Arquivo diários:07/08/2020

Quizila: ministro quer dar “canto de carroceria” no PTB afastando da comitiva de Bolsonaro; Roberto Jefferson ameaça Rogério (Saco Preto)

Roberto Jefferson quer bandeiras e militância do PTB fazendo campanha na visita de Bolsonaro.
Amigos de Rogério Marinho informaram ao Blog do Primo que ele teria dito que Jefferson não apita em nada aqui no RN.

O ministro Rogério Marinho está promovendo uma desavença política com o falante e ex-deputado-presidente do PTB Roberto Jerfferson.
Rogério quer impedir o acesso e aproximação do presidente estadual do PTB Getúlio Batista e do seu candidato a prefeito coronel Hélio na visita do Presidente Bolsonaro.
A visita do presidente é oficial e não é permitida promoção de proselitismo político eleitoral. O coronel Hélio não é autoridade constituída pelo fato de não exercer cargo público, portanto não pode fazer parte da comitiva, E dos atos oficiais e solenidades.

Em razão do suposto impedimento pelo fato do coronel Hélio ainda não ser candidato,  Rogério (saco preto) está utilizando a situação para afastar Getúlio e coronel Hélio da comitiva.
Rogério Marinho apoia o prefeito Álvaro Dias candidato do PSDB que é candidato à reeleição.  O Capeta Barbudo, assessor informal de Saco Preto é quem está dando um “canto de carroceria “ no primo Getúlio com seu coronel Hélio. Rogério Marinho quer indicar a irmã Valéria Marinho para ser candidata à vice-prefeita de Álvaro Dias.
Confira ameaça de Roberto Jefferson no Twitter:

 

418 pessoas estão internadas no RN com diagnóstico de Covid-19

A Secretaria de Estado e Saúde Pública- Sesap atualizou os dados do coronavírus no Rio Grande do Norte nesta sexta-feira (7). Na ocasião, foi informada a taxa de ocupação geral de leitos, que registra neste momento 57% no Estado.

A Sesap também informou que 418 pessoas estão internadas em hospitais públicos, privados ou filantrópicos, entre suspeitos, confirmados, pacientes em enfermaria ou críticos, que neste último caso, somam (199 críticos e 219 clínicos).

Primando por Parnamirim: sururu e sangangu político entre coronéis


O soldado Vasco andou pelo quartel da PM e tomou conhecimento de um rococó antigo entre os coronéis Azevedo e Taveira.

Quando Azevedo foi candidato a deputado estadual pediu uns votinhos ao colega de farda e prefeito Taveira que em vez de ajudar retirou alguns apoios do coronel deputado.
Agora, o deputado e coronel Azevedo está dando o troco, ele não aceita que os filiados e candidatos à Câmara Municipal apoiem à reeleição de Taveira.

O PSC não sabe para onde vai, mas não irá com Taveira, garante o soldado Vasco. Nestas condições os vereadores e candidatos que discordarem não terão suas candidaturas homologadas ou serão expulsos, neste meio está  o candidato predileto de Taveira, seu ex-chefe de gabinete Jones França e o vereador Abidene Salustiano.
Sururu: luta
Sangangu: desavença

 

SAAE da Prefeitura de Ceará-Mirim aluga caminhão pipa por R$ 485 mil; dinheiro que daria para comprar dois

Prefeito de Ceara-Mirim tem que pedir explicações para não ser acusado de crime de prevaricação.

A empresa OR Empreendimentos e Serviços Ltda, foi contemplada com um contrato no valor de R$ 485.000,00, pelo Diretor Geral Willy Lopes Nascimento Júnior do SAAE de Ceará Mirim (RN), no aluguel de um caminhão pipa para atender as necessidades da estatal municipal.

Notas falsificadas de R$ 200 estão sendo falcificadas


O Banco Central recebeu com preocupação a informação de que algumas cédulas de R$ 200 já estariam circulando em Madureira, no Rio de Janeiro, já que a nova nota ainda não foi lançada.

Em entrevista à coluna, a diretora de Administração do Banco Central, Carolina de Assis Barros, afirmou que esse tipo de ação criminosa acaba prejudicando justamente uma parcela da população mais vulnerável.

“Há uma preocupação muito grande com a população em Madureira que pode estar recebendo essa cédula falsa. É uma preocupação com a perda financeira das pessoas que podem ser ludibriadas e enganadas”, disse.

A cédula de R$ 200 será lançada no fim de agosto. No anúncio feito no final de julho, o BC informou que o animal escolhido para estampar a nova cédula foi o Lobo-Guará, mas não deu maiores detalhes sobre a nota, justamente para tentar dificultar os trabalhos dos falsificadores.

“Não lançamos a cédula ainda, isso precisa ser reforçado”, destacou a diretora.

Segundo Carolina,a produção da nova cédula está em fase final de testes pelas equipes especializadas do BC e da Casa da Moeda. São envolvidos nos trabalhos apenas dez profissionais, todos concursados e especializados na criação das moedas brasileiras.

Como verificar autenticidade das notas

Carolina afirma que durante o processo de fabricação do dinheiro o tema segurança é o mais relevante e ressalta que há meios de um indivíduo reconhecer a autenticidade da nota. O BC dá diversas orientações sobre como ver detalhes das notas verdadeiras.

“A primeira coisa é colocar a nota contra a luz e tem que aparecer a marca d´’água. Depois, ao tocar na nota há elementos em alto relevo, que variam conforme a cédula, mas que mostram sua autenticidade”, diz.

Um terceiro ponto explicado pela diretora é a questão da cor. Segundo ela, por exemplo, na nota de R$ 20 a máquina que pinta o dinheiro tem uma espécie de imã que cria elementos com cores diferentes no número da nota.

Aplicativo que verificar autenticidade é pouco utilizado

Em 2016, por ocasião das Olimpíadas no Brasil, Banco Central lançou um aplicativo que permite que a autenticidade de cédula seja verificada. A ideia era ajudar também aos estrangeiros – que não estavam acostumados com o Real – a reconhecerem o dinheiro e evitar golpes.

O aplicativo chamado “Dinheiro Brasileiro” será aprimorado para a inclusão da nota de R$ 200.

Segundo a diretora, a ferramenta ainda é pouco utilizada. “Infelizmente ele ainda não decolou”, diz.

A forma de utilização é simples. “É só pegar o celular, fotografar a nota e o aplicativo te mostra quais elementos de segurança você tem que ter na nota”.

UOL

Prisão do secretário deixa Dória como constrangido

Dória e seu amigão Rogério Marinho

O secretário dos Transportes Metropolitanos da gestão João Doria (PSDB), Alexandre Baldy (PP), foi preso na manhã desta quinta-feira (6) pela Polícia Federal, em uma operação que impôs o maior constrangimento político ao governador tucano desde que ele assumiu o Executivo paulista.

As suspeitas que motivaram a prisão são de período anterior à nomeação dele ao Governo de São Paulo, mas atingem a imagem de Doria, que via Baldy como uma das estrelas de seu secretariado e que, de olho na sucessão presidencial de 2022, buscou se descolar nos últimos anos de tucanos investigados em episódios de corrupção.

Outras acusações envolvendo duas autoridades do alto escalão escolhidas por Doria —Gilberto Kassab (Casa Civil) e Aloysio Nunes Ferreira (InvestSP)— já haviam colocado o governador em saia justa, mas, pela primeira, houve prisão de um secretário.

Diante das acusações, Baldy pediu licença do cargo a partir desta sexta (7), por um mês, para se defender.

A operação desta quinta, batizada de Dardanários, é um desdobramento de investigações da Lava Jato fluminense que apuram desvios na saúde.

Segundo o Ministério Público Federal, Baldy é um dos investigados por um “esquema que apura pagamento de vantagens indevidas a organização criminosa que negociava e intermediava contratos em diversas áreas”.

Em sua decisão, Bretas disse que a suspeita se refere a todos os cargos públicos que ele ocupou de 2014 a 2018 —Baldy foi deputado federal por Goiás e ministro das Cidades na gestão Michel Temer (MDB).

Na casa que o secretário mantém em Brasília os agentes federais apreenderam R$ 90 mil, guardados em dois cofres. Em outra residência do secretário, em Goiânia, a PF achou mais R$ 110 mil.

Nos dois dias anteriores à operação policial, Baldy havia tirado licença não-remunerada para cuidar de “assuntos particulares”, segundo o Diário Oficial do Estado.

Em nota, Doria buscou ressaltar que “os fatos que levaram as acusações contra Alexandre Baldy não têm relação com a atual gestão no Governo de São Paulo”.

O entorno do tucano esperava o pedido de afastamento de Baldy, que foi comunicado por meio de advogados ao Palácio dos Bandeirantes.

Na segunda nota sobre o tema, Doria fez os elogios protocolares à gestão do secretário à frente da pasta. Ocupará interinamente o lugar de Baldy seu número 2, o secretário-executivo Paulo Galli.

FOLHAPRESS

Para frear o Bradesco, senadores aprovam projeto que limita juros do cartão e do cheque


O Senado aprovou nesta quinta-feira (6) o projeto que limita os juros do cheque especial e do cartão de crédito durante a pandemia do novo coronavírus.

O projeto é de autoria do senador Álvaro Dias (Podemos-PR) e o seu relatório estava concluído desde maio, quando iniciaram as negociações para que ele entrasse em votação.

O parecer foi elaborado pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS) e traz alterações nos limites em relação ao texto original. O autor propunha um limite de 20% nos juros cobrados ao ano no cartão de crédito e no cheque especial. O relator alterou a taxa para 30% ao ano.

Martins também propôs que as linhas de cartão de crédito das instituições financeiras inovadoras, as chamadas fintechs, tenham um limite de 35% ao ano.

O projeto obteve 56 votos favoráveis, 14 contrários e uma abstenção. Agora, o projeto será encaminhado à Câmara.

“Cabe observar que as sociedades de crédito direto e instituições de pagamento muitas vezes atendem às faixas de renda de menor nível e não cobram tarifas. Dessa forma, buscam incentivar o uso do cartão de crédito e, ao mesmo tempo, obtêm receita apenas dos que atrasam o pagamento da fatura na data do vencimento”, disse o relator.

Além de alterar a taxa, Martins também modificou no seu parecer o tempo de validade da proposta para o fim de dezembro deste ano, quando se encerra o período de calamidade decretado pelo governo federal por causa da pandemia.

O texto original reduzia os juros das dívidas contraídas até julho de 2021.

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), encaminhou voto contrário da bancada. O senador defendeu que a regulamentação dos juros fosse encaminhada ao Conselho Monetário Nacional. A sugestão foi rechaçada pelo autor do projeto.

“Não é possível neste momento admitir essa agiotagem, essa exploração sem limites”, disse.
“Os bancos continuarão lucrando bem com essa taxa de 30%. É possíve, sim, praticar margem de lucro civilizada, sem que seja excessiva”.

A defesa pela aprovação do projeto foi estruturada por Martins em dados fornecidos pelo próprio BC (Banco Central).

De acordo com a entidade, em março deste ano, quando o país já enfrentava a doença causada pelo novo coronavírus, a linha de crédito do cheque especial tinha um saldo de cerca de R$ 52 bilhões, sendo R$ 20 bilhões para as pessoas jurídicas e R$ 32 bilhões para as pessoas físicas.

FOLHAPRESS

Acredite se quiser: Bolsonaro diz que fez ‘o possível e o impossível’ para evitar mortes por Covid-19

Presidente Jair Bolsonaro no jardim do Palácio da Alvorada alimentando as emas e mostranda a caixa do remédio cloroquina  na mesma caixa que mostrou para os apoiadores – Sérgio  Lima/Poder360.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (6) que está com a consciência tranquila e que fez “o possível e o impossível” para salvar vidas.

Ao assinar medida provisória que destina R$ 1,9 bilhão para a compra da vacina contra o coronavírus que está sendo testada pelo laboratório AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, Bolsonaro defendeu o uso da hidroxicloroquina, medicamento que não tem eficácia cientificamente comprovada contra a Covid-19.

“Estamos com a consciência tranquila. Não existia, naquela época, como não existe, uma vacina, não existia medicamento, apenas a promessa, no primeiro momento, da hidroxicloroquina, depois outras coisas apareceram”, disse o presidente no Palácio do Planalto, em uma cerimônia fechada à imprensa, mas transmitida pela TV pública.

Com informações da Folhapress