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Ex-repórter da Globo detona emissora e classifica demissão de Mauro Naves como “absurda”

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Thiago Asmar, ex-repórter esportivo da Rede Globo, fez um desabafo bastante contundente sobre a demissão de Mauro Naves após seu envolvimento no caso Neymar. Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, Asmar criticou a direção da emissora e usou palavras como “absurda” e “palhaçada” para definir a saída de Naves.

“Estou aqui para falar que esse desligamento do Mauro é um absurdo porque o Mauro, em 31 anos de Rede Globo, fez muito mais pela emissora do que grande parte dos chefes que estão demitindo o Mauro agora. Mauro Naves é sinônimo de esporte da Rede Globo. Quem não conhece o Mauro Naves? Quem não gosta do trabalho do Mauro Naves? Eu conheço jogadores, conheço jornalistas e todos gostam do Mauro Naves. É um cara respeitado pelos jogadores e também pelos profissionais de comunicação”, afirmou.

Asmar entende que o jornalista não teve o reconhecimento merecido após anos trabalhando na Globo e que merecia apenas uma suspensão. “O apelido do cara sempre foi ‘Presida’ porque era o presidente. Todo mundo gostava dele e aí por causa de uma relação pessoal o cara é crucificado. Eu sou o primeiro a dizer: mereceu uma suspensão? Ok, mereceu uma suspensão, mas aí a ser demitido depois de tudo o que ele fez pela Globo?”, questionou.

Atualmente, Thiago mantém o canal do YouTube “Pilhados” após deixar a emissora carioca. Ele revelou que decidiu sair justamente por não concordar com a atual diretoria, a quem não poupou críticas. “Eu pedi para sair da Rede Globo sim, porque discordava de muitos chefes que estavam lá dentro, da mentalidade, é muita vaidade, muita inveja, muito recalque… É essa chefia que muitos deles nunca foram para a rua e estão tomando decisão lá dentro. Como é que pode ter tanto chefe dentro de uma emissora que nunca fez uma matéria na rua? Aí vai um cara desse e pelo menos interfere na demissão de um cara que já cobriu quantas Copas do Mundo”, declarou e continuou.

“A própria emissora que tá demitindo ele agora se beneficiou muito das relações pessoais do Mauro com os jogadores, com família de jogadores. O próprio Neymar sempre deu entrevista para o Mauro Naves porque gostava dele, porque o Mauro tinha relação pessoal com o Neymar, com o pai, com a família. Aí, para se beneficiar pelos contatos dele, eles adoravam. Aí quando o cara erra pelo excesso dessa relação pessoal simplesmente demitem o cara?’’, disse.

O repórter encerrou o seu desabafo criticando mais uma vez os seus antigos chefes ao dizer que eles só fazem besteiras. “Eu deixo aqui meu desprezo por grande parte da chefia dessa emissora que vem fazendo besteira atrás de besteira. Não é recalque meu por ter saído, não é implicância, mas eu sei o que tem lá dentro e foi isso que me fez sair”, concluiu.

Desde 2015, Neymar desfalcou a Seleção em 41% dos jogos

Silvio Barsetti

De agosto de 2010, quando de sua estreia num amistoso contra os EUA, até o final de 2014, Neymar mitou na Seleção brasileira. Nesse período, marcou 42 gols e levou parte da torcida a esquecer um pouco de Ronaldo Fenômeno e Romário. Mas, a partir de 2015, sua produção na Seleção principal passou a ser questionada. Desde então, fez apenas 18 gols pela equipe.

Isso tem a ver com uma sequência de problemas que o deixaram várias vezes fora do time – em geral, suspensão por cartões amarelos e contusões – e com seu envolvimento em polêmicas extracampo. Nos últimos quatro anos, Neymar desfalcou a Seleção em 41% dos jogos – números expressivos.

Neymar, durante treino da Seleção Brasileira na Granja Comary, em Teresópolis
Neymar, durante treino da Seleção Brasileira na Granja Comary, em Teresópolis
Foto: Ricardo Moraes / Reuters

Ou seja, o Brasil disputou, desde 2015, 61 partidas. Ele atuou em 36 e esteve ausente em 25. Apesar da conquista da Copa América, encerrada no domingo, sem a presença de Neymar, não se pode dizer que a equipe obteve melhores resultados com o desfalque de seu camisa 10.

Ao contrário. Nas 36 vezes que Neymar jogou, a partir de janeiro de 2015, o aproveitamento da Seleção foi de 79%, com 28 vitórias, seis empates e somente duas derrotas. Já nas 25 partidas sem Neymar, no período, o Brasil se saiu bem em apenas 64% dos compromissos (16 vitórias, seis empates e três derrotas).

Antes, de agosto de 2010 até o final de 2014, Neymar foi presença constante na Seleção. Ao todo, em 67 jogos realizados pelo Brasil ao longo daqueles quatro anos, não participou de apenas oito, o que representa 7,7%. Atuou em 59 partidas (92,3%) desse total.

O aproveitamento da Seleção sem Neymar, de 2010 a 2014, foi ruim (62%), com cinco vitórias e três derrotas. Com ele, em 59 vezes, melhorou um pouco (67%): a Seleção ganhou 40 jogos, empatou 12 e perdeu sete.

O Brasil vai fazer mais seis amistosos até o final de 2019 e existe a expectativa de saber se Neymar vai ou não estar em campo. O primeiro deles será contra a Colômbia, em 6 de setembro. Pode ser a chance também de o atacante voltar a marcar pelo time. A última vez que fez isso foi em 16 de novembro do ano passado, em amistoso com o Uruguai (1 a 0).

Na lista dos maiores artilheiros da Seleção, Neymar está em quarto lugar, com 60 gols. Pelé é o líder com 95, seguido por Ronaldo (67) e Zico (66).

Tite se recusa a falar sobre Bolsonaro e critica Messi

Lucas Figueiredo/CBF

Bolsonaro e Moro comemoram juntos gol do Brasil no Maracanã

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, celebraram juntos o gol marcado por Everton, na decisão da Copa América, que abriu o placar para a seleção brasileira contra o Peru, na decisão disputada no Maracanã.

Bolsonaro usou sua página no Twitter para publicar um vídeo em que aparece comemorando o gol do jogador do Grêmio aos 14 minutos de bola rolando. Ele chegou a erguer o braço de Moro para festejar a vantagem brasileira. Poucos minutos depois, Guerrero empatou e o presidente não se manifestou. Ainda no primeiro tempo,Gabriel Jesus colocou o Brasil na frente novamente

O ministro da Justiça, Sergio Moro , e o presidente da República, Jair Bolsonaro, momentos antes da partida entre as seleções do Brasil e Peru, válida pela final da Copa América 2019, no estádio do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro
O ministro da Justiça, Sergio Moro , e o presidente da República, Jair Bolsonaro, momentos antes da partida entre as seleções do Brasil e Peru, válida pela final da Copa América 2019, no estádio do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro
Foto: Gustavo Rabelo / Photopress / Estadão

O presidente da República e o ministro chegaram ao estádio por volta das 16h40. Como o sistema de som do Maracanã já reproduzia músicas da festa de encerramento do evento esportivo, não foram ouvidos aplausos nem vaias com a presença do presidente. A comitiva de Brasília contou com outros oito membros, entre eles dois dos filhos de Bolsonaro (o deputado federal Eduardo e o senador Flávio) e pelo menos cinco deputados da base de apoio do governo.

Vídeo incorporado

Na terça-feira passada, Moro e Bolsonaro também acompanharam o jogo do Brasil no estádio. Eles foram até o Mineirão assistir a vitória da seleção por 2 a 0 sobre a Argentina. No intervalo, o presidente chegou a deixar o camarote e ir ao gramado.

Lionel Messi: “A Copa América está armada para o Brasil”

Jogador recusou receber a medalha de bronze e justificou que não compactua com a corrupção
João Prata

Messi deixou a Copa América revoltado com a arbitragem. A polêmica eliminação da Argentina para o Brasil na semifinal somou-se a expulsão ainda no primeiro tempo do camisa 10 no jogo com o Chile, na disputa pelo terceiro lugar.

Foi o segundo cartão vermelho que o craque levou em sua carreira. A outra aconteceu em 2005, em sua estreia pela seleção argentina. Irritado, ele não apareceu para receber a medalha de bronze no gramado e também não posou com o restante do elenco para a foto oficial da competição.

Messi conversa com trio de arbitragem de jogo Brasil x Argentina, no Mineirão
Messi conversa com trio de arbitragem de jogo Brasil x Argentina, no Mineirão
Foto: Pilar Olivares / Reuters

“Um cartão amarelo resolveria. O que disse na vez passada (depois do jogo com o Brasil) talvez tenha servido para agora. Não fui à premiação porque nós não temos que ser parte desta corrupção. Nos faltaram com respeito durante toda esta Copa. Não nos deixaram chegar na final”, afirmou.

Messi foi expulso no fim do primeiro tempo após trocar empurrões com Medel. O árbitro entendeu que os dois mereciam o vermelho. No jogo contra o Brasil, o craque reclamou de dois pênaltis não marcados a favor da Argentina e questionou a isenção do VAR.

Na opinião do camisa 10 do Barcelona, a organização do torneio está beneficiando o Brasil. “Não há dúvidas. A Copa está armada para o Brasil. Tomara que o VAR e o árbitro de vídeo não influenciem na final e que o Peru possa competir. Tem uma boa equipe, mas do jeito que vejo, está difícil”, afirmou.

Série C: ABC e Treze se enfrentam em jogo dos ‘desesperados’

Na última colocação do Grupo A, o ABC recebe o Treze, uma posição acima

O próximo sábado (6) terá um duelo decisivo na Série C do Campeonato Brasileiro. O duelo entre o último (ABC) e o penúltimo colocado do Grupo B, o Treze, pode embolar ainda mais a parte de baixo da tabela.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
Foto: Lance!

Com uma vitória, o Mais Querido pode alcançar o mesmo número de pontos enquanto o time paraibano, com um resultado positivo, pode subir duas posições na tabela.

– Precisamos da vitória e vamos entrar pensando somente nisso. Estamos trabalhando bem nessa semana, corrigindo alguns erros que cometemos e buscando melhorar outros aspectos da equipe. Acredito que com muito empenho podemos fazer um grande jogo e se Deus quiser, sair com a vitória – disse o meia e camisa 10 do Alvinegro, Anderson Rosa.
Pelo lado do time paraibano, o discurso é o mesmo. Somente a vitória interessa, segundo o meia Júlio Pacato:

– Sabemos da situação que estamos, e é por isso que vamos em busca desses três pontos. Vamos jogar com cautela, e vamos tentar aproveitar as oportunidades que tivermos. Não podemos desperdiçar as chances. Jogo que vai ser decidido nos detalhes, então vamos buscar errar o menos possível para sair de lá com um bom resultado.

O duelo dos “desesperados” acontece pela 11ª rodada da Série C às 18 h (horário de Brasília) no Frasqueirão, em Natal.

Mulher ataca Neymar em banheiro; jogador recorre a segurança

Neymar passou por maus bocados durante a festa do jogador de vôlei Bruninho, na última segunda-feira (1). O craque foi atacado por uma mulher enquanto estava no banheiro, e teve que recorrer a um segurança para ajudá-lo. De acordo com o jornal “O Dia”, o guarda-costas teve que escoltar o atacante do Paris Saint Germain para que a moça não tentasse entrar no local novamente. No aniversário do amigo, o atleta teve a companhia de Luciano Huck, Rafael Zulu e Gabriel Medina. O grupo posou para uma foto junto. “Amo vocês, meus amigos”, escreveu o famoso em sua rede social.

Cabral admite que comprou votos para Olimpíada no Rio

Ex-governador do Rio de Janeiro afirmou que ex-presidente do COB, Nuzman, o indicou como intermediador da negociação
O ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral admitiu envolvimento na compra de votos da Olimpíada Rio-2016. Nesta quinta-feira, em depoimento ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, Cabral afirmou que o ex-presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB), Carlos Arthur Nuzman, indicou o presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Lamine Diack, para que ele intermediasse a compra de votos para trazer a Olimpíada para o Rio.

Segundo Cabral, houve ligação com um ex-diretor de operações do Rio-2016 com Lamine Diack e o filho dele Papa Diack, que serão interrogados no país em que residem. Com a proposta, o Rio ganharia de 5 a 6 votos pelo custo de 1 milhão e meio de dólares (na cotação atual seria aproximadamente R$ 6 milhões).

Cabral pretende colaborar com as investigações da Operação da Lava-Jato (Foto: Reprodução)
Cabral pretende colaborar com as investigações da Operação da Lava-Jato (Foto: Reprodução)
Foto: LANCE!

“Eu não sabia qual seria a repercussão de um núcleo europeizado muito forte [na votação]. Nessa natureza, o Nuzman vira pra mim e me fala: ‘Sérgio, quero te abrir que o presidente da IAAF, lamine Diack, ele é uma pessoa que se abre pra vantagens indevidas”, contou ao depoimento.

Além disso, o ex-governador perguntou a Nuzman de onde viriam os votos e como garantiriam a vitória. Segundo Cabral, o ex-presidente do COB teria respondido que viriam de membros africanos do comitê e de representantes do atletismo. Ainda de acordo com o ex-governador, entre os votos comprados está o do nadador Alexander Popov, quatro vezes medalhista olímpico.

Cabral também revelou que o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (hoje no DEM, na época no MDB) e os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Michel Temer (MDB) sabiam na negociação.

Vale lembrar que além de Sérgio Cabral, o empresário Arthur Soares Filho (o Rei Arthur) e ex-presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) Carlos Arthur Nuzman, foram denunciados por corrupção devido à suspeita de compra de votos.

Segundo a MPF, Cabral, Nuzman e Gryner solicitaram diretamente a Arthur o pagamento de US$ 2 milhões para Papa Diack, que garantiria os votos para o Rio de Janeiro sediar os Jogos Olímpicos.

Árbitra Fernanda Colombo recebe proposta indecente

Crédito: Reprodução/Instagram

Fernanda Colombo, árbitra brasileira, usou as redes sociais para lamentar uma proposta indecente que recebeu por e-mail. Na mensagem, ela mostra que um homem lhe ofereceu um cachê de R$ 7 mil para que ela tenha encontro com seus clientes, que eles teriam entre 30 e 40 anos e que não seriam “velhos, gordos e estranhos”.

“Lamentável! Receber esse e-mail me fez sentir um lixo. Quero somente trabalhar com o que eu amo, que é futebol e jornalismo. Infelizmente esse ainda é o mundo real”, escreveu Fernanda na legenda da publicação.

Nos comentários, a árbitra recebeu mensagens de apoio de várias amigas. “Que triste isso, Fe! Mas não deixe de abater. Estamos juntas”, escreveu Bárbara Coelho, apresentadora da Globo. “Que bosta! Por essas e outras precisamos sempre lutar pelo nosso lugar e pela nossa vida… Não somos pedaço de carne vendido em açougue. Força, lindona. Você é muito grande!”, disse Ana Thais Matos, comentarista do SporTV.

“Não tem como anular Messi”, diz Tite na véspera do clássico

Brasil e Argentina se enfrentam nesta terça-feira pelas semifinais da Copa América

UOL

Ciro Campos, enviado especial a Belo Horizonte
Nesta segunda-feira, o treinador da Seleção Brasileira, Tite, usou uma prática incomum para sua carreira. Na véspera de enfrentar a Argentina, pela semifinal da Copa América, no Mineirão, ele não quis dar a escalação da equipe. Movido pelo respeito ao adversário, o técnico preferiu esconder qual será a formação titular e quis exaltar a dificuldade de ter que enfrentar Lionel Messi.

A única dúvida do Brasil é sobre a presença do lateral-esquerdo Filipe Luís. O jogador do Atlético de Madrid tem lesão na coxa direita e pode dar lugar para Alex Sandro. Tite definiu o time em dois trabalhos fechados nos últimos dias na Cidade do Galo. Se há uma incerteza, por outro lado o resto da formação não deve ter alterações, exceto pelo retorno do volante Casemiro, que cumpriu suspensão.

Técnico Tite durante treino da Seleção Brasileira no Centro de Treinamento do Atlético Mineiro, em Vespasiano (MG), nesta segunda-feira, 1º
Técnico Tite durante treino da Seleção Brasileira no Centro de Treinamento do Atlético Mineiro, em Vespasiano (MG), nesta segunda-feira, 1º
Foto: FáBIO BARROS/AGÊNCIA F8 / Estadão Conteúdo

Tite justificou o mistério antes da semifinal por sentir que o momento pedia tal postura. Em toda a Copa América e mesmo na Copa do Mundo, na Rússia, o treinador confirmava a escalação ou nos treinos anteriores, definia o time diante da imprensa. Essa escolha, inclusive, chegou a gerar críticas de treinadores adversários, por considerarem a confirmação dos titulares uma postura arrogante.

Em entrevista coletiva no estádio do Mineirão, Tite disse que a Argentina evoluiu nos últimos jogos e se recuperou de um início ruim na Copa América. “A Argentina cresceu em termos coletivos. A coletividade potencializa a individualidade. Não se anula Messi. Pode-se diminuir as ações dele, mas não se consegue neutralizar. Assim como não não se neutraliza jogadores como Coutinho, Firmino e Willian. Eles vão ser decisivos em alguns momentos”, disse.

O treinador contou ter dormido mal nos últimos dias e acordado no meio da madrugada para anotar ideias e planos para montar o time. Tite descartou vincular a semifinal a outros jogos anteriores do Brasil no Mineirão, por considerar qualquer comparação um recorte impreciso. As duas vindas recentes da equipe ao estádio tiveram a derrota por 7 a 1 para a Alemanha pela Copa de 2014 e os 3 a 0 sobre a Argentina, em 2016, pelas Eliminatórias.

“A gente pega a história e escolha qual capítulo a gente quer”, disse Tite. “Nem nos credencia como favoritos a vitória por 3 a 0, nem nos alija de vencer a derrota que tivemos (para a Alemanha). É a nova oportunidade de um grande jogo, um grande espetáculo. Por mais rivalidade que se tenha, a gente só rivaliza com quem a gente admira. Se alguém não é grande, não se torna um rival”, afirmou.