor Deca Nicácio, e os vereadores Geyson Barbosa, George e Jozélia. Lá participou de uma de uma carreata pelas principais ruas e um comício no Centro.

Estavam no comício o candidato a senador, Geraldo Melo, o candidato a deputado federal, Abraão Lincoln e o candidato a deputado estadual, Gustavo Costa, que tem o apoio do vice-prefeito Robenilson Júnior.

Em Bento Fernandes o mandato de Ezequiel Ferreira possibilitou a reforma de escolas da rede estadual; construção de uma quadra poliesportiva; reforma do destacamento da Polícia Militar e recuperação de trecho da RN-120. “Além disso, a questão do abastecimento de água para o município é sempre uma prioridade do mandato, através dos requerimentos de perfuração de poços nas comunidades rurais e assentamentos”, disse Ezequiel.

Pelo menos 19 réus e 12 acusados na Operação Lava Jato disputam eleição

Parte deles aparece bem posicionada em pesquisas eleitorais; há ainda 63 investigados que são candidatos

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Felipe BächtoldDaniel Mariani
FOLHA DE SÃO PAULO

Ao menos 19 réus em processos ligados à Operação Lava Jato e 12 acusados pelo Ministério Público em desdobramentos da operação são candidatos nas eleições de outubro.

Parte deles aparece bem posicionada em pesquisas de intenções de voto.

Além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve a candidatura a presidente barrada pela Justiça Eleitoral, a lista de réus e denunciados inclui seu substituto, o também petista Fernando Haddad, alvo de processo na Justiça Eleitoral de São Paulo, e lideranças do Congresso que tentam renovar seus mandatos, como Edison Lobão (MDB-MA) e Valdir Raupp (MDB-RO).

Em Alagoas, por exemplo, são líderes na mais recente pesquisa do Ibope para o Senado Renan Calheiros, apontado pela Procuradoria-Geral como integrante do “quadrilhão” do MDB, e Benedito de Lira, também denunciado como membro de organização criminosa, mas do PP.

Também se destacaram em pesquisas recente do Ibope para o Senado o catarinense Raimundo Colombo (PSD), ex-governador que é réu na Justiça Eleitoral, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), candidata em Minas Gerais e duas vezes denunciada na Lava Jato, o paraense Jader Barbalho (MDB), denunciado sob suspeita no caso do “quadrilhão” do MDB, e Ciro Nogueira (PP), denunciado que tenta se reeleger no Piauí.

Entre presidenciáveis, Geraldo Alckmin (PSDB) foi acusado na semana passada em ação de improbidade pelo Ministério Público de São Paulo, e José Maria Eymael (DC) passou a ser investigado em 2017 na esteira da delação da Odebrecht.Resultado de imagem para Geraldo Alckmin Rogério Marinho

Folha localizou 63 casos de investigados que são candidatos e outros 15 políticos que tiveram investigações arquivadas e novamente estão concorrendo.

A maior parte dos investigados são congressistas incluídos nas “listas de Janot”, como ficaram conhecidos os inquéritos pedidos pelo então procurador-geral da República em decorrência das delações da Lava Jato.

Repasses via caixa dois estão no centro da maioria dessas investigações, mas há também casos que se tornaram símbolos dos escândalos de corrupção, como o de Lúcio Vieira Lima, deputado federal do MDB da Bahia e irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Ambos são réus em processo sobre os R$ 51 milhões em dinheiro encontrados em um apartamento em Salvador.

A favor dos alvos da operação está o novo modelo de financiamento da eleição, que aumentou o poder das cúpulas ao instituir o fundo eleitoral bancado com dinheiro público. A força financeira deve fortalecer as candidaturas à reeleição de nomes mais conhecidos do eleitorado, ainda que sejam alvos de delações.

Para o professor Milton Lahuerta, coordenador do Laboratório de Política e Governo da Unesp (Universidade Estadual Paulista), as circunstâncias tornam as eleições ainda mais indefinidas, com uma tendência a favorecer candidatos de discursos antipolítica.

“Contribui bastante o modo como a judicialização, especialmente a Lava Jato, acabou se relacionando com a política. Uma lógica que, em nome de se fazer justiça para muitos setores da sociedade, passa a ideia de que toda a política é podre. Isso se generalizou.”

Para Lahuerta, o debate da eleição acaba ofuscado pelas questões judiciais e dificulta uma agenda de consenso.

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Senador Garibaldi Alves está entre os investigados

Dentre os investigados estão o Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Jader Barbalho (PMDB-PA), Edison Lobão (PMDB-MA), Gleisi Hoffmann (PT-PR), José Agripino Maia (DEM-RN), Ciro Nogueira (PP-PI), Benedito de Lira (PP-AL), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Aécio Neves (PSDB-MG), Aloysio Nunes (PSDB-SP), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Valdir Raupp (PMDB-RO), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Dalirio Beber (PSDB-SC), Eduardo Braga (PMDB-AM), Jorge Viana (PT-AC) e Ivo Cassol (PP-RO) também engrossam a lista.