Caso de integrante do clã Kennedy acusado de assassinato dá guinada

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Martha Moxley

AFP

Um integrante do clã Kennedy, condenado em 2002 por assassinato e liberado em 2013 por um juiz que considerou que havia sido mal defendido, pode retornar para a prisão, segundo uma decisão da Suprema Corte do estado de Connecticut publicada na sexta-feira.

A decisão, que segundo a imprensa americana foi tomada por quatro votos a favor e três contra a rejeição da decisão de um Tribunal inferior, representa uma guinada em um caso que atrai há décadas as atenções nos Estados Unidos.

Michael Skakel, sobrinho de Robert Kennedy – irmão do trigésimo quinto presidente dos Estados Unidos – foi condenado em 2002 a uma pena mínima de 20 anos de prisão por espancar até a morte em 1975 Martha Moxley, depois de uma festa de Halloween em sua casa em Greenwich (Connecticut, nordeste).

A vítima e Michael Skakel tinham 15 anos na época.
Sua família gastou milhões de dólares para tentar tirá-lo da prisão através de apelações.

Em novembro de 2013, um juiz considerou que o seu advogado da época, Michael Sherman, havia feito uma defesa ruim e ordenou um novo julgamento.

Um mês depois, Skakel foi liberado depois de pagar uma fiança de 1,2 milhão de dólares.

Mas a Suprema Corte de Connecticut rejeitou na sexta-feira esta decisão, ao considerar que o advogado havia feito bem o seu trabalho e que a sentença deveria ter sido mantida, de acordo com a imprensa americana.

No momento não se sabe se Skakel poderá recorrer dessa decisão ou se deverá retornar rapidamente para a prisão.

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Michael Skakel
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