Arquivo da categoria: Economia

Fortaleza foi a capital do NE com maior crescimento populacional em 2018

Fortaleza é a capital do Nordeste com o maior crescimento populacional do Nordeste em 2018, de acordo com dados divulgados na manhã desta quarta-feira, 4, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa equivale ao número de nascidos vivos (34.652) subtraído do número de mortes (15.845) nesse período.

A Capital tem a segunda maior população da Região, com mais de 2,6 milhões de habitantes, atrás apenas de Salvador (BA), que ocupa o segundo lugar no ranking de crescimento em 2018. Das nove captais nordestinas, Natal aparece em penúltima no ranking do crescimento vegetativo das capitais do Nordeste em 2018.

Balança positiva: RN vai fechar 2019 com maior volume de exportações da década

O Rio Grande do Norte vai fechar o ano com o maior volume de exportações da última década. As vendas registradas até novembro deste ano ultrapassaram os 349 milhões de dólares (US$), de acordo com informações do Ministério da Economia, e são 35% maiores do que todo o registro de 2009, quando o ano encerrou com 256 milhões de dólares em vendas ao exterior.

Para este ano, o principal motivador para a alta das exportações é a fruticultura. A venda de melão representa 27% da pauta de exportações potiguar. Até novembro, o valor comercializado superou os US$ 93 milhões. Os principais compradores são os Estados Unidos, Espanha e Reino Unido.

Outro fenômeno responsável pelo momento positivo são as constantes altas do dólar. De janeiro até novembro, a moeda americana subiu 9,43% frente ao Real, o que aumentou a competitividade dos produtos do país lá fora. Até o fechamento desta edição, o dólar estava cotado em R$ 4,19.

Leia a matéria na íntegra AQUI no Agora RN.

Banco Central anuncia novas regras para o cheque especial

O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou mudanças nas regras do cheque especial a partir de janeiro de 2020.

Entre as medidas está a imposição de um limite de 8% na taxa média mensal, o que representará uma taxa anual de 150%, de acordo com o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello.

Atualmente, a taxa média dos juros do cheque especial está em 306% ao ano.

Pente-fino no INSS cancela 261 mil benefícios e gera economia de R$ 336 milhões; previsão é economizar R$ 4,3 bilhões em um ano

O pente fino no INSS, previsto na medida provisória (MP) 871, que permitiu uma operação especial de análise de processos com suspeitas de irregularidade, resultou no cancelamento e na suspensão de 261,3 mil benefícios em quatro meses de trabalho. Do total, 24.640 são do Rio. Um universo de 1,84 milhão beneficiários com processos suspeitos estão sendo notificados.

Segundo dados do INSS, a medida já resultou em uma economia de R$ 336 milhões e, em um ano, chegará a R$ 4,3 bilhões. A meta é bater R$ 10 bilhões por ano.

A MP foi editada no início do ano, mas a operação começou a funcionar efetivamente em agosto porque faltava liberação orçamentária para pagar um adicional para os servidores na análise de processos suspeitos — um volume de cinco milhões. O Benefício de Prestação Continuada (BPC) pago a idosos e deficientes da baixa renda foi o campeão de fraudes.

Do total de casos suspeitos de servidores públicos estaduais e municipais que deram declaração de renda falsa para obter o auxílio, 92,5% se confirmaram, o que levou à suspensão de 4.700 benefícios.

Os números se referem apenas ao cruzamento de dados da base do INSS com a folha de sete estados e entre eles, o Rio. Diante do resultado, o trabalho foi ampliado para as demais unidades da Federação.

O levantamento mostrou a existência de servidores estaduais e municipais recebendo o BPC , o que contraria as regras do programa. Uma servidora do Rio, com renda mensal de R$ 15,8 mil recebia o BPC, desde 2012, o que resultou num prejuízo de R$ 86 mil aos cofres públicos.

Outro servidor do Estado do Rio com renda mensal de R$ 14 mil, recebia o auxílio desde 1999. Na Baixada Fluminense, foi detectado caso de uma mulher que recebia o BPC, acumulando duas pensões por morte.

O Globo

Governo anuncia novo programa habitacional neste mês, diz ministro

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, participa de audiência pública na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado.

O governo federal anuncia neste mês a reformulação do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, que passa a ter como prioridade municípios com até 50 mil habitantes. Uma das principais novidades é que o beneficiário terá mais liberdade para definir como será o imóvel. O assunto está entre os que o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, abordará no programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, que vai ao ar nesta terça-feira (2), às 22h.

No atual formato, o beneficiário recebe a casa pronta da construtora. Com o novo programa, que ainda não teve o nome definido, o beneficiário receberá um voucher (documento fornecido para comprovar um pagamento ou comprovante que dá direito a um produto) para definir como a obra será tocada, o que inclui a escolha do engenheiro e a própria arquitetura do imóvel.

Segundo Canuto, a disponibilização de um voucher permitira àquele que vai receber a unidade habitacional participar da construção, escolher onde a casa será feita e até mesmo o projeto da casa.“Muitas vezes a família precisa ou quer uma casa mais simples e maior. Outra, com cômodos menores e mais qualidade de acabamento. A gente quer deixar isso a critério do beneficiário”, afirmou

O ministro disse que o valor do voucherdependerá dos preços correntes no mercado imobiliário no local onde o imóvel será construído. O programa trabalha com valor médio de R$ 60 mil por beneficiário, em três tipos de voucher: o de aquisição, para comprar o imóvel já pronto; o de construção, para começar a casa do zero; e o de reforma, para melhorar ou ampliar a casa já existente.

A princípio, o governo pretende oferecer vouchers a famílias com renda mensal de até R$ 1,2 mil. Já as famílias com renda entre R$ 1,2 mil e R$ 5 mil mensais entrarão no programa de financiamento do programa.

Segundo Canuto, a ideia é oferecer juros abaixo dos cobrados atualmente. “Hoje a faixa é de 5% [ao ano]. A gente quer baixar isso para 4,5% ou 4% para ficar mais competitivo. Essa é a premissa base”, ressaltou.

A expectativa do governo é que o novo programa resulte na construção de 400 mil unidades já em 2020. De acordo com a pasta, em 2019, foram entregues 245 mil residências pelo modelo atual e 233 mil estão em construção.

Edição: Nádia Franco

PIB do 3º trimestre, que sai hoje, pode mostrar recuperação do Brasil

São Paulo — Investidores e analistas devem mirar mais uma vez o desempenho interno da economia brasileira nesta terça-feira. O governo divulga às 9h o PIB do terceiro trimestre, com previsão de alta de 0,5% em relação ao trimestre anterior e de 1,2% sobre o mesmo período do ano passado.

A previsão de crescimento do produto interno bruto para 2019, anunciada novamente ontem, é de 0,99%. Quaisquer dados acima do previsto podem ajudar a puxar os índices de ações para cima.

A expectativa é que o PIB a ser divulgado hoje continue a mostrar uma recuperação na economia puxado pelo consumo das famílias. Mas a crise argentina e a tensão com a desaceleração das principais economias do mundo, impactada pela guerra comercial entre China e Estados Unidos, podem afetar o desempenho das exportações, e o crescimento econômico.

A construção civil deve continuar crescendo, sobretudo no estado de São Paulo, que teve aceleração dos lançamentos imobiliários. Depois de o setor de construção encolher 28% entre 2014 e 2018, as construtoras listadas em bolsa chegaram a um valor de mercado de 42 bilhões de reais, o maior valor em cinco anos.

Fonte : Exame

Preço da carne atinge maior nível dos últimos 30 anos — até quando?

São Paulo — Quem faz compra nos supermercados e açougues sabe: a carne está mais cara do que nunca. E tudo conspira para que os preços fiquem nas alturas, pelo menos pelos próximos meses.

Do início de setembro para cá, o valor da carne bovina no atacado já subiu quase 50%. O pico é tão forte que, no gráfico (veja abaixo), é representado por uma linha quase reta para cima. Esse aumento foi repassado quase que integralmente para o varejo em alguns cortes de bovino.

Esse movimento é motivado por motivos internos e externos. O principal deles é a China.

O maior consumidor de carne bovina do mundo teve sua criação de porcos dizimada pela peste africana em meados de agosto do ano passado. Cerca de 40% dos animais precisaram ser abatidos para não espalhar a doença. E como o vírus não apresenta perigo para o consumo humano, esse estoque ainda durou por um tempo, mas o efeito da escassez eventualmente chegou ao preço.

É o caso do contrafilé que, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), teve reajustes acima de 50% em menos de três meses, e do coxão mole, que subiu 46% no período.

Segundo pesquisa da BoiSCOT Consultoria, o mercado está agitado com cotações subindo em média 8,9% por semana desde início de novembro.

O levantamento indica que o atual preço da arroba bateu recordes e chega a ser negociado por R$ 230, com aumentos registrados em 29 das 32 praças do Estado de São Paulo pesquisadas pela entidade.

“É a primeira vez, desde novembro de 1991, que a cotação atinge esse patamar (considerando o preço nominal e também o preço deflacionado)”, disse a BoiSCOT quado o preço bateu R$ 200.

Bolsonaro diz que pretende elevar faixa de isenção do IR para ‘próximo de R$ 2 mil’ neste ano

Bolsonaro diz que pretende elevar faixa de isenção do IR para ‘próximo de R$ 2 mil’ neste ano

Hoje, a faixa de isenção já é próxima desse valor: no IR de 2019, beneficiou quem ganhava até R$ 1.903,98

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (2) que pretende elevar, ainda neste ano, a faixa de isenção do Imposto de Renda para atingir trabalhadores que ganham até “próximo de R$ 2 mil” por mês.

Hoje, a faixa de isenção já é próxima desse valor: no IR de 2019, beneficiou quem ganhava até R$ 1.903,98. A mudança, se confirmada, valeria para o IR de 2020.

Jair Bolsonaro
Bolsonaro afirmou que uma reforma tributária completa pode ter difícil aprovação Foto: Adriano Machado/Reuters
“Eu gostaria de entregar o meu governo, por exemplo, quem ganhasse até R$ 5 mil ficasse isento do Imposto de Renda. Estou trabalhando para que este ano a gente chegue próximo aos R$ 2 mil. O pessoal pode reclamar: ‘só R$ 2 mil, prometeu R$ 5 mil.’ Eu prometi R$ 5 mil, espero cumprir até o final do meu mandato”, disse o presidente.

No ano passado, o então Ministério da Fazenda (hoje Economia) divulgou cálculo que apontava que, se a isenção para quem ganha até R$ 5 mil fosse aplicada, o governo deixaria de arrecadar R$ 60 bilhões por ano.

Bolsonaro admitiu que a sua proposta gerou “reação” por parte de sua equipe econômica e da Receita Federal, mas disse acreditar que seus “argumentos” serão ouvidos.

Ao elevar a faixa de isenção, o governo reduz o número de pessoas que pagam o Imposto de Renda e, com isso, arrecada menos.

“Tem reação por parte da equipe econômica? Tem, é óbvio que tem. Tem por parte da Receita? Tem. E isso daí em parte eu estou forçando um pouco a barra, mas não vou constranger a equipe econômica, muito menos a Receita Federal. Acredito que os meus argumentos sejam ouvidos por parte deles, apesar de eu não entender de economia”, completou o presidente.

Estadão Conteúdo

Dança das cadeiras: Guedes articula troca entre cargos da equipe econômica

Passado um ano de governo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vai promover uma troca de cadeiras após uma avaliação do desempenho da equipe e das metas traçadas ainda na transição. Ele já avisou que fará essa avaliação e poderá fazer um “giro” de alguns integrantes do grupo, de forma a “oxigenar” determinadas áreas do Ministério.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que já manifestou o desejo de deixar o governo depois de um período longo na equipe econômica (ele é remanescente do time do ex-presidente Michel Temer), foi escolhido pelo ministro para ocupar a secretaria executiva do Conselho Fiscal da República, previsto na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo.

A interlocutores, Guedes tem dito que Mansueto é o “eleito” para ser o fiador da nova governança fiscal que será criada, na avaliação do ministro, com a aprovação das medidas apresentadas pelo governo ao Congresso.

Fontes próximas a Mansueto atestam que ele não deixará o governo neste momento. Ele vai sair de férias, o que gerou nova especulação sobre a sua saída. Seu retorno é previsto para o dia 12 de janeiro. Não é a primeira vez que surgem rumores de sua saída, com especulação de desentendimentos com outros integrantes da equipe.

Uma mudança que já está acertada é a transferência do secretário adjunto da Secretaria Especial de Fazenda, Esteves Conalgo, para o gabinete de Guedes. Colnago vai reforçar o time da articulação com o Congresso. Ex-ministro do Planejamento de Temer, Colnago trabalhou na elaboração do pacote e ganhou a confiança de Guedes.

O Ministério da Economia está reforçando a integração com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. A ideia de Ramos e Guedes é que as assessorias parlamentares dos dois ministérios trabalhem de forma mais integrada, enquanto Colnago fica com as relações institucionais.

Novas mudanças também podem ocorrer com a janela de troca de vagas em organismos internacionais que se abrirá nos próximos meses. O atual secretário de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, é cotado para uma vaga no banco do Brics (o grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O secretário especial de Produtividade, Carlos Alexandre da Costa, também é cotado para vaga no Banco Interamericano (BID). Envolvido em polêmicas, ele sempre contou com o apoio do ministro.

O atual assessor especial do ministro, Caio Megale, que já foi da equipe de Carlos da Costa, vai ocupar uma diretoria na secretaria especial de Fazenda comandada por Waldery Rodrigues. Segundo fontes, Megale será absorvido no lugar de uma dos diretores que vai para o lugar de Colnago.

Waldery é visto como alguém que trabalha na “defesa” e deve continuar no cargo. Já o diretor do Departamento de FGTS, Igor Villas Boas de Freitas, da equipe de Waldery, deixará o posto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

PROCON da Assembleia Legislativa sobre

Com a chegada de mais um ano que acontece mais uma Black Friday, nesta sexta-feira (29), o Procon Legislativo listou algumas recomendações para alertar os consumidores com procedimentos de prevenção contra fraudes e desrespeitos ao Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Segundo o coordenador do órgão legislativo, Dary Dantas, as orientações se diferenciam de acordo com o ambiente em que será feita a compra. Porém, uma dica comum tanto para aquisições em lojas físicas quanto virtuais é a de que o cliente deve pesquisar o valor do produto desejado antes da data oficial da Black Friday.

“Alguns sites costumam aumentar os preços antes da Black Friday para depois baixá-los e fingir que estão dando desconto. Por isso é preciso ficar atento e se prevenir”, explicou o coordenador.

De acordo com Dary Dantas, caso o consumidor pretenda fazer sua compra em loja física, o ideal é realizar uma pesquisa de preço em mais de um estabelecimento; se for o caso, testar o equipamento antes de efetuar o pagamento; e, se for receber o produto depois, o cliente deve pedir para que a data de entrega conste no cupom fiscal.

“Além disso, é essencial que o consumidor peça para o fornecedor preencher o termo de garantia do produto, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor. Também é importante que, ao receber o produto em casa, ele confira a nota fiscal e verifique logo se há algum defeito”, acrescentou.

Já em relação às compras virtuais, segundo o coordenador do Procon Legislativo, o cuidado deve ser redobrado. Para ele, é importante observar os preços por um tempo, antes da data oficial da Black Friday; não comprar por impulso; procurar os sites mais tradicionais de vendas pela internet; e imprimir as páginas do processo de compra em que constam as características do produto, prazo de entrega, termo de garantia, frete, dentre outras informações.

“Se o consumidor tiver desconfiança a respeito de algum endereço eletrônico, a ‘Fundação Procon SP’ tem uma lista de mais de duzentos sites que não são idôneos. É só acessar e consultar”, recomendou Dary Dantas.

O coordenador listou ainda ações que devem ser evitadas pelos consumidores nesta época do ano. De acordo com ele, é preferível não optar por pagamentos via boleto, pois através da operadora de cartão de crédito pode-se conseguir o estorno mais facilmente, caso haja algum problema na transação; evitar fazer compras utilizando redes abertas de internet (Wi-Fi de lojas, faculdades, restaurantes); não aceitar promoções enviadas por e-mail, porque muitos sites falsos tentam enganar os consumidores; e não efetuar compras via WhatsApp, por ser um “ambiente extremamente propício para golpes”.

Por último, o coordenador do Procon Legislativo alertou os consumidores a deixarem seus antivírus atualizados, seja no computador ou celular, a fim de evitar o comprometimento dos seus dados e senhas. “Se a pessoa já compra bastante num site, é bom desabilitar a opção de gravação automática das suas informações. É muito importante proteger senhas, dados pessoais e financeiros”, concluiu.

O Procon Legislativo está à disposição de todos os cidadãos, de segunda a sexta, das 8h às 15h, na Rua Jundiaí, nº 481, Tirol, Natal; através dos telefones (84) 3615-9000ou (84) 3232-2706; Whatsapp (84) 98849-1187; e também nos bairros, quando das ações do Procon Móvel e do projeto “Assembleia e Você”.