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Sara Winter debocha de intimação para depor após ameaças ao STF: ‘Não vou

Desordeira metida e arrogante.

Do UOL, em São Paulo

A ativista bolsonaristas Sara Winter disse ter sido intimada pela Polícia Federal a prestar depoimento depois de amanhã sobre a ameaça que fez de “infernizar” a vida de Alexandre de Moraes, ministro do STF(Supremo Tribunal Federal), e sobre o inquérito que investiga seu envolvimento com um suposto esquema de fake news. Ela avisou que não comparecerá.
Vamos ver se essa senhora não vai..

Irmão de Sara Winter ironiza a ativista e diz que logo ela será presa

O irmão da ativista Sara Winter, Diego Giromini, publico em sua conta no Facebook, um texto ironizando as ações da irmã após busca e apreensão feitas pela Polícia Federal na residência da jovem, em Brasília. Nos posts, Diego chega a dizer, se referindo à Sara, que “deveriam ter levado você também, irmã querida” e que espera que “logo você vá”.
Ao comentar o vídeo em que a ativista chama o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “arrombado” e diz que vai infernizar a vida do magistrado, Diego comentou com diversos emojis “chorando de rir”, juntos à seguinte frase: “Igual trovão! Só faz barulho”. Em relação a outro vídeo, em que Sara chora no ombro de um homem, Diego comentou: “hora da ceninha”.
Nas redes sociais, Diego Giromini, se identifica como motorista particular. Na descrição da sua página no Facebook, ele informa ser “infelizmente, irmão de Sara Winter” .
Esta não é a primeira vez que ele se manifesta contra a militante. Diego já compartilhou, em vídeos no Youtube, sua opinião sobre a irmã.

Bolsonaro passeia a cavalo enquanto pandemia galopa, diz Doria

Cavalo triste

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou mais uma vez o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter comparecido a manifestações no último final de semana e causado aglomerações.
“Qual o sentido de um presidente da República desfilar a cavalo em meio a 30 mil mortos por coronavírus? Qual a razão? O que ampara um ato desta natureza em meio a uma pandemia, com mais de 500 mil brasileiros adoentados, milhares que já perderam suas vidas. O presidente passeia à cavalo enquanto a pandemia galopa, Bolsonaro passeia a cavalo e a crise segue sem rédeas”, afirmou.

Ele pediu que Bolsonaro pare de utilizar as redes sociais, por exemplo, para hostilizar quem não o apoia e disse que o presidente governa apenas para seus apoiadores.

Justiça de MT veta lojas Havan de estender horário de abertura


A Justiça de Mato Grosso negou o pedido do empresário Luciano Hang para que a rede de lojas Havan funcione em Cuiabá em horário estendido. Cabe recurso.
A empresa buscava na Justiça autorização para funcionar das 6h às 21h, conforme estabelecido pelo prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) aos supermercados e hipermercados, em decreto para o combate e prevenção da Covid-19.
As Lojas Havan passaram a incluir alimentos como arroz, feijão, macarrão e óleo em suas prateleiras com o objetivo de ser considerada atividade essencial durante a pandemia.

A rede também teve revés nos municípios de Rio Branco (AC) e Vitória da Conquista (BA), em decisões judiciais e administrativas.

Na decisão, do último dia 25, o juiz João Thiago de França Guerra, da 3ª Vara Especializada de Fazenda Pública de Cuiabá afirma que, embora a rede tenha anexado na ação imagens de produtos alimentícios nas prateleiras como justificativa ao pedido, “não se pode ignorar o fato de que a venda de gêneros alimentícios essenciais para a subsistência humana não é, tradicionalmente, o foco de sua atividade comercial”.

Em Cuiabá, as lojas de atividades comerciais e industriais não essenciais funcionam das 10h às 16h, conforme o decreto da prefeitura, onde se enquadra as lojas de Hang. No entanto, elas começaram a funcionar no mesmo horário dos supermercados, alegando o fato de também vender produtos alimentícios. Diante da ilegalidade, a fiscalização da prefeitura autuou o local.

O magistrado ainda cita uma recente entrevista de Luciano Hang, em que afirma que, durante a pandemia, “achamos que a melhor forma de atender os clientes é colocar esses produtos à disposição”.

Ainda segundo a sentença, não é possível afirmar que a atividade empresarial consiste, de fato, em atividade atacadista e varejista de gêneros alimentícios (supermercados e hipermercados). “Mais ainda, não é possível afirmar, diante da não apresentação dos documentos necessários a tal juízo de valor, que tal atividade corresponde a atividade principal autorizada em sua licença originária obtida junto ao entre municipal”.

Apesar do revés no Acre e Bahia, em duas cidades do interior de São Paulo, Araçatuba e Lorena, a Havan conseguiu uma liminar e reabriu as portas a despeito dos decretos que determinaram o fechamento do comércio.

Em Parauapebas, no Pará, onde a loja tem funcionado em horário restrito e também incluiu itens da cesta básica em suas prateleiras, o Ministério Público Federal questionou operação da unidade alegando que esta atua na venda de produtos não essenciais.

Procurada, a assessoria da Havan não havia se manifestado até o início da noite desta sexta-feira (29).

Não dá mais, com pandemia e tudo vamos tirar os bolsonaros do poder antes que eles deem um golpe

Onde estão os democratas brasileiros?
Ninguém pode esperar coisas boas onde Rogério Marinho está infiltrado

Matéria do G1
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, falou nesta quinta-feira (28) sobre a possibilidade de as Forças Armadas colocarem “pano quente” no conflito entre os Poderes para restabelecer o “jogo democrático”.
Na quarta-feira (27), Eduardo já havia dito que uma “ruptura” não é questão de “se”, mas de “quando” ocorrerá. Defendeu ainda uma medida enérgica pelo pai após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizar uma operação contra fake news que tinha como alvos aliados do presidente. Partidos e autoridades reagiram à declaração.
“E vou me valer de novo das palavras de Ives Gandra Martins: o poder moderador para restabelecer a harmonia entre os Poderes não é o STF, são as Forças Armadas (…) Eles [Forças Armadas] vêm, põem um pano quente, zeram o jogo e, depois, volta o jogo democrático. É simplesmente isso”, afirmou Eduardo na manhã desta quinta à rádio Bandeirantes.
Em março, o jurista Ives Gandra da Silva Martins afirmou em um vídeo que a atuação de ministros do STF poderia, segundo ele, resultar em intervenção das Forças Armadas para solucionar um impasse entre os Poderes. É uma interpretação dele sobre o artigo 142 da Constituição.

Esse artigo da Constituição diz que as Forças Armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.

O uso das Forças Armadas nessas circunstâncias não tem nenhum fundamento jurídico. Na realidade, demandas do tipo são baseadas em interpretações equivocadas da Constituição, segundo juristas.

Juristas afirmam que a Constituição não dá respaldo a qualquer ação como a defendida pelos que citam o artigo 142 da Constituição e que a tomada de poder pelos militares – ainda que temporária – equivaleria a um golpe. E caso os militares exerçam o poder de forma autoritária e suspendam liberdades individuais para cumprir seus objetivos, como fizeram após o golpe de 1964, o novo regime seria uma ditadura.

O presidente e seus aliados têm criticado os ministros Alexandre de Moraes e Celso de Mello, do STF. O primeiro em razão da operação contra fake news e por ter dado decisão que barrou a indicação de Alexandre Ramagem para a direção da PF. Celso de Mello foi alvo de críticas do presidente após autorizar divulgação do conteúdo da reunião ministerial de abril.

A possibilidade de as Forças Armadas atuarem, afirmou Eduardo, depende de “clamor popular”. Eduardo citou o golpe militar de 1964 como exemplo: “Os militares [em 1964] só entraram em ação depois do clamor popular. Ninguém quer isso. No entanto, as pessoas que não conseguem enxergar dentro do STF e no Congresso instrumentos para reverter esse tipo de desarmonia entre os Poderes, eles se abraçam no artigo 142”.

Eduardo Bolsonaro defende retaliação contra o STF

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criticou nesta 4ª feira (27.mai.2020) decisões dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e Celso de Mello –este, relator de inquérito que apura suposta tentativa de interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal.

O filho do presidente Jair Bolsonaro participou de live do portal Terça Livre, canal mantido pelo blogueiro Allan dos Santos, 1 dos alvos de operação que fez buscas em endereços ligados a diversas autoridades no âmbito do processo sobre fake news instaurado no Supremo.

Na transmissão, Eduardo pregou uma reação contra a Suprema Corte. “Temos de pontuar, diagnosticar o problema e depois começar a tomar algumas atitudes”, afirmou.

O deputado endossou fala do blogueiro Allan dos Santos de que outros Poderes estariam tramando contra o governo.

“Até entendo quem tem uma postura moderada para não chegar num momento de ruptura, de cisão ainda maior, de conflito ainda maior. Eu entendo essas pessoas que querem evitar esse momento de caos, mas falando abertamente, opinião de Eduardo Bolsonaro, não é mais uma opinião de se, mas de quando isso vai ocorrer. Essas reuniões aqui que o Allan está falando de altas autoridades, até mesmo de dentro de setores políticos, a gente discute esse tipo de coisa”, afirmou.

O deputado afirmou que pode ser alvo de novas operações. Também criticou as decisões de Celso de Mello no inquérito que investiga a suposta interferência de Bolsonaro na PF.

“Se a gente mantiver essa postura colaborativa, amanhã eles vão entrar na nossa casa.”

O escritor Olavo de Carvalho também participou do debate. Disse que “esse Alexandre de Moraes não tem de ter direito de falar” e que é “a favor da pena de morte para esses caras”.

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) e o médico bolsonarista Ítalo Marsili também participaram da live.

  • PODER 360

Alvo de operação da PF, Roberto Jefferson compara STF a nazismo


Anita Efraim
Yahoo Notícias

Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, comparou o Supremo Tribunal Federal ao nazismo. A declaração, feita pelas redes sociais, aconteceu após o ex-deputado ser alvo de uma operação da Polícia Federal no inquérito que apura fake news contra ministros do STF.
“Tribunal do Reich. Instituído por Hitler, após o incêndio do Parlamento, aquele tribunal escreveu as páginas mais negras da justiça alemã, perseguindo os adversários do nazismo. Hoje, o STF, no Brasil, repete aquela horripilante história”, escreveu Jeffeson.

O ex-deputado ainda relatou que acordou às 6h com a Polícia Federal na porta da casa dele.

Além de Roberto Jefferson, outros aliados do presidente Jair Bolsonaro também foram alvos dos mandados de busca e apreensão o blogueiro Allan dos Santos, o empresário Luciano Hang, deputados federais, como Bia Kicis, Carla Zambelli, Luiz Phillipe de Orleans e Bragança e outros.
O relator do inquérito no Supremo Tribunal Federal é o ministro Alexandre de Moraes.

Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, não está entre os alvos da operação, mas criticou a ação da Polícia Federal.

Depois de sugerir prisão a Celso de Mello, Bolsonaro constrange a PGR

Presidente decidiu visitar o procurador-geral na manhã desta segunda, pegando de surpresa quem deve investigá-lo.

Por Robson Bonin


Constrangimento. Essa foi a palavra usada pela equipe de Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República para definir a visita repentina de Jair Bolsonaro ao órgão nesta manhã.

Depois de ignorar as agendas importantes do governo para colocar todas as energias na substituição do superintendente da Polícia Federal no Rio e na troca do diretor da corporação, Bolsonaro decidiu mostrar que devota o mesmo interesse pelo dia-a-dia da PGR.

Tão interessado que é pela gestão de Aras, largou tudo o que tinha para fazer no gabinete presidencial só para apertar a mão do chefe do MPF e de seus novos auxiliares designados para outras frentes do Ministério Público.

É a tal história da mulher de Cesar. Bolsonaro tenta mostrar que tem íntimas relações com quem decidirá seu destino na investigação sobre interferência política na PF. Além de surpreender a cúpula com sua decisão de última hora, o presidente constrangeu uma das partes do processo. Depois de sugerir prisão do relator do caso, o ministro Celso de Mello, Bolsonaro foi assediar o investigador

Ameaçadas e inseguros, Globo e Folha suspendem plantão e cobertura no Palácio da Alvorada

O Grupo Globo e a Folha de S.Paulo anunciaram hoje que suspenderão temporariamente a cobertura jornalística na porta do Palácio da Alvorada.

O vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet, comunicou a decisão em carta a Augusto Heleno, o chefe do GSI.

Segundo o G1 –um dos veículos do grupo, que inclui a TV e jornais como O Globo e Valor– “apoiadores do presidente Jair Bolsonaro que são levados a ficar lado a lado com os jornalistas, apenas com uma grade entre os dois grupos, têm insultado de forma cada vez mais agressiva os profissionais de imprensa, de todos os veículos, que estão ali trabalhando”.

A Folha, por sua vez, afirmou que “o jornal pretende retomar a cobertura no local somente depois das garantias de segurança aos profissionais por parte do Palácio do Planalto”.

O Antagonista

Promoção de evento durante período de isolamento poderá gerar multa em Natal (RN)

A Câmara Municipal de Natal (RN) vai apreciar, nos próximos dias, um Projeto de Lei que estabelece multa administrativa a quem promover evento durante o período de isolamento social na capital. O montante arrecadado com as multas será destinado a ações de combate à Covid-19.

O autor da proposta é o vereador Sueldo Medeiros(PHS), que usou em sua justificativa o fato de o Rio Grande do Norte ter o pior índice de cumprimento do isolamento social entre todos os estados do Nordeste. O levantamento foi feito pela empresa de tecnologia In Loco.

“A nossa preocupação é com a saúde pública e também com as questões econômicas, uma vez que o valor da multa deverá ser arbitrado de maneira proporcional à gravidade do fato, bem como à capacidade econômica dos infratores”, explica Sueldo, que complementa: “Quanto maior for o descumprimento, mais tempo durará o isolamento”.

De acordo com o texto, considera-se evento a reunião de pessoas de forma presencial, que não coabitam a mesma residência, com fins recreativos, políticos ou religiosos.

Segundo a proposição, fica facultada a criação de uma linha anônima dentro de organismos públicos para receber denúncias, garantido o anonimato e a confidencialidade da ligação. A fiscalização, ainda de acordo com a proposta, incumbirá ao órgão municipal competente, nos termos de regulamentação a ser feita pelo Poder Executivo.

O Projeto de Lei tramita na Câmara Municipal de Natal e deve ir ao plenário, para a apreciação dos vereadores, nos próximos dias.