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Internações por Covid saltam 26% em SP, e médicos criticam inação de governo paulista

CLÁUDIA COLLUCCI
O número de internações por Covid na rede municipal de São Paulo saltou 26% na última semana e atingiu o mesmo nível do início de outubro, preocupando médicos com a decisão do governo paulista de revisar o Plano SP de medidas de isolamento social apenas no fim do mês.
Na capital paulista, as hospitalizações passaram de 644 no dia 11 para 814 na terça (17). As internações em UTI subiram 33%, de 339 para 451. A taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva aumentou de 32% passou 44%.
Na última semana, cidades da Grande São Paulo, do interior e da Baixada Santista também apresentaram alta nas hospitalizações por Covid.

Em Santo André, por exemplo, de 39% (255 para 355), São Caetano do Sul, de 30,6% (111 para 145), Praia Grande, de 37,5% (de 24 para 33), e Sorocaba, de 24% (172 para 213).

A análise é do projeto InfoTracker, da USP e da Unesp, que monitora a pandemia no estado desde seu início. Diferentemente dos números de casos e óbitos, os dados de internação não foram afetados pela falha no sistema do Ministério da Saúde neste mês.

Para pesquisadores que acompanham a epidemia no estado, esse aumento não aparenta ser mera oscilação e sim o prelúdio de uma segunda onda, ou o recrudescimento da primeira, como descrevem alguns epidemiologistas.

Na avaliação desses especialistas, é temerário que o governo paulista espere até o dia 30 para atualizar o Plano SP, que regulamenta os estágios da quarentena no o estado.

Senador Styvenson Continua agredindo pessoas

Senador do RN

Grosseiro, mal educado, sem postura de senador , o ex-capitão da PM/RN e sensor Styvenson Tem revelado um comportamento não compatível com pessoas urbanizadas e bem educada.
Depois de criar constrangimentos para própria família quando levou ao público uma irmã chorando em razão de ser constrangida por ele, agora o senador acha pouco e chama um ministro do STF de “bosta” é um cidadão potiguar de “ demente e comedor de capim”.

Confira sua postagem nas redes sociais:

Encerrando convênio, ministro Rogério Marinho determina paralização das obras de recuperação da Barragem das Traíras, diz Secretaria de Recursos Hídricos

Ministro Rogério Marinho e Bolsonaro

Sobre os atrasos na recuperação das obras da Barragem de Passagem das Traíras a Secretaria de Recursos Hídricos garante que é de responsabilidade do ministro Rogério Marinho. 

Segundo assessoria de imprensa da Secretaria,  de  tal atraso não se deve ao Estado do RN, mas pelo fato do Ministro Rogério Marinho ter determinado a paralização da obra e o encerramento do Convênio/DNOCS nº 06/2019-SICONV nº 888992/2019, cujo objeto era a recuperação da barragem.

A obediência a Lei nº 12.334/2010, que trata de segurança de barragem, especialmente, a Barragem de Passagem das Traíras, foi e é prioridade na gestão da governadoraFátima Bezerra. A Agência Nacional de Águas, desde 2015, vem alertando o governo do RN sobre a possibilidade de rompimento da barragem, caso venha a transbordar, limitando inclusive, sua capacidade em 3 milhões de m³ e nada foi feito pelo governo anterior.

Diante da situação de alerta, feito pela ANA, o atual governo do RN liberou imediatamente recursos do tesouro estadual para contratar a empresa que executou os estudos e elaborou o projeto de recuperação. A governadora Fátima Bezerra assinou convênio com o Governo Federal para a execução das obras, e por meio da Secretaria de Meio Ambiente e de Recursos Hídricos – SEMARH, foi executado com total diligência a abertura de uma fenda no reservatório, afastando de vez o risco iminente do seu rompimento, tranquilizando a população do Seridó, quanto à possibilidade de ocorrer um sinistro em grandes proporções.

Na primeira visita que o Ministro Rogério Marinho fez ao RN, julho de 2020, em cima da parede da barragem, e diante de toda a imprensa do RN, AVOCOU para o governo federal a responsabilidade de conclusão das obras de recuperação, sob o argumento de que sua conclusão seria ainda neste ano de 2020, determinando a paralização das obras e o encerramento do convênio, ficando os serviços a cargo do DNOCS.

Diante deste fato inusitado, o governo do RN comunicou o ocorrido ao Ministério Público Federal, que, diligentemente, tomou providências. A priori, ouviu o Comitê de Bacias Piranhas/Assú, o que redundou na alimentação do Procedimento Administrativo nº 1.28.200.000064/64/2019-36. Logo, não temos dúvida, que este Órgão Federal atuará na fiscalização, junto ao responsável, qual seja, Ministério do Desenvolvimento Regional para conclusão de uma obra de extrema importância para Região do Seridó.

Primando por Parnamirim: Traíragem total

Vandilma e Anna Michelle – perderam eleicso

O povo não votou em Maurício Marques, mas também não aceitou aqueles candidatos que o então prefeito ajudou e depois foi traído por eles.
O povo não gosta de traição, disse o soldado Vasco.
Vereadores que foram secretários de Maurício ou ajudados por ele amargaram derrotas.
As vereadoras Anna Michele a Vandilma que foram ex-secretárias e  votaram contra prestação de contas de Maurício  foram derrotadas. No dia da votação da contas de Maurício, ambas fizeram discursos inflamados contra o ex-chefe.

Segundo uma fonte do Blog do Primo, o prefeito Taveira sabe bem como elas são, além de poucos votos,não merecem confiança e cospem nos pratos que comeram.
O Blog do Primo não conhece, portando não diz nada, só faz ouvir.

Coronavírus: ‘Brasil já está na 2ª onda de covid-19’, diz pesquisador da USP

Coronavírus

Rafael Barifouse – Da BBC News Brasil em São Paulo
“O Brasil já está na segunda onda de covid-19. O alerta vem do pesquisador Domingos Alves, responsável pelo Laboratório de Inteligência em Saúde (LIS) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto.

Alves vem acompanhando há oito meses os dados da pandemia brasileira como um dos responsáveis pelo portal Covid-19 Brasil, que reúne dezenas de especialistas de diferentes áreas em torno da produção de estatísticas e análises da propagação do novo coronavírus no país.

Sua avaliação de que o Brasil está vivendo, assim como os Estados Unidos e a Europa, uma nova onda de contágios se baseia na evolução da taxa de reprodução (Rt) do coronavírus no país, que indica que a pandemia voltou a crescer por aqui.

Essa taxa é calculada com base no aumento de novos casos e permite saber quantas pessoas são contaminadas por alguém que já está infectado.

Se o índice fica acima de 1, isso indica que a pandemia está se expandindo. Quando está abaixo, é um sinal de que a pandemia está perdendo intensidade.

No caso do Brasil, a taxa era de 1,12 em 16 de novembro, de acordo com o Observatório de Síndromes Respiratórias da Universidade Federal da Paraíba.

Isso significa que 100 pessoas irão infectar outras 112, que, por sua vez, irão infectar outras 125. Assim, a epidemia brasileira cresce exponencialmente.

Avião que matou empresário paraibano carregava 360 kg de cocaína pura

DECA 1 - CARGA AVALIADA EM 11 MILHÕES: Avião que matou o filho de Deca carregava 360 kg de cocaína pura 

Uma aeronave de pequeno porte caiu e matou o piloto em uma área próxima a Rodovia Geraldo de Barros (SP-304), em São Pedro (SP), neste sábado (14). O caso está sendo registrado na Delegacia de São Pedro, mas a investigação tem o apoio da 2ª Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) da Deic (Divisão Especializada de Investigações Criminais). Estima-se que o avião estava carregado com 360kg de cocaína pura. Por volta das 16h de sábado, a droga estava sendo escoltada pela Polícia Civil para a realização de contagem. A droga está avaliada em R$ 11 milhões.

Caso está sendo apurado pela Polícia Civil.

O delegado divisionário da Deic Wilson Lavorenti, acompanhado das equipes da delegacia especializada, esteve no local para dar início às apuraçuões.

“As investigações serão realizadas com o apoio da nossa delegacia. Ainda não sabemos se o piloto seria o proprietário da aeronave ou apenas contratado para fazer o transporte”, afirmou o delegado.

Polícia apreendeu 360kg de droga

Os peritos do IC (Instituto de Criminalística) de Piracicaba também estiveram no local para fazer o levantamento sobre as circunstâncias do ocorrido. Posteriormente, o corpo do piloto, que foi retirado das ferragens foi levado ao IML (Instituto Médico Legal) para a realização de exame necroscópico para tentar confirmar a causa da morte. A Polícia Civil identificou o piloto como sendo o empresário paraibano Marcelo Gonzaga
“Pela análise prévia do local, não conseguimos identificar combustível nas imediações, possivelmente o avião sofreu uma espécie de pane seca e caiu”, completou Lavorenti.

 

Filho do empresário e ex-senador Deca do Atacadão, Marcelo Ricardo Gonzaga, vítima de um acidente aéreo na cidade de Piracicaba, às margens da Rodovia Geraldo de Barros (SP-304), no interior de São Paulo.

Saiba quem é Marcelo Ricardo, empresário paraibano que morreu em queda de avião

Marcelo era casado com a fisioterapeuta Ticiane Viana Gonzaga, tinha um filho e durante muitos anos trabalhou como diretor comercial na empresa Rio do Peixe, e atualmente era vice-presidente de vendas e marketing na BDK Corporate & Private Bank, em Campina Grande, na Paraíba. A empresa é uma Distribuidora de canal de massa das operadoras TIM, OI e VIVO de alguns estados. Ele era filho do empresário e ex-senador José Gonzaga Sobrinho, mais conhecido como Deca do Atacadão.

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Prefeito Álvaro Dias reúne Comitê Científico, anuncia aumento de fiscalização no comércio e nas praias de Natal e reforça recomendação do uso da Ivermectina

Foto: Joana Lima

O prefeito Álvaro Dias se reuniu, na noite desta terça-feira (17), com membros do Comitê Científico Municipal de Combate à Covid-19 e secretários municipais para discutir novas ações a fim de evitar o aumento do número de casos da doença em Natal. Entre as medidas a serem adotadas pela administração municipal, estão o aumento da fiscalização no comércio e na orla marítima da cidade para coibir aglomerações; revisão do protocolo de tratamento médico e realização de campanhas educativas para a população.

“Vimos nos últimos dias um aumento do número de casos da Covid-19 no Rio Grande do Norte. Não queremos que esses números cresçam em Natal, por isso a Prefeitura está tomando as medidas cabíveis para evitar a segunda onda da doença. Vamos reforçar a fiscalização conjunta da Semsur, Semurb e Guarda Municipal para evitar as aglomerações. Também vamos reforçar o uso da ivermectina no combate e tratamento da Covid-19. A adoção dos medicamentos foi discutida e aprovada pela Secretaria Municipal de Saúde, pelo Comitê Científico do Município e pelo Conselho Regional de Medicina”, disse o prefeito Álvaro Dias.

O presidente do Comitê Científico Municipal de Combate à Covid-19, o infectologista Fernando Suassuna, defende o uso da ivermectina e explica que já existem estudos comprovando a eficácia do medicamento. “Desde junho, quando começamos a usar ivermectina nos pacientes tratados na rede municipal de Natal, já havia evidências observacionais que referendavam o uso desse medicamento. Cinco meses depois, temos 85 trabalhos realizados que comprovam a eficiência desse medicamento, não só pela medicina observacional, mas pela medicina translacional e até os ensaios clínicos – que os mais críticos questionavam. Existem também trabalhos que comprovam o efeito preventivo do medicamento, existe uma revisão feita através da inteligência artificial – comprovada pelos chineses – que verifica que o medicamento funciona na célula infectada pelo vírus. Também existem evidências recentemente publicadas do efeito anti-inflamatório e do efeito antiviral (material que será publicado na Revista Científica Lancet), validando a ideia de que a ivermectina é o medicamento que deve ser recomendado para prevenção e tratamento em todas as fases da doença”, disse o presidente do Comitê Científico Municipal.

O prefeito destacou que toda a estrutura montada pela gestão municipal continuará funcionando até o fim da pandemia do coronavírus. “Os três Centros de Enfrentamento à Covid-19, o Hospital de Campanha e as dez unidades básicas de referência continuarão funcionando com médicos treinados e capacitados para tratar o coronavírus e com medicamentos ofertados à população para tratar a doença”, garantiu Álvaro Dias.

Participaram da reunião o secretário de saúde George Antunes, a secretária adjunta da Saúde, Rayanne Araújo, o secretário municipal de Governo, Fernando Fernandes, o secretário adjunto de Comunicação Social, Marcos Alexandre; os médicos e membros do Comitê Científico Rosangela Morais (Infectologista),  Hélida Maria Bezerra (Nefrologista) e João Maria Lucena (Cardiologista).

Infectologistas alertam em carta que hospitais estão lotados e defendem necessidade de lockdwon em SP

Um grupo de infectologistas de São Paulo enviou carta a amigos para alertá-los de que “há um aumento expressivo de casos de Covid-19 nos hospitais de São Paulo”, que estariam, segundo eles, “lotados” por causa de um aumento “de 100% em alguns serviços”.

A carta, enviada em caráter pessoal a pessoas conhecidas, foi assinada por médicos como Giovanna Baptista Sapienza, Marcela Capucho Chiaratin, Renata Guise Azevedo, Natanael Sutikno Adiwardana e Daniel Wagner Santos.

“Recomendamos fortemente novo ISOLAMENTO DOMICILIAR!”, escreveram eles, em maiúsculas. “Não ir a bares, restaurantes e festas. Não organizem encontros ou eventos sociais. Acreditamos que vocês estejam cansados de tudo isso, mas lembrem-se que nós estamos MUITO mais…. e ainda estamos vendo pessoas morrerem, famílias inteiras contaminadas, e os casos aumentando progressivamente sem nenhuma medida sendo tomada por parte dos governos”, seguem.

“Estamos em período eleitoral e talvez por isso não haja interesse político em novo ‘lockdown’ agora, mas é uma medida extremamente necessária! Por favor, ajude a controlar a pandemia e se proteja!​”, escrevem ainda os médicos.

O número de pessoas internadas em hospitais privados vem aumentando exponencialmente —no hospital Albert Einstein, eles saltaram de uma média de 55 para 86 nesta semana.

Nos hospitais municipais, as internações crescem. No dia 13, eram 693 internados. No dia 14, 685. No dia 15, 690. No dia 16, 732. Na terça (17), chegou-se ao patamar de 814.

MÔNICA BERGAMO

Governos já podem se preparar para editar novos decretos com medidas de isolamento social, diz microbiologista

Após uma lenta queda no número de casos e óbitos por coronavírus, observada nos últimos dois meses, o país voltou a ser assombrado pela pandemia da Covid-19. Estados de todas as regiões do país, como Rio, São Paulo, Mato Grosso, Acre e Paraná, observam as médias móveis de ocorrências e mortes até triplicarem nos últimos dias.

Especialistas em saúde pública alertam que municípios em condições mais críticas devem reforçar medidas de isolamento social — uma iniciativa que, reconhecem, poderá ser recebida com resistência pela população, após meses de quarentena e à beira das festas de fim de ano.

Para a microbiologista da Universidade de São Paulo (USP) Laura de Freitas, algumas áreas do país já deveriam inclusive estar editando decretos com medidas de isolamento mais rígidas, como fechamento de comércio e de outras atividades.

— Está no momento. A gente está vivenciando a escalada dos casos, o ideal é fechar agora para não piorar e sobrecarregar hospitais — afirma Freitas.

Segundo a especialista, as medidas para diminuir os números são as conhecidas: isolamento social, máscara e álcool em gel.

— O uso da máscara é ainda mais recomendável agora do que no começo da pandemia porque a ciência descobriu que a máscara diminui a gravidade da doença. Quem é infectado usando o equipamento recebe uma carga viral menor e tende a ter uma doença mais branda — diz ela, para quem já se começa a se formar uma segunda onda da doença.: — É um fato. Na verdade, a primeira nem terminou. Diferentemente da Europa, aqui o número de casos só sofreu um declínio e já voltou a subir.

Coordenador da Frente de Diagnóstico da Força-Tarefa da Unicamp contra a Covid-19, Alessandro Farias avalia que o recente aumento de casos da pandemia é uma “semana de maremoto”.

— Não sei se esses índices continuarão crescendo, porque o cenário atual do Brasil não pode ser comparado ao visto na Europa, onde os países quase zeraram o número de casos até chegar uma segunda onda. Nunca nos aproximamos dessa realidade — afirma. — A população começou a relaxar e voltou às ruas, mesmo sem haver vacina. É difícil fazer lockdown e evitar a volta ao pico da pandemia, porque precisamos pensar em soluções para os comerciantes não fecharem as portas.

Já Paulo Petry, doutor em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), considera que a população se “cansou da pandemia” e que a chegada do verão provocou aglomerações. Uma consequência é o aumento na taxa de transmissão.

O GLOBO