Arquivo diários:14/07/2015

Deputado José Dias volta a criticar o governador Robinson Faria

Em pronunciamento na sessão plenária desta terça-feira (14), o deputado José Dias (PSD) criticou a renovação do contrato assinado em maio pelo Governo junto ao Banco do Brasil referente à venda da conta do Estado. De acordo com o parlamentar, o banco irá pagar R$ 145,5 milhões, quantia inferior aos R$ 230,4 milhões que foram assegurados ao Estado em 2012, ano da última prorrogação.

“O Governo continua com procedimentos do passado pela permanência da conta junto ao Banco do Brasil. Não é possível que não tenha sido feito um levantamento sobre as negociações anteriores. O Estado já está devendo”, disse José Dias.

O parlamentar entende que o Governo do Estado deveria ter pedido, à época, a colaboração da Assembleia Legislativa para participar da negociação junto à instituição bancária.

“Não sei quem representou o Estado nessa tratativa. Nós teríamos conseguido uma negociação bem melhor, mas infelizmente não fomos chamados para ajudar”, declarou.

Em aparte, o deputado Ricardo Motta (PROS) disse que a negociação traz prejuízo para o Estado. “O Governo tem a receber R$ 41,250 milhões e tem que pagar, só em custos dos serviços, R$ 46,800 milhões. Portanto, o que tem a receber não cobre o que vai pagar”, afirma.

Para o deputado Dison Lisboa (PSD), a negociação do Governo se fez necessária em função do momento de dificuldade financeira enfrentado pelo Estado. “Reconheço que o Governo precisa ter algumas atitudes de arrocho, mas o Governador Robinson Faria (PSD) se deparou com uma dívida que não tinha conhecimento e teve que negociar”, disse o parlamentar.

Ainda durante o pronunciamento, José Dias pediu o reconhecimento do Governo à colaboração que vem recebendo da Assembleia Legislativa. O parlamentar destacou o empenho da Casa para fazer com que o Estado conseguisse manter o pagamento dos servidores em dia.

“A Assembleia dotou o Estado da capacidade de manter em dia o salário do funcionalismo graças à fusão dos Fundos Previdenciário e Financeiro, aprovado por esta Casa. O nosso empenho nesta matéria merece o reconhecimento do Governo”, defende José Dias.

Renan e Collor repudiam em Plenário ação da PF

“Buscas e apreensões sem a exibição da ordem judicial, e sem os limites das autoridades, que a estão cumprindo, são invasão”, diz trecho de nota lida por Renan no Plenário do Senado. Collor se diz “humilhado” e denuncia “aparato midiático” de “investigação criminosa”

 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), leu em Plenário nota oficial em que manifesta “perplexidade” ante à deflagração daOperação Politeia, principal desdobramento da Operação Lava Jato no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), nas dependências da Casa. Nesta terça-feira (14), agentes da PF apreenderam em Brasília documentos e bens do senador Fernando Collor (PTB-AL) em suas residências particular e funcional – imóvel considerado extensão das “dependências” da instituição.

Na ação, a PF apreendeu bens como três carros de luxo de Collor, em movimentação amplamente explorada pela imprensa. Também investigados na Lava Jato, os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Fernando Bezerra (PSB-PE) também foram alvos da operação.

Na nota, o presidente do Senado, também alvo de inquérito sobre o caso no Supremo, diz que “notadamente homens públicos” devem “esclarecimentos à Justiça”, mas com limites. “[…] causa perplexidade alguns métodos que beiram a intimidação. A busca e apreensão nas dependências do Senado Federal deverá ser acompanhada da Polícia Legislativa. Disso não abriremos mão. Buscas e apreensões sem a exibição da ordem judicial, e sem os limites das autoridades, que a estão cumprindo, são invasão”, registra a mensagem (leia íntegra abaixo).

Logo depois da leitura da nota em Plenário, Collor subiu à tribuna para fazer duras acusações contra o trabalho do Ministério Público Federal, responsável pelas investigações sobre autoridades com direito a foro privilegiado. Crítico frequente das investigações da Lava Jato, o senador já havia registrado seu protesto por meio de seu perfil no Facebook, mas não se furtou à reclamação também diante das câmeras da TV Senado.

“Sem apresentar um mandado da Justiça, confrontando e invadindo a jurisdição da Polícia Legislativa do Senado Federal e, portanto, a soberania de um Poder da República, os agentes, sob as ordens de Rodrigo Janot [procurador-geral da República] – literalmente, este é o termo –, arrombaram o apartamento de meu uso funcional como senador da República. Recolheram equipamentos e papeis desconexos. Pior: na minha outra residência particular, apreenderam três veículos de minha propriedade”, registrou Collor, para quem a ação decorre de “investigação criminosa”.

“O argumento da operação, vejam só, foi o de evitar a destruição de provas. Depois de dois anos evitar a destruição de provas, como se lá houvesse algum tipo de prova?  E provas de que, afinal? E por acaso um veículo é um documento? Por acaso um veículo é um computador? Qual seria o objetivo então, a não ser o de constranger, de intimidar e principalmente o de promover uma cena de espetáculo pura e simplesmente visando a exploração midiática nessa mal fadada e ilegal iniciativa?”, acrescentou o senador, dizendo-se “humilhado”, junto com sua família.

Deputado Kelps Lima pode ter sido engolido pelo deputado saco preto

Pessoas ligadas ao deputado estadual Kelps Lima, garantem que os entendimentos entre ele e o deputado federal, Rogério Marinho estão quase nos finalmente.

Kelps não será candidato a prefeito de Natal e deverá apoiar o deputado tucano que na eleição passada não conseguiu ir para o segundo turno obtendo menos votos que os em brando ou nulos.

Conhecido como deputado “saco preto” por causa dos escândalos da URBANA, Rogério tentará ser prefeito de Natal pela terceira vez.

 

Hospital não recebe mais pacientes encaminhados pela Prefeitura de Natal por falta de pagamento

A crise financeira na Prefeitura de Natal está disseminada em todos os setores, o prefeito Carlos Eduardo Alves que continua gastando dinheiro com maquiagem, não consegue pagar os fornecedores.

Além dos servidores estarem em greve, agora o Hospital Memorial deixou de receber pacientes encaminhados pela Secretária Municipal de Saúde pelo fato de não receber sua faturas há quatro meses.

Fornecedores não tem mais segurança em continuarem prestando serviços ao município.

 

 

Casa da Dinda, de Collor, é marcada por magia negra e reforma dos jardins

A CASA DA DINDA FOI CONSTRUÍDA E PERTENCEU AO EX-GOVERNADOR DO RN SILVIO PEDROZA

 Lamborghini
Ferrari

Vinte e três anos depois, a Casa da Dinda –onde mora o senador Fernando Collor (PTB-AL)–, em Brasília, voltou à cena nesta terça-feira (14) após ser alvo de operação da Polícia Federal. No início dos anos 1990, o local foi pivô de polêmicas como a reforma milionária do jardins e rituais de magia negra.

No local, agentes da PF apreenderam pelo menos três carros de luxo. Foram levados uma Ferrari vermelha, um Porsche preto e uma Lamborghini prata. Curiosamente, nenhum deles consta na declaração de bens do senador na eleição de 2014, quando foi reeleito para o Senado.

A mansão é conhecida pelo luxo em seus 13 mil m² de área e fica no Lago Norte, área nobre de Brasília.

Polêmicas

Em 1992, ano de impeachment de Collor, a casa foi pivô de um escândalo nacional: uma reforma dos jardins orçada em US$ 2,5 milhões (mais de R$ 8 milhões em valor atual) teria sido bancada com dinheiro de contas fantasmas administradas pelo então tesoureiro de Collor, o empresário Paulo César Farias.

E não foi só. Segundo livro publicado em dezembro de 2014 pela ex-mulher de Collor, Rosane Malta, o então presidente também fazia rituais de magia negra na casa, com direito a matança de animais.

Quando voltou a morar em Brasília, em 2007 –ano seguinte à eleição para o Senado pelos alagoanos–, Collor chegou a dizer que não voltaria a morar no local por trazer “más lembranças”. Foi para lá que o senador se dirigiu logo após assinar o termo de renúncia.

Pouco tempo depois, porém, ele deixou o imóvel funcional do Senado e passou a viver na casa com a mulher, Caroline, e as filhas.

Moradia oficial

Foi na Casa da Dinda que Collor residiu enquanto foi presidente da República, entre 1990 e 1992. À época, ele decidiu abdicar de viver no Palácio da Alvorada porque o local estava em reforma –o então presidente disse que não teria se adaptado à Granja do Torto, a outra moradia oficial do presidente.

A casa foi comparada pelo pai de Collor, o Arnon de Mello, em 1968. Ela homenageia a mãe de Collor, dona Leda, morta em 1995 vítima de broncopneumonia.

Deputados Ezequiel e Gustavo da Ponte recebem candidatas a miss

A Assembleia Legislativa recebeu na manhã desta terça-feira (14) uma visita de cortesia das candidatas ao Concurso Miss Rio Grande do Norte 2015, de exclusividade do Grupo Bandeirantes. As 25 concorrentes estiveram na Casa Legislativa acompanhadas pelo superintendente da TV Band Natal, Augusto Correia Lima, para divulgar o evento que será realizado na próxima sexta-feira (17), no Centro de Convenções.

“Estamos sendo agraciados com a visita dessas jovens que tão bem representam a diversidade da beleza da mulher potiguar”, disse o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira de Souza (PMDB). O deputado Gustavo da Ponte (PROS) também participou da recepção.

A vencedora da edição 2015 irá representar o Estado no maior concurso de beleza do país, Miss Brasil Universo. Este ano, o evento celebra 60 anos de criação

Com a perda de Flávio Azevedo, o ministro Henrique Alves perdeu o terceiro turno

75372
Bacuraus enfraquecidos

O candidato derrotado ao governo do RN, Henrique Eduardo Alves levou uma nova derrota para o governador.

Robinson deu no calcanhar de Henrique tirando Flávio Azevedo do grupo do PMDB bacurau.

Flávio é um líder empresarial com muito prestigio na classe e excelente transito nacional como vice-presidente da CNI – Confederação Nacional da Industria.

Henrique Alves perdeu o seu melhor articulador que agora será secretário de Desenvolvimento Econômico do RN e pedirá desfiliação do PMDB.

Com a  perda de Flávio, afirma-se que Henrique perdeu o terceiro-turno.

Certamente Flávio deverá se filiar ao PSD de Robinson e Fábio Faria.

PF também faz buscas em endereços do ex-ministro Negromonte e do ex-deputado Pizzolatti

Estadão Conteúdo

Brasília – Dentro da Operação Politéia, deflagrada nesta terça-feira, , a Polícia Federal também fez buscas e apreensões em endereços ligados ao ex-ministro das Cidades Mário Negromonte, que atualmente é integrante do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCE-BA), e ao ex-deputado federal pelo PP de Santa Catarina João Pizzolatti.

As ações relacionadas a Pizzolatti foram nas casas do ex-deputado, da ex-mulher dele e de um ex-sócio em Santa Catarina. Esse ex-sócio também teve um escritório visitado pelos agentes.

Pizzolatti é suspeito de receber propina no esquema de corrupção da Petrobras, conforme depoimento de delatores. Ele é alvo de quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal, um deles que apura formação de quadrilha.

O doleiro Alberto Youssef, um dos que aceitaram colaborar com as investigações, em troca de redução de pena, afirmou que Pizzolatti compunha o grupo de parlamentares do PP que atuavam na “operacionalização do esquema de corrupção” da Petrobras de forma “estável e perene”. O doleiro também disse ter doado R$ 5,5 milhões para a campanha do ex-deputado em 2010.

Negromonte, que era filiado ao PP e foi ministro das Cidades do governo Dilma Rousseff entre 2011 e 2012, é acusado pelo doleiro Alberto Youssef de chefiar um esquema ilícito na pasta envolvendo o rastreamento veicular. O Ministério das Cidades é responsável pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).