Veja quem lidera a eleição em cada capital do país segundo Ibope

Esta é uma eleição de continuidade. Pelo menos é o que aponta a primeira rodada de pesquisa Ibope para a prefeitura das 26 capitais do país, completada na sexta-feira. Das 13 cidades onde os atuais prefeitos tentam um novo mandato, em 11 são eles que lideram no ranking de intenção de voto.

Já no campo partidário, as legendas de centro estão se saindo melhor, enquanto no campo de esquerda o PSB emerge como principal força política até agora.

O panorama da liderança nas 26 capitais segundo o Ibope mostra que somente Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio, e Nelson Marchesan (PSDB), em Porto Alegre, estão distantes de figurar no topo, mas podem alcançar um eventual segundo turno, pois figuram tecnicamente empatados na segunda posição.

Em suma, os candidatos à reeleição conjugam uma boa aprovação da gestão entre ótimo/bom e estão na cabeça do eleitor, uma vez que pontuam bem na pergunta espontânea, aquela em que o eleitor diz, sem ser apresentado aos nomes do candidatos pelo entrevistador.

O Globo

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Bolsonaro revela indisposição para disputar reeleição com Mourão; Rogério Marinho (Saco Preto) está na fila

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não pretende disputar a reeleição em 2022 com o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB) como candidato a vice-presidente.

A intenção foi verbalizada pelo presidente a três aliados, que relataram o conteúdo das conversas reservadas com Bolsonaro à Folha.

Segundo eles, o presidente disse que quer escolher outro nome para a sua chapa eleitoral e ressaltou que não conseguiu estabelecer uma relação de completa confiança com o militar.

Nas palavras de um dos aliados, Bolsonaro afirmou que é preciso encontrar uma solução para o posto de vice-presidente e acrescentou que Mourão de novo “não dá”, segundo os relatos.

Nas três conversas, Bolsonaro lembrou que o general da reserva foi escolhido em 2018 devido a uma dificuldade, na época, em encontrar um nome para sua chapa eleitoral.

Antes do anúncio de Mourão, a hoje deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) foi convidada para o posto, mas recusou.

Em nome de uma aliança com o PRTB, e na tentativa de fidelizar apoios nas Forças Armadas, Bolsonaro escolheu o general da reserva.

Na época, aliados do hoje presidente reconheciam que Mourão era uma boa saída a Bolsonaro, já que, na opinião deles, por não ser um político de carreira, seu nome desestimularia a abertura de um processo de impeachment pelo Poder Legislativo.

A intenção do presidente de escolher outro nome para a chapa eleitoral já foi informada a integrantes das Forças Armadas, que passaram a avaliar uma espécie de saída honrosa para o general.

Eles defendem que o militar, que acumulou capital político no cargo, siga na vida pública e dispute, em 2022, um mandato de senador ou de governador no Rio Grande do Sul, onde o general chefiou o Comando Militar do Sul.

Para militares do governo, uma candidatura de Mourão no Rio Grande do Sul poderia até mesmo, se bem articulada, ter o apoio de Bolsonaro, que contaria com um palanque forte em um importante colégio eleitoral.

A relação de Bolsonaro e Mourão passa por idas e vindas desde o início do governo. Nos primeiros meses de mandato, o presidente já manifestava incômodo com o espaço que o general ganhou junto à opinião pública.

Na época, em mais de uma oportunidade, o vice-presidente concedeu declarações que faziam um contraponto a posturas manifestadas pelo presidente, o que, de acordo com assessores palacianos, incomodava Bolsonaro.

A avaliação que mais irritava o presidente, segundo auxiliares do governo, era a de que o general é mais preparado que ele para conduzir a Presidência da República, opinião manifestada nos bastidores por deputados e senadores.

Com o aumento do desconforto do presidente, Mourão chegou a adotar um período de submersão. Recentemente, no entanto, o militar voltou a conceder declarações diárias à imprensa, o que irritou novamente o presidente.

No início de setembro, por exemplo, Bolsonaro orientou uma youtuber de dez anos a fazer uma pergunta a Mourão em uma reunião ministerial. “Você quer ser presidente?”, questionou a garota. “Em hipótese alguma”, respondeu o general.

O episódio foi visto por assessores presidenciais como um recado de Bolsonaro a Mourão. Ele ocorreu após o presidente ter se incomodado com declaração do militar sobre o leilão do 5G.

Em entrevista à agência de notícias oficial do governo chinês, Mourão disse que o Brasil não distingue as empresas que participam do processo pelo seu país de origem. A multinacional chinesa Huawei é uma das principais interessadas no certame.

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Confinado o gato com COVID

O primeiro animal de estimação a testar positivo para o coronavírus Sars-CoV-2 do Brasil foi descoberto em Cuiabá, no Mato Grosso. É uma gatinha de poucos meses. Ela não tem sintomas da Covid-19 e contraiu a doença de seus tutores este mês. A possível infecção de outro gato e de um cachorro está em estudo. A gatinha foi testada positiva pelo exame molecular de PCR, padrão ouro para o coronavírus, pela pesquisadora Valéria Dutra, professora da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

A cientista adverte que pessoas infectadas pelo coronavírus devem se manter isoladas de seus animais. A gata foi infectada pelo Sars-CoV-2 porque teve contato com os donos durante o período de isolamento deles.

O caso acende o alerta para o risco de as pessoas transmitirem o coronavírus para os animais. Investiga-se a hipótese de estes poderem, então, contaminar gente e outros bichos. Isso não só aumentaria os meios de transmissão quanto os reservatórios do vírus, apesar de, por ora, sejam somente hipóteses, sem comprovação.

Em laboratório, na China, mostrou-se ser possível que gatos transmitam a doença para outros felinos. Mas não se sabe se podem transmitir para seres humanos e sequer se o contágio entre felinos é fácil. A suposição é de que não não seja.

— Minha preocupação é que os animais infectados levem o coronavírus para mais animais e pessoas. No caso do gato é ainda mais complexo do que no do cão porque gatos que moram em casas muitas vezes saem de seu domicílio livremente — afirma Valéria Dutra.

Pouco se sabe sobre a Covid-19 em pets e há menos de 20 casos de cães e gatos comprovadamente infectados no mundo e relatados em literatura científica.

Mais suscetíveis que cães

Os gatos, pelo que se viu até agora, são mais suscetíveis do que os cães, explica Alexander Biondo, do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná (UFPR), um dos poucos cientistas brasileiros a investigar a Covid-19 em pets.

O GLOBO

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Rafael Motta na estrada

O chororô das bases políticas de alguns deputados federais é grande, muitos candidatos a prefeito estão abandonados.
Os deputados desapareceram, estão escondidos ou fazendo campanha em São Paulo e no Rio de Janeiro. Um famosão está fazendo carreata e comícios em favor de Trump em Miami deixando seus amigos na sofrência.
Mas os que apoiaram o deputado Federal Rafael Motta não tem reclamado. Rafael tem sido um deputado sempre presente em suas bases eleitorais apoiando seus amigos e correligionários.
Segundo dados da assessoria do deputado Rafael Motta, ele já percorreu, nesta campanha, 36 mil km .

 

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Primando pela Memória: pandemia da gripe espanhola de 1918/19


A gripe espanhola foi uma pandemia que aconteceu entre 1918 e 1919, atingindo todos os continentes e deixando um saldo de, no mínimo, 50 milhões de mortos. Não se sabe o local de origem dela, mas sabe-se que ela se iniciou de uma mutação do vírus Influenza. Os primeiros casos foram registrados nos Estados Unidos.

A gripe espanhola espalhou-se pelo mundo, principalmente, por conta da movimentação de tropas no período da Primeira Guerra Mundial, tendo um impacto direto nos países que participavam desse conflito. Aqui no Brasil, ela chegou em setembro de 1918, espalhando-se por todas as regiões do país e causando a morte de 35 mil brasileiros.

Onde surgiu?
Os primeiros casos de gripe espanhola foram registrados entre militares nos Estados Unidos.
Os primeiros casos de gripe espanhola foram registrados entre militares nos Estados Unidos.

Uma série de estudos foram conduzidos ao longo dos séculos XX e XXI sobre a gripe espanhola, e a origem da doença permanece um mistério. Existem duas teorias que sugerem que ela pode ter surgido na China ou nos Estados Unidos, mas não há provas que possam confirmar em qual dos dois lugares ela tenha de fato aparecido pela primeira vez.

O que se sabe é que, provavelmente, a gripe espanhola foi uma mutação do vírus Influenzaque passou de aves para os seres humanos. Além disso, sabemos que os primeiros casosque se tem conhecimento aconteceram nos Estados Unidos e foram registrados no Fort Riley, uma instalação militar localizada no estado do Kansas.

O primeiro paciente foi o soldado AlbertGitchell, o qual foi internado, com sintomas de gripe, na enfermaria de Fort Riley, em 11 de março de 1918. Nas semanas seguintes, mais de 1100 outros soldados desse local foram internados com os mesmos sintomas. Acredita-se que por meio das tropas norte-americanas que participavam da Primeira Guerra Mundial é que a doença espalhou-se pelo mundo.

Por que é chamada de gripe espanhola?

Se a gripe espanhola surgiu ou nos Estados Unidos ou na China, por que a chamamos de gripe espanhola? O termo “espanhola” não faz referência à suposta origem da doença, mas sim ao fato de que a imprensa espanhola ficou conhecida por divulgar as notícias dela pelo mundo. A explicação para isso tem relação direta com a Primeira Guerra Mundial.

A gripe espanhola afetou todos os continentes do mundo e teve um impacto muito grande nos países que lutavam na Primeira Guerra Mundial. Por conta desse conflito, era necessário que as informações da doença fossem escondidas de forma a não prejudicar o moral dos soldados, não criar pânico na população e nem passar imagem de fraqueza para o adversário.

Assim, as notícias dessa gripe letal eram censuradas em grande parte dos países europeus. A Espanha, no entanto, não participava da guerra, e sua imprensa tinha liberdade para falar da doença. Isso fez com que a cobertura espanhola ficasse conhecida no mundo, e a pandemia passou a ser nomeada como “gripe espanhola”.

Difusão da doença

A gripe espanhola alastrou-se pelo mundo em três ondas:

  • Primeira onda: iniciada em março de 1918;
  • Segunda onda: iniciada em agosto de 1918;
  • Terceira onda: iniciada em janeiro de 1919.

Entre essas três ondas, a segunda ficou conhecida por ser a mais contagiosa e por possuir os maiores índices de mortalidade. A tese aceita é a de que a doença inicialmente se espalhou pelo mundo por meio das tropas norte-americanas enviadas para a Europa para participarem da Primeira Guerra Mundial.

Uma vez estabelecida no continente europeu, a doença foi levada para o restante do mundo pelo deslocamento de pessoas por meio de viagens ou do sistema de transporte internacional de mercadorias. Aqui no Brasil, por exemplo, ela chegou, em setembro de 1918, por uma embarcação que veio da Inglaterra e passou por Lisboa, Recife, Salvador e Rio de Janeiro.

Todos os continentes habitados foram afetados pela gripe espanhola, e o historiador J. N. Hays alega que pouquíssimos locais, como áreas do norte da Islândia e algumas ilhas da Samoa Americana, não foram afetadas|1|. Isso significa que somente locais remotos conseguiram escapar da gripe espanhola.

Tratamento

O uso de máscaras foi comum em alguns locais dos Estados Unidos como forma de diminuir o contágio da gripe espanhola.

À medida que a gripe espanhola ganhou espaço, o efeito era o mesmo em diferentes locais: o sistema de saúde entrou em colapsodevido à grande quantidade de pessoas doentes. A princípio muitos cientistas acreditavam que o causador da doença tinha sido uma bactéria conhecida na época como bacilo de Pfeiffer, mas atualmente sabemos que essa teoria não estava correta.

Os médicos da época não sabiam como tratar adequadamente a doença, primeiro, por ela ser nova, e segundo, porque a medicina até então não tinha conhecimento suficiente para tal ação. Uma série de medicamentos começaram a ser administrados nos pacientes como tentativa de combatê-la, mas mostraram-se ineficazes.

Os tratamentos dedicaram-se, dessa forma, a aliviar o sofrimento dos pacientes, e, assim, o papel das enfermeiras foi essencial, pois elas mantinham os cuidados diários com aqueles que adoeciam. No entanto, como mencionado, o colapso dos sistemas de saúde ocorreu em diferentes locais onde a doença chegou, e nem todos tiveram acesso ao tratamento devido.

Isso forçou a tomada de medidasemergenciais, como a improvisação de hospitais e de leitos para atender as pessoas que adoeciam. Outro ponto é que os pacientes mais graves e que desenvolviam infecções sofriam consideravelmente, pois, naquela época, não existiam antibióticos para realizar o tratamento deles.

Como se identificou que a doença era contagiosa, muitos locais adotaram medidas de isolamento social. Assim, foram decretados o fechamento de escolas, igrejas, comércio e repartições públicas em diferentes locais, inclusive no Brasil. Em alguns deles, como nos Estados Unidos, adotou-se o uso de máscaras para reduzir-se o contágio. Muitos locais incentivaram a população a entrar em quarentena.

J. N. Hays afirma que a quarentena em alguns lugares, como na Austrália, teve grande sucesso, uma vez que o país foi atingido pela primeira onda da gripe, mas não foi afetado pela segunda|2|. O combate contra a gripe espanhola presenciado em locais como a Europa e a América do Norte não o foi em locais como a Ásia e a África, em grande parte ainda colonizados pelos europeus, o que fez com que milhões de pessoas morressem neles.

Isso fez com que surgissem algumas teorias que tentaram explicar a mortalidade da doença pela classe social. Em alguns locais, como a Índia, ela pode ser aplicada (em outros, não); entre os milhões de mortos de gripe espanhola no país (fala-se que entre 18 e 20 milhões de pessoas morreram só na Índia), a maioria pertencia às castas mais baixas. Outra questão que permanece sem explicação é o porquê da doença ser mais mortal em jovens de 20 a 30 anos.

Consequências

A gripe espanhola foi uma das piores pandemias da história da humanidade. Mostrou-se como uma doença com grande capacidade de contágio e altamente letal. Os especialistas do assunto falam que 25% de toda a população norte-americana foram afetados pela doença, o que corresponde de 25 a 30 milhões de pessoas|3|.

No caso do Brasil, por exemplo, a cidade de São Paulo foi uma das mais afetadas, e, embora tenham sido notificados 116.777 casos nela (22,32% da população), acredita-se que o total de pessoas infectadas pela gripe espanhola tenha sido de 350 mil, o que corresponde a cerca de 2/3 da sua população naquele período|4|.

Ao todo, os especialistas do assunto apontam que a quantidade mínima de pessoas que morreram de gripe espanhola, entre 1918 e 1919, tenha sido de 50 milhões, mas algumas estatísticas elevam esse total para até 100 milhões de pessoas. Um dos locais mais afetados, como mencionado, foi a Índia, que registrou, no mínimo, 18 milhões de mortos. Aqui no Brasil foi registrado, oficialmente, o total de 35 mil mortos

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Candidatos desrespeitam o povo fazendo campanha sem máscaras

Em plena pandemia, alguns candidatos não obedecem regras atentando contra saúde da população.
O secretário de Saúde do RN Cipriano Maia declarou que aglomerações provocará uma nova onda do propagação do coronavírus.
No álbum de fotos os leitores do Blog do Primo podem tirar suas conclusões:

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Adriane Galisteu lista sonhos que Ayrton Senna não conseguiu realizar; confira

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Em entrevista ao site ‘Alô Alô Bahia’, Adriane Galisteu falou sobre sua relação com o piloto Ayrton Senna, que morreu em 1994 vítima de um acidente em uma corrida da Fórmula 1, e revelou quais sonhos ele não realizou devido sua morte precoce.

Ela revelou que Senna tinha três sonhos que não foram realizados devido à morte precoce. “Ele tinha três sonhos: conhecer a Disney, ser pai e correr na Ferrari. O cara morre com 33 anos fazendo aquilo que ele mais sabia fazer e não realiza nenhum dos três sonhos. Isso para mim é muito emblemático”, afirmou Galisteu, que namorou o piloto entre 1993 e 1994, durante um ano e meio.

Na época do namoro, a apresentadora tinha 19 anos. “Eu dava para o Ayrton uma meninice que ele precisava. Ele era um cara muito tímido, mas tinha um lado muito simples. Tinha uma simplicidade de alma, gostava de comer arroz e feijão, era um cara de hábito simples, que morreu sem saber o tamanho do amor que as pessoas tinham por ele. Ele sabia que era amado, mas tenho certeza que ele não imaginava o quanto ele era amado”, contou.

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Cachorro protege menina que chora ao ser repreendida pela mãe e viraliza

Imagens de um golden retriever defendendo uma criança em uma casa na cidade de Xuzhou, na China, viralizaram nas redes sociais depois de serem compartilhadas pela mãe da menina em um aplicativo de vídeos chinês.

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Motorista xinga Bolsonaro enquanto passa de carro pelo presidente – VEJA VÍDEO


Neste sábado (17), o presidente Jair Bolsonaro ficou na rua acenando para os carros, enquanto testava sua popularidade. O que ele não esperava, no entanto, era uma amostra de insatisfação dita por um motorista.
Um motorista, enquanto passava de carro pelo local, fez questão de dizer ao governante: “Pau no c*”. Bolsonaro encerrou o aceno e sua reação foi uma risadinha sem graça.

O vídeo foi publicado no Twitter e Bolsonaro foi alvo de gargalhadas por parte de alguns internautas.

 

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‘Infelizmente, tem esse movimento feminista… Há mulheres que nem são mulheres’, diz Robinho sobre estupro coletivo

Em entrevista ao site UOL, o jogador Robinho, condenado em primeira instância na Itália por estupro coletivo, pouco esclareceu sobre o caso e sobre as transcrições dos diálogos dele com os outros envolvidos no crime e vazados nesta sexta-feira. Mas, em um dos trechos da conversa, que segundo o site, foi recheada de intervenções de seus assessores e advogados, Robinho criticou o movimento feminista:

“Infelizmente, tem esse movimento feminista… Muitas mulheres, às vezes nem são mulheres para falar o português claro”.

Nos últimos dias, uma onda de protestos tomou conta da internet, muitos iniciados por movimento de mulheres, que culminou na suspensão do contrato com o jogador.

Na entrevista divulgada pelo UOL, o jogador detalhou sua relação com a vítima naquele dia de 2013: “A gente teve uma relação homem e mulher, dela me tocar e eu tocar nela, porque ela quis e eu também quis, mas não cheguei a fazer sexo com ela, sem penetração, nada disso”.

Disse também que se arrepende de ter “traído a esposa”.

O jogador foi instruído a não comentar individualmente trechos da sentença que foram vazados e que, segundo ele, foram traduzidos de forma errada para o italiano.

Mas disse que não estava na boate quando os amigos tiveram relações com a vítima. Disse que viu que eles estavam com ela, mas que lhe contaram no dia seguinte que transaram com a moça com o consentimento dela. “Estou me defendendo. Se eles fizeram algo com  ela, eu não posso falar por eles. Sei o que fiz e com o consentimento dela”.

“Olha, tem muitas coisas que estão fora de contexto e que eu gostaria de te dar uma entrevista de uma forma mais ampla e explicar exatamente o que aconteceu. Mas como isso está em segredo de justiça, eu não posso falar exatamente. Gostaria muito de falar, mas isso pode ser que me prejudique. Eu confio na Justiça italiana. Não posso te responder exatamente. Mas certeza, sem sombra de dúvidas, que muita coisa saiu fora de contexto”.

Robinho também negou ter oferecido bebida alcoólica à mulher e questionou o estado de embriaguez alegado pela vítima. “Quando ela se aproximou de mim, ela não estava embriagada, até porque ela lembra do meu nome, lembra quem sou eu. A pessoa que bebe não lembra de nada. Ela lembra. O fato dela ter saído depois para outra discoteca com os garotos, isso mostra que ela não foi abusada. A pessoa que recebe um abuso, nunca recebi e ninguém da minha família, graças a Deus, que é algo muito sério, ela jamais sairia dali para ir para outro lugar com esses mesmos garotos”, relatou, lembrando que responde apenas por ele e não pelos amigos.

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