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Álvaro Dias estranhou-se com Carlos Eduardo Alves

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A relação do prefeito de Natal, Álvaro Dias com o candidato a governador Carlos Eduardo Alves não está nada boa.

Segundo uma fonte do Blog do Primo, Álvaro está reagindo com muita força contra a mulher de Carlos Eduardo Alves, Andreia Ramalho que está trabalhando para derrotar seu filho Adjuto Dias que é candidato a deputado estadual.

Andreia está tirando apoios de Adjuto para votar na sua candidata a deputada estadual Nina Sousa..

Ontem, Álvaro Dias deu um murro na mesa, disse nossa fonte, e Carlos Eduardo Alves mandou Andreia se aquietar..

 

Refugiados venezuelanos são agredidos e expulsos de tendas em Roraima

Por Avener Prado e Patrícia Campos Melo | Folhapress

PACARAIMA (RR)  – Pacaraima se transformou em uma zona de conflito entre brasileiros e venezuelanos neste sábado (18), com pedradas, ataques com bombas de gás improvisadas, incineração de pertences de refugiados e vandalização de carros dos moradores locais.

Grupos de brasileiros estão perseguindo refugiados venezuelanos que vivem na cidade de Roraima e queimando seus pertences após um comerciante local ser surrado em uma tentativa de assalto na véspera. Agredidos com pedaços de pau, os refugiados foram expulsos das tendas que ocupavam na região na fronteira do Brasil com a Venezuela.

As autoridades brasileiras no local não intervieram. O Exército, que está em missão humanitária na cidade, informou que não iria agir, mas repudiou, em nota “atos de vandalismo e violência contra qualquer cidadão, independentemente de sua nacionalidade”.

A onda de violência começou a partir de uma manifestação pacífica contra a imigração venezuelana na manhã deste sábado (18) convocada após um comerciante local ser espancado por quatro venezuelanos, segundo a polícia, e ter R$ 23 mil e celulares roubados. Raimundo Nonato está internado no hospital geral de Pacaraima com traumatismo craniano, com quadro estável.

Quando o protesto se dispersou, moradores da cidade passaram a andar em bandos pelas ruas da cidade, cuja zona urbana é pequena, procurando pertences de venezuelanos e queimando. Uma tenda que abrigava venezuelanos foi destruída com um trator. Bombas improvisadas de gás e pedras foram usados como munição contra os refugiados.

Das ruas da cidade, o confronto avançou para a fronteira. Com pedradas, um grupo fez venezuelanos recuarem para dentro de seu território até que membros da guarda venezuelana no local disparassem tiros de advertência para evitar a deterioração da situação.

Mas os venezuelanos passaram a quebrar carros de brasileiros na divisa.

“Quebraram meu carro todinho com paus e pedras, estava com a minha sogra e meus dois filhos passando na fronteira”, disse à Folha de S.Paulo Cledson Vieira, que estava em um Toyota Corolla em Santa Elena de Uairén, onde foi buscar a sogra que passou por uma cirurgia.

“Se não fosse a guarda venezuelana, eles tinham matado a gente”, disse ele, que vive em Boa Vista. Há relatos de 30 brasileiros cercados por venezuelanos no local.

Este não é o primeiro incidente xenófobo no estado. Roraima chegou a receber cerca de 130 mil venezuelanos, que fogem da crise humanitária, econômica e política que assola o país do ditador Nicolás Maduro, onde o desabastecimento é generalizado e a inflação prevista para o ano é de 1.000.000%, segundo o Fundo Monetário Internacional. A maioria se dirigiu para Boa Vista.

Mais da metade dessas pessoas, porém, já teria deixado o país, segundo o governo federal. Outra parcela foi interiorizada para estados como São Paulo e Rio de Janeiro.

Nos últimos dias, o fluxo tem aumentado para uma média de 500 pessoas por dia, diante do agravamento da crise com novas medidas econômicas anunciadas por Caracas e o temor do fechamento da fronteira pelo Brasil. O Exército estima que mais de 2.000 venezuelanos estejam dormindo em barracas improvisadas no local.

A Colômbia já lida com um êxodo de mais de 1 milhão de refugiados venezuelanos em seu território, o que levou Bogotá a solicitar à ONU um enviado especial à região, e o Equador passou a ser também um destino procurado, o que levou Quito a declarar emergência.

O prefeito de Pacaraima, Juliano Torquato (PRB), que estava fora do estado, disse à Folha por telefone que três pessoas foram feridas por balas de borracha disparadas pela polícia.

“A cidade está um caos”, afirmou o padre Jesus Lopez Fernandez de Bobadilla, da igreja de Pacaraima, que serve mais de 1.500 refeições por dia a refugiados venezuelanos.

O governo do estado de Roraima emitiu uma nota afirmando ter enviado reforços para o hospital de Pacaraima e para a polícia. “Mais uma vez, o Governo de Roraima assume, de forma isolada, a manutenção de todos os serviços públicos, sem o apoio do Governo Federal.”

Também voltou a solicitar o fechamento da fronteira: “A solução para a crise migratória só acontecerá quando o Governo Federal entender a necessidade de fechar temporariamente a fronteira, realizar a imediata transferência de imigrantes para outros estados e assumir sua responsabilidade de fazer o controle de segurança fronteiriça e sanitária”.

A governadora de Roraima, Suely Campos (PP), pressiona o governo federal por R$ 180 milhões em ajuda.

A fronteira chegou a ser fechada temporariamente após liminar do juiz Helder Girão Barreto em 5 de agosto, mas a decisão foi derrubada pelo Supremo Tribunal Federal.

O governo estadual também chegou a exigir que os venezuelanos apresentassem passaporte para serem atendidos na cidade, o que restringiria seu acesso a serviços já que a maioria não possui o documento, mas a medida também foi invalidada pelo STF.

Memória do Blog do Primo

Agostinho Brito foi um dos grandes seridoenses, um dos grandes oradores do passado.

Foi deputado estadual e prefeito de São João do Sabugi, ele ganhou a badalada eleição por um voto de maioria para o também sabugiense Joaquim Ursula.

Hoje, sua neta, Lídice Brito é a prefeita de São João do Sabugi.

Na foto, Augustinho Brito está fazendo um discurso de saudação ao candidato à Presidência da República, brigadeiro Eduardo Gomes  em Caicó, que estava acompanhado por Jânio Quadros e comitiva.

Primo xerife quer saber quem é Kadu

Por Robson Pires, em

“O melhor companheiro de chapa que poderia ter escolhido, pela inteligência, integridade e entusiasmo”.

Do candidato a governador Carlos Eduardo Alves ontem em Mossoró elogiando seu vice-candidato a governador Kadu Rosado.

Ei! Quem é Kadu?

É somente uma pergunta.

 

Do Blog do Primo: se o primo xerife Robson Pires não conhece o candidato a vice-governador Kadu Rosado, aqui vai uma foto dele revelando sua principal atividade:

 

Impopular, Temer vê reuniões com parlamentares caírem 48% sob eleições

Os candidatos de Temer no RN: Carlos Eduardo Alves para governador e Garibaldi Alves para o Senado

Sem popularidade para aparecer em palanques e limitado pela legislação, o presidente Michel Temer (MDB) viu diminuir em 48,3% as reuniões com parlamentares desde 7 de julho, quando começou o período eleitoral.

Levantamento do UOL verificou que de 1º de janeiro a 6 de julho deste ano, Michel Temer teve 508 audiências com deputados federais e senadores. Entre 7 de julho e 12 de agosto, foram 52 encontros. Considerando-se a quantidade de dias em cada período analisado – 187 e 37, respectivamente – e a média de audiências por dia, os parlamentares diminuíram em 48,3% as idas ao gabinete no Palácio do Planalto.

A reportagem analisou audiências de deputados e senadores com o presidente, sozinhos ou acompanhados, registradas na agenda oficial de Temer disponível no portal da Presidência. Foram desconsiderados encontros para fotos, eventos, reuniões com bancadas e contatos telefônicos realizados no período.

Temer sem força como cabo eleitoral

Embora o período que envolve as eleições tenha começado no início de julho, a campanha oficial teve a largada dada nesta quinta (16) – sem a presença de Michel Temer como cabo eleitoral.

A situação do presidente como fiador de “pupilos” no pleito deste ano se difere drasticamente da de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2010. Naquele ano, Lula era o principal personagem por trás da campanha de Dilma Rousseff (PT) ao Planalto. Lula contava com 87% de aprovação – seu recorde de popularidade –, segundo pesquisa Ibope à época.

Neste ano, o presidenciável do MDB, Henrique Meirelles, por exemplo, tem se apresentado como candidato da “própria história” e cita com frequência o fato de ter comandado o Banco Central durante o governo de Lula. Quando afirma ter sido ministro da Fazenda, nem sempre fala no atual mandatário.

Até os ex-ministros de Temer têm evitado se vincular à presente gestão. Eles costumam defender o trabalho realizado à frente das pastas como bandeira preponderante. No entanto, a maioria exclui o nome do ex-chefe dos discursos.

Envolvido em investigações que apuram supostos esquemas de corrupção e alvo de duas denúncias pela PGR (Procuradoria-Geral da República) a serem retomadas após o fim do mandato, Temer conta com o pior percentual de avaliação do governo de um presidente desde que teve início a série histórica do Ibope, em 1986, no governo José Sarney (MDB).

De acordo com pesquisa Ibope de 28 de junho, 79% dos entrevistados classificaram a atual gestão como ruim ou péssima. Entre os entrevistados, 4% avaliaram o governo Temer como ótimo ou bom, 16% como regular e 1% disseram não saber ou não responderam. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Legislação limita ações da Presidência

Durante o período eleitoral, a Presidência da República fica mais restrita para promover ações governamentais e propagandeá-las. A legislação estabelece que agentes públicos não podem fazer qualquer comunicação que possa configurar “propaganda eleitoral, conduta vedada, abuso de poder político ou econômico, seja nas modalidades expressa, subliminar, disfarçada ou dissimulada”.

O governo também tem de garantir o que a lei chama de “igualdade de oportunidades entre os candidatos”. Ou seja, não pode privilegiar um ou outro concorrente no pleito. Uma foto de Temer com um político que participará das eleições tirada entre 7 de julho até 28 de outubro – data do segundo turno –, portanto, seria irregular.

As ações publicitárias precisam ser autorizadas de forma prévia pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e tratar de atos, programas, obras, serviços e campanhas, além de atender a requisitos como gravidade e urgência. Propagandas de produtos e serviços que tenham concorrência no mercado no caso de empresas estatais federais, como a Petrobras, estão permitidas.

Embora não seja candidato, para não incorrer em um possível crime eleitoral, a Presidência decidiu reduzir a exposição do presidente Michel Temer na NBR – canal de televisão do governo – e não mais transmitir ao vivo a maioria dos eventos dos quais participa. O presidente abriu uma exceção nesta segunda (13) em uma reunião sobre o decreto de relicitações no Planalto exatamente sob a justificativa de transparência. Investigado no decreto dos portos, ele defendeu não redigir os atos.

A Presidência ainda trocou imagens com a marca da gestão Temer por imagens neutras nos perfis nas redes sociais e criou uma página online com dúvidas frequentes sobre o tema voltada a servidores.

Imagine aqui no RN? Vice de Romário é vítima de assalto em restaurante no Rio

Pauline Almeida

Colaboração para o UOL, no Rio

O deputado federal Marcelo Delaroli (PR) foi vítima de um assalto na noite deste sábado (18), na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Ele e mais dez pessoas de sua comitiva jantavam no Cervantes Bar e Restaurante quando quatro homens, três armados de pistola e um de fuzil, invadiram o local por volta das 22h30. Delaroli é atualmente candidato a vice-governador do Rio de Janeiro na chapa com Romário (Podemos).

“É a sensação que todo carioca passa ultimamente, impotência muito grande, revolta muito grande, muita gente chorando, criancinha chorando, doído demais”, contou o deputado em entrevista ao UOL.

Ele estava acompanhado por assessores e três policiais, um deles o tenente-coronel Sérgio Porto, comandante do 15º Batalhão de Duque de Caxias. O momento mais tenso, segundo o deputado, foi quando um dos policiais – que estava armado – correu para os fundos do restaurante com medo de ser reconhecido.

O policial, que preferiu não se identificar, disse que viu os dois primeiros assaltantes entrarem no restaurante com um fuzil e uma pistola. “Eu consegui sair da mesa e ficar atrás do restaurante. Não tinha como reagir porque era um fuzil e uma pistola, o restaurante estava cheio, preferi me ausentar e comuniquei para vir reforço”, relatou.

Do Blog do Primo: Imagine se um candidato a vice-governador do RN fosse assaltado aqui no RN? Certamente, a oposição do grupo Alves/Rosado/Maia iria fazer um grande estardalhaço contra o governador Robinson Faria. 

 

Fux deve liberar ações sobre auxílio-moradia ‘em breve’

Relator das ações que tratam do pagamento de auxílio-moradia no Judiciário, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou ao Estado que pretende liberar o tema para julgamento “em breve”. As ações aguardam há dois meses um encaminhamento depois de a Advocacia-Geral da União (AGU) ter informado que não chegou a um acordo na conciliação aberta por determinação do próprio relator.

O julgamento das ações estava marcado para o dia 23 de março, mas foi suspenso na véspera porque Fux resolveu atender a um pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e enviar o caso para a conciliação. Naquele momento, havia a expectativa de que a maioria dos ministros pusesse fim ou limitasse o pagamento de R$ 4,3 mil mensais que tem sido garantido a magistrados, promotores e procuradores, mesmo para quem já mora em um imóvel próprio.

Bolsonaro diz que Bíblia prega armamento

O GLOBO

O deputado Jair Bolsonaro (PSL), candidato a presidente, explicou ao GLOBO o que ele quis dizer com a frase “Leia o Livro de Paulo”, que pronunciou no final do embate com Marina Silva (Rede) sobre direitos das mulheres e violência, no debate de ontem na Rede TV!

— Paulo fala: “venda suas capas e comprem espadas”. Está na Bíblia — afirmou ele, que não se lembra do capítulo onde estaria a passagem.

Na verdade, a passagem é do Evangelho de Lucas, capítulo 22, versículo 36. No texto, Jesus Cristo diz para seus apóstolos: “Agora, porém, o que tem bolsa, tome-a, como também o alforge; e o que não tem dinheiro, venda a sua capa e compre espada”. Doutor em Teologia Bíblica pela Universidade Gregoriana em Roma, Waldecir Gonzaga chama atenção para o fato de que no mesmo capítulo, mas no versículo 49, Pedro fere, com uma espada, a orelha de um soldado. Jesus, então, coloca a mão na orelha do soldado, cura o ferimento e proíbe o uso de violência entre seus apóstolos. Para Gonzaga, é preciso muita cautela ao interpretar passagens bíblicas.

— A questão mais complicada é esse apelo ao religioso para poder justificar qualquer coisa. Os textos sagrados, as sagradas escrituras, são trimilenares ou bimilenares. Temos, no mínimo, dois mil anos de diferença. Elas precisam ser analisadas dentro do contexto da época e não apenas literalmente. Não condeno o candidato por errar a passagem. Não tenho dúvidas de que o século XXI será o mais religioso depois do periodo medieval. O problema é o mal-uso que estão fazendo da religião. Os governantes precisam pensar antes de falar — explica Gonzaga.

O presidenciável participou, neste sábado, da formação de catetes na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, a 170 km do Rio de Janeiro.

— A Bíblia é nossa caixa de ferramenta. Quando ela (Marina) disse que eu estava errado em falar em armamento, na Bíblia tem essa passagem.

Marina entrou em confronto com Bolsonaro no debate e o criticou por querer ganhar “no grito” e na “violência”. Mencionou também o episódio em que ele ensina uma criança a imitar um revólver com os dedos.

— Você acha que pode resolver tudo no grito, na violência. Nós somos mães, educamos nosso filhos. Você fica ensinando para os jovens que têm de resolver as coisas na base do grito, Bolsonaro — disse Marina no debate.

— É que naquele tempo (da Bíblia) não tinha arma de fogo, se não com toda certeza seria ponto 50 e fuzil — disse Bolsonaro na manhã deste sábado.

Ataque a Lula e bate-boca entre Meirelles e Boulos; veja frases do debate

Do UOL, em São Paulo

Assim como o primeiro, o segundo debate entre os candidatos à Presidência da República, realizado pela RedeTV! em parceria com a Istoé na noite desta sexta-feira (17), teve poucos embates, exceto a discussão entre Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSL) e uma discussão entre Henrique Meirelles (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL).

Entre as afirmações dos candidatos, teve críticas da greve dos caminhoneiros, muitas menções a Jesus, Deus e a Bíblia, e algumas alfinetadas, principalmente a quem já ocupou cargos na política. Confira:

Nelson Almeida/AFP

Você é um deputado, um pai de família. Você, num dia desses, pegou a mãozinha de uma criança e ensinou como é que se faz para atirar. Você sabe o que a Bíblia diz sobre ensinar uma criança? ‘Ensina a criança no caminho em que deve andar e, até quando for grande, não se desviará do caminho.’ É esse o ensinamento que você quer dar ao povo brasileiro? E, numa democracia, o estado é laico.

Marina Silva (Rede), respondendo Bolsonaro (PSL) sobre flexibilização do armamento

Nelson Almeida/AFP

Quero dizer e deixar bem claro, na primeira semana vamos adorar o Senhor. Na segunda semana, vai ter um comunicado: ‘Todos os desempregados do Brasil, compareçam na unidade militar mais próxima da sua residência’.

Cabo Daciolo (Patriota), respondendo sobre sua proposta para aumentar os empregos

Nelson Almeida/AFP

Corria o ano de 95, eu escrevi o livro e propus o IVA [imposto simplificado] (…) e as lideranças de São Paulo ficaram contra. Se você faz o IVA, você passa a cobrar o imposto no destino e São Paulo perde, porque São Paulo tem a maior concentração da indústria brasileira. Eu fico feliz que o estimado amigo tenha evoluído, apesar de, na prática, ter ficado contra todas as vezes.

Ciro Gomes (PDT) em resposta a Geraldo Alckmin (PSDB), após tucano propor a criação do IVA

Nelson Almeida/AFP

Quero dizer aqui sobre os “50 tons do Temer”, que eu acho que 40 desses tons são vermelhos, que são do PT e dos seus aliados, porque foram eles que escolheram o Temer de vice da Dilma. Aliás, escolheram duas vezes. 

Geraldo Alckmin (PSDB), comentando expressão de Guilherme Boulos

Paulo Whitaker/Reuters

Nas escolas, hoje em dia, o que se aprende? Ideologia de gênero, partidarização, análise crítica das questões, nada além disso. (…) O professor hoje em dia está mais preocupado em não apanhar do que ensinar. [Nosso plano] é fazer em grande parte das escolas no ensino fundamental a militarização, ou seja, colocar diretores vindo do meio militar para que essa garotada possa aprender algo para o futuro

Jair Bolsonaro, sobre baixo nível de aprendizagem nas escolas

Nelson Almeida/AFP

O político inelegível não é um preso político, ele é um político preso. E essa encenação de candidatura é uma afronta ao país, é um desrespeito à Justiça, é uma violência ao estado de direito e à legalidade democrática. Não há como admitir esta vergonha nacional de uma encenação de uma candidatura que não pode existir. A democracia exige respeito à lei.

Álvaro Dias (Podemos) comentando sobre o candidato do PT, Lula, que está preso em Curitiba

Paulo Whitaker/AFP

Esta equipe que eu montei quando era presidente do Banco Central criou milhões de empregos para quem de fato trabalha, não é? Não é para apenas para quem faz agitação e procura ocupar terra de outras pessoas que trabalharam duro, não é verdade?

Henrique Meirelles, em tréplica a Guilherme Boulos

Nelson Almeida/AFP

Henrique Meirelles fez uma insinuação a respeito de trabalho. Quero dizer que eu não sou banqueiro. Eu sou professor, escrevo, e ganho minha vida honestamente. Luto ao lado dos sem-teto com muito orgulho há 17 anos, de quem precisa de casa. Estou junto com os sem-teto, com os sem-terra, só não estou junto com os sem-vergonha como alguns aqui estão.

Boulos responde, durante embate com Daciolo, a provocação de Meirelles