RN registra 1.394 mortes e infectados são 39.421

 

O Rio Grande do Norte registrou nas últimas 24h, 805 novos casos de coronavírus e 14 óbitos, segundo a Sesap.

Agora, no total são 39.421 infectados e 1.394 óbitos provocados pela Covid-19.

Natal é a cidade do RN com o maior número de casos (15.072), seguida por Parnamirim (4.012) e Mossoró (3.888).

A capital potiguar também registra a maior quantidade de óbitos provocados pelo coronavírus (591), Mossoró soma 148 mortes, enquanto Parnamirim contabilizou 100.

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Primando pela Memória: 28 anos do acidente que consternou a classe política do RN


Neste domingo (12) de julho está fazendo 28 anos de uma acidente que consternou a cidade de Natal…
Ao sair  das comemorações do aniversário do ex-governador, Geraldo Melo, em 1992, o conselheiro do Tribunal de Contas do RN e diretor superintendente da Tribuna do Norte e Rádio Cabugi.
José Gobat Alves sofreu um acidente automobilístico no cruzamento da avenida Prudente de Morais com a rua Apodi..
No acidente faleceu sua esposa Maria José de Vasconcelos Alves faleceu no local..
José Gobat era uma pessoa muito respeitada e estimada no RN, irmão do ex-governador Aluízio Alves. Zé Gobat como carinhosamente era chamado pelos muitos amigos, tinha ótimas relações com todos setores do RN estimado por todos.
Vitima do acidente Dr Gobat teve lesões graves, morrendo em 2004, após quase 12 anos em estado de coma.
O auditor fiscal paraibano Lúcio Flávio Barbosa foi condenado a nove anos de reclusão, em regime fechado, pelo homicídio de Maria José de Vasconcelos Alves e lesão corporal em José Gobat Alves. De acordo com a Justiça, ele provocou o acidente automobilístico, no ano de 1992, em Natal dirigindo embriagado.

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Baixaria: Embaixadores da China e EUA batem boca no Twitter

Foto: Reuters

Os embaixadores Yang Wanming e Todd Chapman, que representam a China e os Estados Unidos, respectivamente, trocaram acusações nas redes sociais. Tudo começou na sexta-feira, quando o embaixador norte-americano no Brasil compartilhou um relatório do Departamento de Estados dos EUA acusando a China de promover esterilização em massa em mulheres da etnia uigure.

O relatório cita especificamente o PCC (Partido Comunista Chinês) que governa o país. Ao compartilhar o relatório, Chapman ressaltou que “o silêncio não é uma opção”.

Imagem: reprodução/Twitter

O post gerou incômodo em Wanming que afirmou que o embaixador americano tem uma “missão especial, que é atacar a China com boatos e mentiras”.

Imagem: reprodução/Twitter

Em março deste ano, o embaixador chinês já havia se desentendido com o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por declarações nas redes sociais. Wanming também fez críticas ao ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub que fez comentários de cunho racista contra chineses. Por conta desse episódio, o ex-ministro é investigado pelo crime de racismo.

UOL

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Primando pela Memória: Eu, Geraldo Melo e o tamborete

Hoje, 12 de julho é dia de parabenizar nosso grande e ilustre potiguar Geraldo Melo.
No início do ano de 1986 o então candidato a governador Geraldo Melo me chamou à sua casa para me fazer um convite. Levado pelo então candidato a deputado estadual Carlos Eduardo Alves, Geraldo me convidou para organizar seus comícios, caminhadas e carreatas. Minha injusta fama de organizado de eventos políticos era boa e bem maior que eu merecia. Aceitei o convite quando o candidato Geraldo Melo perdia para o nosso inesquecível e saudoso João Faustino que nas pesquisas tinha 66% de intenção de votos contra os irrisórios 4% de Geraldo. Claro, meus amigos diziam que eu estava doido.. Mas sempre fui uma pessoa de enfrentamento dos grandes desafios. Meu primeiro teste foi organizar o histórico comício da união de Wanderley Mariz, filho de Dinarte Mariz com Aluízio Alves em Caicó, inventei a “Marcha das Bandeiras” quando Aluízio saiu com Geraldo de Natal numa carreata com bandeiras verdes em direção à Caicó e Wanderley saindo de Serra Negra para Caicó com bandeiras vermelhas. Iniciamos a campanha no mês de janeiro de 1986 fazendo um comício em Assú, e daí por diante Geraldo Melo só crescia nas pesquisas. Tínhamos uma estratégia, como Geraldo era desconhecido, fazíamos duas caminhadas por dia nos pequenos municípios, andando casa por casa, e à noite um comício em município grande. Nos enceramentos das memoráveis caminhadas, Geraldo Melo pronunciava um eloquente e convincente discurso, como ele é baixinho, tínhamos que fazer o comício em cima de um banco de praça que muitas vezes ficava em local totalmente aberto dando a sensação de vazio e pouco prestígio e popularidade. Diante dessa fragilidade, mudamos nossa estratégia escolhendo cruzamentos de ruas estreitas no comércio da cidade de preferência onde tivesse um bar frequentado pelo povo. Nestes locais não haviam bancos de praça onde Geraldo usava para ficar alto e ser visto pelos presentes, então tive a indeia de usar um tamborete que logo foi rechaçada pelos colegas de equipe sob alegação que Geraldo levaria uma queda e tal fato iria ser usado pelos adversários desgraçando sua campanha. Teimoso como sempre fui, providenciava tamboretes reforçados que ainda era guarnecido pelo segurança Hênio, lutador de vale tudo, que segurava o tamborete com a força de um elefante. Como a estratégia estava dando certo e Geraldo crescendo nas pesquisas, o então ex-governador José Agripino, líder dos nossos adversários deu uma declaração debochada para atingir Geraldo dizendo que “Geraldo só está crescendo quando sobe no tamborete”. Foi neste momento que nasceu uma das pesas mais popular da campanha que somada ao catavento virou o jogo, o tamborete que terminou em música plagiada por mim da cantora Elba Ramalho:

O tamborete na campanha tem agora seu valor, representa a vitória do nosso governador.

Vamos todos, minha gente no tamborete votar com Geraldo Melo no governo nosso estado vai mudar.

Aos 26 anos tive o previlégio de coordenar os eventos populares de uma campanha histórica, com um candidato impecável, disciplinado e orador incomparável.  O melhor é o fato de Geraldo Melo ter correspondido a confiança do povo fazendo um grande governo sem suspeitas de corrupção e grandes obras realizadas. É preciso em nome da verdade dizer que os salários dos servidores só foram pagos com um mês de atraso pelo fato do Bandern ter sido fechado pelo Presidente Collor atendendo jm pedido dos adversário do governador, mas Geraldo deixou o governo em 15 de março de 1991 com os salários dos servidores rigorosamente em dia.

Nesta memorável campanha Geraldo contava com uma equipe dedicada e competente, tive o previlégio de trabalhar ao lado de pessoas como Pedro Melo, Cristiano Melo, João Ururay, Marlusia Saldanha, Paulo de Tarso Fernandes, Jerônimo Melo, Emídio Melo(Capitão Caverna), Barrinha, Chico Olavo, Jácio Fiúza, Xuxa, Antônio motorista, Lúcio e Eli locutores , Barbicha dos  fogos além do conjunto musical Impacto Cinco Com Etelvino, Graco e Roberto Cantor e Helinho da Helisom. Não posso me esquecer das meninas da campanha: Renata Melo, Tereza Melo, Adriana Trindade, Lorena Tinoco e Andrea Lobo.

Contar fatos da história deste grande potiguar que honrou nosso Estado no Senado da República é o mais sincero presente e homenagem que o nosso modesto Blog do Primo pode prestar ao valoroso e exemplar Geraldo Melo.

 

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Cresce na Europa pressão contra produtos brasileiros, em reação a queimadas na Amazônia

De terno e gravata, o presidente Jair Bolsonaro segura um gigantesco palito de fósforo aceso e ri, enquanto a floresta queima a fundo. “Boicote Bolsonaro”, diz o título no site de campanha homônima —que até as 20h desta sexta (10) já tinha sido assinada por 384.704 pessoas.

Lançada pela Campact!, a ação pede que supermercados europeus parem de comprar alimentos brasileiros de empresas que “queimam a floresta com a maior crueldade dos últimos dez anos”.

“Apenas a pressão econômica ajuda”, diz o texto da campanha, que se dirige nominalmente a grandes redes europeias como Aldi Nord, Edeka e Lidl.

As companhias não ficam surdas. “Só adquirimos carne fresca do Brasil de matadouros que aderiram ao Acordo sobre Bovinos. Podemos descartar qualquer associação com o desmatamento da Amazônia”, escreve a alemã Aldi Nord em sua Política de Compras de Produtos Animais.

O documento garante também que mercadorias brasileiras vendidas em suas lojas “levam em consideração aspectos sociais como trabalho forçado, direitos dos povos indígenas e proteção das reservas”.

A questão fundiária é a preocupação prioritária de ações europeias recentes, mais especificamente o projeto de lei 2.633/2020, que facilita a regularização fundiária no país, apelidado de “Lei da Grilagem”.

Em maio, 40 grandes empresas europeias de varejo mandaram carta ao Congresso dizendo que deixariam de comprar produtos brasileiros se o texto for aprovado.

Elas afirmam que, ao legalizar a produção privada em terras públicas, a proposta “encoraja mais invasões e incentiva o desflorestamento”.

O projeto de lei motivou também a ação de grandes fundos de pensão e de investimento privado europeus que escreveram para embaixadas na semana passada pedindo uma reunião para tratar do desmatamento e deixando implícito o risco de retirar dinheiro do Brasil.

O volume investido no país por essas entidades, de algumas centenas de milhões de dólares, não é significativo se comparado aos trilhões que elas administram globalmente, mas, como disse em entrevista à Folha Jan Erik Saugestad, principal executivo do fundo norueguês Storebrand, que liderou a ação, “importa mais a ação conjunta de várias companhias, o setor amplo dos fundos atuando na mesma direção”.

Ao menos dois resultados ele já obteve. O primeiro foi uma reação de brasileiros que administram as grandes companhias que recebem esses investimentos dos fundos. Em carta ao vice-presidente Hamilton Mourão, 38 executivos de setores como agronegócio e mineração cobraram medidas concretas para frear o desmatamento e as queimadas.

A segunda conquista de Saugestad foi ter seu grupo “recebido virtualmente” pelo vice-presidente, Hamilton Mourão, numa conversa da qual participaram seis ministros: Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura), Fábio Farias (Comunicações), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Da reunião participou também o presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Sergio Segovia, a quem o governo delegou a responsabilidade de promover uma campanha para reverter os danos à imagem do Brasil e de sua política ambiental na Europa.

Já faz muito tempo, porém, que o risco ambiental deixou de ser uma questão de comunicação. Os investidores, assim como os consumidores da campanha de boicote a supermercados e os eurodeputados que escreveram ao Congresso brasileiro, querem mais do que palavras e têm exigências específicas.

Além do PL 2.633/20, eles querem barrar a proposta de alterar o sistema de licenciamento ambiental (PL 3.729 / 2004) e a que trata de pesquisa e extração de recursos em terras indígenas (PL 191/2020).

A pauta ambientalista vem amadurecendo há anos na União Europeia e mobiliza hoje uma parcela considerável de consumidores —e, em alguns países, de eleitores.

O partido Verde alemão já está estruturado há décadas, e os de outros países, embora não tenham o mesmo peso, já chegaram ao governo na Áustria (em coligação com os conservadores), têm um bloco próprio no Parlamento Europeu e conseguiram um sucesso suficiente nas eleições municipais da França para incomodar o presidente Emmanuel Macron, que declarou prioritários temas de sustentabilidade.

Mais do que uma expansão ideológica, sustentabilidade na União Europeia significa política pública e regulamentação, com efeitos práticos na produção agrícola e industrial, nas decisões de investimento e na distribuição de verbas públicas.

O chamado Green Deal, um conjunto de ações estratégicas para tornar a economia europeia menos agressiva ao clima e à biodiversidade lançado no final do ano passado, deve ser ainda mais reforçado após a pandemia de coronavírus.“ Reconstrução sustentável” é o lema da Comissão Europeia e do Conselho da UE, agora presidido pela chanceler alemã, Angela Merkel.

Na prática, isso quer dizer que, se o bloco vai levantar empréstimos para impulsionar a economia após a crise da Covid-19, não há melhor oportunidade para acelerar a transição para energias mais limpas, neutralidade na emissão de gás carbônico e processos que protejam o ambiente.

A estratégia impulsiona a regulação pública —criando limites mais restritos para o uso de químicos, por exemplo— e privada —como a que impede que os fundos de investimento coloquem recursos em atividades que agridem o meio ambiente.

“O verde é o novo preto”, dizem analistas de negócios, colocando em alta as reurbanizações e construção de ciclovias, as reformas para melhorar o isolamento térmico de casas antigas, veículos elétricos, digitalização que economize deslocamentos, agricultura orgânica, redução de resíduos e outras atividades correlatas.

FOLHAPRESS
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Blogueiro babão investigado pelo STF critica nova postura do presidente

Representante da ala radical do bolsonarismo ligada à família do presidente Jair Bolsonaro e do ideólogo Olavo de Carvalho, o blogueiro Allan dos Santos mostrou esta semana, nas redes sociais, o seu descontentamento com a nova postura do presidente. Desde a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), na casa do advogado do filho do presidente, o governo adotou um armistício em relação ao Judiciário.

“O ‘Acabou, porra’ era para parar o conservadorismo e deixar que ele fosse criminalizado?”, escreveu Allan na quinta-feira, no Twitter.

A mesma expressão foi dita por Bolsonaro, em maio, ao criticar a operação de busca e apreensão em endereços de bolsonaristas autorizada pelo Supremo Tribunal Federal, em que Allan foi um dos alvos.

Dono do Canal Terça Livre, o blogueiro é investigado em dois inquéritos no STF: o que investiga o financiamento de atos antidemocráticos e o que apura a disseminação de notícias falsas e ataques ao Supremo na internet.

A crítica de Allan acontece também um dia após o Facebook tirar do ar uma rede com 88 contas, páginas e grupos ligados a funcionários dos gabinetes de Bolsonaro e de aliados e no mesmo dia da publicação de mensagens cifradas de descontentamento do vereador Carlos Bolsonaro.

SONAR – O GLOBO

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Michelle Bolsonaro testa negativo para coronavírus


A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, anunciou na manhã deste sábado em sua rede social que o teste dela e de suas filhas deu resultado negativo para COVID.

— Minhas filhas e eu testamos negativo para covid-19. Agradeço as orações — comemorou

Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou que testou positivo para o novo coronavírus na última terça-feira (7). O presidente admitiu ter sentido sintomas da Covid-19 desde o último sábado e informou que procurou atendimento no Hospital das Forças Armadas (HFA) já na segunda-feira (6).

“Começou domingo com certa indisposição. E se agravou durante o dia de segunda-feira, com mal estar, cansaço, um pouco de dor muscular e febre chegou a 38ºC. Com esses sintomas e médico apontando para covid-19, fizemos tomografia no Hospital das Forças Armadas”, disse o presidente admitindo não estar surpreso com o resultado. Foi o quarto exame público feito pelo presidente. Nos outros, realizados em 12, 17 e 18 de março, o resultado foi negativo.

O presidente afirmou que continuará despachando por video-conferência, informando que cancelou parte de sua agenda, incluindo uma viagem à Bahia.

“As medidas que estou tomando são para evitar a contaminação a terceiros. Chegou o exame há uma hora, resolvemos divulgar para que não houvesse qualquer dúvidas no tocante o que aconteceu comigo. Achava que já tinha pego lá atrás diante da minha atividade dinâmica junto a população”, afirmou Bolsonaro.

Bolsonaro voltou a dizer que acreditar que o vírus atingirá boa parte da população, comparando-o como uma “chuva” que atinge muitas pessoas na rua. O presidente diz estar se sentindo bem, creditando o fato ao trabalho dos médicos e as substâncias que ingeriu antes do resultado do teste.

Desde que foi infectado pelo coronavírus, Bolsonaro, 65 anos, adotou uma rotina de isolamento de seus familiares, para evitar riscos de contaminação.

O presidente passou a dormir em um quarto isolado, longe da primeira-dama, e adaptou um dos dormitórios do Palácio da Alvorada em escritório.

Em sua sala de despachos, o presidente tem à sua disposição televisão, computador, telefone, impressora e um aparelho para videoconferências.

Segundo relataram interlocutores à Folha de S.Paulo, Bolsonaro tem sido auxiliado presencialmente pelo major Mauro Cid, o chefe da ajudância de ordens. Cid já teve Covid-19 e se recuperou da doença sem ter apresentado sintomas mais graves.

De acordo com assessores presidenciais, quando deixa a sala de despachos, Bolsonaro tem utilizado máscara de proteção e evitado se aproximar de funcionários e familiares.

Entusiasta do uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19, Bolsonaro tomou a substância até a sexta-feira (10), embora ainda não haja comprovação científica sobre a sua eficácia.

A expectativa é que Bolsonaro permaneça isolamento também durante a próxima semana.

Com informações da AGÊNCIA O GLOBO e FOLHAPRESS.

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Brasil passa das 71 mil mortes por coronavírus


O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) atualizou para 71.469 o número de mortes em decorrência do novo coronavírus no Brasil neste sábado (11). Ao todo, também foram confirmados 1.839.850 casos da Covid-19 no país. Até sexta (10) eram 70.398 mortes e 1.800.827 casos.

Veja o número de casos de coronavírus por estado:

Veja a lista atualizada da situação de casos de coronavírus em cada um dos Estados:

Casos de coronavírus no Acre

O Acre chegou a um total de 15.768 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 417 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

Casos de coronavírus em Alagoas

Em Alagoas o novo coronavírus chegou a um total de 43.959 casos confirmados, com um total de 1.246 óbitos.

Casos de coronavírus no Amapá

O Amapá tem 31.080 casos confirmados do novo coronavírus. Morreram até o momento 470 pessoas no estado.

Casos de coronavírus no Amazonas

No Amazonas foram confirmados até o momento 82.507 casos do novo coronavírus. O estado da região Norte também apresenta 3.008 óbitos.

Casos de coronavírus na Bahia

A Bahia chegou a um total de 101.186 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 2.383 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

Casos de coronavírus no Ceará

No Amazonas foram confirmados até o momento 133.546 casos do novo coronavírus. O estado da região Nordeste também apresenta 6.777 óbitos.

Casos de coronavírus no Distrito Federal

O Distrito Federal tem 67.297 casos confirmados do novo coronavírus. Morreram até o momento 856 pessoas no estado.

Casos de coronavírus no Espírito Santo

No Espírito Santo o novo coronavírus chegou a um total de 61.356 casos confirmados, com um total de 1.967 óbitos.

Casos de coronavírus em Goiás

Em Goiás foram confirmados até o momento 35.138 casos do novo coronavírus. O estado do Centro-Oeste também apresenta 807 óbitos.

Casos de coronavírus no Maranhão

O Maranhão chegou a um total de 96.718 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 2.392 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

Casos de coronavírus no Mato Grosso

O Mato Grosso chegou a um total de 26.396 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 986 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

Casos de coronavírus no Mato Grosso do Sul

No Mato Grosso do Sul foram confirmados até o momento 12.261 casos do novo coronavírus. O estado também apresenta 146 óbitos.

Casos de coronavírus em Minas Gerais

Em Minas Gerais o novo coronavírus chegou a um total de 70.086 casos confirmados, com um total de 1.504 óbitos.

Casos de coronavírus no Pará

No Pará foram confirmados até o momento 122.674 casos do novo coronavírus. O estado do Norte também apresenta 5.224 óbitos.

Casos de coronavírus na Paraíba

Na Paraíba o novo coronavírus chegou a um total de 59.118 casos confirmados, com um total de 1.229 óbitos.

Casos de coronavírus no Paraná

O Paraná chegou a um total de 39.512 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 978 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

Casos de coronavírus em Pernambuco

Em Pernambuco o novo coronavírus chegou a um total de 70.100 casos confirmados, com um total de 5.482 óbitos.

Casos de coronavírus no Piauí

No Piauí o novo coronavírus chegou a um total de 31.269 casos confirmados, com um total de 896 óbitos.

Casos de coronavírus no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro foram confirmados até o momento 129.443 casos do novo coronavírus. O estado do Sudeste também apresenta 11.280 óbitos.

Casos de coronavírus no Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte o novo coronavírus chegou a um total de 38.265 casos confirmados, com um total de 1.356 óbitos.

Casos de coronavírus no Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul o novo coronavírus chegou a um total de 37.490 casos confirmados, com um total de 919 óbitos.

Casos de coronavírus em Rondônia

Em Rondônia foram confirmados até o momento 26.000 casos do novo coronavírus. O estado da Região Norte também apresenta 605 óbitos.

Casos de coronavírus em Roraima

Roraima chegou a um total de 21.220 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 393 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

Casos de coronavírus em Santa Catarina

Em Santa Catarina o novo coronavírus chegou a um total de 40.106 casos confirmados, com um total de 459 óbitos.

Casos de coronavírus em São Paulo

Em São Paulo foram confirmados até o momento 359.110 casos do novo coronavírus. O estado também apresenta 17.442 óbitos.

Casos de coronavírus no Sergipe

No Sergipe foram confirmados até o momento 34.713 casos do novo coronavírus. O estado do Nordeste também apresenta 931 óbitos.

Casos de coronavírus no Tocantins

O Tocantins chegou a um total de 14.509 casos confirmados do novo coronavírus. Até o momento, 245 pessoas morreram no Estado em virtude da doença.

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Promotoria suspeita que MBL tenha usado plataforma virtual para lavar dinheiro

Criado em 2014 com a bandeira do combate à corrupção, o Movimento Brasil Livre (MBL) entrou na mira da Justiça por suspeitas de lavagem de dinheiro através da simulação de doações online. O Ministério Público de São Paulo vê indícios de um esquema envolvendo plataformas virtuais e empresas de fachada.

A investigação fala em uma ‘nova técnica de lavagem de capitais com valores relevantes e sem lastro de origem’. “Podemos denominar de doações de cifras ocultas, isto é, dinheiro que não passa pelo sistema bancário das pessoas que estão sob o radar da investigação, justamente de forma a proporcionar, de forma mais eficiente, a ocultação da origem dos valores”, diz o MP.

Os promotores apontam indícios de irregularidades em duas frentes combinadas: através da plataforma Google Pagamentos e da ferramenta Superchat. Os investigadores afirmam que as doações passavam pela plataforma do Google, que desconta 30% do valor pago, ao invés de serem depositadas diretamente nas contas do movimento, como estratégia para ocultar a origem do dinheiro.

O Google Pagamentos é intermediário no uso do Superchat, opção do YouTube que possibilita aos usuários pagarem para ter comentários destacados em transmissões ao vivo. Esses pagamentos seriam feitos de forma fracionada, em média R$ 200 ou R$ 300,00 por ‘live’. Segundo o MP, nesse caso as contribuições são ‘muito menos rastreáveis’ por órgãos de investigação ou controle, uma vez que podem ser feitas através de cartões pré-pagos comprados anonimamente online.

“Foram identificadas doações com valores regulares e significativos, efetuadas por pessoas que nem sequer faziam perguntas durante as transmissões ao vivo do MBL – muito embora estas doações se prestem, teoricamente, justamente, a permitir que as perguntas dos participantes sejam deixadas em destaque, permitindo, deste modo, que os doadores possam participar das lives”, escreveu o Ministério Público em ofício assinado pelo promotor Marcelo Batlouni Mendroni, que compõe o quadro do Grupo Especial de Atuação Especial de Recuperação de Ativos e Repressão aos Crimes de Formação de Cartel e Lavagem de Dinheiro (Gedec).

O suposto esquema de lavagem de dinheiro operado nas plataformas virtuais contaria com ainda com apoio físico de empresas de fachada – localizadas em endereços residenciais, sem funcionários cadastrados e com diversas sucessões societárias. Elas seriam usadas apenas para movimentar valores de origem ainda não identificada, segundo os investigadores.

Núcleo Familiar X Núcleo de Doadores Assíduos

Mais de 20 das firmas investigadas pelo MP paulista no caso teriam sido constituídas pelos fundadores do Movimento Renovação Liberal (MRL), associação privada relacionada ao MBL, da família Ferreira dos Santos. Há suspeita de sonegação fiscal na ordem de mais de R$ 400 milhões pelas empresas.

“As evidências já obtidas indicam que estes envolvidos, entre outros, construíram efetiva blindagem patrimonial composta por um número significativo de pessoas jurídicas, tornando o fluxo de recursos extremamente difícil de ser rastreado, inclusive utilizando-se de criptoativos e interpostas pessoas”, indicou o MP-SP em nota. Além do que os investigadores chamaram Núcleo Familiar, composto pelos Ferreira dos Santos, a promotoria mira ainda o chamado Núcleo de Membros/Doadores assíduos, do qual fazem parte os empresários Carlos Augusto de Moraes Afonso e Alessander Mônaco Ferreira, ambos presos preventivamente nesta sexta, 10.

Os dois são donos de pelo menos seis empresas, duas de Alessander e outras quatro de Carlos, da área de tecnologia da informação que também seriam usadas para ocultar as operações do MBL.

O movimento afirmou à reportagem que nenhum dos presos na operação do MP-SP são do MBL e divulgou a seguinte nota:

“Em que pese as alegações amplamente difundidas pela imprensa e até mesmo pelo Ministério Público quanto a ligação dos senhores Alessander Monaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso, vulgo Luciano Ayan com o MBL, inicialmente cumpre esclarecer que ambos jamais fizeram parte do Movimento.

Importa destacar que não existe confusão empresarial entre Movimento Brasil Livre e Movimento Renovação Liberal, haja vista que o MBL não é uma empresa, mas sim uma marca, sob gestão e responsabilidade do Movimento Renovação Liberal – única pessoa jurídica do Movimento – o que é fato público e notório, inclusive posto publicamente em inúmeros litígios onde a entidade figura como autora e até mesmo Requerida.

Chega a ser risível o apontamento de ocultação por doações na plataforma Google Pagamentos, haja vista que todas as doações recebidas na plataforma são públicas, oriundas do Youtube e vulgarmente conhecidas como “superchats”, significando quantias irrisórias, feitas por uma vasta gama de indivíduos de forma espontânea. Sob o aspecto lógico, seria impossível realizar qualquer espécie de ocultação e simulação fiscal por uma plataforma pública e com quantias pífias.

Por fim, cumpre esclarecer que as atividades empresarias e familiares dos fundadores do MBL são anteriores ao próprio Movimento e não possuem qualquer vinculação, haja vista que não possuem qualquer conexão ou convergência de finalidade. Com o respeito e acato ao órgão ministerial, importa esclarecer que as assertivas apontadas quanto ao MBL são completamente distantes da realidade, tratando-se de um devaneio tolo, totalmente despido de sustentação fática e legal com a única finalidade de macular a honra de um movimento pautado nos pilares da ética, da moral e da liberdade”.

Com a palavra, o Google

“Não comentamos casos específicos. O Google apoia, de modo consistente, o importante trabalho das autoridades investigativas. Esclarecemos que o Super Chat é um recurso pelo qual usuários podem comprar mensagens de chat em transmissões ao vivo no YouTube.”

Com informações de UOL e Estadão Conteúdo

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