Empresários avaliam prejuízos provocados por notícias negativas em rede nacional sobre o RN

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Por Alex Viana

Na avaliação de representantes da classe empresarial do Rio Grande do Norte, as recentes notícias veiculadas em rede nacional a respeito de problemas do Rio Grande do trazem prejuízos econômicos para setores do comércio e do turismo, embora não se possam mensurar.

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal, Augusto Vaz, apesar da classe empresarial não ser afetada de forma homogênea, alguns setores mais pontuais da economia, como o turismo, sofrem de forma mais direta. Augusto não se diz contrário aos veículos da mídia mostrarem os problemas do Estado, mas diz que falta que mostrem também os aspectos positivos.

“Acho que está faltando um pouco mais divulgar coisas boas. Estou vendo só coisas ruins, sempre batendo na mesma tecla; não é para esconder não, tem que divulgar mesmo, mas não só os pontos negativos, tem que mostrar os positivos também”.

Um dos aspectos que pode prejudicar o RN no que se refere a matérias publicadas em rede nacional, segundo Augusto Vaz, são pautas sobre o aeroporto Aluízio Alves. “Por exemplo, divulgar que as obras dos acessos estão paradas, mas não divulgar que foram retomadas; ou que a gente conseguiu a licença definitiva da Receita Federal para voos internacionais. É hora de imprensa se unir em prol do Estado”, conclama o empresário.

Trade turístico

O empresário do setor do turismo, Habib Chalita, concorda com Augusto Vaz. Para Chalita, “qualquer estado que venha a ser vinculado nacionalmente a falta de segurança pode sofrer na parte de investimento a nível estadual”.

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do RN (Abrasel), Max Fonseca, também considera prejuízos para o Estado em consequência dessa veiculação midiática. “Notícia negativa nunca é bom para a imagem do estado, mas a culpa não é das notícias e sim da existência do problema”, coloca. “Mas claro que existe prejuízo na questão da imagem, de associar nossa marca a problemas”, completa.

Fonte: Visor Politico

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