A Força Aérea não sabe o que fazer com o terminal de passageiros do aeroporto de Parnamirim

A Força Aérea arranjou um problemão, os militares não sabem o que fazer com o terminal de passageiros do aeroporto de Parnamirim.

Com a irresponsabilidade dos espertalhões em desvirtuar o projeto original do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que deveria ser um aeroporto com apenas com terminal cargueiro, pois trata-se de um tratado internacional para construir  5 aeroportos no planeta com pistas de alta resistência para possibilitar a operação do avião  Airbus A380 e outros grandes cargueiros. Os cinco aeroportos foram escolhidos para serem construídos para como novo modal cargueiro aéreo assim distribuídos: Africa, EUA, Europa, Asia e na America Latina no Brasil, e em São Gonçalo do Amarante por rezões de localização estratégica.

O aeroporto Augusto Severo é um dos poucos do Brasil dotado de três pistas para pouso e decolagem, ou seja, em caso de acidentes com aeronaves ele não é interditado, ao passo que no Aeroporto Aluízio Alves, basta um teco-teco quebrar na pista para travar tudo.

Coube ao governo brasileiro através do Exercito construir a pista, e a área de retroporto seria ocupada e construída pela iniciativa privada que instalariam seus terminais cargueiros. Mas, os espertalhões do RN aproveitando o embalo, foram procurar empresas e montaram com consórcio para conseguir financiamento no BNDS e contribuir um terminal de passageiros, que obviamente terminou sendo explorado pelo grupo que hoje cobra caro pelos seus serviços e denominado de “Aluízio Alves”.

Acontece, que para viabilizar e justificar a construção de um novo terminal de passageiros no RN, os espertalhões tinham que justificar o descarte e fechamento do terminal de passageiros do aeroporto de Parnamirim, que sempre foi administrado pela empresa estatal INFRAERO. Isso sem falar nos recursos financeiros que o Estado do RN, já com suas finanças combalidas, teve que disponibilizar para construir os acessos rodoviários, devidamente traçado para valorizar terras que os espertalhões compraram com contratos de gavetas.

A construção do terminal de passageiros do Aeroporto, Aluísio Alves que custou R$ 600 milhões, não era prioridade para o RN, com R$ 100 milhões era possível ampliar o terminal de passageiros do aeroporto Augusto Severo que passaria a ter capacidade de embarcar e desembarcar seis milhões de passageiros e com área para mais expansão.

Depois que os espertalhões com alguns políticos do RN camuflados no negócio conseguiram construir um terminal de passageiro para ser explorado por 40 anos, veio uma pergunta: o que fazer com o terminal de passageiros do aeroporto Augusto Severo?

Então passaram para a responsabilidade da Força Aérea que agora não sabe o que fazer. Tudo que a FAB sabe é que o custo de manutenção e conservação do terminal é muito alto,  a Base Aérea de Natal não tem grana para mante-lo. Daí a audiência publica na Assembleia Legislativa para propor uma destinação do terminal desativado. A FAB tá fazendo qualquer coisa para se ver livre do abacaxi!

Esta é a verdade que somente um surtado, como eu, tem coragem de abordar esta questão.

O A380 é capaz de voar com mais de 330 mil libras (150 toneladas) em 40 mil pés cúbicos (1.100 metros cúbicos) e proporciona custos operacionais diretos significativamente mais baixos do que os maiores aviões que voam atualmente. O cargueiro A380, que tem um alcance de cerca de 6 mil milhas náuticas (11.100 quilômetros) terá custos de tonelada/milha previstos aproximadamente de 15% a 20% mais baixos do que o maior avião da companhia — MD-11. A FedEx vai operar em rotas de longo alcance entre os centros da FedEx na Ásia e na América do Norte. Rotas adicionais da Europa para a América do Norte e da Europa para a Ásia

 

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