Deputado Raimundo Fernandes deixa Carlos Eduardo Alves passando para o lado de Fátima Bezerra

Deputada e filha de Wilma, Márcia Maia também acompanhou o deputado Raimundo Fernandes

O experiente deputado estadual Raimundo Fernandes que apoiou o candidato a governador Carlos Eduardo Alves depois de ouvir o povo da Região da Tromba do Elefante decidiu mudar e passou a apoiar a candidata Fátima Bezerra.

Raimundo Fernandes tem confidenciado que Carlos Eduardo Alves não está sequer cumprindo os compromissos de campanha, assim, certamente não vai cumprir os compromissos de governo..

Analistas políticos dizem que o deputado Raimundo Fernandes ao romper com Carlos Eduardo Alves é o fim da sua candidatura ao governo..

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Confira o desespero dos Alves com o banimento da família da política potiguar

Henrique Alves depois que foi preso está fora da política com uma montanha de processos, Garibaldi Alves foi derrotado para o Senado, sobra apenas Carlos Eduardo Alves que é candidato a governador estando perdendo nas pesquisas que revelam uma maioria de cerca de 140 mil votos… Diante disso, algumas caveiras da família Alves, desesperados por perderem suas boquinhas, então esperneando nas rede sociais.. Walter Alves, segundo especialistas, será deputado de apenas esse mandato, quase que não se elege nesta eleição..

Uma é a mulher de Carlos Eduardo Alves, Andreia Ramalho, o outro é o primo de Carlos Eduardo, Gustavo Rocha .. Ambos estão com desesperados e revoltados.. A moleza está acabando, agora os Alves terão que trabalhar muito fora do poder..
Pela primeira vez em 60 anos, os Alves ficarão fora do poder..
Confira o primo de Carlos Eduardo Alves ruminando desespero:

Andreia Ramalho:

 

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Escândalo de mensagens anti-PT no WhatsApp constrange TSE

A presidente do TSE, Rosa Weber, em reunião com Luis Roberto Barroso e Edson Fachin e os advogados das campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e de Fernando Haddad (PT)O escândalo do disparo de mensagens anti-PT nas redes bancado por empresas de forma ilegal, revelado pela Folha, e a disseminação generalizada de fake news nas eleições já está causando constrangimento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que não consegue responder ao fenômeno.

Em meio à confusão, magistrados acusam a presidente do TSE, Rosa Weber, de pouco jogo de cintura ao lidar com a situação e com os próprios colegas.

Na quarta (17), Rosa fez reunião com os representantes das campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) e convidou apenas dois ministros para o encontro: Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, que são também, como ela, integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal).

Os outros magistrados, que integram também outros tribunais ou que representam a advocacia, foram preteridos.

NA MESMA

Um deles afirmou à coluna, sob a condição de anonimato, que Rosa revelou preconceito e que “não existem castas de ministros no TSE”. O barco, se um dia afundar, diz ele, leva todos os magistrados juntos.

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Candidatura de Carlos Eduardo Alves naufragou, poderá terminar só com Andréia Ramalho

 

Carlos Eduardo Alves está sentindo falta do primo Henrique Alves e do amigão Eduardo Cunha para ajudá-lo..

Nesta sexta-feira o barco de Carlos Eduardo Alves afundou, políticos de peso observando as correntes eleitorais resolveram pular para o barco da candidata Fátima Bezerra.

Sabendo que Fátima está consolidada, os deputados estaduais Ezequiel Ferreira de Souza, Galeno Torquato, Dison Lisboa, Eudiane Macedo, Ubaldo Bezerra, Bernardo Amorim e o residente da Câmara Municipal de Natal Paulinho Freire declararam voto para Fátima Bezerra..

Além dos deputados, cerca de 40 prefeitos já aderiram à candidatura de Fátima Bezerra..

 

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Pesquisas maquiadas de Carlos Eduardo Alves para criar sensação de crescimento

Resultado de imagem para Carlos Eduardo Alves e Temer
Carlos Eduardo Alves tem o apoio de Temer e Garibaldi Alves

Sem discurso e força eleitoral para evitar uma derrota para Fátima Bezerra, o candidato Carlos Eduardo Alves passou a usar pesquisas maquiadas para criar uma falsa sensação do crescimento de sua candidatura.

Com todas pesquisas sérias apontando uma vitória de Fátima Bezerra por uma maioria estaminada em 130 mil votos, Carlos Eduardo Alves invetou de divulgar pesquisas feitas por telefone..

Mas, a Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) contesta e reprova essa metodologia. ,

“Os levantamentos e coletas de opiniões realizados por meio de ligações telefônicas, para pesquisas eleitorais de intenção de voto, não são recomendadas para esse fim”, garante a ABEP..

Segundo a Abep, essas pesquisas “nem sempre retratam com fidelidade a percepção real da maioria dos eleitores, em função da falta de listagens exaustivas dos números de telefone, principalmente os dos celulares”.

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Advogado ressalta “oportunismo” de Carlos Eduardo Alves

Resultado de imagem para Evandro BorgesNa condição de cidadão acompanho a trajetória política de diversos detentores de cargos públicos, para tentar conhecer melhor, o posicionamento e a dar qualidade à capacidade de interpretar os fatos correntes do contexto político local e nacional, para opinar como mínimo de qualidade e de conhecimento, principalmente, em averiguar as mudanças e transformações que estão passíveis de ocorrerem.

Neste sentido, juntando diversos fatos políticos vai se aos poucos formando uma opinião, avaliando o passado e o presente dos agentes políticos e dos candidatos a representação popular de cargos importantes da República, tanto da União, como também, aos cargos políticos de direção dos Estados, dentre os cargos, um dos mais importante é o cargo de Governador.

O candidato do PDT desde o início de sua trajetória política tentou se diferenciar da família Alves, com posições e propostas apresentadas na Assembleia Legislativa, na sua participação como líder do Governo Garaibaldi Filho, e no seu apoio incondicional a Vilma de Faria, figurando inicialmente na condição de Vice-Prefeito, e depois fazendo o contraponto a Micarla de Souza.

A saudosa Governadora assumiu as bandeiras do Partido Socialista Brasileiro, aliando-se a Miguel Arraes e depois a Eduardo Campos, construindo um PSB no Estado, e contando com o apoio do candidato do PDT, auxiliando as pretensões do ora candidato, que sempre se mostrou de difícil diálogo, principalmente com os Vereadores e com os mais diversos segmentos sociais.

A postura em relação à Presidência da República no atual momento é um “divisor de águas”, com uma candidatura que desperta o ódio, a falta de base democrática, de ausência de pluralidade e de convívio, do incitamento a violência praticada pelos seus partidários e de total afronta as minorias, chegando aos raios do fascismo, portanto para os democratas com um mínimo de comprometimento com a democracia representativa, não se pode pactuar.

O apoio a Ciro candidato oficial do PDT já foi um tanto tímido, e no segundo turno sair para apoiar Jair significa um oportunismo sem tamanho, uma profunda contradição pelo passado que tentou construir, inclusive chegando apoiar Fátima Bezerra para Prefeita de Natal, postura esta, de ordem política, rejeitada nas eleições de sete de outubro, com uma brutal renovação saída das urnas.

O candidato do PDT indiscutivelmente não é afeito ao diálogo, que digam os Vereadores, os sindicalistas dos servidores públicos, que conseguiram uma data base judicial, mesmo assim o candidato não respeitou, imagine um Estado em crise profunda com um possível Governador que não se dispõe a efetuar o diálogo, de buscar uma grande concertação, que envolva os parlamentares estaduais e federais, e os segmentos econômicos e sociais.

O apoio a Jair do candidato do PDT, inclusive contrariando orientação nacional do seu Partido, é oportunista, eleitoreira, retrograda, contra a fidelidade partidária, que deve merecer o desprezo dos eleitores e cidadãos do Estado, está apenas, nos marcos da política do passado, rejeitada de forma veemente nos resultados das urnas de sete de outubro último.

Advogado Evandro Borges

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A foto condenada

Pense numa foto azarada, todos os figurantes levaram lamboradas nesta eleição..

Marcelo Queiroz perdeu como suplente de senador, José Agripino não foi eleito deputado federal, Álvaro Dias não elegeu o filho, Garibaldi Alves foi derrotado e Gustavo Fernandes não se reelegeu. Só falta Carlos Eduardo Alves perder para Fátima, as pesquisa revelam que ele levará uma surra com mais de 100 mil votos de Fátima Bezerra.. 

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Para se eleger governador, Carlos Eduardo Alves negocia até cadeira no Tribunal de Contas

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Tudo acertado

Depois de um grande estranhamento entre o candidato a governador Carlos Eduardo Alves e o prefeito de Natal Alvaro Dias, o cima de entendimento voltou..

Acusado pela derrota do filho de Alvaro, o delegado Adjuto Neto, por ter apoiado à candidatura da vereadora Nina Souza, Carlos Eduardo Alves prometeu que sendo eleito indicará um deputado para o Tribunal de Contas do RN e com isso deixar o filho de Álvaro passar os 4 anos na Assembleia..

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Tribunal de SP reconhece prescrição e extingue ação contra espólio de Ustra

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Os desembargadores da 13.ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceram nesta quarta-feira, 17, a prescrição e extinguiram ação contra o espólio do coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, acusado pela morte do jornalista Luiz Merlino, em 1971, nas dependências do Doi-Codi (Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna), núcleo de torturas do antigo II Exército, em São Paulo. Ustra comandou o Doi-Codi entre outubro de 1969 e dezembro de 1973.

O militar morreu em 2015, tornando automaticamente extinta sua punibilidade nas ações de caráter criminal movidas contra ele. As ações de natureza civil foram transferidas para o espólio de Ustra.

Merlino trabalhou nos jornais Folha da Tarde e Jornal da Tarde. Ele era militante do Partido Operário Comunista (POC).

A decisão desta quarta, 17, tomada por unanimidade pelos desembargadores Salles Rossi, relator, Mauro Conti Machado e Milton Carvalho, encerra a ação indenizatória movida pela mulher de Merlino, Ângela Maria Mendes de Almeida, e a irmã dele, Regine Maria Merlino Dias de Almeida.

Em primeira instância, a 20.ª Vara Cível do Fórum Central da Capital havia acolhido, em julho de 2012, a ação da família de Merlino, sob argumento de que o crime de tortura é imprescritível, mandando o militar pagar indenização por danos morais às familiares. A 13.ª Câmara, porém, reconheceu a prescrição.

A decisão da Corte acolhe alegação da defesa de Ustra, sob responsabilidade do advogado Paulo Esteves. Nos autos, Esteves sustentou a prescrição.

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Plenário do Supremo absolve deputado condenado por “calúnia eleitoral”

CONJUR

 Ana Pompeu

O deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL) foi absolvido, nesta quarta-feira (17/10), pelo Supremo Tribunal Federal. O Plenário confirmou decisão do ministro Luiz Fux, dada na segunda-feira (15/10), que havia suspendido a condenação por calúnia eleitoral. Por maioria de votos, os ministros deram provimento aos embargos infringentes na ação penal em que Lessa era réu.

Fux reconsiderou a decisão dada pela condenação na 2ª Turma por, naquela ocasião, o deputado ter tido um voto pela absolvição. Com quórum incompleto, o ministro avaliou que, nesse caso, o recurso tinha cabimento.

No Plenário, os ministros Luiz Edson Fachin e Luís Roberto Barroso defenderam que o adequado seria esperar a posição do quinto ministro da Turma. No entanto, como Fux já havia dado uma decisão a respeito, acompanharam o relator, bem como os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Marco Aurélio e o presidente Dias Toffoli. Votaram pela rejeição dos embargos a ministra Cármen Lúcia, que atuou na 2ª Turma como revisora do caso, e o decano, Celso de Mello.

Lessa tinha sido condenado por causa de uma entrevista. Nas eleições gerais de 2010, o comitê de campanha do PDT foi arrombado e dois computadores foram levados. Em entrevista ao jornal Gazeta de Alagoas, Ronaldo Lessa, então candidato a governador de Alagoas, disse que o maior suspeito do crime era o governo, referindo-se, de acordo com a denúncia, ao então governador e candidato à reeleição, Teotônio Vilela Filho (PSDB).

Segundo o ministro Fux, para configurar o delito de calúnia é necessária a comprovação da lesividade da conduta. Teotônio Vilela, no entanto, o suposto ofendido, se manifestou dizendo que “as afirmações do réu não lhe foram pessoalmente ofensivas” e que “apesar de o requerente ter comparecido ao feito na qualidade de assistente do Ministério Público Eleitoral, na linha das providências então preconizadas, vem externar que seu sentimento pessoal quanto ao episódio, em síntese, é de que tudo não passou de querela, inerente ao calor da campanha; que seus efeitos se exauriram naquele contexto, sem que tenha soçobrado ofensa alguma à sua honra pessoal”.

“Como o suposto atingido afirma não ter se ofendido com as declarações não há prova da materialidade da conduta delituosa”, disse Fux. Ele observou que, se na fase de aceitação da denúncia, ainda que as provas sejam frágeis, a ação prossegue para que as dúvidas sejam dirimidas, no momento do julgamento, “havendo fragilidade probatória, a dúvida beneficia o réu”.

Lessa havia sido condenado a oito meses de detenção, substituídos por prestação de serviço à comunidade e multa de 20 dias-multa, correspondentes a um salário mínimo cada, pela prática do crime de calúnia eleitoral majorada. Ele teve o registro de candidatura à reeleição indeferido pela corte eleitoral do estado. O parlamentar não conseguiu votos suficientes para retornar à Câmara dos Deputados em 2019.

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