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Ao chamar Bolsonaro de “filho da puta” Ciro Gomes complicou candidatura de Carlos Eduardo Alves

Carlos Eduardo Alves acompanha Ciro Gomes em tudo

Na carreata de Bolsonaro em Natal foi ficou claro a debandada da candidatura de Carlos Eduardo Alves pelos seguidores do ‘Mito’. Os ‘bousonarianos’ entendem que sendo Carlos Eduardo Alves o candidato de Ciro Gomes deverá votar no candidato do PT Fernando Haddad no segundo turno..

Para os eleitores de Bolsonaro, colocar Carlos Eduardo Alves no segundo turno e fortalecer à candidatura petista.

Os participantes da carreata estavam retirando adesivos dos carros e tentando substituir pelo do governador Robinson Faria que vai apoiar Bolsonaro no segundo turno, só não apoia agora pelo fato do seu partido o PSD apoiar à candidatura de Alckmin..

Depois que Ciro Gomes chamou Bolsonaro de “filho da puta”, a revolta foi grande contra seu candidato a governador do RN Carlos Eduardo Alves..

 

Ciro Gomes chama Bolsonaro de ‘nazista filho da puta’

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Ciro Gomes e seu candidato a governador Carlos Eduardo Alves

O pedetista participou de 1 comício na cidade de Goiânia. Uma pessoa com uma camisa estampada com foto do Bolsonaro estava presente e gerou tumulto entre os militantes de Ciro.

Ao ver o apoiador do Bolsonaro, Ciro pediu para os presentes terem paciência com ele, pois “não tem culpa de nada” e é “apenas uma vítima desse nazista filho da puta que vamos derrotar”.

O ex-ministro afirmou também que Bolsonaro cria uma cultura de ódio e relacionou isso com a facada levada no dia 6 de setembro durante ato de campanha do político do PSL em Minas Gerais.

“Olha o que é cultura de ódio: um bobinho, que não deve ter culpa de nada, acabou de criar uma confusão aqui trazendo uma camisa do adversário. Por ele, fanático como o doido que enfiou uma faca nele [Bolsonaro], acha que a política deve ser resolvida assim”.

Assista ao vídeo:

 

Rede expulsa Lossio por aliança com apoiadores de Bolsonaro

 

Resultado de imagem para Julio Lossio Candidato a Governador de PernambucoPor: 

A Executiva Nacional da Rede Sustentabilidade decidiu, por unanimidade, expulsar o ex-prefeito de Petrolina Júlio Lossio do partido por se aliar a atores ligados ao deputado federal e postulante à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). A legenda anunciou ainda que pedirá ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) o cancelamento do registro de candidatura de Lossio.

Caso o requerimento seja deferido pela Justiça Eleitoral, a agremiação não pode mais substituir a cabeça da chapa porque o prazo para alteração venceu no último dia 17. Segundo o porta-voz da Rede em Pernambuco, Clécio Lima, o diretório estadual deverá se reunir, nos próximos dias, para definir se adota a neutralidade ou se sobe no palanque de outro candidato. A chapa proporcional permanece, de acordo com o porta-voz.

A decisão de expulsão foi tomada na noite desta sexta-feira (21) após análise da defesa apresentada pelo político, que respondeu a processo ético disciplinar interno por realizar aliança não autorizada em Convenção Eleitoral. Para a agremiação, Lossio, que já é tratado como ex-filiado, praticou infidelidade partidária de acordo com a Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e a Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/95). Ele violou também os princípios e valores da REDE Sustentabilidade.

Na última quarta, Lossio participou de um ato em que selou união com os candidatos a deputado federal coronel Luiz Meira (PRP) e Gilson Machado Neto (PSL), que apoiam Bolsonaro. Na ocasião, o ex-prefeito aparece ao lado de Meira e de Bolsonaro em material de campanha. No Facebook de Meira, há, inclusive, postagens postadas nesta sexta-feira com a imagem dos três juntos. Oficialmente, o ex-prefeito da maior cidade do Sertão de Pernambuco faz palanque para Marina Silva (Rede).

Em nota, Lossio disse que a campanha segue normalmente até a decisão da Justiça Eleitoral. No texto, ele também faz críticas à Rede. “Os partidos políticos não podem pregar a democracia da “porta pra fora” e funcionar com uma ditadura da “porta pra dentro”, disse o ex-gestor em referência à sigla. Confira a nota de Lossio na íntegra:

Apesar de ainda não ter sido notificado da decisão, em relação à publicação feita no site da REDE Sustentabilidade, venho esclarecer:

A legislação exige que um filiado a partido político somente pode ser expulso a partir de processo disciplinar regularmente instaurado, em que sejam garantidos o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.

Contudo, numa manifestação opressiva e antidemocrática, a REDE decidiu pela minha expulsão sumária, sem nenhum respeito a essas garantias constitucionais.

A campanha seguirá normalmente até a decisão da Justiça Eleitoral, quem efetivamente tem competência para dar a palavra final sobre o tema e efetivamente deliberar sobre eventual pedido de cancelamento de registro de candidatura.

Confio no Poder Judiciário e tenho convicção de que esse ato arbitrário será revisto pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco.

Os partidos políticos não podem pregar a democracia da “porta pra fora” e funcionar com uma ditadura da “porta pra dentro”. A democracia intrapartidária exige respeito aos direitos fundamentais dos filiados, tal como previsto na nossa Constituição.

Julio Lossio
Candidato a Governador de Pernambuco

Fonte: OP9

José Dirceu lança livro em Natal

O livro ‘Zé Dirceu – Memórias Volume 1’ figura entre os mais vendidos do país, segundo a revista Veja e jornal O Globo. José Dirceu, que escreveu a obra na prisão, lançará o escrito em Natal nesta segunda-feira, 24.

O lançamento será realizado a partir das 19 horas da segunda, no Bar Cultural Acabou Chorare, em Ponta Negra, na Rua Dr. Manoel Augusto de Bezerra, 135.

A obra “Zé Dirceu – Memórias Volume 1” foi editada pela Geração Editorial, já vendeu 30 mil exemplares e está sendo um sucesso de crítica.

O primeiro evento de lançamento ocorreu no Circo Voador, no Rio de Janeiro, no último dia 4 de setembro. José Dirceu divulgará o livro em mais de 20 cidades, em 40 dias de estrada, até chegar em Belém (PA), no dia 3 de outubro.

Recursos públicos bancam 82% das campanhas eleitorais do país

Luiz Alberto Gomes

Do UOL, em São Paulo

Os políticos e partidos que disputam as eleições de 2018 já receberam R$ 2,4 bilhões, segundo dados da prestação parcial de contas divulgada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Do valor declarado, R$ 1,9 bilhão é de dinheiro público. O valor representa 82% do total de receitas das campanhas. Já os outros R$ 424 milhões vieram de recursos privados.

O quadro, nessa visão parcial, é o inverso do verificado na campanha presidencial de 2014, quando, na declaração parcial, R$ 1,33 bilhão dos R$ 1,45 bilhão era de dinheiro doado por empresas ou pessoas físicas, em valores corrigidos pela inflação. Ou seja, apenas 9,3% tinha como origem o dinheiro público.

Amoêdo faz campanha em Natal

O candidato à Presidência da República do Partido Novo, João Amoêdo, desembarca às 16h desta quarta-feira (19) no Rio Grande do Norte.

Às 17h, ele dá entrevista coletiva em Natal no Hotel Vila do Mar.

Em seguida, participará de evento do partido em prol de sua candidatura, no mesmo local.

Na quinta-feira (20), o candidato terá entrevistas à imprensa.

Depois fará caminhada e corpo a corpo no Mercado do Alecrim.

PSB expulsa prefeito de Chapecó que declarou apoio a Bolsonaro

O PSB expulsou sumariamente o prefeito de Chapecó (SC), Luciano Buligon, após o correligionário ter declarado apoio a Jair Bolsonaro na corrida presidencial.

O partido entende que “consiste em iniciativa que afronta decisão colegiada máxima do PSB”.

Em agosto deste ano, em seu congresso nacional, o partido decidiu que apoiaria “candidaturas de centro-esquerda” e que “não admitiria em hipótese alguma apoio a candidaturas de direita”.

Mourão nega crítica a mulheres e diz que fala sobre mãe e avó é constatação

O general Mourão discursa para integrantes de associações comerciais de SP

Gustavo Maia

Do UOL, em Brasília

O general Hamilton Mourão (PRTB), candidato a vice na chapa do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), negou nesta terça-feira (18) que tenha criticado as mulheres ao declarar que crianças criadas por “mãe e avó” em “áreas carentes” tendem a virar “elementos desajustados” e ingressar em “narcoquadrilhas”.

A declaração polêmica foi dada em palestra realizada na segunda-feira (17). Ao comentar a fala do dia anterior, ele disse ter feito apenas uma “constatação”.

O militar da reserva do Exército falou a integrantes da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado).

Na plateia, a reportagem contou cerca de 150 homens e dez mulheres. Em meio à explanação sobre os principais desafios do Brasil, ele se propôs a explicar a “crise psicossocial” e de valores que “afetam a nossa sociedade e que atingiu a família”.

“Ontem, numa exposição similar a essa, em outro ambiente, eu deixei claro que esse atingimento da família é muito mais crucial nas nossas comunidades carentes, onde a população masculina ou está presa, ou está ligada à criminalidade ou já morreu, e que deixa a grande responsabilidade por levar a família à frente nas mãos de mães e avós”, relatou.

Mourão então disse que um órgão de imprensa publicou que ele estava criticando as mulheres, o que ele negou.

“Estou fazendo uma constatação de algo que ocorre notadamente nas nossas comunidades carentes. Porque essas mães e avós saem para trabalhar […] e não têm com quem deixar os seus filhos, porque o estado não está presente para dar uma creche, uma escola de tempo integral onde essa criança possa permanecer. E essa criança vira presa fácil do narcotráfico. Essa é a visão”, declarou o candidato a vice.

Segundo ele, a grande maioria dessas mulheres são “cozinheiras, faxineiras e lidam com a dureza de vida o tempo todo”.

TSE suspende propaganda com mensagem de Lula em apoio a Haddad

Agencia Brasil

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Sérgio Banhos determinou nessa segunda-feira (17) a suspensão da propaganda eleitoral do candidato à presidência pelo PT, Fernando Haddad, em que são lidos trechos da chamada Carta de Lula ao Povo Brasileiro. A decisão foi tomada de modo liminar (provisório) após representação feita pela coligação do candidato Jair Bolsonaro, do PSL.

Segundo o ministro, a campanha de Haddad desrespeitou a legislação eleitoral ao exibir, durante grande parte do programa eleitoral, a leitura da carta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarando apoio ao ex-prefeito de São Paulo.

“A coligação representada excedeu ‘o limite de at é 25% do tempo de cada programa ou inserção’, reservado para os apoiadores, conforme precisos termos do Artigo 54 da Lei nº 9.504/1997”, escreveu Banhos.

Com a decisão, a coligação O Povo Feliz de Novo, formada pelo PT, PCdoB e PROS, fica impedida de veicular o mesmo teor da campanha eleitoral que foi ao ar na propaganda em bloco da TV da última quinta-feira (13).

Além de decretar a suspensão “imediata” da propaganda no rádio e na TV, o ministro deu o prazo de dois dias para que a defesa do PT se manifeste sobre o assunto. Sérgio Banhos determinou também que o Ministério Público Eleitoral se manifeste no máximo um dia após serem ouvidos os advogados da campanha de Haddad.

Candidatura barrada

No início do mês, o TSE barrou o pedido de registro da candidatura de Lula, determinando que o partido indicasse em até dez dias um substituto para a disputa. Antes candidato à vice, Fernando Haddad foi registrado para concorrer ao pleito e foi apresentado como candidato a presidente nas campanhas petistas, tendo Manuela D’Ávila (PCdoB) como candidata a vice.

A propaganda questionada exibe trechos da chamada Carta de Lula ao Povo Brasileiro, que foi escrita pelo ex-presidente manifestando apoio a Haddad. Condenado em segunda instância pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e foi impugnado tendo como base a Lei da Ficha Limpa.

Segundo a coligação de Bolsonaro, a propaganda veiculada na última quinta-feira (13) deixa o candidato Fernando Haddad “à margem”, como “mero locutor dos feitos de Lula”, enquanto enaltece a figura do ex-presidente.

Os advogados argumentaram que a publicidade cria “estado emocional” nos eleitores de dúvida sobre quem de fato é candidato, além de descumprir decisões judiciais anteriores que proibiram a apresentação de Lula como candidato e divulgar fato “sabidamente inverídico”.

“A aludida propaganda [Carta de Lula ao Povo] foi veiculada após o pedido de substituição da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em completo desrespeito às determinações desta Corte”, alegou a coligação do PSL.

As propagandas eleitorais obrigatórias no rádio e na televisão vão ao ar às terças-feiras, quintas e sábados. Nesta noite, o tribunal confirmou os nomes que aparecerão na urna eletrônica, que terá 13 candidatos à Presidência.

“Não tenho sangue de barata”, diz Ciro sobre xingar homem em Boa Vista

Do UOL, em São Paulo

O candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes, disse ter agido em “legítima defesa” no episódio em que ele empurrou e xingou um homem que lhe dirigiu uma pergunta em Boa Vista (RR), ocorrido no fim de semana.

“Ele estava a serviço de Romero Jucá e colou um adesivo no meu peito. Poderia ser uma facada, como a que atingiu o [Jair] Bolsonaro [PSL]. Está gravado, eu o empurrei em defesa própria”, disse. “Não tenho sangue de barata e não quero ter. Eu falo palavrões. Em legítima defesa, falo palavrões.” As declarações foram dadas em entrevista ao Jornal da Globo, na madrugada desta terça-feira (18).

Ciro negou que o episódio demonstre descontrole de sua parte. “Aponte um momento em que eu, ocupando cargo público, tenha ofendido alguém. Não podem me chamar de ladrão nem de incompetente, então dizem isso”.

O candidato voltou a chamar o candidato a vice-presidente na chapa com Jair Bolsonaro, o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), de “jumento de carga”, por estar “insuflando um golpe no país” por suas declarações a respeito do processo político.

Questionado sobre a declaração, dada na semana passada, de que prenderia o general Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, pelas declarações de que a legitimidade da eleição poderia ser questionada, Ciro disse que “estaria apenas seguindo a lei”.

“A Constituição Brasileira diz que é impróprio que um comandante militar expresse sua opinião política. É próprio que um comandante militar, num país que tem a tradição lamentável que nós temos, fique tutelando o processo político? E para quê? Para insuflar o medo na população? Eu não tenho medo dele, não”, afirmou o candidato.

Ciro também reiterou as críticas que vem fazendo à oficialização de Fernando Haddad como candidato à Presidência pelo PT. “Lula escolheu o Palocci, escolheu a Dilma. O Michel Temer, ele cravou na linha de sucessão. O Haddad é meu amigo pessoal, mas como o povo vai ter sossego? Quero ajudar o Brasil a achar o caminho sem radicalismo. Gostaria muito que Lula estivesse solto para que pudéssemos estabelecer um debate. Ele não é nem um satanás, nem é esse deus em que certa ala do PT quer transformá-lo”, argumentou.

Questionado sobre o aval do STF ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, que ele classifica como golpe, Ciro recordou que “o golpe de 64 também foi aprovado pelo Supremo.”

Economia

Sobre sua promessa de que revogaria uma eventual fusão entre a Boeing e a Embraer, Ciro afirmou que estaria apenas exercendo o poder permitido pelas ações conhecidas como Golden Share.

“Na hora de render bilhões de dólares, estão permitindo que a Boeing feche a Embraer. Sou nacionalista, não quero estatizar a Embraer. Ela foi privatizada e não quero mudar isso. Ela tem mercado cativo de US$ 20 bilhões. O Brasil só tem tecnologia de exportação na área de petróleo e aviação. Como vamos pagar a conta dos dólares que entram no país? Com [exportação de] minério de ferro bruto?”, questionou.

Ciro disse ainda que pretende revogar a reforma trabalhista aprovada no governo Michel Temer. “Desde a aprovação dessa reforma, o Brasil perdeu 900 mil empregos. A reforma foi aprovada pelo Senado com a promessa de que teria artigos vetados pelo governo, o que não aconteceu”, criticou.

Questionado sobre sua proposta de tirar 63 milhões de pessoas do SPC, o candidato afirmou que este é “um problema de macroeconomia”.

“Precisamos reativar o principal motor da economia, que é o consumo das famílias. Mas essa é só uma parte do programa. O restante ninguém comenta. Lá está incluído também o compromisso de retomar 2 milhões de empregos a partir da construção civil e também consertar as contas públicas”, afirmou.

Sobre eventuais dificuldades para negociação com o Congresso, no qual seu partido deverá ser minoritário, Ciro mais uma vez elencou sua experiência política anterior.

“Já fui governador, prefeito, lidei com deputados, vereadores, negociei o projeto de transposição do São Francisco. Além disso, a elite brasileira já está dando o voto por resolvido. Penso que cabe ao eleitor mandar para o Congresso quem ele quer, e eu estou ajudando o povo brasileiro a amadurecer seu voto”.