Arquivo diários:16/11/2020

Condenados pelo povo sofrem derrotas vergonhosas


Dois grandes fracassos administrativos foram condenados nas urnas.
O prefeito de Caicó, Batata Araújo e de Macau, Túlio Lemos que foram grandes esperanças na eleição passada, nesta eleição sofreram grandes derrotas.
Além de condenados pelo povo, ele poderão gastar muito dinheiro com advogados para se livrarem das suas encrencas.
Foram ingratos e soberbos, não tiveram competência política nem administrativa..

Apoiados por Bolsonaro fracassam, Russomanno naufraga e filho recebe 35 mil votos a menos

O bolsonarista Rogério Marinho foi rejeitado nos palanques no RN

Colocado em teste nas eleições municipaisdeste domingo (15), o capital político do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sofreu um abalo com o resultado das urnas. Além de nenhum de seus apoiados ou aqueles que buscaram se associar a ele ter conseguido vencer em cidades importantes, o presidente assistiu a alguns reveses simbólicos.

Seu filho Carlos Bolsonaro (Republicanos), candidato à reeleição para vereador no Rio de Janeiro, foi reeleito, mas encolheu cerca de 35 mil votos em relação a 2016, quando foi o campeão na capital do estado. Ele ficou em segundo, com cerca 71 mil votos, perdendo o posto para o oposicionista Tarcisio Motta (PSOL), que teve cerca de 86 mil votos.
Wal do Açai, funcionária fantasma de seu gabinete da Câmara dos Deputados, conforme revelado em reportagens da Folha de S.Paulo, recebeu o apoio em peso da família Bolsonaro, incluindo o do próprio presidente, mas não conseguiu se eleger vereadora em Angra dos Reis (RJ). Teve apenas 266 votos.

A aposta mais importante do presidente era Celso Russomanno (Republicanos-SP), que passou boa parte da campanha liderando a disputa à Prefeitura de São Paulo, mas acabou ficando em quarto.

Bruno Engler (PRTB) até conseguiu subir na reta final, em Belo Horizonte, mas não conseguiu evitar a reeleição de Alexandre Kalil (PSD). No Rio, Marcelo Crivella (Republicanos) enfrentará um difícil segundo turno contra o favoritismo de Eduardo Paes (DEM).

Bolsonaro chegou a apagar neste domingo um post com apoio a candidatos. À noite, divulgou mensagem minimizando os apoios dados e afirmou que a esquerda sofreu uma “histórica derrota”, o que indicaria, em sua visão, que a onda conservadora de 2018 chegou para ficar. “Para 2022, a certeza de que, nas urnas, consolidaremos nossa democracia com um sistema eleitoral aperfeiçoado”, afirmou.

Bolsonaro declarou adesão abertamente a 59 candidatos. Foram 14 a prefeito, 1 a senador (Mato Grosso terá eleição suplementar) e 44 a vereador. A maioria deles obteve o apoio durante o que o presidente batizou de “lives eleitorais gratuitas”.

Além desses, vários outros candidatos pelo país tentaram associar o seu nome ao do presidente, mas a maioria dos bolsonaristas acabou embolada nas últimas posições.

Rogéria Bolsonaro (Republicanos), mãe dos três filhos mais velhos do presidente, se candidatou a vereadora no Rio e teve pouco mais de 2.000 votos, uma votação baixa. Até as 23h30 o Tribunal Superior Eleitoral não informava se ela havia sido eleita ou não.

Uma das exceções dentro do fracasso dos simpáticos ao presidente era Belém, onde o Delegado Eguchi (Patriota) foi para o segundo turno contra Edmilson Rodrigues (PSOL).

Entre os apoiados por Bolsonaro que tiveram mais sorte neste domingo estava o ex-governador cassado Mão Santa (DEM), que deveria conseguir se eleger prefeito em Parnaíba, no Piauí.

Entre os apoiados por Bolsonaro que foram para o segundo turno, Capitão Wagner (PROS) também deve enfrentar uma dura disputa em Fortaleza contra Sarto (PDT), candidato da família Gomes.

No Recife, o apoio de Bolsonaro não conseguiu alavancar a candidatura da delegada Patrícia Domingos (Podemos).

Bolsonaro foi o principal beneficiado com a onda conservadora e antipolítica que marcou as eleições de 2018.

Além de ter sido eleito mesmo tendo promovido uma campanha caótica, sem quase nenhum amparo partidário e contrariando praticamente todas as previsões do mundo político, ele viu triunfar nas urnas uma legião de políticos que buscaram se associar ao seu nome.

Entre eles estavam os governadores eleitos dos três principais estados do país —João Doria (PSDB-SP), Wilson Witzel (PSC-RJ) e Romeu Zema (Novo-MG).

Os dois primeiros acabaram rompendo e virando adversários de Bolsonaro. Doria é visto como um dos principais nomes que devem concorrer contra o presidente nas eleições de 2022.

O abalo no status quo político há dois anos animou candidatos do entorno bolsonarista que mantêm o foco no discurso antipolítica a tentar a sorte.

Após um início em que titubeou em entrar na campanha de aliados, Bolsonaro acabou anunciando apoios a determinados candidatos, entre eles Russomanno e Crivella.

As pesquisas do Datafolha e Ibope mostraram em todo o percurso da campanha, porém, que nomes apoiados pelo presidente nas principais disputas ou que, mesmo sem a menção direta, procuraram se associar à imagem de Bolsonaro, não figuraram em boa posição na maioria dos casos.

Conforme a Folha de S.Paulo mostrou no final de outubro, em apenas 3 das 26 capitais candidatos a prefeito alinhados ao presidente apareciam à frente nas pesquisas. A maioria estava embolada com outros candidatos nas últimas colocações.

Outros expoentes da onda conservadora de 2018 também sofreram derrotas acachapantes neste domingo.

Uma dos principais fiascos está na conta do governador de Minas Gerais. O candidato de Zema, Rodrigo Paiva (Novo), ficou com menos de 5% dos votos válidos em Belo Horizonte, a capital do estado, que reelegeu com folga o prefeito Alexandre Kalil (PSD).

Alguns vitoriosos de 2018 nem tiveram como influenciar o atual pleito por terem sido abatidos politicamente no meio do caminho. Esse foi o caso de Witzel e do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), que estão afastados dos cargos.

****Por Ranier Bragon, Danielle Brant e Renato Machado, da Folhapress

Mediocridade ganha da demagogia em Parnamirim


Em Parnamirim qualquer que fosse o resultado não seria bom para o município.
Numa disputa entre a demagogia barata e a mediocridade do prefeito Taveira, venceu a medíocre gestão do prefeito Taveira com sua administração fraca que coloca o terceiro maior município do RN numa situação vexatória diante dos municípios da Grande Natal.
Com Nilda fazendo demagogia barata, Maurício Marques abatido moralmente, o coronel Dolvin sendo pára-quedista, Francisca Henrique pagando caro pela antipatia do seu líder e senador Styvenson, ficou fácil para Taveira continuar levando Parnamirim para o buraco.
Uma coisa certa temo que reconhecer em Taveira foi a escolha de sua vice-prefeita, Kátia Pires, sem ela o resultado poderia ser outro.
O Blog do Primo continuará fazendo oposição e críticas ao prefeito Taveira quando ele errar ou continuar errando.

Que ele compre outros blogs, o meu não vai comprar.. Aliais, não tem quem compre!!

Com informações precisas, o Blog do Primo garante que a eleição de Parnamirim ainda não acabou, vem bombas..

 

Primando por Natal: Classe Média e suas trairagens


Com experiência de disputar 5 eleições em Natal, não tenho receio em dizer que a nossa famosa classe média é onde estão as maiores traídas da política.
Munidos dos seus smartphones muitos traíras justificaram sua ausência pelo aplicativo eleitoral descumpridor promessas e compromissos com candidatos  a vereador em Natal..

Andei por toda Natal, nos locais de votação onde a classe média não vota havia um bom comparecimento, ao passo que nos locais de votação dos afortunados era um grande vazio cívico.
Mas, tenho certeza de uma coisa: o mesmo smartphone que serviu para justificar a ausência, é  o mesmo que está sendo utilizado para parabenizar o vereador eleito e jurando o voto..

Prefeito reeleito Álvaro Dias não deve sua reeleição ao ex-prefeito Carlos Eduardo Alves

Álvaro Dias derrubou o Hotel dos Reis Magos e vários mitos da política natalense

Natal e o RN presenciaram uma campanha que reelegeu o prefeito de Natal Álvaro Dias com uma expressiva maioria apenas pelos seus méritos.
Álvaro Dias não deve sua reeleição a nenhum cacique da política potiguar.
O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves fez  confusão Para indicar à vice-prefeito e depois sumiu.

Quando percebeu que à vitória de Álvaro era eminente, procurou o marqueteiro Alexandre Macêdo pedindo para gravar um vídeo para o programa eleitoral. Ao ter certeza através das pesquisas que Álvaro Dias já tinha consolidado sua vitória no primeiro turno, Carlos Eduardo Alves tentou inventar uma carreata puxada por ele para aparecer como o grande comandante da vitória.. A denominada “Carreata do Cabeção” não aconteceu, faltou carros para atender a sabedoria oportunista do ex-prefeito.
Á vitória de Álvaro foi fruto do sua habilidade política e trabalho aprovado pelos natalenses.

 

Eleitor tem até 60 dias para justificar ausência nas eleições

Quem não compareceu às seções eleitorais neste domingo (15), dia do primeiro turno das Eleições Municipais de 2020, tem até 60 dias para justificar a ausência junto à Justiça Eleitoral. Para tanto, é preciso levar documentação que comprove por que não foi possível participar do pleito.

A justificativa pode ser feita pelo aplicativo e-Título; pelo Sistema Justifica, acessível via internet; ou ainda entregando um Requerimento de Justificativa do Eleitor em qualquer zona eleitoral, sempre acompanhado do documento que comprove a ausência. É possível ainda enviar o requerimento por via postal ao juiz da zona eleitoral em que está inscrito.

Para saber a zona eleitoral à qual está vinculado, o eleitor deve entrar em contato com o Tribunal Regional Eleitoral do seu estado ou fazer a consulta no Portal do Tribunal Superior Eleitoral.

Barroso teimoso e perdedor

Os líderes dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) de todo o Brasil ficaram irritados com a demora para a divulgação dos resultados das eleições municipais de domingo (15.nov.2020). Neste ano, houve atraso para a finalização dos resultados, porque as Cortes locais foram obrigadas a enviar os dados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que estava encarregado de publicar os números de todos ao mesmo tempo.

A mudança gerou sobrecarga nos computadores do TSE, que não suportaram a quantidade de dados inserida de uma só vez no sistema. O problema também atingiu sites de notícias, como o Poder360, que não conseguiu atualizar em tempo real os resultados das eleições, como ocorreu em eleições passadas. A instabilidade foi vista até mesmo no aplicativo da própria Justiça Eleitoral, desenvolvido para divulgar os números.

Para os juízes eleitorais consultados pelo Poder360, o presidente do TSE, ministro Luis Roberto Barroso, deveria ter mantido o sistema antigo, em que os Estados primeiro totalizavam e divulgavam os dados e depois enviavam aos poucos os números ao TSE. Eles dizem que avisaram o chefe da Justiça Eleitoral sobre a possibilidade de problemas.

O Poder360 teve acesso a uma mensagem de grupo de WhatsApp de desembargadores que atuam na Justiça Eleitoral. No grupo, 1 desses juízes escreveu que sentia “indignação com a determinação da centralização do Processo Judicial Eletrônico e da apuração do resultado das eleições”. Avaliou que “o atual sistema deixa muito a desejar”, pois provoca “desconfiança dos eleitores”. O magistrado disse achar necessário rever o processo que foi adotado.

Em entrevista na noite de domingo, Barroso disse que a decisão por centralizar os dados no TSE não foi tomada durante a gestão dele. O ministro afirmou não ter tido “simpatia” pela iniciativa. Disse também que 1 dos motivos para a adoção era economizar. “A explicação que me deram para a centralização era a de que os Estados precisavam renovar os seus sistemas de totalização”, havia dito. Ou seja, com a centralização apenas o sistema do TSE precisaria de tal investimento.

Pouco depois, Barroso disse que também teria tomado a decisão: “Se fosse sob minha gestão”. Afirmou ainda que “a centralização da totalização no TSE foi uma recomendação da perícia da Polícia Federal em nome de se prover mais segurança [ao processo]”

O magistrado disse ainda lamentar o atraso, mas reforçou a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro: “Todos [os resultados] são passíveis de conferência”.

Poder 360