Crise pode tirar Temer da articulação política

Temer está com raiva do amigo de Henrique Alves, o presidente da Câmara Eduardo Cunha

Com dificuldades de conseguir cumprir promessas de cargos e emendas parlamentares para viabilizar votações no Congresso, o vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP), pode deixar a articulação política do governo. Aliados afirmam que ele esperará até agosto para definir se segue no posto.

A eventual saída de Temer da função de negociador junto ao Legislativo poderia convulsionar a frágil relação do Palácio do Planalto com seu principal aliado, o PMDB, legenda que comanda a Câmara e o Senado.

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