“[Bolsonaro] É um velhaco, deputado há 26 anos, um político profissional”, diz Ciro Gomes

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Ciro Gomes em Natal

Ciro Gomes criticou a ideia do adversário do PSL, o deputado Jair Bolsonaro (RJ), que sinaliza com a possibilidade de escolher militares para metade dos ministérios.  É uma posição imbecil e boçal. Nessas coisas não podemos ser delicados. Fomos delicados com Hitler e veja o que deu. Me sinto irresponsável se não ajudar as pessoas a entender”, disse Ciro.

A eleição de Bolsonaro, de acordo com o pedetista, é uma ameaça real, contundente e grave. Para justificar sua avaliação, o ex-deputado ressaltou o parlamentar fluminense desponta do mesmo “ventre da política” que o ex-governador Sergio Cabral, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do ex-presidente Alerj Jorge Picciani, todos presos, atualmente. “[Bolsonaro] É um velhaco, deputado há 26 anos, um político profissional”, disse.

Ciro lembrou que o provável adversário na corrida presidencial declarou apoio aos caminhoneiros, mas apresentou no passado um projeto de lei que determina a prisão para quem faz obstrução em rodovias do país. “Primeiro, apoiou as manifestações dos caminhoneiros. Anunciou que revogaria as multas, caso presidente. Depois retirou o apoio”, afirmou Ciro ao apontar a reivindicação mais recente de Bolsonaro pelo fim da greve.

A eleição de Bolsonaro, de acordo com o pedetista, é uma ameaça real, contundente e grave. Para justificar sua avaliação, o ex-deputado ressaltou o parlamentar fluminense desponta do mesmo “ventre da política” que o ex-governador Sergio Cabral, o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do ex-presidente Alerj Jorge Picciani, todos presos, atualmente. “[Bolsonaro] É um velhaco, deputado há 26 anos, um político profissional”, disse.

Ciro lembrou que o provável adversário na corrida presidencial declarou apoio aos caminhoneiros, mas apresentou no passado um projeto de lei que determina a prisão para quem faz obstrução em rodovias do país. “Primeiro, apoiou as manifestações dos caminhoneiros. Anunciou que revogaria as multas, caso presidente. Depois retirou o apoio”, afirmou Ciro ao apontar a reivindicação mais recente de Bolsonaro pelo fim da greve.

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