Arquivo diários:18/10/2020

Rafael Motta na estrada

O chororô das bases políticas de alguns deputados federais é grande, muitos candidatos a prefeito estão abandonados.
Os deputados desapareceram, estão escondidos ou fazendo campanha em São Paulo e no Rio de Janeiro. Um famosão está fazendo carreata e comícios em favor de Trump em Miami deixando seus amigos na sofrência.
Mas os que apoiaram o deputado Federal Rafael Motta não tem reclamado. Rafael tem sido um deputado sempre presente em suas bases eleitorais apoiando seus amigos e correligionários.
Segundo dados da assessoria do deputado Rafael Motta, ele já percorreu, nesta campanha, 36 mil km .

 

Primando pela Memória: pandemia da gripe espanhola de 1918/19


A gripe espanhola foi uma pandemia que aconteceu entre 1918 e 1919, atingindo todos os continentes e deixando um saldo de, no mínimo, 50 milhões de mortos. Não se sabe o local de origem dela, mas sabe-se que ela se iniciou de uma mutação do vírus Influenza. Os primeiros casos foram registrados nos Estados Unidos.

A gripe espanhola espalhou-se pelo mundo, principalmente, por conta da movimentação de tropas no período da Primeira Guerra Mundial, tendo um impacto direto nos países que participavam desse conflito. Aqui no Brasil, ela chegou em setembro de 1918, espalhando-se por todas as regiões do país e causando a morte de 35 mil brasileiros.

Onde surgiu?
Os primeiros casos de gripe espanhola foram registrados entre militares nos Estados Unidos.
Os primeiros casos de gripe espanhola foram registrados entre militares nos Estados Unidos.

Uma série de estudos foram conduzidos ao longo dos séculos XX e XXI sobre a gripe espanhola, e a origem da doença permanece um mistério. Existem duas teorias que sugerem que ela pode ter surgido na China ou nos Estados Unidos, mas não há provas que possam confirmar em qual dos dois lugares ela tenha de fato aparecido pela primeira vez.

O que se sabe é que, provavelmente, a gripe espanhola foi uma mutação do vírus Influenzaque passou de aves para os seres humanos. Além disso, sabemos que os primeiros casosque se tem conhecimento aconteceram nos Estados Unidos e foram registrados no Fort Riley, uma instalação militar localizada no estado do Kansas.

O primeiro paciente foi o soldado AlbertGitchell, o qual foi internado, com sintomas de gripe, na enfermaria de Fort Riley, em 11 de março de 1918. Nas semanas seguintes, mais de 1100 outros soldados desse local foram internados com os mesmos sintomas. Acredita-se que por meio das tropas norte-americanas que participavam da Primeira Guerra Mundial é que a doença espalhou-se pelo mundo.

Por que é chamada de gripe espanhola?

Se a gripe espanhola surgiu ou nos Estados Unidos ou na China, por que a chamamos de gripe espanhola? O termo “espanhola” não faz referência à suposta origem da doença, mas sim ao fato de que a imprensa espanhola ficou conhecida por divulgar as notícias dela pelo mundo. A explicação para isso tem relação direta com a Primeira Guerra Mundial.

A gripe espanhola afetou todos os continentes do mundo e teve um impacto muito grande nos países que lutavam na Primeira Guerra Mundial. Por conta desse conflito, era necessário que as informações da doença fossem escondidas de forma a não prejudicar o moral dos soldados, não criar pânico na população e nem passar imagem de fraqueza para o adversário.

Assim, as notícias dessa gripe letal eram censuradas em grande parte dos países europeus. A Espanha, no entanto, não participava da guerra, e sua imprensa tinha liberdade para falar da doença. Isso fez com que a cobertura espanhola ficasse conhecida no mundo, e a pandemia passou a ser nomeada como “gripe espanhola”.

Difusão da doença

A gripe espanhola alastrou-se pelo mundo em três ondas:

  • Primeira onda: iniciada em março de 1918;
  • Segunda onda: iniciada em agosto de 1918;
  • Terceira onda: iniciada em janeiro de 1919.

Entre essas três ondas, a segunda ficou conhecida por ser a mais contagiosa e por possuir os maiores índices de mortalidade. A tese aceita é a de que a doença inicialmente se espalhou pelo mundo por meio das tropas norte-americanas enviadas para a Europa para participarem da Primeira Guerra Mundial.

Uma vez estabelecida no continente europeu, a doença foi levada para o restante do mundo pelo deslocamento de pessoas por meio de viagens ou do sistema de transporte internacional de mercadorias. Aqui no Brasil, por exemplo, ela chegou, em setembro de 1918, por uma embarcação que veio da Inglaterra e passou por Lisboa, Recife, Salvador e Rio de Janeiro.

Todos os continentes habitados foram afetados pela gripe espanhola, e o historiador J. N. Hays alega que pouquíssimos locais, como áreas do norte da Islândia e algumas ilhas da Samoa Americana, não foram afetadas|1|. Isso significa que somente locais remotos conseguiram escapar da gripe espanhola.

Tratamento

O uso de máscaras foi comum em alguns locais dos Estados Unidos como forma de diminuir o contágio da gripe espanhola.

À medida que a gripe espanhola ganhou espaço, o efeito era o mesmo em diferentes locais: o sistema de saúde entrou em colapsodevido à grande quantidade de pessoas doentes. A princípio muitos cientistas acreditavam que o causador da doença tinha sido uma bactéria conhecida na época como bacilo de Pfeiffer, mas atualmente sabemos que essa teoria não estava correta.

Os médicos da época não sabiam como tratar adequadamente a doença, primeiro, por ela ser nova, e segundo, porque a medicina até então não tinha conhecimento suficiente para tal ação. Uma série de medicamentos começaram a ser administrados nos pacientes como tentativa de combatê-la, mas mostraram-se ineficazes.

Os tratamentos dedicaram-se, dessa forma, a aliviar o sofrimento dos pacientes, e, assim, o papel das enfermeiras foi essencial, pois elas mantinham os cuidados diários com aqueles que adoeciam. No entanto, como mencionado, o colapso dos sistemas de saúde ocorreu em diferentes locais onde a doença chegou, e nem todos tiveram acesso ao tratamento devido.

Isso forçou a tomada de medidasemergenciais, como a improvisação de hospitais e de leitos para atender as pessoas que adoeciam. Outro ponto é que os pacientes mais graves e que desenvolviam infecções sofriam consideravelmente, pois, naquela época, não existiam antibióticos para realizar o tratamento deles.

Como se identificou que a doença era contagiosa, muitos locais adotaram medidas de isolamento social. Assim, foram decretados o fechamento de escolas, igrejas, comércio e repartições públicas em diferentes locais, inclusive no Brasil. Em alguns deles, como nos Estados Unidos, adotou-se o uso de máscaras para reduzir-se o contágio. Muitos locais incentivaram a população a entrar em quarentena.

J. N. Hays afirma que a quarentena em alguns lugares, como na Austrália, teve grande sucesso, uma vez que o país foi atingido pela primeira onda da gripe, mas não foi afetado pela segunda|2|. O combate contra a gripe espanhola presenciado em locais como a Europa e a América do Norte não o foi em locais como a Ásia e a África, em grande parte ainda colonizados pelos europeus, o que fez com que milhões de pessoas morressem neles.

Isso fez com que surgissem algumas teorias que tentaram explicar a mortalidade da doença pela classe social. Em alguns locais, como a Índia, ela pode ser aplicada (em outros, não); entre os milhões de mortos de gripe espanhola no país (fala-se que entre 18 e 20 milhões de pessoas morreram só na Índia), a maioria pertencia às castas mais baixas. Outra questão que permanece sem explicação é o porquê da doença ser mais mortal em jovens de 20 a 30 anos.

Consequências

A gripe espanhola foi uma das piores pandemias da história da humanidade. Mostrou-se como uma doença com grande capacidade de contágio e altamente letal. Os especialistas do assunto falam que 25% de toda a população norte-americana foram afetados pela doença, o que corresponde de 25 a 30 milhões de pessoas|3|.

No caso do Brasil, por exemplo, a cidade de São Paulo foi uma das mais afetadas, e, embora tenham sido notificados 116.777 casos nela (22,32% da população), acredita-se que o total de pessoas infectadas pela gripe espanhola tenha sido de 350 mil, o que corresponde a cerca de 2/3 da sua população naquele período|4|.

Ao todo, os especialistas do assunto apontam que a quantidade mínima de pessoas que morreram de gripe espanhola, entre 1918 e 1919, tenha sido de 50 milhões, mas algumas estatísticas elevam esse total para até 100 milhões de pessoas. Um dos locais mais afetados, como mencionado, foi a Índia, que registrou, no mínimo, 18 milhões de mortos. Aqui no Brasil foi registrado, oficialmente, o total de 35 mil mortos

Adriane Galisteu lista sonhos que Ayrton Senna não conseguiu realizar; confira

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Em entrevista ao site ‘Alô Alô Bahia’, Adriane Galisteu falou sobre sua relação com o piloto Ayrton Senna, que morreu em 1994 vítima de um acidente em uma corrida da Fórmula 1, e revelou quais sonhos ele não realizou devido sua morte precoce.

Ela revelou que Senna tinha três sonhos que não foram realizados devido à morte precoce. “Ele tinha três sonhos: conhecer a Disney, ser pai e correr na Ferrari. O cara morre com 33 anos fazendo aquilo que ele mais sabia fazer e não realiza nenhum dos três sonhos. Isso para mim é muito emblemático”, afirmou Galisteu, que namorou o piloto entre 1993 e 1994, durante um ano e meio.

Na época do namoro, a apresentadora tinha 19 anos. “Eu dava para o Ayrton uma meninice que ele precisava. Ele era um cara muito tímido, mas tinha um lado muito simples. Tinha uma simplicidade de alma, gostava de comer arroz e feijão, era um cara de hábito simples, que morreu sem saber o tamanho do amor que as pessoas tinham por ele. Ele sabia que era amado, mas tenho certeza que ele não imaginava o quanto ele era amado”, contou.

Motorista xinga Bolsonaro enquanto passa de carro pelo presidente – VEJA VÍDEO


Neste sábado (17), o presidente Jair Bolsonaro ficou na rua acenando para os carros, enquanto testava sua popularidade. O que ele não esperava, no entanto, era uma amostra de insatisfação dita por um motorista.
Um motorista, enquanto passava de carro pelo local, fez questão de dizer ao governante: “Pau no c*”. Bolsonaro encerrou o aceno e sua reação foi uma risadinha sem graça.

O vídeo foi publicado no Twitter e Bolsonaro foi alvo de gargalhadas por parte de alguns internautas.

 

‘Infelizmente, tem esse movimento feminista… Há mulheres que nem são mulheres’, diz Robinho sobre estupro coletivo

Em entrevista ao site UOL, o jogador Robinho, condenado em primeira instância na Itália por estupro coletivo, pouco esclareceu sobre o caso e sobre as transcrições dos diálogos dele com os outros envolvidos no crime e vazados nesta sexta-feira. Mas, em um dos trechos da conversa, que segundo o site, foi recheada de intervenções de seus assessores e advogados, Robinho criticou o movimento feminista:

“Infelizmente, tem esse movimento feminista… Muitas mulheres, às vezes nem são mulheres para falar o português claro”.

Nos últimos dias, uma onda de protestos tomou conta da internet, muitos iniciados por movimento de mulheres, que culminou na suspensão do contrato com o jogador.

Na entrevista divulgada pelo UOL, o jogador detalhou sua relação com a vítima naquele dia de 2013: “A gente teve uma relação homem e mulher, dela me tocar e eu tocar nela, porque ela quis e eu também quis, mas não cheguei a fazer sexo com ela, sem penetração, nada disso”.

Disse também que se arrepende de ter “traído a esposa”.

O jogador foi instruído a não comentar individualmente trechos da sentença que foram vazados e que, segundo ele, foram traduzidos de forma errada para o italiano.

Mas disse que não estava na boate quando os amigos tiveram relações com a vítima. Disse que viu que eles estavam com ela, mas que lhe contaram no dia seguinte que transaram com a moça com o consentimento dela. “Estou me defendendo. Se eles fizeram algo com  ela, eu não posso falar por eles. Sei o que fiz e com o consentimento dela”.

“Olha, tem muitas coisas que estão fora de contexto e que eu gostaria de te dar uma entrevista de uma forma mais ampla e explicar exatamente o que aconteceu. Mas como isso está em segredo de justiça, eu não posso falar exatamente. Gostaria muito de falar, mas isso pode ser que me prejudique. Eu confio na Justiça italiana. Não posso te responder exatamente. Mas certeza, sem sombra de dúvidas, que muita coisa saiu fora de contexto”.

Robinho também negou ter oferecido bebida alcoólica à mulher e questionou o estado de embriaguez alegado pela vítima. “Quando ela se aproximou de mim, ela não estava embriagada, até porque ela lembra do meu nome, lembra quem sou eu. A pessoa que bebe não lembra de nada. Ela lembra. O fato dela ter saído depois para outra discoteca com os garotos, isso mostra que ela não foi abusada. A pessoa que recebe um abuso, nunca recebi e ninguém da minha família, graças a Deus, que é algo muito sério, ela jamais sairia dali para ir para outro lugar com esses mesmos garotos”, relatou, lembrando que responde apenas por ele e não pelos amigos.

Influenciador que negava a Covid-19 morre aos 33 anos após contrair o vírus

Dmitriy Stuzhuk, de 33 anos, contraiu o vírus durante uma viagem à Turquia, testou positivo quando retornou ao seu país, Ucrânia, e chegou a ser liberado para se recuperar em casa. Porém, poucas horas após a sua liberação, Dmitriy teve que ser levado de volta ao hospital às pressas, pois a sua saúde se deteriorou rapidamente.

O influenciador fitness com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, sempre promoveu uma vida saudável e a regular prática de esportes. Durante uma viagem à Turquia, Dmitriy notou um inchaço no pescoço e dificuldade para respirar, conforme informado por ele em uma publicação no Instagram. De volta à Ucrânia, ele foi ao hospital na capital Kiev, onde testou positivo para Covid-19.

Após contrair a doença, Dmitriy mudou de opinião sobre a mesma e fez um alerta a seus seguidores na rede social: “Eu pensava que a Covid não existia, Até eu ficar doente”, escreveu Dmitriy, e continuou: “COVID-19 NÃO É UMA DOENÇA SIMPLES! É pesado.” Ele passou 8 dias na enfermaria do hospital usando aparelho de oxigênio e relatou a situação: “O hospital está lotado de pessoas, algumas delas tratadas nos corredores”, postou.

Poucas horas depois de chegar em casa, Dmitriy teve uma piora significativa e teve que ser levado de volta ao hospital. Sofia Stuzhuk, ex-esposa de Dmitriy e também influenciadora digital ( mais de 5 milhões de seguidores), foi quem informou sobre a deterioração rápida no quadro de saúde dele e, posteriormente, seu falecimento: “Dima (Dmitriy) tinha problemas com o sistema cardiovascular. Seu coração não está aguentando. Ele sofreu uma morte clínica, mas os médicos reiniciaram seu coração. Seu estado é extremamente grave. Ninguém pode fazer mais nada. Fiz tudo o que pude para que o pai dos meus três filhos vivesse. Mas nada depende de mim agora”, escreveu Sofia, que logo depois informou o falecimento do ex-marido em um post no Instagram: “Dima não está mais conosco”, escreveu ela.