Arquivo diários:14/07/2020

Primando por Macau: oposição conversa para tirar Túlio e salvar o município

Depois da Borboleta Micarla, Túlio Lemos é considerado o pior prefeito da história do RN

Informações que chegam de Macau estão dando conte que a gestão do atual prefeito Túlio Lemos entrou em estado de degeneração e total desagregação.
Segundo relatos do soldado Vasco são poucos os fornecedores que estão vendendo à Prefeitura que atrasa ou não faz o pagamento.
Com um histórico atraso na folha de pessoal, os servidores não respeitam mais a autoridade do burgomestre.
Os dias do prefeito Túlio estão contados, diz uma fonte do Blog do Primo. O desgaste de Túlio é o sofrimento do povo tão grande que até os adversários estão unindo forças para salvar Macau. Os ex-prefeitos Zé Antônio e Flávio Veras caminha no sentido de tirar Túlio da Prefeitura..

A derrota do atual prefeito Túlio Lemos é certa como Macau é a terra do sal.

MP da Paraíba denúncia mais uma vez Ricardo Coutinho por organização criminosa com a Cruz Vermelha

O MP da Paraíba denunciou mais uma vez Ricardo Coutinho pela participação no esquema de desvios de recursos da saúde e educação descoberto pela Operação Calvário envolvendo a Cruz Vermelha. 

O ex-governador, do PSB, é acusado de ordenar reformas mediante pagamento de propina no Canal 40, QG para reuniões de seus correligionários e aliados no estado.

A Promotoria cobra R$ 1,6 milhão de Coutinho e outros seis denunciados pelo crime de lavagem de dinheiro.

Primo Decotelli no lixo

Meus estudos e minha história foi para o lixo.


No meio de toda a polêmica envolvendo minha nomeação para assumir o cargo de ministro da Educação, recebi um telefonema de um dos muitos alunos de todos esses anos de magistério com quem mantenho contato. Indignado, ele me perguntava: “Professor, você já deu aula para milhares de alunos da FGV. Tem uma carreira reconhecida. Por que eles estão fazendo tudo isso com você?”Tive dificuldades para responder à pergunta naquele momento e confesso que ainda não sei bem a resposta. Antes de ser avô, pai e marido, eu já era professor. Sempre me identifiquei como docente e fui reconhecido publicamente por isso.
Nunca imaginei passar por um processo agressivo de questionamento de minha história, no qual todos os meus anos de estudo e de horas em sala de aula foram jogados instantaneamente no lixo, sem que pudesse me defender.Mas qual é a verdade? A verdade é que, de fato, sou professor há mais de 40 anos. Também é verdade que concluí os créditos do curso de doutorado em Administração, conforme registro de certificado da universidade, e entreguei uma tese que foi avaliada.

Por fim, fiz uma pesquisa de pós-doutorado na Alemanha. Meus registros comprovam isso e estão à disposição de todos.Além disso, como é público, dou aulas na FGV desde 1986. Meus 40 mil alunos de cerca de 1,3 mil turmas estão aí para testemunhar. Desafio qualquer um a desmentir esse fato!Eu e muitos colegas trabalhamos arduamente como titulares de disciplinas dos MBAs da FGV. Importante ressaltar que as avaliações dos alunos são rigorosamente controladas, sendo que obtive a rara nota mediana de 10 em todas as turmas onde lecionei nos últimos 18 meses. Valem, para mim, mais do que os discursos politicamente motivados emitidos por algumas instituições.
Diante disso, preciso também reconhecer meus erros em todo o processo. Em primeiro lugar, meu currículo tinha, sim, falhas técnicas, como dizer que concluí o curso de doutorado em vez de dizer que concluí os créditos do curso de doutorado, e que fiz pós-doutorado, em vez de dizer que fiz pesquisa de pós-doutorado.Errei também, pecando pela soberba, em acreditar que conseguiria me defender sozinho e teria tempo para mostrar a todos que estou capacitado para assumir o MEC por minha história como professor e observador atento das políticas de educação.
Tenho propostas para melhorar o ensino no Brasil, a partir de evidências sólidas e do diálogo que sempre mantive com outros educadores.Fui pego de surpresa pelo honroso convite feito pelo presidente Jair Messias Bolsonaro — a quem, aliás, agradeço imensamente pela confiança — e não fui capaz de me explicar ou corrigir quaisquer incorreções ou equívocos.
Acabei sendo vítima de um tsunami de “denúncias” que ofuscou toda minha trajetória e foi agravado pela inexplicável e pusilânime atitude da FGV de negar meu vínculo com a instituição.No entanto, o que mais me incomoda em todo esse processo é não ter a oportunidade de colaborar para a transformação da Educação no Brasil. Acredito no potencial do MEC como um grande articulador de soluções para avançarmos e, modestamente, sei que traria liderança e senso de urgência para esse processo. O apoio imediato que eu recebi de influenciadores dos mais variados espectros foi a comprovação de que acreditavam no meu potencial como ministro.
Era, enfim, um projeto que poderia ter sido e não foi, como diria Manuel Bandeira. Mas esse desfecho não diminui meu entusiasmo e minha dedicação à educação. No dia 30 de junho, após ter entregue minha carta de renúncia ao presidente e ter dado entrevistas sobre minha saída, abri o computador e dei aula de 19h às 22h para cerca de 30 alunos de uma de minhas turmas na FGV. Tive a oportunidade de lecionar para os meus queridos alunos, e anunciar meu desligamento, depois de 34 gratificantes anos de história em salas de aula nas instalações da FGV em todo o Brasil.
Com gratidão a Deus, encerro minha carreira de professor, após tantas oportunidades de aprendizado compartilhadas com colegas, funcionários e alunos da FGV. Sigo acreditando que a educação é a ferramenta para reduzir as gritantes desigualdades deste país. E, por isso, pretendo continuar dedicado a desenvolver tecnicamente os projetos que vinha preparando para executar no ministério. Exatamente como fiz nos últimos 40 anos.

Carlos Decotelli é professor e foi ministro da Educação nomeado e não empossado – Artigo publicado no O Globo

Comemoração bolsonarista

A comemoração de Wassef com a saída de Queiroz da cadeia

O ex-advogado de Flávio e Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, não escondeu sua felicidade quando tomou conhecimento de que Fabrício Queiroz seria solto. Ao saber por interlocutor que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia concedido a prisão domiciliar para o ex-assessor, na quinta-feira passada, Wassef gritou “uhuuuu!” e disse que a “justiça está sendo feita”.

No entanto, Wassef tem dito a pessoas próximas que se manterá distante de Queiroz. O ex-assessor de Flávio Bolsonaro foi preso em 18 de junho em uma casa que pertence a Wassef, em Atibaia (SP). Uma série de reportagens mostrou que o advogado ajudou a escondê-lo.

A esposa de Queiroz, Márcia, que passou mais de três semanas foragida, apareceu depois de ser beneficiada com a prisão domiciliar.

BELA MEGALI – O GLOBO

Imunidade duvidosa

Estudo indica que imunidade à Covid-19 pode desaparecer após alguns meses

Os pacientes que se recuperam da covid-19 podem perder sua imunidade dentro de alguns meses, diz um estudo publicado nesta segunda-feira por uma equipe de pesquisadores do King’s College London. O estudo sugere, portanto, que a imunidade — capaz de proteger o organismo contra novas infecções — não pode ser tida como garantida após a superação da doença pela primeira vez. Este é o caso de outros vírus, como a gripe.

A descoberta poderia complicar o desenvolvimento de uma vacina eficaz de longo prazo.

“Se a infecção fornece níveis de anticorpos que diminuem em dois a três meses, a vacina potencialmente fará a mesma coisa e uma única injeção pode não ser suficiente”, disse Katie Doores, principal autora do estudo, ao jornal “The Guardian”.

É o primeiro estudo longitudinal desse tipo, de acordo com o jornal britânico. Foi analisada a resposta imune de mais de 90 pacientes e profissionais de saúde do sistema NHS (equivalente ao SUS do Reino Unido) e descobriram que os níveis de anticorpos que podem destruir o vírus atingiram o pico cerca de três semanas após o início dos sintomas, mas pouco depois caiu.

Os exames de sangue revelaram que, enquanto 60% das pessoas conseguiram uma resposta “potente” de anticorpos no auge de sua batalha contra o vírus, apenas 17% mantiveram a mesma potência três meses depois. Os níveis de anticorpos caíram 23 vezes no período. Em alguns casos, eles se tornaram indetectáveis.

O sistema imunológico tem outras maneiras de combater o coronavírus, mas se os anticorpos forem a principal linha de defesa, os resultados sugerem que as pessoas podem se infectar novamente em ondas sazonais e que as vacinas podem não protegê-las por muito tempo.

O GLOBO

Gilmar X Militares

Gilmar Mendes diz a interlocutores que incomodou Forças Armadas por ‘bater em perna quebrada’ do governo.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes disse a interlocutores que as Forças Armadas e integrantes do governo se incomodaram com suas declarações sobre a ocupação do Ministério da Saúde por militares porque “bateu em uma perna quebrada” da gestão Bolsonaro. Em uma live no sábado (11), Gilmar Mendes disse que o Exército se associou a um “genocídio”, ao falar sobre a condução do governo frente à pandemia do coronavírus.

A pessoas próximas, Gilmar Mendes relatou que recebeu com “tranquilidade” a informação de que será acionado na Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo Ministério da Defesa. O magistrado tem repetido em conversas, inclusive com auxiliares de Bolsonaro, que o Ministério da Saúde é um “não ministério”. Também tem dito que o militares e o governo estão numa “posição muito frágil”, por terem deixado a pasta da Saúde ser tomada por integrantes das Forças Armadas.

Gilmar pontuou que não imputou crimes a ninguém em suas falas, mas que tem alertado que Bolsonaro e integrantes de seu governo podem ser acionados na justiça, inclusive no STF, por suas condutas em relação à pandemia da covid-19.

BELA MEGALI – O GLOBO