Arquivo diários:11/08/2019

Mega-Sena acumula e vai pagar R$ 9 milhões na quarta

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.178 da Mega-Sena, realizado ontem (10) à noite em São Paulo. O prêmio acumulou pela segunda vez seguida, e a Caixa Econômica Federal deve pagar R$ 9 milhões na quarta-feira (14).

As dezenas sorteadas foram: 02-16-21-42-50-56. No mesmo concurso, a Quina saiu para 25 apostas, que vão levar para casa R$ 63.031,11. Um total de 2.304 ganhadores acertaram a quadra e vão receber R$ 977,04.

Parque da Cidade sofre infestação de gatos abandonados

Coisas de Carlos Eduardo Alves, enquanto a Praia de Ponta Negra tem uma infestação de ratos, o Parque da Cidade virou um hospedeiro de gatos.

A proliferação de gatos domésticos – que aparecem espontaneamente ou são deixados indevidamente pela população -no Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, em Natal, ameaça a fauna nativa, como aves e répteis que fazem parte da sua cadeia alimentar, sem contar as doenças transmitidas a todos os animais existentes na unidade de conservação.

Uma pesquisa sobre o impacto ambiental, dirigida pela professora Dra. Héderes Silva, do Departamento de Fisiologia e Comportamento da UFRN, constatou que a população felina aumenta não pela reprodução, mas pelo ato de abandono das pessoas.

A pesquisa “Impactos Socioecológicos da Presença de Gatos Domésticos (Felis catus) em Fragmentos da Mata Atlântica” vem sendo feita desde 2015.

Alemanha vai suspender investimento de R$ 156 milhões na Amazônia por causa da política de Bolsonaro

A Alemanha decidiu suspender o apoio financeiro dado a projetos de conservação florestal e biodiversidade na Amazônia, disse a ministra do meio ambiente alemã, Svenja Schulze. Em entrevista concedida ao jornal Tagesspiegel e publicado neste sábado, ela afirmou: “A política do governo brasileiro na Amazônia levanta dúvidas sobre se uma redução consistente das taxas de desmatamento ainda está sendo perseguida”. A suspensão afetará repasses de 35 milhões de euros (cerca de R$ 156 milhões) a projetos na região.

Segundo o jornal, apenas quando os passos rumo ao combate do desmatamento na região amazônica se tornarem mais claros é que a cooperação deve voltar a acontecer. De acordo com o jornal, de 2008 até o final do ano passado, a Alemanha já repassou cerca de 95 milhões de euros para esse tipo de projeto. Para o Fundo Amazônia, criado para recompensar esforços na redução de desmatamento, houve repasse de 55 milhões de euros. O país é um dos principais doadores do fundo, junto da Noruega.

Na reportagem, a publicação destacou que desde a criação do fundo, em 2008, o desmatamento estava recuando de forma considerável. Sob o governo de Jair Bolsonaro, entretanto, houve uma mudança nesta rota, mas o presidente estaria se recusando a combater tal prática. A reportagem destaca ainda que um dos maiores defensores de Bolsonaro é o lobby do agronegócio. “A região amazônica é amplamente utilizada para o cultivo de soja para ração animal e gado”, reporta o texto.

ESTADÃO CONTEÚDO

Lula diz a advogados que não quer ir para o regime semiaberto

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a seus advogados que não solicitem à Justiça a mudança de seu regime de prisão do atual fechado para semiaberto ou aberto.

O petista avisou que só pretende ir para casa após eventual absolvição ou anulação da sentença que o condenou no caso do tríplex de Guarujá.

Nesse caso, o petista também teria de volta os seus direitos políticos, que foram cassados após a condenação em segunda instância, quando ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, o ex-presidente já tem direito à progressão de regime, pelo cumprimento de um sexto da pena, como previsto no Código Penal e na Lei de Execução Penal.

Esse parecer da Procuradoria aguarda avaliação do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ainda sem data certa para ocorrer.

Segundo especialistas, o petista deve ter esse direito a partir de setembro próximo.

Mas, para que isso ocorra na prática, seus advogados precisam formalizar o pedido do benefício à Vara Federal responsável pela execução penal, em Curitiba.

Até agora, Lula não requisitou nenhum benefício para o encurtamento da sua pena. O ex-presidente leu dezenas de livros na cadeia. Poderia, de acordo com a Lei de Execução Penal, ter feito resumo das obras e com isso teria abatido dias de prisão.

A legislação determina que para cada livro resumido sejam descontados quatro dias na pena. O limite é de 12 resumos por ano.

Lula está preso desde o dia 7 abril de 2018 em uma cela especial da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. O local mede 15 metros quadrados, tem banheiro e fica isolado no último andar do prédio. Ele não tem contato com outros presos, que vivem na carceragem, no primeiro andar.

A pena de Lula foi definida pelo Superior Tribunal de Justiça em 8 anos, 10 meses e 20 dias. O petista foi condenado sob a acusação de aceitar a propriedade de um tríplex, em Guarujá, como propina paga pela OAS em troca de três contratos com a Petrobras, o que ele sempre negou.

Lula recebe seus advogados duas vezes por dia, de manhã e à tarde, na cela em que está preso. As visitas de líderes petistas são comuns.

Políticos da cúpula do partido insistem para Lula solicitar o benefício para sair da cadeia, mesmo que de tornozeleira eletrônica. Dizem, no geral, que a população sabe de sua inocência e que a oposição precisa dele fora da prisão para construir seu discurso.

O ex-presidente, no entanto, tem se mostrado irredutível, sobretudo quanto à possibilidade de usar tornozeleira. Ele considera que sair de tornozeleira seria humilhante e um grande dano para a sua imagem.

“O ex-presidente quer sair da prisão com o reconhecimento de que não praticou qualquer crime e que sua condenação foi imposta em um processo injusto. Ele não está focado em abatimento de pena ou mudança de regime, embora tenha plena ciência de todos os seus direitos”, diz Cristiano Zanin, advogado de Lula.

“Essa é a posição dele que temos no momento, que é compatível com todas as provas de inocência que apresentamos e com as recentes revelações feitas pela imprensa sobre o comportamento do juiz e dos procuradores no processo”, diz Zanin.

FOLHAPRESS

Quem não gosta de samba…

Edmo Sinedino

O Ministério Público, atendendo apelo de reclamações de moradores (será que foi isso mesmo?)  e por intermédio da Semurb, brecou o evento mais lúdico, popular, limpo, de paz e beleza que existe na Cidade Alta. Não sei, amigo Rafael Duarte, a quem interessa o fim desse samba. De um lado ou de outro, por burrice, incompetência ou se foi somente por conta dessa avalanche de absurdos que vivemos no país dos Bolsonaros, essa notícia só aumenta esse sentimento de impotência diante de tantos atos dantescos.A não ser que o prefeito e o secretário de cultura tenham sido tomados pelo mal do cinismo, não consigo imaginar que tenha partido deles, e justo na semana que a Secretaria responsável tinha reparado o absurdo de não contemplar esse evento especial no projeto da Prefeitura Natal. Não, Rafa, definitivamente, estou propenso a crer que isso só pode ter sido coisa das “almas sebosas” que ainda vagueiam, infelizes, pelos nossos becos felizes.

Nestes tempos de loucura total, de vilões apocalípticos comandando o nosso país, não duvido que isso tenha sido coisa de bolsominions, de reacionários de uma direita que, agora, sob o governo do repulsivo psicopata, acha que pode tudo. Beleza, pureza, mistura de raças, amor sem amarras, sem preconceito de cor, raça, credo ou sexo, liberdade total, acreditem,  incomoda demais a esses homofóbicos doentios encalacrados em suas janelas morrendo de inveja porque não têm coragem de assumir sexualidades, e viver de maneira plena.

Bem que essas abomináveis criaturas poderiam sair de seus cubículos, onde, enjaulados, destilam o veneno da inveja contra que gosta de escutar o samba de perto, os meninos, e convidados, do grupo cantando Cartola, Paulinho da Viola, Benito, Gonzaguinha, Ataulfo, Noel, Martinho; o som destas músicas lindas  misturadas a sorrisos, declarações de amor e beijos estalados. Se libertem infelizes, venham sentir o cheiro de povo, de massa e fumacê, de bebida misturada com os perfumes das raças de todas as cores que tomam conta desse espaço lindo, pelo menos tomava, todas às quintas-feiras felizes que gelamos com esse  esse anúncio doentio!

Eu sei, eu sei, talvez vocês preferissem barracos, brigas, palavrões, xingamentos, agressões, talvez não incomodassem a vocês as sirenes da Polícia chegando para colocar “ordem” e morte, na coisa. O som incomoda? Mentira. O som atrapalha o sono das crianças? Nunca, muito pelo contrário, embala. Eu sei, eu sei, quase todas as quintas-feiras, por alguns segundos, você adoece ao ver, em coro, o seu mito ser tratado como merece por essa mesma gente feliz. Talvez, não, tenho certeza, esse é o único momento em que a alegria dá lugar, por alguns instantes, ao coro revoltado de uma parcela da população que, ao contrário de vocês, sabem bem o que está acontecendo no Brasil.

Como se não bastasse esse freio, esse balde de água fria na alegria, esse soco inglês na boa música ainda tem o preju econômico de uma cidade falida, de um país falido, tomado por desempregados que tinham neste dia sagrado a certeza do ganha pão do mês, se não, pelo menos o complemento para sobreviver, continuar lutando, acreditando que ainda  vale sim trabalhar. Quantos ambulantes,  empregos informais essa proibição aberração  jogou na lata do lixo sem uma explicação minimamente lógica. Quantos turistas perdemos? E a boa propaganda? E o ressurgimento de um bairro antes morto, será possível que nada disso conta?

Como se apaga uma página de cultura sem que se abra pelo menos uma sindicância, uma visitação para saber até que ponto, e  quem, de verdade, esse barulho está incomodando? Som que, sou testemunha, estou lá todas às quintas, nunca passou das dez horas. Quantas porradas mais vai levar a cultura, a alegria, a democracia nesse lado da América Latina que, definitivamente, voltou a ser “latrina”, curral, depósito de lixo, colônia de rabo arreganhado dos malditos Estados Unidos?

Fonte: Saiba Mais

ALIENAÇÃO PARENTAL – OMS inclui Síndrome da Alienação Parental na classificação mundial de doenças

A Organização Mundial da Saúde reconheceu a síndrome da alienação parental como uma doença. Ela está inserida, desde o mês de junho, na 11ª edição da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde, conhecida como CID.
O termo “alienação parental” foi criado pelo psiquiatra estadunidense Richard Gardner, em meados dos anos 1980. Ele defendia que a alienação parental tratava-se de uma síndrome e lutou pela sua inclusão nos manuais mundiais de classificação de doenças mentais. Tal posição é reinterpretada por alguns especialistas, que atestam a síndrome da alienação parental apenas em níveis mais avançados.No Brasil, a alienação parental é definida por lei (nº12.318, ago/2010) como a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este. Além de “interferência na formação psicológica”, outra lei (nº13.431, abr/2017) identifica o ato de alienação parental como forma de violência.