Conheça os nomes dos advogados(a) que concorrem uma vaga no Tribunal Regional do Trabalho do RN

Imagem relacionadaAlguns nomes já estão colocados na disputa por uma cadeira no TRT/RN.

A vaga é destinada ao Quinto Constitucional e seis advogados serão indicados pelo Conselho Regional da OAB RN que enviará os nomes ao TRT que por sua vez escolherá três advogados e enviará para escolha de um pelo Presidente da República.

Os nomes que estão disputando são os seguintes: Eduardo Gurgel, Eduardo Rocha, Milley Rocha, Venceslau Carvalho, Marisa Almeida, Rodrigo Menezes, Glaydstone Heronildes, Heider Furtado Filho, Antônio Pio e Paulo Eduardo Teixeira.

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Otimismo com Bolsonaro chega a 63%; lua de mel também melhora avaliação do Congresso, mostra XP/Ipespe

Jair BolsonaroINFOMONEY/SÃO PAULO

Com pouco mais de duas semanas de existência, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) é avaliado como ótimo ou bom por 40% dos brasileiros, ao passo que 20% o classificam como ruim ou péssimo. É o que mostra pesquisa XP/Ipespe, realizada entre os dias 9 e 11 de janeiro. O levantamento é o terceiro da série feita com a população após as eleições de outubro do ano passado e contou com 1.000 entrevistas telefônicas conduzidas por operadores. A margem máxima de erro é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

O olhar positivo sobre o governo Bolsonaro é mais uma evidência de que existe um período de lua de mel para novos presidentes e contrasta com o mau humor mantido pelos eleitores ao longo do mandato do ex-presidente Michel Temer (MDB). Em dezembro, a gestão do emedebista era vista como ótima ou boa por apenas 7% dos entrevistados, enquanto avaliações negativas somavam 68% – ainda assim, percentual significativamente melhor do que o registrado em junho: 78%. O gráfico abaixo expõe a evolução do quadro nos últimos oito meses:

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É entre os homens que Bolsonaro conta com maior respaldo. Segundo o levantamento, 46% deste grupo classifica sua gestão como ótima ou boa. O número supera em 13 pontos percentuais as avaliações positivas entre as mulheres. A diferença de apoio por gênero ao militar reformado foi um dos fenômenos que marcaram o processo eleitoral. Na última pesquisa Datafolha antes do segundo turno, encerrada um dia antes do pleito, ela foi de 14 pontos.

Os melhores desempenhos do novo governo são observados nas regiões Centro-Oeste (59% de ‘ótimo/bom’) e Sul (47%), cidades do interior (45%) e com até 50 mil habitantes (49%). Bolsonaro também se destaca entre os profissionais empregados (44%), evangélicos (54%) e com idade entre 35 e 54 anos (44%).

Por outro lado, Bolsonaro enfrenta as maiores resistências ao seu governo em capitais mais populosas, sobretudo localizadas nas regiões Nordeste e Sudeste. Há obstáculos também entre as faixas mais jovens, abastadas e com melhores níveis de escolaridade. É o que mostra o gráfico abaixo:

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De acordo com a pesquisa XP/Ipespe, a expectativa para o mandato de Bolsonaro voltou a crescer e agora chega a 63% de nível ótimo ou bom. A percepção sobre o combate à corrupção apresentou uma oscilação positiva de 3 pontos em comparação com os dados de dezembro, chegando ao patamar de 54%. Outros 28% acreditam que a situação ficará como está (alta de 5 pontos) e 16% esperam um aumento da corrupção (queda de 5 pontos). Já em relação à montagem da equipe de governo e as primeiras medidas anunciadas, o cenário é de quase estabilidade, com a taxa aprovação marcando a 62% – contra 29% de desaprovação. No mês anterior, as respectivas taxas estavam em 63% e 27%.

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O levantamento também voltou a mostrar um baixo impacto do chamado “caso Coaf” sobre a reputação de Bolsonaro junto ao eleitorado. Segundo a pesquisa, 77% dos entrevistados tomaram conhecimento sobre o episódio, mas apenas 14% mudaram de opinião sobre o presidente depois disso.

Em dezembro do ano passado, um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre movimentações atípicas em conta de funcionários da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) foi divulgado na imprensa. O material lançava suspeitas sobre nomes como o do policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

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A pesquisa XP/Ipespe também mostrou que 58% dos brasileiros pontam a segurança pública como tema sobre o qual devem tratar as primeiras medidas enviadas ao Congresso Nacional. Em segundo lugar, com 33% das indicações aparecem as reformas econômicas. A agenda de valores e costumes é lembrada por 5% dos entrevistados ouvidos pelo levantamento.

Nesta semana, Bolsonaro assinou um decreto que flexibiliza regras para a posse de armas de fogo em todas as regiões do país. A medida foi prometida diversas vezes durante a campanha eleitoral. Do lado da pauta econômica, é esperado que o presidente receba da equipe de Paulo Guedes (Economia) o texto sugerido para a reforma da Previdência. Essa deverá ser uma das prioridades do governo para o início da próxima legislatura. Segundo a pesquisa XP/Ipespe, em janeiro cresceu para 71% o grupo de brasileiros que apoiam mudanças no sistema de aposentadorias.

Para 55% dos entrevistados, o indicador mais importante para avaliar o andamento da economia é a taxa de desemprego, ao passo que 18% apontam a inflação e 14% a situação financeira da família. Perguntados sobre as expectativas para melhora no quadro de desemprego, 53% dos brasileiros imaginam que só ocorrerá em um intervalo de um ano ou até o fim do mandato de Bolsonaro. Outros 20% acreditam que o governo não conseguirá reduzir os níveis atuais. 7% avaliam um prazo de 6 meses e 17%, de um ano.

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Para 79%, para resolver os problemas do país, seria melhor Bolsonaro dialogar e dividir as decisões com o Congresso. Outros 16% preferem que o presidente concentre decisões. Segundo a pesquisa, a “lua de mel” dos brasileiros com o novo governo também teve alguns reflexos sobre a avaliação do Congresso. Entre dezembro e janeiro, o percentual de eleitores que classificaram a instituição como ruim ou péssima caiu de 63% para 37%. Já as avaliações de ótimo e bom quase triplicaram, indo de 6% para 17%.

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Confira a íntegra da pesquisa clicando aqui.

Metodologia

A pesquisa XP/Ipespe foi feita por telefone, entre os dias 9 e 11 de janeiro, e ouviu 1.000 entrevistados de todas as regiões do país. Os questionários foram aplicados “ao vivo” por entrevistadores e submetidos a verificação posterior em 20% dos casos. A amostra representa a totalidade dos eleitores brasileiros com acesso à rede telefônica fixa (na residência ou trabalho) e a telefone celular, sob critérios de estratificação por sexo, idade, nível de escolaridade, renda familiar etc.

O intervalo de confiança é de 95,45%, o que significa que, se o questionário fosse aplicado mais de uma vez no mesmo período e sob mesmas condições, esta seria a chance de o resultado se repetir dentro da margem de erro máxima, estabelecida em 3,2 pontos percentuais.

O Ipespe realiza pesquisas telefônicas desde 1993 e foi o primeiro instituto no Brasil a realizar tracking telefônico em campanhas eleitorais, a partir de 1998. O instituto tem como presidente do conselho científico o sociólogo Antonio Lavareda e na diretoria executiva, Marcela Montenegro.

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Ex-promotor é preso por sonegar e obstruir acesso a documentos

CONJUR

Foi preso o ex-promotor público Paulo Cezar Laranjeira, condenado por sonegação de documentos. Ele foi preso e está sendo mantido em Ilha Solteira, mas será transferido para o presídio de Tremembé nesta quarta-feira (16/1). Ele atuava na cidade de Andradina (SP).

Laranjeira foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a 4 anos e 2 meses de prisão em regime semiaberto. O ex-promotor sonegou 194 documentos que lhe foram dados por órgãos públicos e entidades privadas. Ele mantinha estes documentos em armários, sem registrá-los e sem dar o encaminhamento necessário junto ao Judiciário.

“Para sonegar ao serviço público os referidos documentos, Laranjeira impedia, inclusive, que o oficial de promotoria Edgard Francisco Dias Leite providenciasse seu registro regular nos livros próprios e, por consequência, o controle da respectiva movimentação e não admitia, ilegal e autoritariamente, qualquer questionamento a respeito de sua conduta”, diz a decisão.

Os desembargadores afirmaram que Laranjeira se distanciou dos princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade e da moralidade e que suas atitudes comprometeram a confiança da população no Ministério Público.

Em setembro do ano passado o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou Habeas Corpus para Laranjeira

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O futuro do prefeito Álvaro Dias

Pessoas ligadas ao prefeito de Natal Álvaro Dias garantem que ele não será candidato à releição.

Segundo nossas fontes, Álvaro vai tentar eleger seu filho prefeito de Caicó e com a força da prefeitura e o mandato do filho retornar à Assembleia Legislativa.

Álvaro está dando todos os sinais que não disputará à Prefeitura de Natal..

 

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Paulinho Freire alerta: “A Prefeitura do Natal tem que tomar algumas medidas duras para não atrasar salários”

O prefeito em exercício de Natal, vereador Paulinho Freire, avalia que o Executivo municipal precisa adotar medidas urgentes para o controle de gastos.

Ele, que é o atual presidente da Câmara Municipal de Natal diz que, sem a tomada de ações efetivas, a gestão municipal poderá se assemelhar com a atual crise financeira enfrentada pelo Governo do Estado.

Ele espera que o prefeito Álvaro Dias acate as sugestões do estudo financeiro produzido pelo Instituto Dom Cabral, do Rio de Janeiro. O resultado da consultoria deve ser apresentado até o próximo dia 30 deste mês. “A Prefeitura do Natal tem que tomar algumas medidas duras para não atrasar salários. É uma ação para evitar que a Prefeitura do Natal não se torne igual ao que aconteceu com o Governo do Estado”, revelou em entrevista ao programa Agora Debate, na Agora FM 97,9.

Ele também defende uma maior interação da bancada federal no Congresso com o Município. Paulinho Freire relata que as prefeituras brasileiras necessitam de um novo pacto federativo, para que as transferências legais sejam mais justas. “A União é muito cruel com os Estados e Municípios. A bancada federal tem que lutar por um novo pacto federativo. As cidades ganharam muitas obrigações, mas as receitas não acompanharam”, encerrou.

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O “Desafio dos 10 anos” é mesmo uma armadilha?

Sabrina Sato foi uma das celebridades a entrar no “Desafio dos 10 anos”. Será que as fotos podem ser usadas para treinar softwares de reconhecimento facial?

Carlos Affonso

A Internet está cismada com o desafio dos 10 anos (“10 years challenge“). Para quem não sabe, o desafio consiste em postar nas redes sociais uma foto de 2009 e outra de 2019, lado a lado, relevando assim o quanto a pessoa mudou. Muita gente resolveu entrar na brincadeira (menos a Anitta).

Surgiu então a suspeita de que esse desafio pudesse ser uma armadilha. A lebre foi levantada por um artigo da Kate O’Neill na Wired. Segundo a autora, ao postar as duas fotos o usuário das redes sociais estaria facilitando o treinamento de softwares de reconhecimento facial, entregando padrões de envelhecimento que poderiam ser usados para que as máquinas fiquem cada vez melhores em reconhecer rostos e até mesmo prever como a pessoa vai envelhecer.

Será que a paranoia com o desafio dos 10 anos tem algum fundamento? A resposta passa por duas outras perguntas. Será que esse conjunto de fotos de perfis de redes sociais é necessário para que uma empresa treine seu algoritmo de reconhecimento facial? Além disso, esse conjunto de fotos é bompara fazer esse tipo de treinamento?

Várias empresas usam aplicações de reconhecimento facial em seus produtos. O Google emprega a identificação de rostos no Google Fotos, assim como a Apple em seus celulares e computadores. Até ai não existe novidade. O próprio Facebook, desde 2017, usa reconhecimento facial para identificar quem é quem nas fotos que são postadas na plataforma. Então por que essa preocupação agora?

Se a sua neura é com o que o Facebook poderia fazer com as fotos do desafio, você não tem com o que se preocupar. A empresa já tem acesso às mesmas caso você tenha entrado na brincadeira com as fotos do seu perfil da rede social. Não vai ser você colar as duas lado a lado que vai fazer o trabalho dos softwares da empresa mais fácil ou mais difícil.

Sendo assim, as fotos do desafio não são necessárias para que o Facebook melhore as suas ferramentas. Ele já pode fazer isso a partir do momento que você postou a foto na rede social. Mas será que o conjunto de fotos de todo mundo que está participando da brincadeira forma uma base de dados boa para se treinar algoritmos de reconhecimento facial?

A resposta, de novo, parece ser não. Primeiro porque nem todo mundo posta fotos de seus rostos como sendo o retrato que ilustra o seu perfil na rede social. No meio de várias faces humanas você vai encontrar desenhos, paisagens, mensagens e fotos do pet. Caso a foto seja mesmo do rosto da pessoa, será que ela é realmente do ano correspondente? Isso pode ser importante para a precisão dos algoritmos que seriam treinados com essa base de dados.

Além disso, na última década se tornaram populares os filtros nas fotos digitais (obrigado, Instagram!), que podem dificultar a identificação, além do próprio fato de que as selfies estão cada vez mais distorcendo a realidade do rosto humano. Como falamos na semana passada, isso acontece tanto nas câmeras de celulares Android como nos novos iPhones, que estão suavizando marcas de expressão. Então o que aparece na foto de perfil não necessariamente é como a pessoa se parece na vida real.

Tudo isso ajuda a entender que o conjunto de fotos do desafio dos 10 anos pode não ser a melhor base de dados para se treinar um algoritmo de reconhecimento facial, especialmente se o foco é identificar padrões de envelhecimento.

Por outro lado, isso não quer dizer que a suspeita levantada sobre a brincadeira não tenha um fundo de verdade, ou pelo menos que ela não nos ensine uma ou duas lições.

Dizer que a base de dados não é necessária ou que ela não é boa para treinar reconhecimento facial e padrões envelhecimento não significa dizer que ninguém possa tentar compilar esses dados e usá-los para os mais diversos fins. Vale lembrar que as fotos do perfil no Facebook são, por regra, conteúdos públicos que podem ser acessados por qualquer um. Da mesma forma, ao usar hashtags que identificam o desafio (como #2009vs2019) a pessoa está facilitando a agregação das postagens.

Um efeito salutar que se pode tirar da inquietação que varreu a Internet é forçar todo mundo a pensar duas vezes sobre o que é feito com aquilo que se posta nas redes sociais. Grande parte das vezes, as plataformas deixam claro em seus termos de uso que elas poderão usar as fotos que você posta para várias finalidades, inclusive comerciais.

O Brasil ainda não tem uma cultura estabelecida de proteção de dados pessoais, embora uma lei geral sobre o tema tenha sido aprovada em 2018. Novos escândalos de vazamentos de dados vêm ajudando a construir essa consciência, mas ainda estamos longe de equilibrar o respeito aos dados pessoais como integrantes da personalidade de seu titular, de um lado, com as possíveis aplicações econômicas que podem ser extraídas do seu tratamento, de outro.

Uma segunda lição que a suspeita sobre o desafio desperta é a reflexão sobre as “pegadas digitais” que deixamos para trás na Internet. Ao buscar uma foto de 2009 para participar da brincadeira, muitas pessoas podem ter sido forçadas a revisitar as suas postagens feitas há dez anos atrás. Essa é uma excelente oportunidade para revisar esse conteúdo e apagar o que não faz mais sentido.

Faça esse exercício e dê uma lida nas suas postagens de 2009. Vai ser difícil não encontrar algo que mereça ser apagado ou publicações que você nem mesmo se lembra de um dia ter feito. O passado (e a Kelly Key) nos recordam que com o tempo sempre amadurecemos.

Então, será que o desafio dos 10 anos é mesmo uma armadilha feita para treinar algoritmos de reconhecimento facial? Parece que não, mas essa comoção toda ainda pode nos ensinar importantes lições sobre proteção dos dados pessoais e colocar um pouco de juízo na cabeça de quem posta sem pensar.

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Prisões por ataques sobem para 383 no Ceará

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil  Brasília

O número de presos em razão da onda de ataques no Ceará subiu para 383. A atualização foi divulgada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do estado hoje (16). Em meio ao cenário tenso de conflitos com as facções, o governador Camilo Santana esteve em Brasília e se reuniu com o Ministro da Defesa.
As ações de facções criminosas tiveram início no início do mês e deixaram em alerta todo o estado. Prédios públicos, viadutos, estradas, ônibus e locais com veículos foram incendiados ou atingidos de alguma forma pelos grupos.Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as novas prisões ocorreram na capital, Fortaleza, na região metropolitana e municípios do interior. Conforme comunicado divulgado, as forças de segurança do estado e parceiras (como as enviadas pelo governo federal ou por Executivos de outros estados) seguem fazendo policiamento ostensivo “em locais estratégicos” e dentro de ônibus (o transporte coletivo é um dos alvos dos ataques).

Além das detenções (que incluem apreensão de adolescentes), a Polícia Civil comunicou a apreensão hoje de 700 quilos de explosivos em um apartamento em um bairro na capital Fortaleza

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CUT prepara ‘resistência’ à reforma da Previdência

Vagner Freitas, presidente da CUT, promete “resistência” à reforma da Previdência.

“Vamos construir a resistência, organizar os trabalhadores e dialogar com a sociedade sobre os riscos das propostas sinalizadas pelo governo.”

Os sindicatos, segundo ele, terão “papel central na construção desse processo”.

“Os sindicatos devem construir essa resistência e foi isso que debatemos hoje. Agora, os sindicatos devem ir para as bases, marcar as assembleias, construir a organização da luta.”

O Antagonista

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