Arquivo diários:07/07/2020

Jornalistas que se infectarem com Covid-19 podem acionar Bolsonaro na Justiça, diz sindicato

 Jair Bolsonaro 

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF) anunciou, na tarde desta terça-feira (07), o envio de um ofício aos veículos de comunicação que realizam a cobertura presencial no Palácio do Planalto, em Brasília. No documento, o órgão pede a suspensão da presença de profissionais no local e diz que, caso algum trabalhador tenha se infectado com Covid-19 , cabe processo ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
De acordo com a entidade, Bolsonaro colocou os profissionais em risco após convocar jornalistas para anunciar que testou positivo para o novo coronavírus. Durante a fala do presidente, jornalistas da TV Brasil, Record TV e CNN Brasil estavam no local.
“Imagens e denúncias que chegaram ao SJPDF comprovam que o presidente da República, positivo para a covid-19, colocou em risco os jornalistas e as equipes ao fazer o anúncio. Por que o presidente não solicitou que um médico o fizesse? E qual será a postura daqui para frente?”, questionou o sindicato em nota.

No documento, a entidade pede ainda que os veículos testem e afastem todos os profissionais que tiveram contato com Bolsonaro em coberturas nos últimos 10 dias.

“Também vamos cobrar do Ministério das Comunicações para que seja mantida a divulgação de informações do Poder Executivo sem expor jornalistas a risco em entrevistas coletivas presenciais, incluindo as dos ministros, que devem passar a dar coletivas de forma virtual”, acrescentou o órgão.

Caso algum profissional recebe o diagnóstico positivo, o sindicato cogita a possibilidade de acionar o presidente na Justiça.

Recentemente, após constantes ataques de apoiadores do presidente, alguns veículos de imprensa como Folha de S.Paulo, Grupo Globo e TV Band deixaram de cobrir o Palácio do Alvorada alegando questões de segurança.

Primando por Parnamirim: a quem possa interessar

O Blog do Primo faz o seguinte esclarecimento aos meus estimados leitores e aos babões e línguas de aluguel da velha e gloriosa Trampolim da Vitória:

1-Não sou eleitor em Parnamirim nem quero ser..

2- Não sou assessor, nem quero ser do ex-prefeito Maurício Marque, apesar de ser seu amigo e considerar que ele fez uma gestão muito melhor que deste incompetente prefeito Rosano Taveira.

3- Caso eu fosse eleitor em Parnamirim meu voto seria do professor e advogado Iran Padilha.

4- Nunca recebi nem vou receber dinheiro de qualquer político de Parnamirim por uma simples razão,  não tem nenhum político de Parnamirim com dinheiro suficiente para me pagar meus serviços que são caros. É mais provável eu arranjar dinheiro e colaborar financeiramente com algum candidato como já fiz no passado.

5- Quero avisar aos babões e línguas de aluguel que antes de falar besteiras usando meu nome procurem medir e pesar, o soldado Vasco é bem informado. Depois não reclamem da pancada. Minha pancada e dura e seca..

O Blog do Primo vai destemidamente continuar  Primando por Parnamirim com independência e coragem, agrade quem merece e doa em quem doer..

 

 

‘Reabrir agora é suicídio’: os donos de bares e restaurantes que decidiram continuar fechados

Para empresários, reabertura do setor em São Paulo aumenta custos dos estabelecimentos, com contratações e renovação de estoque, em momento em que maioria dos clientes não quer se arriscar em sair de casa.
Leandro Machado – Da BBC Brasil em São Paulo
Um grupo de donos de bares e restaurantes de São Paulo decidiu manter as portas dos estabelecimentos fechadas mesmo com a autorização do governo do Estado para a reabertura. Entre os motivos alegados, estão a falta de segurança para funcionários e clientes, expectativa de baixo movimento e receio defalência.

partir de segunda-feira (6/7), a gestão do governador João Doria (PSDB) passou a autorizar que estabelecimentos do setor voltem a funcionar depois de quase quatro meses dequarentena por causa da pandemia de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Para isso, os locais precisam seguir algumas regras, como horário fixo (das 11h às 17h), lotação de até 40% da capacidade, proibição de mesas nas calçadas e exigência de uso de termômetros e máscaras, além de distanciamento entre os clientes.

Depois de zombar do isolamento e contaminar outras pessoas Bolsonaro grava vídeo dizendo que está com COVID-19; que Deus livre ele desta praga

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo para Covid-19. O resultado do exame foi anunciado nesta terça-feira (7).

Presidente teve febre, fez exames de imagem no pulmão e mediu saturação de oxigênio, em visita a hospital na segunda-feira (6) em Brasília.

“Acabou de dar positivo”, disse Bolsonaro. O presidente relatou ter se sentido mal no domingo. Ao longo da segunda-feira, ele sentiu cansaço e febre.

 

Pesquisa mostra que, para 67% dos médicos, há subnotificação de dados sobre coronavírus


Uma pesquisa feita pela Associação Paulista de Medicina aponta que 67% dos médicos consideram que há subnotificação nos dados sobre o coronavírus divulgados pelo ministério da Saúde. Isso engloba tanto casos quanto mortes pela Covid-19.
O estudo foi feito com 1984 médicos de todo o país, entre os quais 1077 responderam todas as questões e estão trabalhando durante a pandemia do novo coronavírus. Os dados foram coletados entre 25 de junho e 2 de julho por meio de questionário online.

Entre os profissionais que responderam à pesquisa, 45,4% acreditam que o número de casos divulgados é menor que a realidade. Enquanto 21,5% consideram que há mais mortes do que os números divulgados.

O estudo mostra também que o número de médicos que se sentem capacitados para atender pacientes com Covid-19 em qualquer fase da doença cresceu. No período pesquisado, 28% dizem estar plenamente capacitados. Em maio era 22,3%, enquanto em abril, 15,5%.
Questionados sobre o clima no ambiente de trabalho, 63% dos profissionais participantes relatam que os colegas e colaboradores estão apreensivos. Os sentimentos mais usados pelos médicos para descrever o que os colegas sentem são ansiedade (69,2%), estresse (63,5), sensação de sobrecarga (50,2%) e exaustão física ou emocional (49%).

Gripezinha: Jair Bolsonaro testa positivo para covid-19

Presidente Bolsonaro nas manifestações sem usar máscara

Do UOL, em São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo para covid-19. A revelação foi feita hoje pelo próprio chefe do Executivo, em entrevista à TV Brasil. Ontem, ele sentiu alguns sintomas da doença e fez o exame em Brasília. O resultado foi divulgado no fim desta manhã.

Nomes do governo que tiveram contato com o presidente nos últimos dias também fizeram exames para detectar a doença. O ministro da defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos, estão entre os que realizaram os testes.

Vídeo: Álvaro Dias apresenta Centro de Enfrentamento a Covid-19 que começa a funcionar hoje (7) em Natal (RN)

Bolsonaro está tomando hidroxicloroquina

Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente Jair Bolsonaro disse à CNN que tomou a segunda dose de hidroxicloroquina e que a temperatura baixou para 36 graus. “Me sinto bem”, completou.

Bolsonaro espera o resultado do teste para a covid-19, que deve ser divulgado nesta terça. O presidente realizou o exame na segunda (6) no HFA (Hospital das Forças Armadas), em Brasília, após sentir os sintomas da doença. Enquanto aguarda o resultado, o chefe do executivo cancelou a agenda da semana.

Depois de realizar exames, o presidente afirmou que o pulmão estava limpo. “Eu vim do hospital agora. Fiz uma chapa no pulmão. Está limpo. Fui fazer o exame da covid agora há pouco. Mas está tudo bem”, disse. Além do teste para detecção do novo coronavírus, ele se submeteu a uma ressonância magnética.

Com O Antagonista e R7

Sobrinha de Trump adianta publicação de livro polêmico sobre o tio

AFP
A publicação do livro da única sobrinha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, extremamente crítica a seu tio e com revelações familiares desagradáveis, foi adiantada de 28 para 14 de julho, anunciou a editora Simon and Schuster nesta segunda-feira (6).
A decisão foi tomada depois que um irmão de Trump, Robert, tentou sem sucesso bloquear a publicação na justiça de Nova York.
Mas ainda está pendente uma recente ordem de restrição contra a escritora, que lhe impede de falar ou escrever sobre a família e que será analisada em um tribunal em 10 de julho.

“O ato de um presidente em exercício de reprimir um cidadão específico é apenas o mais recente de uma série de condutas perturbadoras que já desestabilizaram uma nação fraturada que enfrenta uma pandemia global”, disse uma nota enviada pelo porta-voz de Mary Trump, Chris Bastardi, ao jornal USA Today.


“Se Mary não pode comentar, só resta a dúvida: do que Donald Trump tem medo?”, acrescentou a nota.

Robert Trump alega que sua sobrinha Mary violou um acordo de confidencialidade que a impede de falar ou escrever sobre a família, assinado em 2001 e pelo qual o mesmo tribunal resolveu uma

disputa sobre os bens de seu avô, o magnata imobiliário Fred Trump (pai de Donald, Robert e Fred Trump Jr, este último sendo o pai de Mary).

No livro, o primeiro sobre o presidente americano escrito por um familiar, Mary, uma psicóloga de 55 anos, narra suas experiências no seio de uma “família tóxica” na casa de seus avós.

É intitulado “Too Much and Never Enough: How My Family Created the World’s Most Dangerous Man” (Demais e nunca o suficiente: como minha família criou o homem mais perigoso do mundo) e tem 240 páginas, informou a Simon & Schuster em resenha da obra em seu site.

A obra “lança luz sobre a história sombria da família para explicar como seu tio se tornou o homem que agora ameaça a saúde, a segurança econômica e o tecido social mundial”, diz o editorial.

A autora narra “a estranha e prejudicial relação entre Fred Trump (avô de Mary Trump) e seus dois filhos mais velhos, Fred Jr. e Donald”, acrescentou.

O pai de Mary Trump, Fred, que sofria de alcoolismo, morreu aos 42 anos, em 1981. A sobrinha de Trump afirma que seu tio “o desprezou e zombou dele” quando começou a sofrer de Alzheimer.


Desde que Trump assumiu a presidência em janeiro de 2017, Mary Trump manteve um perfil baixo sobre sua família, mas criticou publicamente seu tio no passado.

 

Seu irmão e ela processaram Donald Trump por “influência indevida” na distribuição da herança de centenas de milhões de dólares deixada por seu avô Fred quando morreu em 1999.

Com o sem Huck, Madero mais nunca; Luciano Huck vende participação na rede Madero após polêmica

Vão fechar não pelos efeitos da pandemia, mas pela língua maldosa do dono
Foto: Medero Natal/RN

Marcus Couto
O apresentador e empresário Luciano Huck, que analistas vêem como um possível candidato à presidência do Brasil em 2022, anunciou por meio de sua assessoria de imprensa a venda da sua participação na rede de restaurantes Madero.
“Luciano Huck, por meio da Joa Investimento S/A, controlada por ele, comunica que deixa, a partir desta data, de ser acionista do Madero, tendo alienado a totalidade de sua participação societária para o fundador Junior Durski”, diz o comunicado obtido pelo UOL.

A venda vem pouco depois de Durski, que é sócio majoritário do Madero, ter envolvido o seu nome e o da rede de restaurantes em uma polêmica, em meio ao início da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Durski, na época, gravou um vídeo em que dizia que “não era por conta de 5 mil pessoas que vão morrer” que o comércio deveria fechar e medidas de isolamento deveriam ser tomadas.

Hoje, o Brasil já passa de 64 mil mortes por COVID-19, bem mais do que os 5 mil projetados por Durski, que não tem formação científica nem na área da saúde. A doença, segundo órgãos sanitários, ainda passa por uma curva de aceleração no Brasil.

Na época da declaração de Durski, Huck já havia se posicionado contra a fala do então sócio, indiretamente. “A lógica da economia e dos negócios nesse momento, ou deixa os interesses materiais imediatos de lado e enxerga o coletivo de forma coerente com o que dizem a ciência e os exemplos do passado, ou é equivocada e desumana”, escreveu.