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Manhoso demite secretários do prefeito Batata preso por suspeita de corrupção

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Batata está preso em Natal

Sabendo que o prefeito Barata Araújo não voltara assumir à Prefeitura de Caicó em razão das graves e indefensáveis acusações de corrupção apontadas na Operação Tubérculo, o vice-prefeito Marcos do Manhoso que assumiu, iniciou uma verdadeira reforma no secretariado.

Dentre os exonerados, nomes do primeiro escalão de secretários como: Mauricio Ernesto (Assistência Social), Marcos Antônio Pinto (Agricultura), Diego Vale (Turismo), Marcelo Coelho (Planejamento), Pedro Rocha (Procuradoria Jurídica), Eduardo Dantas (Chefe de Gabinete), Vanderson Dias (Administração), dentre outros adjuntos e assessores de imprensa.

Confira AQUI a lista de exonerações publicada no Blog de Robson Pires.

Tubérculo e sua delações

O Blog do Primo recebeu informações que tratativas para delação premiada na Operação Tubérculo já estão em andamento.

Muito complicada a situação do prefeito Batata Araújo..

Algumas indicações levam também ao deputado federal Rogério Marinho ..

Um empresário já está pronto para falar..

Vamos aguardar..

Segundo o Ministério Público, Batata recebia muitas propinas denominadas de ‘lampadas’  …Troca de mensagens foram apresentadas por empresários ao Ministério Público. Prefeito de Caicó, RN, foi preso na Operação Tubérculo. (Foto: MP/Divulgação)

Temer sanciona LDO e mantém emenda que reajusta educação pela inflação

Por Pedro Rafael Vilela e Paulo Victor Chagas – Repórteres da Agência Brasil  Brasília

O presidente Michel Temer sancionou agora à noite a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019, aprovada no mês passado pelo Congresso Nacional. O texto sancionado tem 17 vetos, mas Temer decidiu manter a emenda proposta pelo Legislativo que previa a correção do orçamento da educação pela inflação deste ano. A sanção, com os vetos e justificativas, será publicada na edição desta quarta-feira (15) do Diário Oficial da União.

Com a sanção da LDO, resta agora ao governo apresentar ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa), que vai detalhar o volume de recursos disponíveis para todas as áreas ao longo do ano que vem. O prazo para envio da Ploa vai até o próximo dia 31.

Antes da sanção presidencial, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão chegou a informar que a correção do orçamento da educação pela inflação seria vetada na LDO. Em entrevista no início da noite, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, justificou que o governo trabalharia para apresentar um volume de recursos para a educação maior do que o que a LDO previa. “Nesse sentido, há uma desnecessidade da emenda. A manutenção criaria um engessamento do texto. A gente vetou, mas vamos garantir mais recursos do que aquilo que foi garantido pelo texto proposto”, disse o ministro, antes de Temer desistir do veto.

Temer, no entanto, aceitou a recomendação do Planejamento de vetar o dispositivo que atrelava a destinação de recursos para o Ministério da Saúde da mesma forma, isto é, mantendo no Orçamento de 2019 os mesmos recursos do ano anterior corrigido pela inflação. A maioria dos vetos apresentados retira a obrigação de aplicação de recursos em determinadas áreas, além de criar o que o ministro chamou de “sub-tetos” para proteger recursos de outras áreas.

Regra de ouro

Michel Temer também decidiu vetar o item que obrigava o próximo presidente da República a enviar uma proposta de emenda constitucional (PEC) alterando a chamada regra de ouro. Introduzida pelo Artigo 167 da Constituição de 1988, a regra de ouro estabelece que o governo só pode se endividar para fazer investimentos (como obras públicas e compra de equipamentos) ou para refinanciar a dívida pública. Gastos correntes do governo federal, como salários de servidores, serviços, passagens e diárias, não podem ser financiados pela dívida pública.

Também foi retirada a obrigação de o governo apresentar, até 31 de março do ano que vem, um plano para reduzir os gastos com benefícios tributários, dos atuais 4% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2%, no período de 10 anos. No anexo da LDO, o governo retirou as 112 prioridades e metas que haviam sido incluídas por meio de emendas do Legislativo. Com isso, foram mantidas apenas as 23 metas propostas no projeto enviado pelo Executivo.

Outro item vetado foi o dispositivo que limitava a realização de concursos público apenas para cinco áreas, como educação, saúde e segurança. Com a exclusão desse dispositivo, o governo alega que poderá haver concursos para outras áreas.

Reajuste dos servidores

Com relação ao reajuste de servidores públicos em 2019, o governo informou que a LDO sancionada não traz impacto para os aumentos salariais já estabelecidos em lei. “É preciso distinguir novos aumentos daqueles aumentos que foram concedidos há 3 ou 4 anos atrás. Aquilo que foi concedido, há uma lei que já garante esses aumentos”, afirmou Colnago. O ministro do Planejamento explicou, no entanto, que a LDO foi aprovada sem o dispositivo que autoriza novos reajustes salariais, como determina o artigo 169 da Constituição Federal. “[Esse artigo] exige que haja, sim, dentro da LDO, uma autorização específica para concessão de [novos] aumentos. Esse texto hoje não existe na LDO, precisaria ter um projeto de lei orçamentária alterando a LDO. Isso é uma coisa que está em discussão dentro do governo”, apontou.

Sobre o reajuste dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovado na semana passada, e que pode gerar impactos de até R$ 4 bilhões, o secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, George Soares, afirmou que cada Poder tem autonomia para propor reajuste e ele deverá constar no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa), que será apresentado em 15 dias. “Se o Poder Judiciário colocar [o aumento] na proposta dele [para o Ploa 2019], vai com o recurso [previsto]”.

Assalto sofrido por Bolsonaro em 1995 culminou com a morte misteriosa de bandido e família

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O GLOBO

Na terça-feira 4 de julho de 1995, o deputado federal Jair Bolsonaro deixou o apartamento em que morava na Tijuca, bairro do Rio de Janeiro, por volta das 8 horas da manhã. Pretendia panfletar na Zona Norte na busca da reeleição. No caminho, ao parar em um semáforo na altura de Vila Isabel, foi abordado por dois bandidos armados. Levaram a moto, uma Honda Sahara de 350 cilindradas seminova, e a pistola Glock calibre 380 que tinha debaixo da jaqueta. No dia seguinte, Bolsonaro apareceu na imprensa dizendo ter se sentido indefeso no momento do assalto.

Vinte e três anos depois, o presidenciável Bolsonaro foi instado por um jornalista a explicar, durante o programa Roda viva, há duas semanas, se não via certa contradição entre a ocorrência dos anos 1990 e a intenção de facilitar acesso ao porte de armas caso eleito. “Eu fui assaltado, sim, eu estava em uma motocicleta, fui rendido, dois caras, um desceu e me pegou por trás, o outro pela frente”, iniciou o entrevistado. “Dois dias depois, juntamente com o 9º Batalhão da Polícia Militar, nós recuperamos a arma e a motocicleta e por coincidência — não é? — o dono da favela lá de Acari, onde foi pega… foi pego lá, lá estava lá, ele apareceu morto, um tempo depois, rápido.”

Ele continuou: “Não matei ninguém, não fui atrás de ninguém, mas aconteceu”.

A coincidência mencionada pelo deputado na ocasião foi a morte de Jorge Luís dos Santos, poderoso traficante da favela de Acari. Ele havia sido preso oito meses depois do roubo da motocicleta. Vivia até então confortavelmente em um condomínio de casas em Salvador. Transferido para o Rio, foi encontrado morto em sua cela antes do amanhecer, enforcado com a própria camisa, ajustada em um nó de marinheiro.

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Para não ser fotografado ao lado de Henrique Alves, Carlos Eduardo Alves não compareceu à missa de Aluízio Alves

Henrique Alves e Garibaldi Alves cercado pelos seus amigos

O candidato a governador Carlos Eduardo Alves não foi participar e rezar pela alma do seu tio e líder político Aluízio Alves não comparecendo à  missa que celebrou, na noite deste sábado, 11 de agosto, os 97 anos de nascimento do pai Aluízio Alves.

Foi uma demostração de politização das suas relações familiares..

Carlos Eduardo Alves tem uma convivência muito próxima com seu primo Henrique Alves, mas foi orientado a não participar de eventos públicos para não correr o risco de ser fotografado ao lado do seu primo réu na Justiça Federal em vários processos acusado corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro..

A missa na Cidade da Esperança foi muito mais uma ‘comissa’ que um ato puramente religioso..