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Com 1 ano de pandemia no País, Bolsonaro silencia sobre 250 mil mortes


No dia em que o Brasil completou um ano desde seu primeiro caso confirmado de covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) encerrou sua transmissão ao vivo nas redes sociais desta quinta-feira, 25, sem emitir uma palavra sobre as mais de 250 mil mortes pela doença no País.

Durante a live, a única menção do mandatário à crise sanitária foi para lançar dúvidas sobre a efetividade do uso de máscaras na prevenção contra o contágio pelo vírus. Ao lado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães – que, assim como o chefe do Planalto, não usava qualquer proteção facial -, Bolsonaro alegou ter tido acesso a um suposto estudo alemão segundo o qual máscaras fariam mal a crianças. “Começam a aparecer os efeitos colaterais”, disse o mandatário. “Cada um tem sua opinião sobre máscaras, eu tenho a minha”, comentou, na contramão das evidências de que o equipamento reduz o risco de transmissão do coronavírus.

Governadora Fátima Bezerra recomenda medidas mais duras aos prefeitos no combate ao coronavírus


O Governo doRio Grande do Norte encerrou hoje (25) o ciclo de reuniões com os prefeitos e secretários de saúde dos 167 municípios para tratar da efetivação das medidas emergenciais de enfrentamento ao novo Coronavírus (Covid-19) e ações do Pacto pela Vida.

Fátima Bezerra sugeriu que os prefeitos devem seguir as regras do decreto estadual e até tomar medidas mais duras, de acordo com a realidade local, como o toque de recolher. “Natal (RN) e a Região Metropolitana estão com a assistência de saúde colapsada e já estamos transferindo doentes para Mossoró (RN), Caicó (RN) e Pau dos Ferros (RN). Indago a vocês, vamos deixar o colapso chegar a todo o estado?.”

COVID: Brasil registra 1.541 óbitos e 65 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (25):

– O país registrou 1.541 óbitos nas últimas 24h, totalizando 251.498 mortes;

– Foram 65.998 novos casos de coronavírus registrados, no total 10.390.461 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 9.323.696, com o registro de mais 42.678 pacientes curados. Outros 815.267 pacientes estão em acompanhamento.

Mundo ultrapassa 2,5 milhões de mortos por Covid-19


Foto: Universidade Johns Hopkins

Mais de 2,5 milhões de pessoas em todo o mundo morreram devido ao coronavírus.

Pelo menos 2.500.770 pessoas morreram desde o início da pandemia, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

A marca de 2 milhões de mortes globais de Covid-19 foi registrada em 15 de janeiro.

Os EUA lideram com o maior número de mortes, seguidos por Brasil, México, Índia e Reino Unido.

Em 22 de fevereiro, os EUA ultrapassaram a marca de 500 mil mortes totais de Covid-19, de acordo com a Universidade Johns Hopkins.

Pelo menos 112.716.833 casos de Covid-19 foram relatados globalmente desde o início da pandemia, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins.

CNN Brasil

COVID: Brasil registra 1.428 óbitos e 66 mil casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (24):

– O país registrou 1.428 óbitos nas últimas 24h, totalizando 249.957 mortes;

– Foram 66.588 novos casos de coronavírus registrados, no total 10.324.463 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 9.281.018, com o registro de mais 66.588 pacientes curados. Outros 793.488 pacientes estão em acompanhamento.

Médica Pós Graduada nos EUA defende uso da Ivermectina no combate à Covid-19 como profilaxia


Dra Lucy Kerr, Médica, formada na USP, Pós Graduada nos EUA, na Thomas Jeferson University, Especialista, palestrante,reconhecida internacionalmente defende Ivermectina.

Pioneira no Brasil na utilização da ultrassonografia, como  médica Lucy Kerr, Pós Graduada, Especialista, reconhecida internacionalmente defende Ivermectina e afasta risco de dano ao fígado.

Também pioneira no Brasil na utilização da ultrassonografia como método de diagnóstico, a médica Lucy Kerr defende o uso da Ivermectina no combate à Covid-19 como profilaxia. Ela cita pesquisa realizada na Austrália e o que vem sendo observado na África, onde, nos países em que o medicamento é utilizado em larga escala, não houve registro significativo do avanço da doença na forma grave.

O motivo do uso da Ivermectina para evitar a Covid-19 é que a droga também age como antiviral, sendo utilizada em vários tipos de viroses severas, inclusive nos casos de Chikungunya, como cita a especialista. Ela chama a atenção para dois pontos: que seja utilizada de forma preventiva (profilática) e que as pessoas que fizerem uso mantenham os cuidados sanitários como lavar sempre as mãos, usar máscara, manter distanciamento, mesmo que já tenham passado pela doença anteriormente.

As restrições do uso da Ivermectina, aponta, são para crianças menores de cinco anos, crianças com menos de 15 quilos, mulheres grávidas até a 12ª semana de gestação e pacientes com meningite.

Risco
Lucy Kerr rebate ainda a possibilidade de risco para o fígado no uso deste medicamento. De acordo com a especialista, a droga é utilizada há cerca de 40 anos sem ter causado óbitos pelo seu uso e também é administrada em larga escala em campanhas bianuais na África, pela Organização Mundial da Saúde – OMS.

De acordo com Lucy Kerr, apenas 8% da metabolização do medicamento é feita no fígado, não oferecendo risco hepático ao paciente. Mais de 90% da droga é eliminada na íntegra pelo intestino, sem oferecer riscos a outros órgãos como rins e coração. Para que sobrecarregasse o fígado, teria que ser metabolizada integralmente no órgão antes de ser eliminada.

“Extremamente segura, não precisa fazer exame antes pra saber se a pessoa pode ou não tomar a medicação”, afirma. Ela enfatiza ainda que pacientes com cirrose hepática fazem uso da medicação, sem nenhum dano ao organismo.

Algumas hipóteses também são levantadas pela médica sugerindo observar o histórico dos pacientes para que tenham desenvolvido lesão hepática em tratamento com a Ivermectina. Uma das possibilidades seria o uso de alguma droga, simultaneamente à Ivermectina, que seja tóxica ao fígado. Outra possibilidade de sobrecarga ao fígado seria Hepatites não curadas totalmente, como as dos tipos B e C.

Lucy Kerr é pioneira no Brasil na utilização da Ultrassonografia como método de diagnóstico, sendo reconhecida nacional e internacionalmente como especialista e estudiosa do método. Possui títulos de especialistas em Ultrassom em seis Sociedades Científicas, sendo quatro nacionais e duas internacionais, ARDMS – The American Registry of Diagnostic Medical Sonographers e FISUSAL. Formada em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pós graduou-se em Ultrassonografia Diagnóstica em 1977 pela Wake Forest University, como bolsista do CNPq e complementou seus estudos na Thomas Jefferson University, ambas nos EUA. De 2002 a 2006 foi professora da disciplina de Ultrassonografia da UNISA, a primeira criada no Brasil e chefe do departamento de Imagenologia desta universidade.mbate à Covid-19 como profilaxia. Ela cita pesquisa realizada na Austrália e o que vem sendo observado na África, onde, nos países em que o medicamento é utilizado em larga escala, não houve registro significativo do avanço da doença na forma grave.

Prefeito de Natal, Álvaro Dias ouvindo o Comitê Científico e também como médico adotou o protocolo com Ivermectina como recurso de profilaxia e tem apresentado resultados satisfatórios.

O motivo do uso da Ivermectina para evitar a Covid-19 é que a droga também age como antiviral, sendo utilizada em vários tipos de viroses severas, inclusive nos casos de Chikungunya, como cita a especialista. Ela chama a atenção para dois pontos: que seja utilizada de forma preventiva (profilática) e que as pessoas que fizerem uso mantenham os cuidados sanitários como lavar sempre as mãos, usar máscara, manter distanciamento, mesmo que já tenham passado pela doença anteriormente.

As restrições do uso da Ivermectina, aponta, são para crianças menores de cinco anos, crianças com menos de 15 quilos, mulheres grávidas até a 12ª semana de gestação e pacientes com meningite.

Risco
Lucy Kerr rebate ainda a possibilidade de risco para o fígado no uso deste medicamento. De acordo com a especialista, a droga é utilizada há cerca de 40 anos sem ter causado óbitos pelo seu uso e também é administrada em larga escala em campanhas bianuais na África, pela Organização Mundial da Saúde – OMS.

De acordo com Lucy Kerr, apenas 8% da metabolização do medicamento é feita no fígado, não oferecendo risco hepático ao paciente. Mais de 90% da droga é eliminada na íntegra pelo intestino, sem oferecer riscos a outros órgãos como rins e coração. Para que sobrecarregasse o fígado, teria que ser metabolizada integralmente no órgão antes de ser eliminada.

“Extremamente segura, não precisa fazer exame antes pra saber se a pessoa pode ou não tomar a medicação”, afirma. Ela enfatiza ainda que pacientes com cirrose hepática fazem uso da medicação, sem nenhum dano ao organismo.

Algumas hipóteses também são levantadas pela médica sugerindo observar o histórico dos pacientes para que tenham desenvolvido lesão hepática em tratamento com a Ivermectina. Uma das possibilidades seria o uso de alguma droga, simultaneamente à Ivermectina, que seja tóxica ao fígado. Outra possibilidade de sobrecarga ao fígado seria Hepatites não curadas totalmente, como as dos tipos B e C.

Lucy Kerr é pioneira no Brasil na utilização da Ultrassonografia como método de diagnóstico, sendo reconhecida nacional e internacionalmente como especialista e estudiosa do método. Possui títulos de especialistas em Ultrassom em seis Sociedades Científicas, sendo quatro nacionais e duas internacionais, ARDMS – The American Registry of Diagnostic Medical Sonographers e FISUSAL. Formada em medicina pela Universidade de São Paulo (USP), pós graduou-se em Ultrassonografia Diagnóstica em 1977 pela Wake Forest University, como bolsista do CNPq e complementou seus estudos na Thomas Jefferson University, ambas nos EUA. De 2002 a 2006 foi professora da disciplina de Ultrassonografia da UNISA, a primeira criada no Brasil e chefe do departamento de Imagenologia desta universidade.

Não foi por falta de avisos

Por Renato Dantas

Infelizmente à teimosia das pessoas irresponsáveis é a prima do coronavírus, que já matou 3.600 pessoas no RN e continua mantando.
Veículos de comunicação, responsáveis e sérios do RN publicaram matérias com declarações de autoridades sanitárias orientando pessoas a ficarem em casa evitando aglomerações.
Mas os irresponsáveis, bombados e periguetes abusaram das baladas e aglomerações. Agências de propaganda, atendendo os interesses dos seus clientes pautaram blogs venais (menos o Blog do Primo) para publicarem matérias contra medidas sanitárias de prevenção ao vírus.
No veraneio ocorreu de tudo, até uma tal de Festa do Branco, e no carnaval nem se fala, liberou geral..
Agora o bicho pegou, hospitais lotados sem disponibilidade de leitos de UTI e pessoas morrendo.
Por causa da teimosia dos irresponsáveis, vai fechar tudo novamente, e abrir os portões dos cemitérios.
Hoje temos 700 pessoas internadas é uma fila de 48 pessoas precisando de UTI.
Quantas vão morrer por causa das pessoas que ignoraram as recomendações?

Álvaro Dias acompanha tramitação da Lei que autoriza compra de vacinas

Prefeito Álvaro Dias está fazendo estudos para planejar

Sem recursos financeiros e dotações orçamentárias para fazer face às despesas, o prefeito de Natal Álvaro Dias reuniu um grupo de auxiliares e pediu que fosse feito um estudo para verificar condições de aquisição de vacinas pela prefeitura de Natal.
O ato do prefeito Álvaro Dias não significa que ele vai comprar vacinas, mas ele quer saber como será o processo para está preparado numa eventualidade viável.
Álvaro está confiante que o Ministério da Saúde atenda à demanda de Natal, mas por precaução determinou um estudo de viabilidade.

Pesquisadores desenvolvem teste rápido em smartphones para detectar Covid-19

celular Pesquisadores desenvolvem teste rápido em smartphones para detectar Covid-19

Pesquisadores franceses informaram que testes rápidos para detectar o coronavírus estarão disponíveis em smartphones em pouco tempo.

O teste utiliza um fragmento do anticorpo chamado nanocorpos dos camelídeos. Esse fragmento do anticorpo é inserido em eletrodos que, ao entrar em contato com a proteína que reveste o novo coronavírus, sofre uma alteração na corrente elétrica. Isso faz com que o sistema consiga detectar a presença ou não do coronavírus.

O aparelho é como se fosse um USB com sensor que deve ser conectado no celular. Para fazer o teste a pessoa deve coletar uma amostra nasal, como a do exame RT-PCR.

A amostra deve ser colocada em contato com o sensor do aparelho para a corrente elétrica ser mostrada na tela do celular. Dependendo da intensidade do sinal do paciente é possível detectar se o resultado é positivo ou negativo.