Sem caixa, governo federal estuda elevar tributo da gasolina

Por Agência O Globo e Valor

BRASÍLIA  –  Com a arrecadação em queda, a equipe econômica do governo Michel Temer (PMDB) estuda aumentar o imposto da gasolina para conseguir cumprir a meta de manter o rombo das contas públicas em, no máximo, R$ 139 bilhões neste ano.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, a ideia é dar uma cara ecologicamente correta para que a medida tenha o mínimo de resistência possível. O plano em estudo é criar uma alíquota flutuante para a Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico (Cide) que incide sobre o combustível mais popular do país e, ao mesmo tempo, arrecadar mais com esse “imposto verde”, que deve deixar a gasolina mais cara para estimular o uso de etanol em carros flex.

Essas fontes explicaram que, todas as vezes em que a Petrobras aumentasse o preço da gasolina, a alíquota diminuiria. No entanto, quando a estatal derrubasse o valor do combustível, o imposto poderia até cair, mas não o bastante para comprometer a competitividade do etanol. De um lado, o governo arrecada mais. De outro, estimula o uso do álcool, que polui menos.

“A ideia seria usar a Cide como um imposto verde. A alíquota iria variar sempre, para dar competitividade ao etanol”, afirmou um graduado interlocutor de Temer, sob a condição de anonimato.

Ontem (27), o presidente da Petrobras, Pedro Parente, defendeu a cobrança de uma “Cide verde” durante evento em São Paulo. “Existem discussões sobre mecanismos de compensação ou reconhecimento das vantagens ambientais da produção e do consumo de etanol para o ambiente. Achamos que é um estudo que deve prosseguir”, afirmou.

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Querendo aparecer, Dallagnol rebate pronunciamento de Temer e questiona: por que não falou de Rocha Loures?

Deltan Dallagnol

Sem conseguir ficar calado, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, em mais uma tentativa de aparecer na mídia, publicou um extenso comentário a respeito do pronunciamento do presidente Michel Temer (PMDB), que rebateu a denúncia protocolada ontem pela Procuradoria Geral da República no Supremo Tribunal Federal, o acusando de corrupção.

O aparício Dallagnol rebate os argumentos de Temer de que não há provas, de que as gravações são ilícitas, de que está sendo perseguido politicamente e afirmou que a “estabilidade sobre alicerces corruptos é falsa”. Por fim, o procurador ironizou por que o presidente não citou, em nenhum momento a situação de seu ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures, flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil de emissários da JBS.

“Por que o presidente Temer não falou uma palavra sobre Rocha Loures ou sobre as imagens incontestáveis de seu assessor recebendo dinheiro? Se Rocha Loures o traiu, o que o presidente fez para buscar a sua responsabilização pessoal, ou perante o partido, ou mesmo perante a comissão de ética enquanto ainda era Deputado? Por que o presidente não fala sobre a relação que ele próprio mantinha com a JBS, por exemplo, sobre os apontados pagamentos prévios ou sobre a viagem sua e da família em avião da empresa?”, questiona o procurador

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Governador Robinson Faria diz que não tem previsão para pagamento de parcela do décimo

Resultado de imagem para robinson eolico forumO governador Robinson Faria (PSD) informou, antes de abrir o 9º Fórum Nacional Eólico, na tarde de ontem, que vai se reunir com o secretario Gustavo Nogueira, para conhecer os números “e poder anunciar alguma coisa [sobre o pagamento de parte do décimo terceiro]”. O governador disse que antes desta reunião não tem como apresentar informações em relação à possibilidade de antecipação de parte do décimo terceiro salário.

Robinson Faria disse que veio direto de uma reunião com a Petrobras, no Rio de Janeiro, para abrir o Fórum de energia eólico na Escola de Governo, no Centro Administrativo, mas tinha deixado a equipe econômica do governo trabalhando para avaliar as questões referentes ao pagamento da folha dos servidores: “Estou lutando por isso, avaliando alguma vertentes que possam proporcionar o pagamento dos servidores em dia”.

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Bancos fecham mais de 900 agências no ano

Valor Econômico.

Por Silvia Rosa e Talita Moreira | De São Paulo

O avanço dos canais eletrônicos e a busca por eficiência têm levado os bancos a reduzir a rede física de atendimento. De janeiro até maio, foram fechadas 929 agências no país, segundo o Banco Central (BC). No ano passado, o número ficou praticamente estável em relação a 2015.

As agências passam por uma mudança de conceito, deixando de ter como foco o atendimento para se tornar espaços de negócios e de assessoria de investimento. Ao mesmo tempo, cresce o número de contas digitais – o que significa maior facilidade para os clientes e economia para os bancos.

A convivência entre agências físicas e digitais vai ser duradoura, mas o celular é a “estrela da vez”, diz Josué Pancini, vice-presidente do Bradesco responsável pela rede de atendimento.

Os aparelhos móveis foram responsáveis por 34% do volume de transações bancárias no ano passado, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), superando o internet banking (23%) – ou seja, juntos, internet banking e celulares responderam por 57% do total de movimentações financeiras em 2016. As contas totalmente digitais somavam, em maio, cerca de um milhão e a expectativa da entidade é que o número chegue a 3,3 milhões até o fim deste ano.

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Tatiana Mendes Cunha disputará mandato de deputado estadual com total apoio do governador Robinson Faria

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Tatiana Mendes Cunha nas urnas

Prego batido e ponta virada, está decidido, a secretária-chefe do Gabinete Civil do RN, Tatiana Mendes Cunha será candidata a deputado estadual, ela já comprou um potente e confortável tênis para iniciar sua caminhada rumo ao legislativo estadual.

Sua base eleitoral será a região Oeste do Estado partindo do município de Apodi.

Mendes Cunha quer resgatar o mandato do seu pai, ex-deputado Dalton Cunha falecido no exercício do mandato em 1975..

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Janot ajuiza ação pedindo suspensão da lei da terceirização

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ajuizou uma ação direta de inconstitucionalidade contra a lei que libera a terceirização para atividade fim nas empresas.

A legislação foi aprovada em 22 de março pela Câmara dos Deputados e sancionada dia 31 do mesmo mês pelo presidente Michel Temer.

Pelas novas regras, as empresas contratantes de serviços terceirizados só terão responsabilidade de caráter subsidiário, ou seja, só arcarão com multas na ausência da firma contratada (se esta estiver falida, por exemplo).

Se a prestadora de serviços deixar de pagar suas obrigações trabalhistas, funcionários terceirizados só poderão processar a empresa contratante se a prestadora de serviços não puder responder.

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Ex-procurador citado por Temer diz que não cometeu ato irregular

Sócio do escritório de advocacia que trabalhou no acordo de leniência do Grupo JBS, Miller foi citado no pronunciamento do presidente nesta terça

O advogado Marcello Miller, ex-assessor do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que “não cometeu nenhum ato irregular” desde que deixou a Procuradoria-Geral da República. Sócio do escritório de advocacia que trabalhou no acordo de leniência do Grupo JBS, Miller foi citado pelo presidente Michel Temer na tarde desta terça-feira, 27, que sugeriu que ele teria “recebido milhões” em função do acordo.

“Não cometi nenhum ato irregular, mas não responderei às afirmações a meu respeito pela imprensa”, afirmou o advogado, em comunicado a imprensa. “Apenas me manifestarei perante as autoridades com competência para examinar os fatos e com interesse na aferição da verdade.”

Durante pronunciamento em Brasília, Michel Temer afirmou que Marcello Miller – a quem se referiu como “homem da mais estrita confiança do senhor procurador-geral (Janot)” – deixou a PGR para “trabalhar em empresa que faz delação premiada para o procurador-geral”. Apesar de não citar nome, o presidente da República insinuou que Rodrigo Janot se beneficiou financeiramente da remuneração de Miller.

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Frase de Temer em pronunciamento vira piada nas redes sociais

Uma frase do presidente Michel Temer durante o pronunciamento desta terça-feira (27), feito em reposta à denúncia de corrupção passiva pela Procuradoria-Geral da República, chamou atenção de internautas e acabou virando piada nas redes sociais.

 “Eu tenho orgulho de ser presidente. Convenhamos, é uma coisa extraordinária. Para mim, é algo tocante. É algo que não sei como Deus me colocou aqui”, disse Teme. 
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Dilma se manifesta em Facebook sobre denúncia contra Temer

A ex-presidente Dilma Rousseff utilizou as redes sociais para comentar a denúncia do procurador-geral Rodrigo Janot contra o presidente Michel Temer. “Resultado do Golpe de 2016: deixar o País nas mãos do único presidente denunciado por corrupção”, escreveu Dilma no twitter e no Facebook. “Impeachment sem crime de responsabilidade: ponte dos perdedores sobre a democracia para o desmonte do País”, completou a petista em uma crítica ao programa “Ponte para o Futuro” do PMDB.

Em sua mensagem, a petista ainda criticou a “grande mídia” e o PSDB e lembrou o pato amarelo utilizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), quando defendeu o seu impeachment. “Adeptos do Pato Amarelo conheciam a conduta do grupo que assaltou o Planalto e são responsáveis diretos por sua ascensão”, afirmou.

 

Dilma Rousseff

Resultado do Golpe de 2016: deixar o País nas mãos do único presidente denunciado por corrupção.

Impeachment sem crime de responsabilidade: ponte dos perdedores sobre a democracia para o desmonte do País.

Grande mídia, PSDB, adeptos do Pato Amarelo conheciam a conduta do grupo que assaltou o Planalto e são responsáveis diretos por sua ascensão.

17 mil
1,2 mil
3,1 mil
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Temer faz discurso ao lado da ‘deputada dos pulinhos’

Deputada Raquel Muniz (ao fundo) aparece ao lado de Temer durante discurso de defesa

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

A deputada federal Raquel Muniz (PSD-MG), que elogiou o marido preso pela Polícia Federal no ano passado, o ex-prefeito de Montes Claros Ruy Muniz, apareceu ao lado do presidente da República, Michel Temer (PMDB), durante discurso nesta terça-feira (27) no Palácio do Planalto.

Eram apenas duas mulheres ao lado de Temer: além de Muniz, estava a deputada Elcione Barbalho (PMDB-PA). Ao vê-la, Temer disse: “agora sim uma companhia feminina”, antes de saudar os demais aliados, convocados pelo Planalto para aparecer ao lado dele no pronunciamento.

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Áudio: debatendo, Renan deu uma chave de roda em Garibaldi chamando Henrique Eduardo de ‘integrar uma quadrilha’

O clima esquentou ontem na sessão do Senado, quando senador Garibaldi Filho, do PMDB/RN, afirmou  que o senador Renan Calheiros, não está cumprindo o que prometeu aos senadores como líder da bancada do partido e acusou de dizer uma coisa e fazer outra, principalmente, na reforma trabalhista.

Renan reagiu as declarações de Garibaldi Filho e disse que compreendia o estado de espírito dele como tio do ex-ministro Henrique Alves que está preso como integrante de uma quadrilha. Garibaldi pediu respeito e afirmou que Renan poderia falar de Henrique Alves.

O presidente do Senado, Eunicio Oliveira, encerrou a sessão e o bate boca entre os dois senadores do PMDB.

Se Renan não pode falar de Henrique Alves, quem pode?

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“Corno é o último a saber”, diz deputado crítico de Temer ao perder vaga na CCJ

O deputado Major Olímpio (SD-SP) reclamou nesta terça-feira (27) de perder a vaga de titular na comissão da Câmara que analisará a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o presidente Michel Temer.

Segundo o parlamentar, ele não foi noticiado pela bancada do Solidariedade que se tornaria suplente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania). “Ficou a máxima que o corno é o último a saber”, afirmou Major Olímpio.

 

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Renan diz que Temer ‘faz de conta’ que governa país

TALITA FERNANDES
DE BRASÍLIA

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta terça-feira (27) que o presidente Michel Temer está “fazendo de conta” que governa o país. “Governando para onde?”, disse.

O peemedebista disse ainda que é preciso ter “muita humildade” para receber a proposta feita pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que sugeriu que Temer encurte seu mandato. A opinião de FHC foi publicada na segunda-feira (27) em artigo que escreveu para a Folha.

Renan defendeu ainda que Temer deixe de adiar uma decisão sobre o futuro do governo. “Demorar mais um mês, dois meses, um ano a frente do governo não vai mudar nada. É uma resistência para o nada”, disse em discurso feito em plenário.

O líder do PMDB disse ainda que Temer errou ao “achar que poderia governar o Brasil influenciado por um presidiário de Curitiba”, disse em referência ao ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato. “Isso não ia chegar a lugar nenhum”.

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Na disputa da folha, Carlos Eduardo Alves está melhor que Robinson

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Robinson perde para Carlos Eduardo por 15 dias

Enquanto o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves fechou o pagamento da folha de pessoal do mês de maio no dia 15 de junho, o governador Robinson Faria anunciou que terminará de pagar a folha dos servidores do Estado no dia 30 do junho.

Nesta pisada, Carlos Eduardo Alves está ganhando de Robinson e aparentemente a prefeitura de Natal deverá colocar a folha em dia antes do governo do RN.

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Nicolao Dino, Raquel Dodge e Mario Bonsaglia são escolhidos para lista tríplice

Julia Affonso, Fábio Serapião e Fausto Macedo

São Paulo

Os procuradores da República, em todo País, elegeram nesta terça-feira, 27, a lista tríplice para a cadeira do procurador-geral da República: Nicolao Dino, Raquel Dodge e Mario Bonsaglia, pela ordem, foram escolhidos pela classe em eleição interna promovida pela Associação Nacional dos Procuradores da República. A lista será levada ao presidente Michel Temer a quem cabe indicar o chefe do Ministério Público Federal.

Nicolao teve 621 votos, Raquel, 587 e Mário, 564. O presidente não é obrigado a escolher nenhum nome da lista, conforme prevê a Constituição.

Dino é vice procurador-geral Eleitoral e foi responsável pela acusação no caso da chapa Dilma-Temer, quando pediu a cassação do mandato do presidente Michel Temer. O subprocurador é irmão do governador do Maranhão, o juiz federal Flávio Dino.

A escolha do sucessor de Janot se dá em um cenário de tensão entre o Ministério Público Federal e o Poder Executivo por conta dos desdobramentos da Operação Lava Jato e da primeira denúncia – de possíveis três – contra Temer oferecida na segunda-feira, 26.

O primeiro colocado da lista tríplice, Nicolao Dino, tem apoio do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que acaba de oferecer denúncia criminal contra Temer por corrupção passiva no caso JBS. O procurador e o presidente travam um duelo histórico.

Aliados de Temer têm sugerido ao presidente que ignore a lista tríplice dos procuradores, optando por um nome de sua estrita confiança para comandar a instituição nos próximos dois anos.

Janot está no fim de seu segundo mandato, que termina em setembro. Ele foi indicado pela ex-presidente Dilma nas duas ocasiões para chefiar o Ministério Público Federal. Em 2015, Janot venceu com 799 votos e ficou à frente de Mario Bonsaglia (462 votos) e Raquel Dogde (402 votos).

Neste ano, além de Nicolao Dino, Raquel Dodge e Mario Bonsaglia, concorreram ao cargo os subprocuradores-gerais da República Carlos Frederico Santos, Eitel Santiago de Brito Pereira, Ela Wiecko Volkmer de Castilho, Franklin Rodrigues da Costa e Sandra Verônica Cureau.

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Janot responde a Temer

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

Em nota publicada após duro discurso em que o presidente da República, Michel Temer (PMDB), disse que a denúncia de Rodrigo Janot contra ele é “uma ficção” e “baseada em ilações”, a PGR (Procuradoria-Geral da República) afirmou que a denúncia apresentada é baseada em “fartos elementos de prova”.

“A denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra o presidente da República, Michel Temer, nessa segunda-feira, 26 de junho, é pública e baseada em fartos elementos de prova, tais como laudos da Polícia Federal, relatórios circunstanciados, registro de voos, contratos, depoimentos, gravações ambientais, imagens, vídeos, certidões, entre outros documentos, que não deixam dúvida quanto à materialidade e a autoria do crime de corrupção passiva”, informou a entidade, ao ressaltar que a peça foi ratificada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e seguirá para a Câmara dos Deputados, como prevê a Constituição.

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Justiça autoriza deputado federal preso a exercer mandato durante o dia

O deputado federal Celso Jacob (PMDB-RJ)
O deputado federal Celso Jacob (PMDB-RJ)

André Richter – Repórter da Agência Brasil

A Justiça do Distrito Federal autorizou nesta terça-feira (27) o deputado federal Celso Jacob (PMDB-RJ) a exercer o mandato na Câmara dos Deputados durante o dia e retornar ao presídio no período noturno. Jacob foi preso após ser condenado definitivamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 7 anos e 2 meses em regime semiaberto pelos crimes de falsificação de documento público e dispensa de licitação.

 

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Em pronunciamento na TV, Temer questiona provas, ataca Janot e diz que denúncia é “ficção”

Luciana Amaral

Do UOL, em Brasília

Em pronunciamento no Palácio do Planalto, o presidente da República, Michel Temer (PMDB), declarou nesta terça-feira (27) que não há provas contra ele e atacou a denúncia, formulada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que, segundo ele, é baseada em “ilações” e é uma “ficção”.

Acompanhado de cerca de 40 aliados, Temer disse que, se fosse presidente da Câmara, diria que tem “quórum” e agradeceu ao apoio “extremamente espontâneo”.

“Onde estão as provas concretas de recebimento desses valores? Inexistem”, declarou Temer. “Não me impressiono muitas vezes com a falta de fundamentos jurídicos porque eu advoguei por mais de 40 anos. Eu sei quando a matéria é substanciosa, quando tem fundamentos jurídicos, e quando não tem”, declarou Temer, em ataque a Janot.

Segundo o presidente, a denúncia de Janot foi motivada por fatores “políticos”, não jurídicos, e é um “ataque engenhoso, indigno, infamante à minha dignidade pessoal”

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