Arquivo diários:02/12/2019

Assessoria da governadora Fátima Bezerra emite nota sobre delação de Palocci

NOTA
Sobre a delação premiada de Antônio Palocci à Polícia Federal, temos a esclarecer o seguinte:

A empresa Camargo Corrêa não fez doação à campanha da então candidata à deputada federal em 2010, Fátima Bezerra, conforme registrado no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
No endereço encurtador.com.br/glxE8 consta os registros de todas as pessoas físicas e jurídicas que doaram à campanha da então candidata em 2010, o que comprova que não há qualquer menção à referida empresa;
As contas foram devidamente aprovadas;
Fátima Bezerra e sua coordenação de campanha jamais trataram com a Camargo Corrêa e com Antônio Palocci, sobre a campanha de 2010 ou qualquer outra, e esperam que as informações sejam devidamente apuradas e esclarecidas.

Assessoria Fátima Bezerra

Indulto de Temer tira presos da Lava Jato da cadeia e põe fim a restrições de delatores

Além da decisão de 7 de novembro do Supremo Tribunal Federal que permitiu que condenados em segunda instância saíssem da prisão, o indulto natalino editado por Michel Temer (MDB) em 2017 também tem beneficiado alvos da Lava Jato nos últimos meses, incluindo delatores da operação.

Desde que o STF decidiu, em maio passado, pela validade do decreto de Temer, o benefício tirou da cadeia, por exemplo, o ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada e o ex-senador pelo DF Gim Argello. Um dos casos mais recentes foi a concessão a um condenado que já não estava no regime fechado, o ex-deputado baiano Luiz Argôlo, em setembro, pela Justiça da Bahia.

O indulto é um benefício editado pelo presidente da República que extingue a pena de condenados que cumpram determinados requisitos, como bom comportamento. No Brasil, se tornou tradição a publicação na época do Natal.

No decreto do indulto de 2017, presos que já tivessem cumprido na época um quinto de pena imposta por crimes sem violência ou grave ameaça poderiam pleitear esse tipo de perdão.

Isso inclui condenados pelos delitos de corrupção e lavagem de dinheiro, dois dos mais comuns nas sentenças da Lava Jato do Paraná.

O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto conseguiu na Justiça Estadual do Paraná o indulto para uma de suas condenações, que tinha pena fixada em 24 anos, e passou para o regime semiaberto, já que sua outra condenação era de dimensão mais baixa. Mês passado, ele também pôde tirar a tornozeleira eletrônica, por causa do novo entendimento do Supremo sobre a prisão após a segunda instância.

A extinção da pena via indulto faz com que os condenados não precisem mais cumprir obrigações comuns na progressão de regime, como uso de tornozeleira, recolhimento domiciliar ou retenção de passaporte. A declaração significa que o Estado não tem mais interesse de aplicar uma punição anteriormente estabelecida.

Delatores da operação também foram à Justiça pedir a benesse para suas condenações.

A doleira Nelma Kodama, primeira presa da Lava Jato, em março de 2014, está fora da cadeia desde 2016, mas ainda tinha que usar tornozeleira eletrônica e se submeter a recolhimento domiciliar. Com o indulto, concedido em agosto pelo juiz federal Danilo Pereira Júnior, que administra o dia a dia das penas da Lava Jato, essa obrigação também fica extinta.

O Ministério Público Federal não se opôs à medida. Já com o passaporte recuperado, em outubro ela viajou com o namorado para a Espanha.

Auxiliar da doleira e também colaboradora, a condenada Iara Galdino também foi beneficiada.

O indulto editado por Temer teve parte de seus efeitos cassados à época pela então presidente do Supremo, Cármen Lúcia, a pedido da Procuradoria-Geral da República, sob o argumento de que se tratava de uma interferência indevida do Executivo em outro Poder.

Posteriormente, o relator do caso, o ministro Luís Roberto Barroso manteve trechos da suspensão, mas o plenário do Supremo votou, no dia 9 de maio, pela validade da iniciativa da Presidência da República.

Além de réus da Lava Jato, o decreto também favoreceu condenados no escândalo do mensalão, como Ramon Hollerbach e José Roberto Salgado.

Em 2018, o decreto de indulto não voltou a ser editado. Quando estava preso, o ex-presidente Lula, que passou a cumprir pena em abril de 2018, não se enquadrava nos critérios do indulto porque ainda não havia começado a cumprir pena na época da edição do decreto, em 2017.

FOLHAPRESS

Canindé Soares lança livro com imagens de belas paisagens do litoral do RN

O fotojornalista potiguar Canindé Soares lançará, na próxima quinta-feira, 5, a partir das 17h, o livro “Litoral do RN”, na Capitania das Artes em Natal. São 139 páginas com 149 fotos que exploram as belezas do litoral potiguar. É um livro de capa dura, bilíngue – em português e inglês –  e de fino acabamento.

“A gente escolheu cada fotografia com muito cuidado. São fotos espetaculares, até porque nosso litoral é belo. Eu costumo dizer que o fotógrafo tem que ser muito ruim para não fazer uma foto boa das nossas lindas praias”, comenta.

“Litoral do RN” é o quinto livro de Canindé Soares, fruto de um trabalho que levou quase dez anos para ser concretizado. Drones e helicópteros foram utilizados para os cliques das belas paisagens.
O resultado é a compilação de registros incríveis, como uma foto aérea da cidade de Guamaré, na região da Costa Branca.

“Fui várias vezes à cidade para fazer essa foto. Aos 45 do segundo tempo, cheguei lá e o dia, a luz e a maré cheia proporcionaram o cenário perfeito. É uma foto que mostra quase toda a cidade. É muito bonita, porque Guamaré, quando vista do alto, parece uma península, rodeada de água e mangues. Essa foto é muito impactante”, atesta.
O livro conta com aprovação da Lei Municipal de Cultura Djalma Maranhão.

Dança das cadeiras: Guedes articula troca entre cargos da equipe econômica

Passado um ano de governo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, vai promover uma troca de cadeiras após uma avaliação do desempenho da equipe e das metas traçadas ainda na transição. Ele já avisou que fará essa avaliação e poderá fazer um “giro” de alguns integrantes do grupo, de forma a “oxigenar” determinadas áreas do Ministério.

O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, que já manifestou o desejo de deixar o governo depois de um período longo na equipe econômica (ele é remanescente do time do ex-presidente Michel Temer), foi escolhido pelo ministro para ocupar a secretaria executiva do Conselho Fiscal da República, previsto na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo.

A interlocutores, Guedes tem dito que Mansueto é o “eleito” para ser o fiador da nova governança fiscal que será criada, na avaliação do ministro, com a aprovação das medidas apresentadas pelo governo ao Congresso.

Fontes próximas a Mansueto atestam que ele não deixará o governo neste momento. Ele vai sair de férias, o que gerou nova especulação sobre a sua saída. Seu retorno é previsto para o dia 12 de janeiro. Não é a primeira vez que surgem rumores de sua saída, com especulação de desentendimentos com outros integrantes da equipe.

Uma mudança que já está acertada é a transferência do secretário adjunto da Secretaria Especial de Fazenda, Esteves Conalgo, para o gabinete de Guedes. Colnago vai reforçar o time da articulação com o Congresso. Ex-ministro do Planejamento de Temer, Colnago trabalhou na elaboração do pacote e ganhou a confiança de Guedes.

O Ministério da Economia está reforçando a integração com o ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. A ideia de Ramos e Guedes é que as assessorias parlamentares dos dois ministérios trabalhem de forma mais integrada, enquanto Colnago fica com as relações institucionais.

Novas mudanças também podem ocorrer com a janela de troca de vagas em organismos internacionais que se abrirá nos próximos meses. O atual secretário de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, é cotado para uma vaga no banco do Brics (o grupo de países formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). O secretário especial de Produtividade, Carlos Alexandre da Costa, também é cotado para vaga no Banco Interamericano (BID). Envolvido em polêmicas, ele sempre contou com o apoio do ministro.

O atual assessor especial do ministro, Caio Megale, que já foi da equipe de Carlos da Costa, vai ocupar uma diretoria na secretaria especial de Fazenda comandada por Waldery Rodrigues. Segundo fontes, Megale será absorvido no lugar de uma dos diretores que vai para o lugar de Colnago.

Waldery é visto como alguém que trabalha na “defesa” e deve continuar no cargo. Já o diretor do Departamento de FGTS, Igor Villas Boas de Freitas, da equipe de Waldery, deixará o posto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Ex-ministro de Bolsonaro, Bebianno vira aliado de Doria no RJ

São Paulo – Ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro e ex-líder do PSL, o advogado Gustavo Bebianno afirmou neste domingo, 1º, que a democracia no Brasil se encontra em risco por causa da postura do presidente da República. “O momento político que atravessamos hoje é grave, gravíssimo, nossa democracia está em risco”, disse Bebianno em evento no Rio que marcou sua filiação ao PSDB e contou com a presença do governador de São Paulo, João Doria. “Tudo que o presidente quer é um pretexto para a adoção de medidas autoritárias.”

Segundo a análise de Bebianno, o País vive um ambiente de “instabilidade política e econômica” provocado pelo “grau de loucura e irresponsabilidade capitaneado pelo próprio presidente”. O ex-aliado político de Bolsonaro criticou o autoritarismo do governo, sobretudo pelas recentes menções ao AI-5 feitas pelo ministro da economia, Paulo Guedes, e pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro..

Para Bebianno, a fala de Paulo Guedes sobre o AI-5 foi desastrada e pode ter sido fruto de um erro. “A outra hipótese é que tenha sido um ato falho dele, de tanto ouvir essa conversa no Palácio do Planalto”, disse. “Vejo os fanfarrões de boate querendo brigar, mas eles não têm ideia das consequências de uma briga, sangue, morte. O Brasil não precisa disso. Temos que defender nossa democracia.”

Bebianno disse que a decisão do presidente de excluir o jornal Folha de S.Paulo de licitação do Palácio do Planalto abre caminho para um pedido de impeachment. “Essa atitude demonstra que ele faz tudo aquilo que acusa seus oponentes de fazer, é um absurdo”, afirmou. “Ele está afrontando um princípio básico da Constituição que é a liberdade de imprensa e a própria democracia. Abre um flanco enorme para responder a um processo de impeachment.”

Com 53 votos de maioria Júlio César foi eleito prefeito de Ceará-Mirim

O candidato Júlio César do PSD  foi eleito prefeito de Ceará-Mirim com 14.272 votos na eleição suplementar deste domingo (1) com uma maioria de 53 votos.

Confira os números da eleição:

Júlio César (PSD) – 14.272 votos
Ronaldo Venâncio (PV) – 14.219 votos
Dr. Marcílio (PDT) – 5.064 votos
Irmão Heriberto (Solidariedade) – 1.874 votos
Glaucio Tavares (PSOL) – 400 votos
Ana Célia (PSTU) – 243 votos
Damião (PATRIOTA) – 90 Votos