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Investigação vê elo entre JBS e Transpetro

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Garibaldi, Agripino, Walter e Felipe Maia, citados na delação da Transpetro pelo delator Sérgio Machado

Jamil Chade

De Genebra (Suíça)

A empresa de fachada usada pela JBS para camuflar recursos na Suíça também aparece nas investigações sobre a transferência de dinheiro ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. No ano passado, áudios divulgados de conversas do ex-executivo levaram à queda do senador Romero Jucá (PMDB-RR), na época, ministro do Planejamento do governo Michel Temer.

A empresa fundada no Panamá, Lunsville International, era controlada pela JBS e, conforme revelou o jornal “O Estado de S. Paulo”, mantinha suas contas no banco Julius Baer como forma de distribuir pagamentos de propinas.

Com base em Zurique, a empresa de fachada usava três contas — em euro, dólar e franco suíço — para fazer as movimentações. Procurado pelo Estado, o nome oferecido pela JBS como o gerente da conta na Suíça, o brasileiro Fernando Marques, não se pronunciou. Entre os documentos apresentados ao Ministério Público, estava um cartão de visitas do gerente de contas.

No caso de Machado, o nome da empresa de fachada também aparece em sua delação premiada. É seu filho, Expedito Machado da Ponte Neto, que explica aos procuradores como seu pai recebia o dinheiro da propina no exterior. Uma das empresas que fazia o depósito era a Lunsville International.

Segundo Expedito Machado, existia uma planilha que ele usava para “prestar contas” a seu pai. Nela, aparecia o nome Lunsville International. Essas transferências teriam ocorrido em 2007 e 2008. O que se busca saber agora é o motivo pelo qual o mesmo nome de empresa aparece tanto no caso da Transpetro como no caso da JBS.

Machado fechou um acordo de delação premiada e indicou que repassou propina a mais de 20 políticos de seis partidos.

Maria Silvia reclamava de investigações da PF contra o BNDES

GUSTAVO URIBE
MARINA DIAS
BRUNO BOGHOSSIAN
DE BRASÍLIA

SÃO PAULO, SP - 08.05.2017: PRESIDENTE DO BNDES PALESTRA NO LIDE - A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos, é convidada nesta segunda-feira (08), para o Almoço-Debate do LIDE (Líderes Empresariais), abordando o tema "Desenvolto ento como fator de geração de negócios e empregos". (Foto: Aloisio Mauricio /Fotoarena/Folhapress) ORG XMIT: 1316789 *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***Sob críticas de ministros e empresários, a economista Maria Silvia Bastos ensaiava desde a semana passada sua saída do comando do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Em conversas reservadas, ela reclamava da pressão de empresários e investidores para a liberação de financiamento da instituição financeira e se queixava do desgaste provocado à sua imagem pelas investigações da Polícia Federal sobre operações do banco público.

Segundo relatos de interlocutores, ela dizia que era complicado lidar com as operações policiais quando não tinha nenhuma relação com as irregularidades supostamente praticadas em gestões anteriores. Ela argumentava que o risco de punição a dirigentes do banco dificultava o andamento de processos de financiamento.

O ponto alto da insatisfação ocorreu no dia 12 de maio, com a deflagração da Operação Bullish, que apura suspeitas de irregularidades na maneira como a instituição financeira aprovou investimentos de R$ 8,1 bilhões na expansão da JBS, maior processadora de carne do mundo.

Fonte: Folha de São Paulo

CMN aprimora definição de imóveis novos para financiamento habitacional

Resultado de imagem para s dantas empreendimentos imobiliáriosAgência Brasil

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprimorou a definição de imóveis novos. De acordo como Banco Central, a medida esclarecerá dúvidas do mercado imobiliário na hora de conceder financiamentos com recursos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que cobra juros menores, de até 12% ao ano.

Em fevereiro, o CMN tinha ampliado para R$ 1,5 milhão o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados pelo SFH. A medida, no entanto, só vale para imóveis novos. Na reunião de hoje, o Conselho Monetário esclareceu que podem ser considerados imóveis novos as unidades já construídas, mas ainda não vendidas pelas incorporadoras, com habite-se (autorização para habitação) concedido nos últimos 180 dias.

De acordo com a chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro, Sílvia Marques, havia dúvidas se o limite de R$ 1,5 milhão, que vigora até o fim do ano, valeria apenas para imóveis na planta (vendidos, mas ainda não construídos). Com o esclarecimento, o CMN ampliou a definição, permitindo que imóveis já construídos possam ser financiados com juros mais baixos.

Contratos com aumento de saldo devedor

O conselho também revogou uma norma editada em novembro do ano passado que proibia financiamentos habitacionais cujo saldo devedor poderia subir em alguns momentos ao longo do pagamento das parcelas. Para substituir o texto, o CMN editou uma circular que obrigará os bancos a elevar o capital que deverá ficar parado na instituição em contratos com aumento de saldo devedor.

De acordo com Silvia Marques, essa última mudança não chegará a afetar os mutuários porque a proibição dos contratos com aumento de saldo devedor estava prevista para valer apenas para financiamentos concedidos a partir de 1º de setembro. Dessa forma, alguns bancos poderão continuar a oferecer contratos com prestações constantes em que, pelo menos uma vez a cada três meses, o saldo devedor sobe.

Como os contratos com alta do saldo devedor têm maior possibilidade de inadimplência, o CMN estabeleceu que, nesses casos, a instituição financeira aumente o requerimento de capital mínimo que deverá ficar parado para cobrir o risco de calote. Na prática, a medida funciona como uma multa para os bancos que oferecem esse tipo de contrato, sem proibir, no entanto, as operações com aumento de saldo devedor.

Planalto rebate Janot e diz que ‘não houve confissão nenhuma’

Estadão Conteúdo

O Palácio do Planalto rebateu na noites desta sexta-feira, 26, as afirmações do Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, de que o presidente Michel Temer teria feito uma “confissão espontânea” durante os pronunciamentos públicos realizados, após o escândalo das gravações com Joesley Batista vir à tona, ao admitir o encontro, à noite, com o executivo no Palácio do Jaburu. “Não houve confissão alguma. O presidente apenas confirmou um fato que ocorreu, no qual não houve qualquer ilicitude ou ilegalidade. Não há o que esconder”, afirmou a Secretaria de Comunicação da Presidência, após ser questionada pela reportagem.

Segundo Janot, que pediu autorização ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tomar o quanto antes o depoimento de Temer, do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e do deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) no curso inquérito aberto contra os três a partir da delação da JBS, “em que pese Michel Temer alegar ilicitude da gravação e questionar a integridade técnica desta, cumpre ressaltar que, em pronunciamentos recentes, o presidente da República não negou o encontro nem diálogo noturno e secreto com o colaborador Joesley Batista, tampouco nega que o colaborador tenha lhe confessado fatos criminosos graves, o que demandaria, no mínimo, comunicação de tais crimes as autoridades competentes”, afirmou.

Janot interpretou que, nos pronunciamentos de Temer, houve “confissão no sentido de que os interlocutores dialogaram sobre possível corrupção de agentes públicos”.

Presidente do IBGE assumirá o BNDES

O presidente Michel Temer convidou o presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Paulo Rabello de Castro, para assumir o comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no lugar da economista Maria Silvia Bastos Marques, que entregou o cargo na tarde desta sexta-feira (26).

Maria Silvia alegou razões pessoais para deixar a presidência do BNDES. Menos de cinco horas depois da oficialização da saída da agora ex-presidente do banco, o governo confirmou o nome de Castro, também economista, para substituí-la. A posse deve ocorrer na semana que vem. O Planalto ainda não informou quem ocupará a presidência do IBGE.

Maria Silvia esteve no Palácio do Planalto no início da tarde, por volta de 14h30, para conversar com Temer sobre sua saída. Ela estava no cargo desde maio do ano passado

Por haver ‘confusão’, Mendes pode revisar voto sobre prisão após 2º grau

Estadão Conteúdo

Isadora Peron e Breno Pires

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), voltou a afirmar nesta sexta-feira (26) que pensa em revisar o voto sobre a decisão de decretar a prisão logo após sentença de segundo grau. De acordo com Mendes, há muita “confusão” em torno do assunto e o plenário da Corte poderia voltar a debater a questão para esclarecer alguns pontos.

“O que nós dissemos é que, numa decisão de Segunda Instância, é possível já autorizar a prisão. Isso que nós dissemos. Não dissemos que ela se torna obrigatória. Acho que está havendo uma certa confusão em torno disso”, afirmou. Segundo ele, “o problema é que está havendo enxurrada de casos, há recursos plausíveis e se decreta desde logo a prisão”.

Mendes também voltou a dizer que refletia sobre a posição expressada pelo ministro Dias Toffoli num julgamento sobre o tema, em outubro, quando este mudou o entendimento e sugeriu que a execução da pena começasse após uma decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

Moro tá bonzinho, mas, vamos aguardar

Resultado de imagem para sergio moroSão poucas pessoas que estão percebendo o comportamento do juiz Sérgio Moro preparando o tempo para condenar ou decretar a prisão de Lula.

Para demostrar isenção, o juiz Moro não acatou os pedidos da defesa de Lula e os procuradores da força-tarefa em incluir novas testemunhas para serem ouvidas no processo. O fato de negar novas testemunha da PGR serviu para mostrar isenção e evitar o arrolamento das novas testemunhas de Lula que certamente iria procrastinar o processo..

Agora inocentou a esposa de Eduardo Cunha, jornalista Claudia Cruz que ensejou os procuradores da PGR alegarem que Moro tem sido “generoso” e tem o coração mole..

Basta aguardar para ver o pau cantar no lombo do primo Lula..

Câmara Municipal babona que envergonha o povo de Natal concedendo título ao Doria que nunca fez nada por Natal

Resultado de imagem para bajulaçãoNão dá para acreditar que a Câmara Municipal de Natal, presidida pelo vereador Raniere Barbosa resolva atender um pedido injustificável do empresário Flávio Rocha para conceder o título de Cidadão Natalense ao também empresário e prefeito de São Paulo João Doria.

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Doria

O natalense deve está perguntando o que danado esse Doria fez por Natal para receber essa bajuladora homenagem – nada mais vergonhoso para nossa cidade que patuscada legislativa como essa.

Não me admira que o presidente da Câmara Raniere Barbosa tenha tido coragem de apresentar essa propositura lambidela, servilista, cheia de chaleirismo que coloca Natal na rota do ridículo.

Para aumentar mais ainda a vergonha e puxa-saquismo e depreciação da Câmara de Natal, só faltará o título ser entregue no Teatro Riachuelo numa sessão cômica como uma peça de opera bufa.

Mais sem vergonha, será o Doria, caso aceite vir receber um título que ele sabe que não merece.

Boi na linha

Delação da JBS traz insegurança e afeta venda de bois

Alexa Salomão, O Estado de S.Paulo

Delação do DelaçãoAs delações dos irmãos Batista, controladores da JBS, também têm repercussão sobre a pecuária brasileira. Elas têm afetado a negociação do boi gordo e estão levando os pecuaristas a buscarem alternativas de compradores. Para garantir geração de caixa em meio à crise, a JBS decidiu parar de pagar os pecuaristas à vista. A medida garante um fôlego para o caixa da empresa, mas desagradou produtores.

A alteração na forma de comercialização ocorreu há três semanas, antes mesmo de as denúncias serem divulgadas. Como a venda a prazo deixa o caixa da empresa mais robusto, a percepção do mercado é de que a mudança na forma de pagamento foi um movimento antecipado do grupo para proteger suas finanças. Desde a divulgação da delação, os negócios seguem em ritmo mais lento. O clima é de incerteza. O preço da arroba caiu e leilões foram interrompidos. “Quem pode está segurando o boi, por enquanto”, diz Jonatan Barbosa, presidente da Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul).

Temer oprimido tenta recompor sua equipe do terceiro andar no Planalto

Para alegrar nossa sexta-feira.

Com os desabamentos de Geddel, Mabel, Tardelli e Rocha Loures, o presidente Temer está pretendendo levar o grande Jorge Célio da Costa Lima para o Palácio do Planalto para recompor sua equipe.

 Temer teria ligado para o grande Jorge convidando, mas Jorge disse que só iria caso o presidente viesse passar o final de semana em Pipa para conversar sobre o assunto, informou o soldado Vasco ao Blog do Primo.

Jorge e temer
Temer e seu amigo Jorge (o grande)

Como procuradores e juízes militantes, os tenentes não gostavam de políticos

Reinaldo Azevedo

O Brasil se tornou refém do “Tenentismo da Destruição”. O país caminha para o abismo político, legal e institucional.

Aparecerá alguém com um lume ao menos, a nos dar uma esperança, ainda que bruxuleante?

Esse portador de alguma luz contra as trevas, creiam, era Michel Temer. Torço para que chegue ao fim do mandato. Mas não será fácil.

E o futuro? Até agora, o que vejo são pré-candidatos a cronistas das nossas angústias, com suas ligeirezas à direita ou à esquerda.

Pergunta rápida, com resposta idem, dois dias depois dos atos terroristas protagonizados pelas esquerdas na Esplanada dos Ministérios: se não se fizer a reforma da Previdência agora, quem terá coragem de levar essa pauta para o palanque?

Salvo engano, foi Luiz Werneck Vianna, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio, o primeiro cientista político a caracterizar essa era de procuradores e juízes militantes como um “novo tenentismo”.

Em vez do uniforme militar, a toga. O movimento de jovens oficiais de baixa e média patentes, na década de 20, teve importância capital na história do país.

Dali saíram tanto o líder comunista Luiz Carlos Prestes como boa parte da elite fardada de 1964.

A Revolução de 30 foi o primeiro golpe bem-sucedido da turma.

Também os tenentes, a exemplo dos procuradores e juízes militantes de hoje em dia, não gostavam de políticos, considerando-os meros agentes da corrupção.

Também eles queriam refundar a República –tanto é assim que a ascensão de Getúlio Vargas marca o fim da dita “República Velha” e o início da “Nova”.

Também eles carregavam uma ânsia moralista autoritária.

Para registro: três presidentes do ciclo militar tinham sido tenentes “revolucionários”: Castello Branco, Emilio Garrastazu Médici e Ernesto Geisel.

Os tenentes de uniforme, no entanto, observou Werneck Vianna, tinham ao menos um ideário, uma pauta, como o voto secreto, o fim das fraudes nas eleições, reforma da educação pública etc.

Havia até os que defendiam a liberdade de imprensa.

Os tenentes de toga nada têm além do combate à corrupção. É evidente que é necessário.

A questão é saber quantos crimes serão cometidos sob tal pretexto.

A tramoia contra Temer e o esforço para o STF decretar a prisão preventiva do senador Aécio Neves (PSDB-MG) são o epílogo da primeira etapa dessa destruição que consideram saneadora.

Na segunda, prometem mais higienismo político. Afinal, como já sugeriu Deltan Dallagnol, a única reforma que realmente interessa é a do… combate à corrupção.

Fui vítima de uma violência, de um crime, que, por enquanto, segue sem criminosos. Conversas minhas, ao telefone, com Andrea Neves foram pinçadas em meio a milhares de gravações.

Nada traziam, obviamente, de comprometedor.

A PGR diz não ter nada com isso.

A PF diz não ter nada com isso.

A presidente do STF lembrou a agressão a um direito constitucional: o sigilo da fonte.

Também nada com isso!

Então quem tem? Vai ver o culpado sou eu!

O ministro Edson Fachin liberou os grampos sem nem saber o que lá iam.

Jogou no lixo o Artigo 9º da Lei 9.296, que manda destruir o material que não interessar à investigação.

Depois de uma reação de indignação como raramente se viu, pôs de novo parte dos grampos sob sigilo.

Os tenentes de toga acham que as leis brasileiras são garantistas demais e que, como é mesmo?, o “interesse público” deve estar acima de alguns fundamentos do Estado de Direito.

Tudo, claro!, para combater a corrupção!

É por isso que eles protestam com tanta veemência quando Eike Batista obtém habeas corpus no Supremo.

Afinal, esses paladinos da moral têm como exemplo de rigor um outro Batista, o Joesley!

Polícia Federal na rua deflagrando 41ª fase da Lava Jato

BELA MEGALE
DE BRASILIA

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta (26) a 41ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Poço Seco.

Estão sendo cumpridos oito mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva, um de prisão temporária e três de condução coercitiva nos estados do Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

Entre os alvos está Fernanda Luz, ligada ao lobista que atuava na Petrobras Jorge Luz. Ele está preso em Curitiba com o filho Bruno.

A ação desta sexta apura operações financeiras realizadas a partir da aquisição pela Petrobras de direitos de exploração de petróleo em Benin, na África, “com o objetivo de disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas a ex-gerente da área de negócios internacionais da empresa”, diz nota da PF.

O nome Poço Seco é uma referência aos resultados negativos do investimento realizado pela estatal na aquisição de direitos de exploração de poços de petróleo em Benin.

Quem danado é Carvalhosa?

Grupo lança jurista como opção para o Planalto

Gilberto Amendola, O Estado de S.Paulo

Um grupo de juristas, advogados e membros da sociedade civil lançou o nome do advogado Modesto Carvalhosa à Presidência da República – caso o presidente Michel Temer renuncie, seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou sofra impeachment. “Coloco meu nome para cumprir essa travessia que vai da saída do atual presidente às eleições diretas de 2018”, diz Carvalhosa. A principal bandeira de uma eventual campanha será “a refundação do Estado e uma nova Assembleia constituinte”.

O nome de Carvalhosa tem o apoio de nomes como o do jurista Hélio Bicudo (um dos responsáveis pelo pedido de impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff), do ex-ministro da Justiça José Carlos Dias e do ex- ministro do Superior Tribunal Militar Flávio Bierrenbach.Resultado de imagem para advogado Modesto Carvalhosa

Presepada: sob coordenação de Tatiana, governo constrói muro em presídio que facilita fuga de presos

 O projeto dever ter sido do PCC, o muro dificulta quem quer entrar no presídio e facilita quem quer sair
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Tatiana é a bam bam bam do sistema prisional potiguar

O Blog do Primo vem alertando que o governador Robinson Faria precisa resolver a questão de sua secretária-chefe do Gabinete Civil Tatiana Mendes Cunha.

Ela tem atrapalhado o Robinson em todos os sentidos, tanto administrativamente como politicamente.

A última presepada do governo sob o comando de Tatiana foi a construção de um muro no Presídio Provisório de Parnamirim que incrivelmente facilita a fuga dos presos.

Como se consegue construir um muro que deveria impedir, facilita fuga de presos?

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Muro facilitador construído no Presídio Provisório de Parnamirim

Todos sabem que Tatiana Mendes Cunha é a responsável pela política penitenciária do governo de Estado.