Arquivo diários:01/07/2019

Novos recursos que serão disponibilizados no aplicativo WhatsApp

O aplicativo de mensagens WhatsApp trabalha em uma série de novidades. Em breve serão disponibilizados novos recursos para os usuários da plataforma. Confira alguns:

Evitar ‘confusões’

O WhatsApp terá um novo recurso para evitar ‘confusões’ dos usuários. A versão beta para Android revela uma função que avisa quem é o destinatário de mídias enviadas no bate-papo.
Além da foto no topo, a plataforma passa a mostrar o nome do contato que receberá o material no canto inferior da tela. Ainda em teste, a novidade deve ser liberada em breve.

Combater pessoas indesejadas

A plataforma também terá um recurso para ocultar totalmente atualizações de status. O usuário poderá ocultar completamente a seção que lista todas os status já ignorados.
Com o ajuste, após silenciar usuários indesejados (como é feito atualmente), será possível ‘apagar’ estes nomes da ‘lista negra’.

Vídeos no app
A plataforma desenvolve a possibilidade de visualizar vídeos diretamente na barra notificação (como stickers e fotos). A novidade estará disponível em breve para os usuários.
Com isso, não será necessário abrir uma mensagem recebida para ver uma prévia de um vídeo (como acontece atualmente).

Facebook
O app terá um novo ‘botão’ que permitirá compartilhar vídeos, fotos, mensagens e outras opções com o Facebook, como revelado pelo site especializado Wabetainfo.
A medida faz parte da unificação dos aplicativos de Mark Zuckerberg (Instagram, Facebook e app de mensagens). No entanto, a função ainda não está habilitada para os usuários.

Modo PiP
Após 3 meses, o app finalmente lançará a possibilidade de usar o PiP (Picture in Picture) quando o usuário alterar para outro chat. A novidade também funcionará em segundo plano. A extensão do recurso inédito ainda está em fase de testes. Com a função atual, é possível rodar vídeos (YouTube, Facebook e Instagram) diretamente em um miniplayer dentro do aplicativo enquanto você conversa com outras pessoas.

Tiririca dispara: ‘Se não sair do pedestal, Bolsonaro será o pior presidente’

Foto: Agência Câmara

Um dos símbolos do movimento antissistema que elegeu Jair Bolsonaro, Tiririca (PL-SP) diz que o presidente da República repete o mesmo erro que ele cometeu ao chegar na Câmara em 2011 como o deputado federal mais votado do país.

O 1,35 milhão de votos o fazia se sentir “foda”, em suas palavras. “Quando chegar lá vou aprovar projeto pra caramba.”

Oito anos depois, e em seu terceiro mandato, Tiririca só teve um projeto que virou lei até hoje —ainda assim, de autoria dividida com outros 62 deputados (o que cria o Programa de Cultura do Trabalhador).
“Quando eu cheguei aqui foi um choque”, diz o deputado, para quem Bolsonaro está com a mesma “pegada”.

“Tá faltando a galera pra chegar e dizer: ‘Irmão, senta aqui. Cara, tu não é deputado. É o país, irmão. Assim não vai. É assim, assim e assim…’ Se ele não sair do pedestal ele vai ser o pior governo que já tivemos em todos os tempos.”

Folha

Governadora Fátima Bezerra garante repasses de 2018, novo convênio e Varela Santiago retoma cirurgias

Foto: Elisa Elsie

O Governo do Estado vai fazer o repasse da quarta parcela do convênio com o Hospital Infantil Varela Santiago referente ao ano de 2018 até o próximo dia 15. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 01, em reunião da governadora Fátima Bezerra com a direção do Hospital. “Reconhecemos a importante atuação do Hospital Varela Santiago na atenção à saúde infantil no RN. Apesar das dificuldades e dos atrasos herdados da gestão anterior, o Governo do Estado vai fazer o repasse da quarta parcela do convênio referente a 2018”, afirmou a chefe do Executivo estadual.

A parcela não quitada de 2018 é no valor de R$ 575 mil. Outra medida adotada nesta segunda-feira foi a liberação de R$ 159 mil para o pagamento de quimioterapia. Também ficou acordado que o Governo do Estado vai definir as condições para o convênio referente a 2019 no valor de até R$ 1,15 milhão. O novo convênio será discutido também com a prefeitura de Natal. Ainda ficou definido que a administração estadual dará continuidade ao processo de habilitação de novos serviços a serem prestados pelo Varela Santiago como o de cirurgias lábio palatinas, o que vai evitar o deslocamento dos pacientes e familiares a outros estados e reduzir o custo das cirurgias.

O diretor do Hospital Varela Santiago, médico Paulo Xavier, disse que os principais problemas enfrentados pela instituição foram equacionados e as 80 cirurgias que haviam sido adiadas serão remarcadas. “Vamos imediatamente remarcar as cirurgias. Hoje atendemos crianças de todo o estado. Fazemos 90% do atendimento infantil e utilizando toda a nossa capacidade que é de 110 leitos. A reunião foi muito positiva, os serviços ficam mantidos e as cirurgias serão remarcadas”, afirmou Paulo Xavier.

Na reunião, a governadora Fátima Bezerra esteve acompanhada pelo vice-governador Antenor Roberto, pelos secretários de estado da Saúde, Cipriano Vasconcelos, do Gabinete Civil, Raimundo Alves, secretário adjunto da Saúde, Petrônio Spinelli, e a assessora especial do governo, Laíssa Costa. A Assembleia Legislativa foi representada pelos deputados Francisco Medeiros, Isolda Dantas, Eudiane Macedo, Nélter Queiroz, George Soares e Ubaldo Fernandes.

PF indicia 3 assessores de ministro e 4 candidatas no caso das laranjas do PSL

A Polícia Federal indiciou nesta segunda-feira (1º) um assessor especial do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, dois ex-auxiliares e quatro candidatas do PSL de Minas Gerais sob suspeita de participação em esquema de candidaturas de laranjas para desviar verba pública da legenda.

Os suspeitos (o número de implicados pode ser maior, já que o caso está sob sigilo) foram indiciados sob suspeita dos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indébita de recurso eleitoral e associação criminosa —com pena de cinco, seis e três anos de cadeia, respectivamente.

A investigação sobre as candidaturas de laranjas do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, começou após a Folha revelar, em reportagens publicadas desde fevereiro, a existência de um esquema que direcionou R$ 279 mil em verbas públicas do PSL para quatro candidatas do partido em Minas.

Apesar de figurarem no topo do ranking das que nacionalmente mais receberam esse tipo de verba, elas tiveram, juntas, apenas cerca de 2.000 votos —indicativo de que não houve campanha real.

Parte desse dinheiro foi parar em empresas ligadas ao gabinete de Álvaro Antônio, na época deputado federal, presidente do PSL estadual e coordenador da campanha de Bolsonaro em Minas.

Mateus Von Rondon, assessor especial e braço direito do ministro, Roberto Soares e Haissander de Paula, ex-assessores e que coordenaram a campanha do político no Vale do Aço de Minas, foram presos na quinta-feira (27), ocasião em que houve busca e apreensão em suas residências.

A Justiça ordenou a soltura dos três nesta segunda-feira, último dia da prisão temporária de cinco dias.

A suspeita da Polícia Federal é a de que as candidaturas e o serviço eleitoral declarado pelas quatro candidatas não tenham passado de simulação, com o intuito de desviar dinheiro público do PSL.

As quatro candidatas —Lilian Bernardino, Naftali Tamar, Debora Gomes e Camila Fernandes, candidatas do Vale do Aço e de Curvelo— foram chamadas a prestar novo depoimento nesta segunda, mas permaneceram caladas.

Apesar do indiciamento, a PF ainda não concluiu as investigações, que prosseguem. Futuramente, caberá ao Ministério Público analisar o material e decidir se oferece denúncia à Justiça.

O presidente Bolsonaro afirmou durante viagem ao Japão que determinou ao ministro da Justiça, Sergio Moro, a investigação de candidaturas laranjas em outros partidos. O caso foi discutido pelo presidente em reunião com o ex-juiz nesta segunda.

Em buscas realizadas pela PF em Minas Gerais no final de abril, os policiais não encontraram nas empresas nenhum documento que indicasse que elas de fato prestaram os serviços declarados pelas mulheres à Justiça Eleitoral.

Outras candidatas do PSL passaram a acusar publicamente Álvaro Antônio de patrocinar o esquema, entre elas a deputada federal eleita Alê Silva (PSL-MG), que disse ter recebido relatos de ameaça de morte vinda do ministro.

Dezenas de pessoas foram ouvidas pelos investigadores. Entre elas um contador do partido que afirmou que cuidou da parte contábil da prestação de contas das candidatas investigadas a pedido de um irmão de Marcelo, Ricardo Teixeira.

Relatório do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) também apontou operações atípicas em contas bancárias de Álvaro Antônio —R$ 1,96 milhão de fevereiro de 2018 a janeiro de 2019.

Além de Minas, a Folha revelou a existência do esquema também em Pernambuco, terra do presidente nacional da legenda de Bolsonaro, o deputado federal Luciano Bivar.

A repercussão do caso resultou na demissão do coordenador da campanha de Bolsonaro, Gustavo Bebianno, que presidiu o PSL nacionalmente em 2018.

Na época, o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência negou em entrevista que o caso das laranjas do PSL tivesse desencadeado uma crise entre ele e Bolsonaro.

O presidente e um de seus filhos, o vereador Carlos, disseram que era mentira a informação divulgada pelo então ministro sobre ele ter conversado com Bolsonaro sobre esse tema. Bebianno acabou demitido dias depois.

Ele afirma que jamais teve contato com as candidatas laranjas e que os repasses do partido a elas, tanto em Minas quanto em Pernambuco, foram de responsabilidade dos diretórios dos respectivos estados, versão corroborada posteriormente por Bivar e Álvaro Antônio.

Em diversas manifestações, o ministro do Turismo sempre negou irregularidades e acusou a Folha de promover uma perseguição político-partidária contra ele. Ele afirma que a distribuição do fundo partidário do PSL de Minas Gerais cumpriu rigorosamente o que determina a lei e que confia no trabalho isento, sério e justo das autoridades que investigam o caso.

A defesa de Von Rondon disse que ele já prestou os esclarecimentos e que sua prisão teve o único intuito de colher seu depoimento. Roberto Soares e Haissander de Paula também sempre negaram ter promovido esquema de candidaturas de laranjas.

Das quatro candidatas indiciadas, apenas Débora já se posicionou sobre o caso à Folha nos últimos meses, quando negou ter sido candidata laranja. As demais não se manifestaram.

Folhapress

Inscrições para o Fies do segundo semestre terminam nesta segunda

Por Agência Brasil Brasília

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre de 2019 terminam nesta segunda-feira, 1º de julho. Elas podem ser feitas pela internet, no site do programa. Nesta edição, serão ofertadas 46,6 mil vagas a juros zero.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação.

Pode concorrer quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos, e obtido nota maior que zero na redação.

Modalidades

O novo Fies tem modalidades de acordo com a renda familiar. A modalidade com juro zero é para os candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários-mínimos. O aluno começará a pagar as prestações respeitando o seu limite de renda.

A modalidade chamada de P-Fies é para candidatos com renda familiar per capita entre 3 e 5 salários-mínimos. Nesse caso, o financiamento é feito por condições definidas pelo agente financeiro operador de crédito que pode ser um banco privado ou Fundos Constitucionais e de Desenvolvimento.

O resultado da pré-seleção referente ao processo seletivo do segundo semestre de 2019 para as modalidades Fies e P-Fies será divulgado no dia 9 de julho.

Eduardo Rocha recebe apoio da advocacia jovem

O advogado trabalhista Eduardo Rocha foi recebido em Natal por um grupo de jovens advogados, que declararam adesão à sua candidatura. Eduardo Rocha concorre à vaga de desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região pelo Quinto Constitucional.

“É muito gratificante ter grupos da jovem advocacia ao meu lado. Agradeço por terem ouvido a minha trajetória, minhas motivações e principalmente por se identificarem com nossas propostas. Sei das dificuldades diárias enfrentadas pela nossa classe, da árdua batalha no início de carreira, e caso chegue a tão nobre missão de representar a advocacia potiguar no TRT/RN, estaremos de portas abertas para escutar as demandas e somarmos juntos”, declarou.

A advogada Polyxena Nóbrega, da Comissão de Seguridade Social da OAB/RN, começou sua vida profissional no Escritório de Advocacia Rocha, onde iniciou como estagiária. “Convivi com Dr. Eduardo e com toda a família. Acredito que é uma pessoa super preparada para o cargo. O pai fundou o Tribunal, ele nasceu e vive neste segmento, é uma pessoa extremamente inteligente, atuante e um grande advogado trabalhista há muitos anos. Dr. Eduardo sabe bem das deficiências da Justiça e do acesso à Justiça pelo advogado. Será um grande nome a representar a classe”, afirmou.

O advogado Nicácio Carvalho, ex-presidente da Comissão de Apoio ao Advogado Iniciante da OAB/RN, também declarou apoio à candidatura de Eduardo Rocha. “Dr. Eduardo Rocha é um dos grandes que disputam a vaga destinada ao Quinto Constitucional pela advocacia e reúne qualidades técnicas para manter a integridade da justiça trabalhista. Ainda reconheço nele um homem transparente, que não vai esquecer sua história ao alcançar este posto, sem falar em sua simplicidade no trato com as pessoas e facilidade em se comunicar”, destacou.

REUNIÕES NO SERIDÓ E OESTE

Na reta final da campanha, Eduardo Rocha esteve visitando nos últimos dias diversos colegas e escritórios de advocacia nos municípios de Caicó, Pau dos Ferros e Alexandria. “Ser tão bem recebido por colegas de profissão e ter um apoio expressivo ao meu nome, nos motiva ainda mais e nos faz ter a certeza de que estamos no caminho certo”, pontuou.

Lava Jato duvidou de empreiteiro que incriminou Lula

Segundo diálogos, ex-presidente da OAS foi alvo de ceticismo de procuradores e mudou versão sobre triplex várias vezes

O ex-presidente da construtora OAS Léo Pinheiro, que incriminou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso envolvendo um tríplex no Guarujá, foi inicialmente alvo de desconfiança de membros da Operação Lava Jato, segundo mensagens trocadas entre procuradores. O conteúdo foi divulgado neste domingo (30/06) pela Folha de S. Paulo, após análise em conjunto com o site The Intercept Brasil.

Lula foi condenado por suposta ligação entre reforma de tríplex executada pela OAS e corrupção na Petrobras
Lula foi condenado por suposta ligação entre reforma de tríplex executada pela OAS e corrupção na Petrobras

Foto: DW / Deutsche Welle

Segundo o jornal, as mensagens foram enviadas por uma fonte anônima e indicam que o empreiteiro só passou a convencer procuradores depois de mudar diversas vezes sua versão sobre o apartamento no litoral, que a OAS teria reformado para Lula. O caso resultou na condenação do petista à prisão por corrupção e lavagem de dinheiro.

De acordo com a reportagem, Pinheiro apresentou a versão que acabou incriminando o ex-presidente em abril de 2017, mais de um ano depois de começar a negociar com a Lava Jato. Ao ser questionado pelo então juiz Sergio Moro, o empreiteiro disse que a reforma do tríplex tinha sido acordada com o PT em troca de contratos da construtora com a Petrobras.

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Atos têm briga entre bolsonaristas e MBL

Em São Paulo, o Movimento Brasil Livre foi hostilizado por ativistas neste domingo (3) por não apoiar o presidente Jair Bolsonaro
Pedro Venceslau e Denise Luna

Um dos principais organizadores das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff em 2015, o Movimento Brasil Livre (MBL) foi hostilizado por ativistas neste domingo (30) por não incluir o apoio ao presidente Jair Bolsonaro entre suas bandeiras.

Durante a manifestação em defesa de Sergio Moro, da Lava Jato e da reforma da Previdência realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, cerca de 20 integrantes do grupo DireitaSP foram até o caminhão do MBL em frente ao MASP para puxar palavras de ordem contra o grupo.

Na manifestação pró-Bolsonaro em São Paulo, o Movimento Brasil Livre (MBL) foi hostilizado
Na manifestação pró-Bolsonaro em São Paulo, o Movimento Brasil Livre (MBL) foi hostilizado

Foto: JACQUES ROYZEN/RAW IMAGE / Estadão

Houve um princípio de tumulto e a Polícia Militar teve que agir para evitar uma briga generalizada. Horas depois, o MBL publicou em suas redes sociais um “agradecimento” para a PM por ter agido na ocasião.

O MBL e o Vem Pra Rua, os dois maiores grupos anti-Dilma em 2015, optaram por excluir a defesa do presidente Jair Bolsonaro de suas agendas.

“Seguranças do MBL atacaram nossos integrantes. Eles foram lá cobrar o comportamento de não dizerem que apoiam o Bolsonaro. O MBL é oportunista”, disse Edson Salomão, presidente do DireitaSP.

“Nós temos fotos e vídeos que já identificaram os agressores. Os vídeos mostram que eles foram lá e começaram a agressão”, responde Renato Battista, coordenador nacional do MBL.

Segundo ele, o escritor Olavo de Carvalho teria dito na quarta-feira, 26, que os manifestantes deveriam agredir o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), do MBL, nas manifestações.

“A gente não puxa o saco do Bolsonaro”, finalizou o dirigente do MBL.

Rio

Integrantes do MBL não foram bem recebidos por um grupo minoritário que também se manifestava em ato pró-Moro no final da manhã deste domingo, 30, em Copacabana, no Rio. Um deles foi agredido por um manifestante que estampava as palavras “Direita Rio de Janeiro” em sua camiseta. O grupo segurava a faixa “MBL Vocês não nos representam… MuKIMrana”.

O MBL passou a ser alvo de grupos pró-Bolsonaro especialmente após não apoiar o ato com lemas contra o STF e o “Centrão pelo País” do dia 26 de maio.

De acordo com o coordenador do movimento no Rio, Renato Borges, um boletim de ocorrência deve ser feito ainda nesta tarde. “O MBL colocou o seu caminhão de som na Avenida Atlântida para manifestar em defesa da Lava Jato. Uma minoria organizada veio nos hostilizar, proferiu ofensas, partiu para a agressão física e a Polícia Militar logo veio e retirou o agressor”, relata o jovem.

Ezequiel assina a ficha de filiação de mais um vice-prefeito no PSDB

O PSDB ganhou mais um vice-prefeito neste domingo (30), com a filiação de Dr. Araújo, médico que já foi também prefeito por duas vezes de Ouro Branco, no Seridó. Presidente regional da sigla, o deputado Ezequiel Ferreira de Souza participou da Convenção Municipal e abonou a ficha do novo integrante.

“Estamos iniciando o crescimento do PSDB no Estado e vamos percorrer as regiões onde vamos trazer mais prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e nomes fortes para disputarem as eleições 2020”, frisou Ezequiel Ferreira.

Em Ouro Branco, além de Dr. Araújo o PSDB também tem a pré-candidatura do empresário Denis Rildon e os vereadores Júnior Nogueira e Rogério Lucena, que preside a sigla na cidade. O vereador Sérgio Carlos sinalizou que no momento oportuno também deve ingressar na legenda. O partido ganhou as filiações dos ex-vereadores Chico Garofa, Magui Diniz, Graça de Isnaldo, Fabio Severiano e Phierce Muller, além de vários pré-candidatos no próximo ano. A ex-vereadora Eurinete Santos prestigiou a convenção, dentre outros nomes que estão engrossando a oposição na cidade, mostrando união.

“Preferi o PSDB por ser hoje um dos maiores partidos no Estado. Vamos fortalecer juntamente com Denis o partido em Ouro Branco, para assim ter um filho da terra disputando e vencendo a próxima eleição”, discursou Dr. Araújo.

O prefeito de Serra Negra do Norte, Serginho Fernandes, da Executiva Estadual do PSDB, além do médico Dr. Tiago Almeida que é secretário-Geral do partido no Estado prestigiaram a Convenção Municipal. Vereadores e lideranças de Acari, Parelhas, Jardim do Seridó, Serra Negra do Norte e cidades da região foram prestigiar o evento comandado pelo presidente da sigla, Ezequiel Ferreira.