Arquivo diários:12/11/2018

Fátima pode cometer o primeiro erro

Imagem relacionada
Armeli Brennand empurrada por seguranças de um shopping de Natal.

Segundo pessoas que conhecem bem todo funcionamento da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do RN e mumunhas dos delegados, agentes e escrivãs, a governadora eleita Fátima Bezerra poderá cometer um grande erro ao nomear a promotora aposentada Armeli Brennand para titular da pasta.

Armeli além de não ser da área, não tem entrosamento com os servidores da Secretaria, e ainda é considerada como uma pessoa de difícil relacionamento.

O Estado Maior da Polícia Militar não ver com simpatia o nome de Armeli para comandar a corporação..

Onyx diz que reforma da Previdência deve ficar para 2019

Por Pedro Rafael Vilela e Débora Brito – Repórteres da Agência Brasil  Brasília

O ministro extraordinário da equipe de transição, Onyx Lorenzoni, afirmou hoje (12) que o presidente eleito Jair Bolsonaro recebeu novas sugestões de mudanças na Previdência, mas a tendência é que o assunto só seja votado pelo Congressso Nacional a partir do próximo ano. A reforma é uma medida considerada prioritária pela equipe econômica do futuro governo, que será comandada por Paulo Guedes.

Confirmado como ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx concedeu uma coletiva de imprensa para atualizar as informações sobre os trabalhos de transição. Mais cedo, ele recebeu a visita do deputado federal Pauderney Avelino (DEM-AM), que estava acompanhado por assessores especializados em assuntos previdenciários.

“O que o deputado Pauderney Avelino, junto com dois renomados técnicos da Câmara dos Deputados, trouxe são alternativas infraconstitucionais, ou seja, que não dependem de maioria de 308, de emendas à Constituição. Estão sendo condensadas e serão apresentadas amanhã ao futuro presidente Jair Bolsonaro para que a gente dê um destino, se serão trabalhadas agora ou se elas vão ficar para o ano que vem. A tendência é que fiquem para o ano que vem”, afirmou.

Ex-ministro de Dilma, Joaquim Levy aceita convite para presidir o BNDES

Ex-ministro. Ministro volta ao governo depois de comandar diretoria financeira do Banco MundialCONGRESSO EM FOCO

Ex-ministro da Fazenda no período de maior crise do governo Dilma Rousseff (PT), o economista Joaquim Levy aceitou o convite da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para presidir o Banco Econômico de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do futuro ministro da Economia (Fazenda e Planejamento), Paulo Guedes.

“O economista Joaquim Levy aceitou o convite e será indicado para presidir o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Com extensa experiência em gestão pública, PhD em economia pela Universidade de Chicago, Joaquim Levy deixa a diretoria financeira do Banco Mundial para integrar a equipe econômica do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro”, diz a nota da assessoria.

Em rápida declaração para jornalistas na entrada de seu condomínio na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, Bolsonaro deu carta branca à indicação, que até a divulgação foi feita por assessores de Paulo Guedes.

Fátima Bezerra vai ao encontro com Bolsonaro

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, deverá se encontrar nesta quarta-feira (14), em Brasília, com pelo menos 18 governadores eleitos ou reeleitos. O evento está sendo organizado pelos futuros governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e de São Paulo, João Doria. O encontro, marcado para as 9h, será no Centro Internacional de Convenções de Brasília (CICB), que fica próximo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), local de trabalho da equipe de transição de governo.

Segundo os organizadores, a ideia é que seja um “encontro de aproximação”. Os anfitriões ainda aguardam a confirmação do futuro presidente. Além de Bolsonaro, deverão participar do evento os futuros ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A palavra também será aberta aos futuros governadores.

Até agora, confirmaram presença os governadores eleitos do Acre, Gladon Cameli; Amapá, Waldez Góes; Amazonas, Wilson Lima; Distrito Federal, Ibaneis Rocha; de Goiás, Ronaldo Caiado; Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; Minas Gerais, Romeu Zema; Mato Grosso, Mauro Mendes; do Pará, Helder Barbalho; Paraná, Ratinho Júnior;, Rio de Janeiro, Wilson Witzel; Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra; Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; de Roraima, Antonio Denarium; Santa Catarina, Coronel Carlos Moisés da Silva; São Paulo, João Doria; e do Tocantins, Mauro Carlesse.

O vice-governador da Bahia, João Leão, que no momento é governador em exercício, virá representando o estado. Os demais governadores eleitos ou reeleitos ainda não confirmaram participação no encontro.

Agência Brasil

Prende e solta: Joesley Batista, Ricardo Saud e outros presos em operação Capitu deixam sede da PF em SP

O empresário Joesley Batista, da J&F, e outros ex-executivos do grupo presos em operação da Polícia Federal na semana passada, deixaram, na noite desta segunda-feira (12), a sede da PF em São Paulo.

Batista, Ricardo Saud e Demilton de Castro foram presos em São Paulo na sexta-feira (9) pela Operação Capitu, desdobramento da Lava Jato.

Florisvaldo Oliveira, ex-funcionário do grupo, se entregou à polícia só no sábado. Além deles, outros dois presos na operação também foram soltos: Marcelo Pires Pinheiros e Fernando Manoel Pires Pinheiro.

Eles estavam em prisão temporária, que venceria nesta terça-feira, mas foram beneficiados com decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) da tarde desta segunda.

A Operação Capitu investiga suspeita de que a JBS, do grupo J&F, pagou propina para políticos do MDB. O pagamento teria sido feito em troca de medidas a favor da empresa no Ministério da Agricultura em 2014 e 2015, governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Ao todo, 16 pessoas foram presas no país pela operação.

No despacho que autorizou as prisões na sexta-feira, a desembargadora Mônica Sifuentes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), disse que os executivos da J&F ocultaram “fatos relevantes” nas delações premiadas.
Ao conceder a liberdade aos executivos nesta segunda, o ministro do STJ Nefi Cordeiro atendeu pedido da defesa de Joesley para estender a eles os efeitos de uma decisão que, no domingo (11), já havia soltado o ex-secretário de Defesa Agropecuária Rodrigo Figueiredo, também preso na operação.

Moro diz que governo Bolsonaro não fará discriminação de qualquer tipo

Por Agência Brasil/Brasília

Confirmado para o Ministério da Justiça (que agregará a Segurança Pública e parte do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf) , o juiz federal Sergio Moro disse que o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro não fará discriminação de qualquer tipo. Também afirmou que o novo governo será severo na punição contra os crimes de ódio.

“Eu jamais iria ingressar em um governo se houvesse uma sombra de suspeitas de que haveria alguma política nesse sentido”,  afirmou o juiz federal durante entrevista à Rede Globo na noite de ontem (11). “O governo deve ter uma postura rigorosa contra crimes em geral e também crimes de ódio.”

Girão chama Garibaldi Alves e José Agripino de “zumbis”

Do Blog Diário Político

O General Eliéser Girão (PSL), eleito deputado Federal pelo RN, cumpriu agenda em Brasília esta semana.

Participou de encontros com lideranças e eventos administrativos no Congresso Nacional.

No retorno ao Estado Potiguar, numa avaliação sobre o atual momento político do país, Girão por meio do twitter afirmou com certeza “que a velha política está morta. Os caciques tradicionais não reeleitos parecem zumbis perambulando pelo Congresso e os fichas sujas reeleitos sabem que não irão muito longe.”

Aliado de primeira linha do Presidente eleito Jair Bolsonaro, o ex-secretário de Segurança Pública do RN e do município de Mossoró obteve êxito no pleito deste ano conquistando 81.640 votos para a Câmara Federal.

Deu em Robson Pires: O exame da ‘goma” e os mistérios em torno do processo seletivo de Styvenson

Por Robson Pires, em

Por que o Capitão Styvenson está fazendo seleção para escolher assessores? Será que a equipe que trabalhou com ele na campanha não quis continuar? Por qual razão será essa mudança drástica. Muito estranho.

Em grupos de WhatsApp está rolando a maior malhação. Perguntam se vai ter o exame da ‘goma’.

A turma não perdoa.

No MP também em corruptos: Ex-chefe do Ministério Público do Rio que foi preso pagou R$ 200 mil em dinheiro vivo por casa em Búzios

Resultado de imagem para procurador-geral de Justiça do Rio Cláudio LopesESTADÃO CONTEÚDO

O ex-procurador-geral de Justiça do Rio Cláudio Lopes declarou, em depoimento, que pagou uma parcela de uma casa em Búzios, litoral do Rio, com R$ 200 mil em dinheiro vivo. Cláudio Lopes foi preso na quinta-feira, 8 em sua casa, no Recreio dos Bandeirantes, acusado de participar do esquema de propinas liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral (MDB).

O depoimento foi prestado em 28 de setembro. O ex-procurador-geral de Justiça contou que os R$ 200 mil eram fruto de uma ‘atividade que exercia, desde 1991, no magistério, mais especificamente na área de cursos preparatórios para concursos’.

A casa, segundo o Ministério Público do Rio, custou R$ 500 mil em janeiro 2011. Como procurador-geral, Lopes chefiou a instituição no Estado do Rio entre 2009 e 2012.

A vendedora do imóvel em Búzios também prestou depoimento. Ela contou que ‘estranhou o fato de o comprador desejar pagar parte da casa em dinheiro’.

“A depoente se dirigiu ao banco e teve contato com o comprador da casa; que se recorda que Claudio comprou o imóvel de Búzios, pagando parte em dinheiro e parte em cheque; que o dinheiro foi depositado imediatamente na conta corrente da declarante, assim como a parte que foi paga em cheque”, narrou.

Pouco mais de um ano após a compra da casa, Cláudio Lopes ‘justificou’ a aquisição em correspondência enviada a seus pares em 24 de setembro de 2012. Na ocasião, o então procurador-geral de Justiça citou a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Integrantes do Ministério Público e da Defensoria Pública no Estado do Rio de Janeiro (Coomperj).

“Adquiri esse ano uma pequena casa em Búzios, financiada pela Coomperj, com desconto em folha de pagamento e fruto da verba recebida pela PAE, que fui o primeiro Procurador-Geral a instituir e que pago em condições e valores sem paralelo no Brasil”, declarou.

Na avaliação do atual procurador-geral de Justiça em exercício Ricardo Ribeiro Martins, a mudança nas versões de 2012 e de 2018 ‘revela inconsistência’ das explicações de Claudio Lopes.

“E pior: apresentou a inverossímil afirmação que, em pleno século XXI, na cidade do Rio de Janeiro, considerada uma das mais violentas do mundo, manteve R$ 200 mil em espécie dentro sua residência, durante mais de cinco anos, uma vez que afirmou que deixou de dar aula em quantidade significativa em 2005”, apontou Ricardo Ribeiro Martins.

Em outubro, Cláudio Lopes foi denunciado pelo próprio órgão por formação de quadrilha, corrupção e quebra de sigilo funcional. No mesmo processo, que tramita em segredo de Justiça, também foram denunciados o ex-governador Cabral, o ex-secretário estadual de governo Wilson Carlos e Sérgio de Castro Oliveira, suposto operador financeiro de Cabral.

O ex-procurador-geral é acusado pelo ex-secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, e pelo ex-subsecretário executivo da mesma pasta, Cesar Romero, de ter vazado para ambos a realização de uma operação de busca e apreensão que seria realizada na casa de Romero, a pedido do Ministério Público, em novembro de 2010.

A busca foi feita, mas não foram encontrados documentos comprometedores porque no dia anterior Romero destruiu o material que poderia incriminá-lo, usando até um triturador de papel, segundo contou à Justiça.

Segundo um ex-operador do ex-governador do Rio, Carlos Miranda, o ex-procurador também recebeu mesada a mando de Cabral, enquanto este governava o Estado do Rio e Lopes chefiava o Ministério Público. Para não fiscalizar adequadamente o governo, o então procurador-geral teria recebido R$ 150 mil por mês ao longo de toda sua gestão. Nesse período, a investigação de denúncias graves deixou de avançar e acabou interrompida.

Cláudio Lopes ingressou no Ministério Público do Estado do Rio em 1987. Passou pelas comarcas de Campos dos Goytacazes e São João da Barra, e em janeiro de 1995 assumiu a Promotoria de Justiça junto à 36ª Vara Criminal do Rio, onde permaneceu até julho de 2001. Em seguida foi promovido a procurador de Justiça. No final de 2008 venceu a eleição para procurador-geral de Justiça no biênio 2009-2011, tendo obtido 321 votos, apenas quatro a mais que o segundo colocado, Eduardo Gussem.

Disputou novamente a eleição para o biênio seguinte e foi reconduzido ao cargo com 483 dos 850 votos possíveis. Vencer a eleição não é garantia de ocupar o cargo, já que a nomeação cabe ao governador do Estado, que pode escolher qualquer nome entre os três primeiros colocados na eleição. Então governador, nas duas ocasiões Cabral respeitou a tradição e nomeou o mais votado.

COM A PALAVRA, A DEFESA DO PROCURADOR

A reportagem está tentando localizar a defesa de Claudio Lopes. O espaço está aberto para manifestação.